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Incidência e Tipos de Lesões no Surf

Incidência e Tipos de Lesões no Surf

Existem evidências do início do surf em três locais: no Peru, nas Ilhas Polinésias e no Havaí Nunes Júnior e Shigunov,¹. Mas esse princípio, segundo Souza, ² não segue uma ordem cronológica. Sabe-se que povos no norte do Peru já usavam embarcações, chamadas de “caballitos de totora”, parecidas às pranchas de surf da atualidade,  um tipo de barco em forma de caiaque, construído com um junco chamado “totora”. Assim que os peruanos voltavam de um dia de pesca, eles “surfavam” as ondas até a praia.

Na Polinésia Francesa era praticada uma atividade chamada “paipo”. Uma prancha de madeira que os polinésios surfavam deitados nas ondas Souza². Anos à frente, estes mesmos polinésios migraram para um arquipélago ao norte – o Havaí – e desenvolveram outra técnica ainda mais desafiadora, surfando as ondas em pranchas maiores e de pé.

O grande responsável pelo desenvolvimento do surf havaiano foi Duke PaoaKahanamoku, denominado “Pai do Surf Moderno” Nunes e  Júnior,¹. Duke que além de salva-vidas era nadador olímpico, fez apresentações de surf na América, Austrália e Nova Zelândia em meados de 1912.

Atualmente, o surfe tem um grande número de praticantes no Brasil, com aproximadamente 2,7 milhões de surfistas. A associação internacional de surf estima o impressionante número de 17 milhões de praticantes espalhados por mais de 70 países e sua indústria movimenta cerca de 2,5 milhões de dólares por ano. O Brasil, os Estados Unidos e a Austrália são as três maiores potências do surfe mundial. Embora seja um esporte de expressão, a literatura científica sobre esse esporte é escassa, tendo apenas poucos autores e trabalhos nessa área.O surfe evoluiu muito nos últimos 30 anos, as pranchas se tornaram mais velozes e com melhor hidrodinâmica, o que proporcionou maior diversidade de manobras, aumentando o risco de lesões.

Nos dias de hoje cresceu o número de praticantes de surf no Brasil. A conquista do título mundial no esporte por um brasileiro, foi um fator primordial, para o aumento no número de adeptos.

Pelo grande número de surfistas, vêm se buscando formas de avaliar e prevenir as lesões causadas pela prática do surf. Nathanson e colaboradores,³  acharam uma taxa de 6,6 lesões a cada 1000 horas de surf, além da incidência de lesões serem maiores no surf em ondas grandes ou em fundos de pedras ou corais.

Steinman4 relata a postura de hiperextensão lombar e cervical que é assumida pela prática do surf pode estar relacionada com a ocorrência de lesões. Uma das formas de prevenir essas lesões é a compensação muscular através do fortalecimento da região abdominal e de treinamentos específicos da modalidade (Nunes, Júnior) 5. Além de lesões articulares decorrentes dos movimentos e posturas adotadas, outros fatores podem gerar lesões, tais como o tamanho das ondas, o tipo de fundo marítimo, a prancha, as manobras e animais marinhos.

Danucalov, Ornellas e Navarro,6  destacam que no treinamento dos surfistas não existe o acompanhamento de um especialista em treinamento desportivo, assim atletas não seguem uma rotina de treinamento prescrita de forma adequada a fim de aperfeiçoar suas capacidades físicas e também de diminuir o risco de lesões. Desta forma, em toda sessão de surf, o surfista estaria correndo risco de sofrer lesões.

De acordo com Dixon e Baker 7  a remada no surf é o gesto que permite a deslocação do surfista dentro de água. Esta é realizada em cima da prancha e pode ser alternada (utilização do estilo de crawl) ou simultânea.

O surf é um esporte bem dinâmico e requer muito esforço físico, através de mudanças de posturas, necessidade de uma musculatura preparada para prática do esporte, lesões podem surgir. Além do choque contra a prancha causando lacerações, apontado como um dos maiores causadores de lesões no esporte, Base 8  .

Já os profissionais são acometidos com lesões por aumento nas horas de treinamento ou pela complexidade de manobras como aéreos, aéreos 360° que dependem de aterrisagem e uma falha durante execução pode provocar lesões seríssimas. Traumatismos, que levam a hematomas, estiramentos musculares e ferimento corto-contuso. Tendo em vista o crescimento do esporte senti necessidade de escrever sobre a prática do esporte e lesões decorrentes dele.

Materiais e Métodos

Foram pesquisados artigos científicos, periódicos em revistas como Sociedade Brasileira de medicina do exercício e do esporte, fisioterapia em movimento, revista brasileira ciência em movimento, Bireme, Lilacs, medline, google acadêmico.

Artigos sobre prevalência de lesão no surf, desequilíbrio muscular em músculos rotadores de ombro, alongamento e treinamento funcional.

‘O que seria lesão?

Segundo Junge, Alonso e colegas9,“lesão é toda a queixa músculoesquelética (traumática ou de sobrecarga) que ocorra durante o período de estudo, em competição ou treino e que contenham um dos seguintes três aspetos: todas as lesões que receberam atenção de um profissional de saúde; lesões sofridas recentemente (podendo ou não ter existido total reabilitação)”.

Motivo direto para não praticar o surf (treinos ou competição) durante pelo menos um dia; Se a condição ou sintoma não afetou totalmente a condição do surfista, mas foi determinante para alterar a atividade (menor número de horas de prática ou treino, menor intensidade de esforço, diminuição da capacidade de realizar determinados gestos técnicos ou manobras); Fez com que o atleta procurasse profissional de saúde para resolver essa condição.

Segundo Nathanson e colegas 10, antes da prática de surf devemos realizar exercícios de aquecimento, para preparar as estruturas do nosso para praticar o surf. De acordo com os mesmos autores, após o treino, devemos realizar uma sessão de alongamentos de modo a recuperar após a atividade.

O esporte exige força em MMSS para entrar na onda surfista precisa remar e depois ficar em pé na prancha. Horas de treinamento pode levar a lesão no ombro por traumatismo da cabeça do úmero, com acrômio ocasionando uma síndrome do impacto do ombro.

Desequilíbrio da musculatura rotadora interna e externa demonstrou ser um fator etiológico levando as lesões no ombro de nadadores: desequilíbrios musculares do manguito rotador, frouxidão da estrutura ligamentar da cápsula ântero-inferior com uma instabilidade anterior traumática devido à repetitiva sobrecarga de choque, levando à tendinites do manguito rotador, (Lerox JL) 11 .

Quanto à ocorrência, as lesões podem ser classificadas em: lesão aguda ou traumática; lesão recidiva; lesão crônica ou de sobrecarga.

Segundo Fuller e colegas 12, Brito e colegas 13, a lesão aguda ou traumática é definida como uma lesão resultante de um evento identificável (lesão com início súbito causada pelo contato ou colisão com uma pessoa ou objeto). De acordo com o diagnóstico e natureza da lesão pode ser relatada como: entorse, estiramento, fratura, ferida superficial, contusão, subluxação ou luxação.

De acordo com Fuller e colegas 12, Brito e colegas 13, lesão recidiva é toda a lesão da mesma localização anatômica (estrutura previamente lesionada) e tipo (traumático ou de sobrecarga) que acontece após o atleta retornar à plena participação da atividade após primeira lesão.

Lesão crônica ou de sobrecarga é o nome dado ao conjunto de lesões (bursite, inflamação, laxidão ligamentar, fratura de stress, impingement), é quando as estrutura são colocadas sobre tensões repetidas com realização do mesmo movimento ou atividade repetidamente(Yang)14. Ocorrem sem evento responsável identificável, mas sim com um aparecimento progressivo dos sintomas em que existe uma inflamação contínua da estrutura por micro traumas repetidos (Fuller 12 ; Brito 13). Lesões de sobrecarga podem ser lesões muito sérias e dolorosas, sendo melhor a sua prevenção que tratamento.Segundo Horta e Custódio 15, os fatores de risco são tradicionalmente divididos em internos ou intrínsecos (relacionados com o atleta ou desportista) e externos (relacionados com o a própria modalidade e ambiente de prática). Assim, consideram-se como exemplos de fatores intrínsecos; o morfotipo e a composição corporal; a condição física; o domínio da tarefa, e a idade.

São fatores extrínsecos: as condições atmosféricas; o equipamento, e as características do treino (local, hora, volume, intensidade).

Lesões no Surf

O estudo realizado por Taylor e colegas16, em que foram distribuídos questionários por surfistas em oito praias de Vicotrian, entre Fevereiro e Maio de 2003, foram analisadas as lesões agudas e crônicas contraídas que ocorreram nos 12 meses anteriores. No total, foram entrevistados 646 surfistas (90,2 e 9,8% do gênero masculino e feminino, respectivamente, com uma média de idade de 27 anos e uma média de 10 anos de prática de surf). Os resultados deste estudo mostraram uma relação de 0,26 lesões por surfista e por ano, em que as principais causas das lesões foram devidas ao embate com a prancha ou com outro surfista, “whipe-outs” ou embates com o fundo do mar. As lesões relatadas foram na sua maioria lacerações, estiramentos, luxações e fraturas. As partes do corpo mais atingidas foram os membros inferiores e a cabeça/ face.

Em outro estudo, envolvendo a aplicação de um questionário a 32 surfistas profissionais brasileiros participantes na etapa do Campeonato Brasileiro de surf Profissional Masculino, realizado em Maresias, São Sebastião, SP, em Junho de 2005, Base e colegas,17 estudaram a ocorrência de lesões proveniente da prática de surf. Nesse estudo foram encontradas e descritas 112 lesões diferentes, com uma ocorrência de 0,76 lesões por cada 1.000 dias de surf. As lesões com maior taxa de ocorrência foram os cortes (33,9%), seguindo-se as entorses (25,9%), as contusões (14,2%), os estiramentos musculares (12,5%), as queimaduras (8,0%) e, finalmente, as fraturas (5,3%). Verificou-se ainda que as principais causas das lesões reportadas fossem as manobras, o contato com a prancha e o contato com o fundo do mar.

Ainda num outro estudo descritivo de largo espectro, da autoria de Nathanson e colegas 18, em que se registrou e relatou as lesões agudas sofridas em competições, entre 1999 e 2005, de 32 campeonatos amadores e profissionais e numa amostra de 15.645 surfistas, o número total de lesões documentadas foi de 116, com um risco de lesão de 5,7 por cada 1.000 surfistas ou de 13 por cada 1.000 horas de surf competitivo. A lesão que ocorreu com mais freqüência, foi à entorse do joelho, contrariando alguns estudos sobre surf recreativo que referiram as lacerações na cabeça ou nas extremidades inferiores como as lesões mais comuns. O estudo constatou que o risco de lesão foi 2,4 vezes maior quando foram surfadas ondas acima da altura da cabeça por comparação com as ondas pequenas, e que o mesmo risco foi 2,6 vezes maior quando eram surfadas em praias com fundo de rocha por comparação com praias com fundo de areia.

Mais recente, o estudo de Júnior e Ornellas,19 trazem algo diferente em relação a estudos anteriores que grande parte dos surfistas apresenta queixas que ocorrem com frequência ocasionadas pela prática.O estudo relata que a maioria das lesões não acontecem durante as manobras específicas, mas sim devido às posturas adotadas durante a remada em cima da prancha (hiperextensão da coluna lombar), devido à falta de alongamento e de aquecimento antes da sessão ou treino, e principalmente, à falta de exercícios complementares e específicos para a prática do surf. Segundo aqueles autores, os principais fatores de risco para a ocorrência de lesões foram: um baixo nível de desempenho da modalidade, altos níveis de exaustão muscular durante a prática e um baixo nível de condição física do surfista.

Questionário realizado on-line por Meir e colegas 20, que reporta, lesões que ocorreram em 12 meses numa amostra de 772 surfistas, dos quais 685 foram validados como respondentes, e cujos principais resultados foram os seguintes: 272 surfistas (38,4% dos respondentes) sofreram uma lesão impeditiva de surfar, sendo que destes, 118 (43,4%) necessitaram de apoio hospitalar após a lesão e 90 (33,1%) realizaram tratamento médico para cancro ou lesão de pele. No total foram reportadas 389 lesões e, 106 respondentes disseram que nunca realizaram qualquer tipo de aquecimento antes da sessão de surf.

No artigo escrito por Steimam e colaboradores21, a maioria das lesões atingem os MMII depois, MMSS e depois cabeça.

Os cortes são mais freqüentes nos membros inferiores, sendo os pés e pernas os mais lesionados.

A região da cabeça foi alvo de lesão, sendo o crânio, mais atingido que o rosto.

Os cortes também atingem os braços, pois são de fácil contato com a prancha durante uma queda.

As contusões (16,9%) atingiram o membro inferior em 31,81%, sendo os joelhos (11%) e pernas (11%) igualmente os mais acometidos. A região da cabeça foi atingida em 30,5%, sendo o crânio (14,2%), o nariz (4,5%) e o rosto (3,2%) os mais lesionados.

As distensões musculares (9,2%) atingiram o membro inferior em 45%, em particular a região da coxa (21,4%) e da perna (17,8%). O tronco foi atingido em 30,2% seguido do membro superior com 19,3%. No tronco, a região lombar foi acometida em 21,4%, seguida pela região dorsal em 9,5%. Nas distensões musculares de membro superior braço (10,7%) e o ombro (9,5%) foram os mais lesados.

As lesões ligamentares somaram 6,3% das lesões, sendo membro inferior lesionado em 72,4%; os joelhos (51,7%)e tornozelos (17,2%) foram os mais atingidos.

As fraturas (2,4%) e luxações (3,2%) representaram uma pequena proporção das lesões em nosso estudo. As fraturas atingiram o membro inferior em 56,5%, sendo o joelho mais lesionado (20%), enquanto as luxações atingiram principalmente o ombro em 33%.

Finalmente, as queimaduras por água-viva foram responsáveis por 8,95% das ocorrências, atingindo principalmente os braços em 36,1 % dos casos.

Tabela I descrita por Steiman 

Descrição                               descritiva N)                                                   absoluta (%)

Incidência                                       N                                                                    %

     Laceração                                         408                                                              44

    Contusão                                           157                                                             16,9

     Fratura                                              23                                                                2,5

      Perfuração de tímpano                      5                                                                  0,5

     Queimadura                                      83                                                                   0,5

     Inf. De ouvido                                  31                                                                  8,9

     Gastroenterite aguda                         2                                                                      3,5

      Hipotermia                                      3                                                                       0,3

      Hérnia de disco                                3                                                                       0,3

      Afogamento                                     7                                                                       0,8

      Luxação                                             7                                                                       0,8

    Outros                                           25                                                                           2,8

     Total                                             927                                                                         100

 

Tabela II descrita por Ornelas

Descrição da distribuição absoluta (n) e relativa (%)

Tabela III descrita por Base e colaboradores

                        Cabeça              Tronco     MMSS          MMII                    Total

Fratura         01 0(4,3%)       01 0(8,3%)     01 0(7,7%)    03 0(4,7%)        006 00(5,4%)

Entorse         00 0(0,0%)      00 0(0,0%)     00 0(0,0%)     29 (45,3%)       029 0(25,9%)

Estiramento   02 0(8,7%)    04 (33,3%)     01 0(7,7%)     07 (10,9%)       014 0(12,5%)

Queimadura   00 0(0,0%)    01 0(8,3%)     05 (38,5%)    03 0(4,7%)       009 00(8,0%)

Corto-contuso 18 (78,3%)    01 0(8,3%)     03 (23,1%)     16 (25,0%)     038 0(33,9%)

Contusão        02 0(8,7%)    05 (41,7%)     03 (23,1%)     06 0(9,4%)      016 0(14,3%

Total             23 (20,7%)    12 (10,8%)       13 (11,7%)     64 (57,6%)      112 (100%),0


Discussão

As pesquisas acima relatam o ferimento corto-contuso (laceração) como a lesão que ocorre com mais freqüência em seguida à contusão em uma pesquisa e outra entorse. As áreas mais afetadas são os membros inferiores e a cabeça. Os membros superiores são menos atingidos. O maior agente causador de lesão é a prancha devido ao material que é fabricada, ser altamente cortante e o fato de deslizar sobre uma superfície instável onde o atleta deve se equilibrar para executar as manobras favorece as contusões e ferimentos corto-contuso.

Algumas das principais manobras são o cut back e a rasgada. Elas trazem um fator determinante para o principal mecanismo de entorse de joelho, pela adução e rotação medial do fêmur em relação a tíbia fixa. Tipo de lesão que foi encontrado com maior prevalência por   Nathanson18e em outros estudos. O surfista ao cair da onda pode colidir com a cabeça no coral e ferir a cabeça, não seriam devido aos fatores extrínsecos onde ocorreu a pesquisa, que levou a esses resultados encontrando a laceração como lesão predominante, o fato do fundo ser de areia e as ondas não serem muito grandes pode criar um padrão de lesão e quando com ondas maiores podem mudar.Idade também pode contribuir, mas na realidade o tamanho das ondas é o fator de maior relevância porque vai requerer do surfista maior força muscular para o deslocamento hidrodinâmico para execução das manobras, onde haverá deslocamento dos côndilos femorais em relação a tíbia fazendo um giro de pivô (manobra cut back) e nesse momento seria onde novas lesões poderiam ocorrer.

Conclusão

Ainda não se pode afirmar qual lesão ocorre com mais frequência no surf, pois há necessidade de se fazer pesquisas em outros lugares, tendo em vista que com ondas maiores surfadas acima da cabeça encontrou-se a entorse de joelho como lesão de maior prevalência por alguns pesquisadores e no Brasil em geral são as lacerações ou ferimento corto-contuso que predominam. Outra hipótese que precisa ser minuciosamente investigada em relação às lesões entre os surfistas profissionais e amadores, pois também pode variar o tipo de lesão para amadores e profissionais. Tendo em vista que para ganhar um campeonato nos dias de hoje o surfista precisa fazer manobras de efeito que faz com que ele corra mais risco pelo alto nível das complexidades das manobras e fique mais exposto a sofrer lesões, que também ocorrem por aumento do volume de treino ou idade mais avançada.

Literatura relacionada ao surf relata que alguns surfistas profissionais adotaram o treinamento funcional como forma de diminuir a incidência de lesão e melhorar o desempenho nas competições um desses é o Gabriel Medina, outros fazem musculação, pilates, corrida e outros. Observou-se que os que realizam uma preparação prévia, como alongamento partir de 15 minutos de duração evitam a aparição de alguns tipos de lesões. O baixo condicionamento físico foi o que levou há alguns, a obterem lesões que foram impeditivas da prática do surf na maioria, isso para os amadores.

Referências

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