Atuação da Fisioterapia Motora no Equilíbrio e Risco de Quedas em Pacientes com Doença de Alzheimer
INTRODUÇÃO
O idoso sofre alterações em vários aspectos por conta do avanço da idade. O cérebro é um dos mais importantes que sofre com essa perda, há mudanças na função fisiológica em relação ao comprometimento da memória, declínio das funções centrais e diminuição do peso cerebral (REBELATTO, MORELLI, 2004).
Com o avanço da idade o equilíbrio corporal passa a ficar danificado por causa das alterações associadas a doenças crônico-degenerativas que são muito comuns em idosos.
Essa danificação do equilíbrio corporal é um importante elemento para o risco de quedas em idosos (PERRACINI, FLÓ, 2009).
Os sistemas visual, somatossensorial e vestibular também sofrem importantes alterações por conta do avanço da idade, contribuindo igualmente para o aumento do risco de quedas (PERRACINI, FLÓ, 2009).
A demência é uma das doenças associadas ao envelhecimento com mais frequência e a principal é a Doença de Alzheimer (DA). Suas principais características são a diminuição gradual da função intelectual, diminuição da capacidade de cumprir as atividades de vida diária e dificuldade para lidar com alterações comportamentais (DUTHIE, KATZ, 2002; PERRACINI, FLÓ, 2009).
Os idosos com DA têm três vezes mais o risco de quedas do que os idosos que não tem nenhum tipo de doença. As quedas nos idosos podem gerar um quadro depressivo e uma perda significativa na funcionalidade (HERNANDEZ et al, 2010).
O déficit cognitivo nos idosos é um dos fatores que influencia no aumento do risco de quedas. Alguns estudos mostram que a atividade física ajuda a retardar o declínio cognitivo em pacientes com DA, havendo assim a diminuição do risco de quedas. (HERNANDEZ et al, 2010).
Outro fator importante que contribui para o risco de quedas são os fatores ambientais. Os idosos precisam ser orientados para que consigam realizar suas atividades de forma normal no ambiente em que vivem sem que haja o risco de quedas (REBELATTO, MORELLI, 2004).
Na avaliação fisioterapêutica é preciso avaliar os aspectos físicos do paciente, a alterações funcionais e comportamentais. Para cada item usa-se de avaliação um instrumento específico como teste ou escala (PERRACINI, FLÓ, 2009).
O tratamento fisioterapêutico na DA se faz de acordo com cada estágio ou fase da doença e depende das características de cada paciente. No geral são incluídos exercícios resistidos, exercícios aeróbicos e treino de equilíbrio (PERRACINI, FLÓ, 2009; KISNER, COLBY, 2009).
As orientações dadas ao paciente e a família também são de acordo com cada fase da doença. Elas vão de atividades que podem ser feitas com o paciente em domicilio até orientações para que o paciente tenha uma qualidade de vida melhor (PERRACINI, FLÓ, 2009).
MATERIAIS E MÉTODOS
As bases de dados usadas foram: Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE/ PubMed); Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS); Scientific Electronic Library Online (SciELO).
Foram usados artigos que descrevam ou mencionem sobre o tema abordado. Não foram usados artigos científicos que abordem outros temas (ex: estudos com animais, etc), artigos que não avaliaram o estado cognitivos do paciente e o equilíbrio, e artigos que não utilizaram a fisioterapia motora como intervenção.
O principal descritor utilizado foi baseado a partir do Descritores em Ciências da Saúde – DeCS, sendo: “doença de Alzheimer” e seu respectivo termo em inglês “Alzheimer Disease”. Esse termo foi associado ao seguinte descritor: “exercício” e seu termo em inglês “exercise”.
A estratégia de busca utilizada nas bases de dados PubMed e Scielo foram “Alzheimer disease” and “exercise”. Enquanto, na base de dados Lilacs foi “doença de Alzheimer” and “exercício”.
RESULTADOS
Foram utilizados cinco artigos científicos que abordam o referido tema. Esses artigos estão demonstrados na tabela abaixo.

DISCUSSÃO
A Da é a demência que mais se destaca entre os vários tipos que existem, pois abrange de 50% a 60% dos casos. Com o avanço da idade, o Sistema Nervoso Central passa por alterações que comprometem principalmente o equilíbrio, e com isso o risco de quedas em literatura integrativa sobre a atuação da fisioterapia motora no equilíbrio e risco de quedas em pacientes com idosos com DA aumenta e chega a ser três vezes maior do que em idosos saudáveis.
Alguns estudos mostram que a fisioterapia motora pode ser eficaz na melhora da capacidade funcional e cognitiva de paciente com DA, evitando assim as quedas (HERNANDEZ et al, 2010). Dessa forma, este trabalho teve o objetivo de desempenhar uma revisão de DA.
Os cinco artigos avaliaram o equilíbrio e a função cognitiva dos pacientes com um ou mais de um tipo de instrumento, escala ou teste. (HERNANDEZ et al., 2010; PEDROSO et al., 2011; VREUGDENHIL et al.,2012; ANDRADE et al, 2013; ARCOVERDE et al., 2014).
Desses cinco artigos, dois deles avaliaram a função cognitiva através do Mini Exame do Estado Mental (MEEM) (HERNANDEZ et al., 2010; VREUGDENHIL et al.,2012;), um artigo avaliou através do Exame Cambridge Cognitive (CAMCOG) (ARCOVERDE et al., 2014), um avaliou pela Escala de Avaliação–Cognitive Sub-Scale (ADAS-Cog) (VREUGDENHIL et al.,2012), dois utilizaram o Teste do desenho do relógio (TDR) e a Bateria de avaliação frontal (FAB) (PEDROSO et al., 2011; ANDRADE et al., 2013) e um fez o uso do Symbol Search Subteste (; ANDRADE et al, 2013). Para a avaliação do equilíbrio, quatro artigos utilizaram a Escala de equilíbrio de Berg (EEFB) (HERNANDEZ et al., 2010; PEDROSO et al., 2011; ANDRADE et al., 2013; ARCOVERDE et al., 2014), quatro utilizaram o Teste Time up and Go (TUG) (HERNANDEZ et al., 2010; PEDROSO et al., 2011; ANDRADE et al., 2013; ARCOVERDE et al., 2014), um utilizou o Teste de Agilidade e Equilíbrio Dinâmico (AGILEQ) (HERNANDEZ et al., 2010) e um utilizou o Teste de Alcance Funcional (VREUGDENHIL et al.,2012).
No estudo feito por Hernandez et al (2010), participaram 16 idosos com DA, com idade média de 78,5±6,8 anos, escolaridade de 5,2 ± 3,0 anos e tempo de doença de 3,0 ± 1,0 anos. Eles foram divididos em dois grupos: grupo intervenção (n=9) e grupo rotina (n=7). Todos os idosos do grupo intervenção estavam no estágio leve da doença e no grupo rotina existiam três idosos no estágio moderado da doença e quatro no estágio leve. No protocolo de exercícios estavam incluídas atividades de alongamento de grandes grupos musculares, fortalecimento muscular, atividades lúdicas e circuitos de marcha, três vezes por semana, em dias não consecutivos, cada sessão com duração de 60 minutos, durante seis meses, executadas em grupo e com auxílio de estagiários. Somente o grupo intervenção participou de tal protocolo de exercícios. A compreensão dos resultados indica uma influência positiva, na conservação das funções cognitivas, agilidade e equilíbrio, com diminuição de quedas em pacientes com DA. Antes de começar o protocolo de exercícios, o grupo intervenção mostrou no teste MEEM um resultado de 16,4 ± 6,4 e o grupo rotina um resultado de 14,2 ± 5,1. Depois de seis meses exercendo o protocolo de exercícios eles foram avaliados novamente com o teste MEEM e o grupo intervenção apresentou melhora no resultado (15,8
±6,6), enquanto no grupo rotina houve um agravamento no resultado (11,4 ± 7,0). Essa melhora apresentada pelo grupo intervenção apontada pelo teste MEEM da função cognitiva está relacionada com a melhora do quadro do paciente, pois o grupo rotina apresentou um agravamento no resultado do teste. Os idosos com DA que participaram das atividades propostas obtiveram melhora em relação à função cognitiva, equilíbrio e diminuição do risco de quedas. Já os idosos com DA que não participaram das atividades tiveram um declínio na função cognitiva, diminuição do equilíbrio e aumento no risco de quedas. Porém o estudo apresentou-se incompleto, pois o número de idosos com DA que participaram foi pequeno e não especificou-se o número de repetições dos exercícios propostos.
Participaram do estudo de Andrade et al (2013), 30 pacientes com DA leve e moderada. Eles foram divididos em grupo intervenção (n=14; 12 do sexo feminino e dois do sexo masculino) e grupo controle (n=16; 12 do sexo feminino e quatro do sexo masculino). O protocolo de exercício físico incluiu exercícios aeróbicos, fortalecimento muscular, exercícios de flexibilidade, exercícios de equilíbrio e atividades de dupla tarefa que abrangeram a função motora e a cognição, como por exemplo, andar com uma bola quicando para cima e para baixo dizendo o nome de animais, frutas, flores, cores ou pessoas ou contar de trás para frente. Cada sessão durou 60 minutos que foram divididos em: cinco minutos de aquecimento, 20 minutos de aeróbico e 35 minutos para realizar os demais exercícios, principalmente o de dupla tarefa. O estudo teve duração de 16 semanas e as sessões foram realizadas três vezes por semana em dias não consecutivos. A cada quatro semanas de intervenção a complexidade das tarefas foi amentada para que os participantes não se adaptassem aos estímulos. Os participantes foram avaliados antes e depois da intervenção de quatro meses. De acordo com a FAB, MoCA, TDR e Symbol Search Subteste, o grupo intervenção teve um melhor desempenho em relação ao grupo controle. Em relação ao equilíbrio dinâmico o grupo intervenção também apresentou um melhor desempenho, no TUG o grupo intervenção diminuiu o número de passos comparado com o grupo controle, mas o tempo para completar o teste foi semelhante nos dois grupos. No STS o grupo intervenção obteve maiores ganhos de força nos membros inferiores do que o grupo controle e na EEFB não houve diferença entre os grupos. Os resultados confirmam a hipótese de que o exercício físico associado com estimulação cognitiva frontal melhora a cognição frontal e o equilíbrio em pacientes com DA. O pequeno número da amostra e o fato dos participantes terem dois níveis de gravidade da DA (leve e moderada) que pode ter contribuído para diferentes graus de compreensão das tarefas que foram realizadas, foram importantes limitações.
Pedroso et al (2011), fizeram um estudo com 21 pacientes com DA leve e moderada, distribuídos em grupo tratamento (GT) (n=10) e grupo controle (GC) (n=11). O protocolo de exercícios consistia na realização de exercícios aeróbicos, de coordenação, de flexibilidade, de equilíbrio e de agilidade combinados com uma tarefa cognitiva, ou seja, enquanto executavam uma tarefa motora (andar, quicar uma bola, etc.) falavam palavras (nome de frutas, flores, animais, pessoas). O uso de dispositivo sensoriais, como apito e música e comandos verbais, foram usados para que os participantes começassem uma tarefa, parassem a tarefa e iniciassem-na novamente. Cada sessão teve a duração de 60 minutos, realizadas três vezes por semana em dias não consecutivos, durante quatro meses. Foi utilizado também um questionário para coletar informações especificas sobre o número de quedas nos últimos quatro meses. Após a intervenção o GT obteve um desempenho significativamente melhor no MEEM, FAB, EEFB comparando os momentos pré e pós intervenção, comparando os dois grupos o TDR e o equilíbrio obtiveram diferenças significativas, onde o GT teve um desempenho melhor. As funções de equilíbrio e cognição não foram associadas as quedas, isso pode ter acontecido devido ao fato de que as quedas podem ser influenciadas por fatores intrínsecos e extrínsecos, o que faz com que seja difícil a verdadeira definição do equilíbrio e cognição quando há uma queda, o fato dos participantes obterem DA leve e moderada também pode ter sido um dos motivo para que isso tenha acontecido, pois foi encontrado um número baixo de quedas durante a pesquisa, idosos com DA grave são mais suscetíveis a quedas. Os idosos do GT obtiveram uma melhora significativa no equilíbrio, mostrando que a atividade física tem um efeito benéfico. O número pequeno da amostra e o fato de serem idosos com DA leve e moderada são importantes limitações deste estudo.
O estudo de Arcoverde et al (2014) teve um total de 20 participantes idosos com DA, sendo 16 com diagnóstico de DA e 4 com diagnóstico de demência mista (DM). Eles foram divididos em um grupo de exercício (GE) e grupo controle (GC). O GE foi composto por 10 pacientes (DA= 8; DM= 2), que ficaram em um período de adaptação à esteira (BH Fitness-Explorer Pro Ação), durante quatro semanas, com intensidade progressiva e duração até chegar a uma percentagem de 40% VO 2 máx (velocidade inicial dois kmh, a duração inicial de 20 minutos). Depois do período de adaptação, eles caminharam na esteira por 30 minutos, duas vezes por semana durante três meses. A intervenção foi dividida em três fases: 1) Exercícios de aquecimento na esteira por 10 minutos a uma intensidade de 40% VO 2 máx; 2) 20 minutos a uma intensidade de 60% VO 2 máx; 3) 5 minutos de exercícios de alongamento supervisionados focado nos grandes grupos musculares. O GC foi composto por dez pacientes (DA= 8; DM= 2), que manteve o tratamento clínico e farmacológico nos quatro meses. Após 4 meses, o GE mostrou melhora na cognição
CAMCOG enquanto o GC diminuiu. Embora a GC tenha mostrado um declínio no MEEM quando comparados com o GE, não houve um resultado estatisticamente significante. Na escala de BERG e no TUG os grupos tiveram uma diferença significativa, o GE apresentou melhora e o GC não. Porém no STS não se observou nenhuma diferença. Houve um efeito benéfico do exercício físico sobre a função cognitiva CAMCOG global, com uma melhoria no GE e declínio no GC. Houve também melhora no equilíbrio e mobilidade. Os pontos negativos deste estudo foram o tamanho da amostra que foi pequena, a falta de um grupo controle com o mesmo contato social com o grupo de exercício e os pacientes terem DA e DM pode ter influenciado nos resultados.
No estudo de Vreugdenhil et al (2012) participaram 40 pacientes com DA com uma idade média de 74,1 anos, divididos em grupo tratamento e grupo controle, onde o grupo tratamento participou de exercícios domiciliares durante 4 meses combinado com o tratamento habitual e o grupo controle continuou somente com o tratamento habitual, os dois grupos sob a supervisão de seus cuidadores. Os exercícios foram baseados no Programa Exercício Apoio a idosos frágeis, desenvolvido pelo Centro Canadense de Atividade e Envelhecimento e adaptado para pessoas com DA por um fisioterapeuta do hospital de reabilitação, o programa de exercícios consistia em dez exercícios simples, focando na força do corpo superior e inferior, treinamento de equilíbrio e 30 minutos de caminhada rápida. O paciente com DA e seu cuidador que estavam no grupo de treinamento foram treinados no programa de exercícios e receberam um manual de exercícios contendo ilustrações e instruções dos exercícios. Os dois grupos receberam telefonemas em duas semanas e dois meses para a verificação do bem-estar de cada um. Após os 4 meses de intervenção foi identificada uma melhora na cognição, no equilíbrio, na mobilidade, na força inferior do corpo e nas AVDs do grupo de exercícios em relação ao grupo controle. Um dos pontos negativos mais importantes deste estudo foi não ter mostrado quantos idosos participaram de cada grupo.
Nos cinco estudos as amostras foram pequenas, mas precisamos levar em consideração que para se fazer um estudo em pacientes com DA existem vários fatores que podem atrapalhar, como por exemplo a dependência do paciente com DA de uma terceira pessoa (cuidador), ou seja, o paciente depende de alguém para leva-lo em tal lugar ou realizar tal atividade.
A idade média dos pacientes que participaram dos estudos foram bem parecidas nos artigos de Hernandez et al (2010), Pedroso et al (2011) e Vreugdenhil et al (2012). Apenas nos estudos de Andrade et al (2013) e Arcoverde et al (2014) a idade média dos pacientes não foi citada.
Nos cinco estudos os pacientes tinham DA leve e moderada, o que pode ter influenciado nos resultados de várias variáveis.
Em relação a intervenção feita em cada estudo, a duração foi relativamente baixa, mas precisamos levar em consideração novamente os fatores que levam isso a acontecer, como a difícil locomoção de idosos com DA. A intervenção utilizada nos artigos de Hernandez et al (2010) e Vreugdenhil et al (2012) foram basicamente baseadas em exercícios aeróbicos, de cognição e equilíbrio. Os estudos de Pedroso et al (2011) e Andrade et al (2013) além da realização de exercícios aeróbicos, de cognição e equilíbrio adotaram a dupla tarefa como uma importante atividade. O estudo de Arcoverde et al (2013) focou apenas em exercício aeróbico.
CONCLUSÃO
O presente estudo observou a atuação da fisioterapia motora no equilíbrio e risco de quedas em pacientes com DA. Depois da aplicabilidade dos exercícios verificou-se que a fisioterapia motora é um tratamento que pode contribuir para melhora do equilíbrio e do declínio cognitivo do paciente com DA, evitando o risco de quedas e assim proporcionando uma qualidade de vida melhor. É preciso que se façam mais estudos para observar a atuação da fisioterapia motora em pacientes com DA já que ela pode ter uma grande contribuição para diminuir o declínio cognitivo e melhorar o equilíbrio desses pacientes e consequentemente diminuir o risco de quedas.
REFERÊNCIAS
ANDRADE, L.et al. Benefícios do exercício de intervenção multimodal para controle postural e função cognitiva frontal em indivíduos com DA: um estudo controlado. Journal of the American Geriatrics Society. 2013.
DUTHIE, E; KATZ, P. Geriatria prática. 3ª edição. Rio de Janeiro, RJ: Reivinter, 2002.
HERNANDEZ, S.et al. Efeitos de um programa de atividade física nas funções cognitivas, equilíbrio e risco de quedas em idosos com demência de Alzheimer. Revista Brasileira de fisioterapia. São Carlos, v. 14, n. 1, p. 68-74, jan./fev. 2010.
PEDROSO, R.et al. Equilíbrio, funções executivas e quedas em idosos com DA: um estudo longitudinal. Archives of Gerontology and Geriatrics. São Paulo, maio. 2011.
PERRACINI, M; FLÓ, C. Funcionalidade e envelhecimento. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan: 2009.
REBELATTO, J; MORELLI, J. Fisioterapia geriátrica. Barueri, SP. Manole: 2004.
VREUGDENHIL, A et al. Um programa de exercícios com base na comunidade para melhorar habilidade funcional em pessoas com doença de Alzheimer. Scandinavian Journal of Caring Sciences. 2012.
ARTIGO PUBLICADO EM 20/08/2026
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