Eficácia da Quiropraxia na Dor Cervical – Uma Atualização Literária
Introdução
A dor cervical pode ser Aguda ou Crônica e acomete a região da coluna cervical, podendo ter diversas etiologias, como alterações posturais mecânicas, artroses, hérnias e saliências discais, artrites, espondilites ou espasmos musculares, resultando em problemas ortopédicas, reumatológicas ou mesmo neurológicas (Sobral MKM, Da Silva PG, Vieira RAG, et al.2010).
A cervicalgia é comum em diferentes grupos de ambos os sexos, com alta predominância nas síndromes de dor no corpo, que é a segunda causa de dor nas costas, perdendo apenas para a lombalgia. A cervicalgia acomete um grande
número de pessoas, com média de 12% a 34% dos adultos em algum momento da vida, e alta incidência em mulheres, resultando em lesões em suas atividades diárias. A doença não costuma começar de repente, muitas vezes pode estar associada a movimentos bruscos, permanência prolongada em posição forçada, esforço ou trauma. A cervicalgia pode ser Aguda ou Crônica e está relacionada a distúrbios biomecânicos e musculares, levando a dor, inflamação e perda de amplitude (SILVA, et al. 2011).
A Quiropraxia enfatiza seu envolvimento físico entre a estrutura (sistema musculoesquelético, coluna e articulações) e sua função, onde o cérebro é instruído, pois esse envolvimento pode atrapalhar a comunicação necessária do corpo.
Também se preocupa com a etiologia, patogênese, tratamento, síndromes traumáticas e tudo relacionado à estabilidade e flexibilidade do sistema neuromusculoesquelético. Usada como tratamento de Hérnia de disco, a Quiropraxia visa ajudar a reduzir o peso colocado no disco lesionado. É utilizada por um Quiroprático cujo objetivo é restabelecer e manter a saúde do paciente (BOTELHO et al., 2017).
Referencial teórico
Dor Crônica e Aguda
A dor é um processo fundamental para a saúde de uma pessoa, a partir do momento em que é constatada uma lesão tecidual, que pode estar em qualquer parte do corpo. Essa experiência sensorial pode variar em sua natureza e até em sua intensidade, além de lidar com toda a questão psicológica do ser. Sem dúvida, a dor é muito importante na vida de uma pessoa, mas envolve um caráter de muitas dimensões além das dificuldades existentes, pois expressam diferentes estágios, e tipos de tratamentos ,a dor aguda tem um período curto de tempo(SILVA; RIBEIROFILHO, 2011).
A dor crônica vem afetando diretamente a vida de muitas pessoas, pois reflete negativamente em sua qualidade de vida, deixando- as impossibilitada de realizarem suas atividades diárias, além de alterar seu estado emocional. Por conta disso, a dor pode ser considerada um dos maiores problemas de saúde da atualidade (SANTOS et al., 2015).Podem ser vistos como crônicos se persistirem por mais de seis meses, com dor persistente ou recorrente, que muitas vezes tem início incerto em períodos de crescimento e regressão (BRAGA et al, 2012). Estudos sugerem que para muitos dos pacientes, os episódios de cervicalgia resolvem-se em apenas duas a quatro semanas. No entanto, sua recorrência ocorre em 60 a 80% dos pacientes. Sua prevalência é estimada em 60 a 70% nos países industrializados, ao longo da vida (PEREIRA, FERREIRA e PEREIRA, 2010). A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2008 no Brasil relatou que, após a hipertensão arterial sistêmica, e a lombalgia crônica, a cervicalgia foi a doença mais comum (IBGE, 2010).
A Quiropraxia é eficaz na redução da dor cervical, estudos sugerem que os pacientes na fase aguda apresentam resultados rapidamente. A exposição prolongada à dor está ligada a uma série de fatores, incluindo problemas psicológicos, como já mencionado. Por isso, é importante tratar a pessoa de forma biopsicossocial, não apenas para limitar o sintoma de dor que o paciente está sentindo, mas também para ajudá-lo a realizar suas atividades normais (DESCONSI et al., 2019).
Coluna cervical
A coluna cervical tem uma anatomia e fisiologia completamente diferente da lombar e da Torácica. Os requisitos de desempenho são diferentes e, novamente, determinam a anatomia e a fisiologia. A coluna cervical tem três funções: (1) fornece suporte e estabilidade à cabeça; (2) sua posição direta permite o movimento da cabeça e (3) repousa e opera a medula espinhal e a artéria vertebral (BIENFAIT, 1999)
Segundo o mesmo autor, em uma pequena área da coluna cervical, existem 35 articulações. No entanto, para fins de definição de seu movimento, o pescoço pode ser dividido em coluna cervical superior, que inclui as articulações atlantooccipital e atlantoaxial, bem como a coluna cervical inferior, que corresponde de C3 a C7. Segundo Netter (2000), a coluna cervical localiza-se no pescoço entre a parte inferior do crânio e a parte superior do tronco na altura dos ombros, composta por sete vértebras espaçadas. Estas são compostos por estruturas denominadas ligamentos, músculos e estruturas que preenchem o espaço entre eles, a saber, os discos intervertebrais (BENASSI; GEREMIAS; PELAQUIM, 2009). A coluna cervical é composta por sete unidades funcionais chamadas vértebras. Cada unidade apresenta-se como um osso móvel e definido, e sua curvatura anatômica é lordótica. Entre as principais funções desta região do eixo vertebral estão a sustentação e movimentação da cabeça, bem como a proteção das estruturas nervosas e vasculares (CAILLIET, 2003).
Também é composto por dois componentes anatômicos e funcionais distintos: a coluna cervical superior, também chamada de suboccipital, constituída pela vértebra cervical ou Atlas, e a segunda vértebra Áxis. Esses pedaços de osso são unidos, abaixo do occipital, em uma cadeia complexa com três eixos e três graus de liberdade. E a coluna cervical inferior, do eixo inferior até a extremidade superior da primeira vértebra Torácica. O Atlas e o Áxis se diferem das demais vértebras cervicais, pois possuem características que permitem maior movimentação na coluna cervical: seu corpo vertebral é menor e o disco intervertebral tem um terço do tamanho do corpo (KAPANDJI, 2000).
Os níveis de acometimento cervical são: superior, médio e inferior, que dão sintomas diferentes para cada área afetada e os sintomas podem ser vistos isoladamente ou simultaneamente. Quando o problema é na alta (C1, C2 e C3) os sintomas param no pescoço (face anterior do pescoço), na região lateral do crânio ena região mandibular. Os sintomas que podem ocorrer ,são : dores musculares; sintomas sensoriais; encefálicos (enxaqueca, fotofobia, náuseas e vômitos) e oculares (visão turva, nistagmo e ambliopia). No terço médio, as raízes C4 e C5, quando em perigo, produzem sintomas ao nível da coluna cervical, como ardor no ombro e na região precordial (região torácica anterior e superior). Profissionais experientes podem prescrever exames cardíacos padrão (UMPHRED, 2004). Segundo os mesmos autores, o acometimento mais comum da coluna cervical ocorre nas extremidades inferiores, nas vértebras C5, C6 e C7, que se manifestam como sintomas na região cervical, geralmente unilaterais, mas quando bilaterais, ocorrem de forma assimétrica com presença de parestesia acentuada pela manhã ou à noite; sensações de frio, calor, aumento da transpiração e peso . A dor será disseminada pelo membro superior, de acordo com a raiz dos nervos afetados.
Dentre as doenças mais comuns encontradas na região cervical, encontramos a dor cervical e a neuralgia cervicobraquial ou cervicobraquialgia (GABRIEL; PETIT; CARRIL apud FERREIRA & ROSAS, 2009). Segundo o autor , o conhecimento adequado da coluna cervical e suas doenças torna-se importante no funcionamento da reumatologia e fatores relacionados, pois estes podem ser vistos como queixas indiretas, como cefaleias e dores musculares, nos casos de mielorradiculopatias e suas complicações, e altas taxas de adoecimento e morte.
É muito importante que o profissional esteja familiarizado com uma variedade de doenças da coluna cervical, como traumas, inflamações, processos degenerativos e neoplásicos, além da necessidade de diferenciação diagnóstica, precisa-se também descartar outras condições de medicina interna (endócrinas, infecciosas), hematológico, que pode produzir dor cervical (NATOUR, 2004).
Dor cervical
A dor cervical afeta 67% das pessoas em algum momento da vida, sendo que cerca de um terço dos adultos em idade ativa regularmente (BRANDT et al., 2014). Korpinen et al (2013) relata que a incidência pode variar de 0,055 por 1.000 pessoas-ano (hérnia de disco com radiculopatia) a 213 por 1.000 pessoas (dor no pescoço relatada) (KORPINEN, et al., 2013) Nos Estados Unidos as reclamações representam de US$ 45 a US$ 54 bilhões por ano. A dor cervical pode ser exacerbada por quaisquer estruturas relacionadas ao pescoço e coluna cervical, como os discos intervertebrais, músculos, ligamentos, articulações zigoapofisárias, raízes nervosas e dura-máter
(BRANDT et al., 2014).
De acordo com o mesmo autor , pode ocorrer por várias razões, desde abscessos, traumas (por exemplo, fraturas, síndrome do chicote), infecções, doenças inflamatórias (por exemplo, artrite), defeitos congênitos e dor cervical indireta. A cervicalgia inespecífica ocorre na maioria dos casos em que nenhuma doença sistêmica pode ser identificada como uma das principais causas de queixas, por exemplo, pacientes com problemas primariamente mecânicos, incluindo alterações variáveis.
Paksaicol et al. (2012) relataram que entre 49-69% desses trabalhadores apresentaram dor cervical nos últimos 12 meses e cerca de 34-49% relataram um novo início da dor 1 ano após o primeiro epsódio , tendo vários epsódios
subsequêntes. A cervicalgia pode causar sofrimento pessoal, devido à dor, incapacidade e má qualidade no trabalho e da saúde em geral, e pode ser um grande ônus socioeconômico para os pacientes.
Quiropraxia
Quiropraxia teve inicio em 1895 em Davenport, Iowa. Este ano, Daniel David Palmer, do Canadá, realizou uma manobra centrada no paciente, com grande sucesso. O paciente, chamado Harvey Lillard, sofria de perda auditiva e sua condição melhorou após a manipulação. Palmer cunhou então o termo “Quiropraxia”, do grego “Queirós”, que significa mãos, e “Praxis”, que significa exercício, ou trabalho (PETERSON apud FACCHINATO, 2006). A palavra “Quiropraxia” é derivada de duas raízes gregas: Chiro – mãos e Praxis – praticar, portanto “praticar com as mãos”; este é o nome de um procedimento utilizado para tratar dores e sintomas relacionados à coluna e sistema musculoesquelético, prática pouco conhecida no Brasil, mas também conhecida por tratar problemas de saúde como depressão, deformidades posturais, DORT, enxaqueca, hérnia discos, complicações. relacionadas à coluna e a todas as partes do corpo (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE QUIROPRAXIA, 2010). A Quiropraxia baseia-se na preservação e restauração da saúde com foco na eliminação da disfunção articular por correção, definida como movimento de alta velocidade e baixa amplitude (SILVESTRINO et al. 2011).
A Quiropraxia é um trabalho que visa diagnosticar, prevenir e tratar distúrbios biomecânicos do sistema neuromusculoesquelético e seu impacto na saúde, com ênfase na testagem e tratamento manual, utilizando técnicas que incluem a terapia articular integrada (HALDEMAN e BRACHER, 2013). Também busca reestabelecer a função normal do sistema nervoso, busca manter os sistemas neuromusculoesqueléticos em equilíbrio, regula movimentos restritos e melhora a flexibilidade global (RECH, 2007).
A correção Quiroprática visa aliviar os sintomas dolorosos usando técnicas para melhorar o tônus muscular normal e o movimento artrocinemático, que se manifesta como uma relação negativa entre duas estruturas adjacentes, podendo iniciar sequências funcionais ou patológicas, resultando em mutações neurofisiológicas e/ou biomecânicas nestes órgãos. , e/ou outros sistemas do corpo que podem ser afetados direta ou indiretamente por essas estruturas de articulações (VASCONCELOS et al, 2013).
Essas alterações também tratam a insuficiência artrocinemática nas articulações vertebrais, restauram a função flexível, reduzem os níveis de dor e restauram a integridade do sistema nervoso, reduzem a resistência à musculatura tônica postural periarticular (MACÊDO et al, 2008). Segundo este autor esse resultado pode ser alcançado com um procedimento Quiroprático, chamado de ajuste articular, baseado em um movimento curto e específico de alavanca de velocidade e linha de correção de objetivo. Além da manipulação articular, o Quiroprático utiliza outras técnicas destinadas a aumentar a força muscular, forte estabilidade e amplitude de movimento.
Materiais e métodos
O estudo busca evidenciar, através de uma revisão bibliográfica, artigos publicados que tiveram efeito positivo utilizando a Quiropraxia como tratamento na dor cervical seja ela Aguda ou Crônica .E para isso foram contemplados estudos realizados no período de 2012 a 2022. A pesquisa incluiu inicialmente a análise dos documentos de forma analítica em relação aos objetivos propostos. O Microsoft Excel foi utilizado para organizar os dados adquiridos e materiais coletados (PIMENTEL, 2001).
A realização da pesquisa ocorreu por meio de bancos de dados científicos dentre a qual destaca-se o Pubmed. Para o estudo foram utilizadas as palavras chaves “Cervical”, “Cervicalgia Aguda”, “Cervicalgia Crônica” e “Quiropraxia”, a fim de coletar dados relevantes e suficientes para compreender a associação da Quiropraxia com o alívio das dores na região cervical. Ainda, teve-se um refinamento maior da pesquisa com adição do “AND” para as buscas dos artigos. Os filtros utilizados incluem publicações com estudos de disponibilidade em língua inglesa ou portuguesa.
A pesquisa bibliográfica obteve informações em um espaço de tempo de 10 (dez) anos (2012 a 2022), na tentativa de agrupar dados sólidos. Dos trabalhos acadêmicos selecionados muitos foram excluídos após a triagem dos artigos que apresentavam dados insuficientes e tangenciamento da temática. Ainda, utilizou-se o critério de exclusão para os resumos e revisões bibliográficas. Foi realizada uma identificação dos títulos, em seguida a seleção de resumos para preponderar a elegibilidade, e por fim, ter a inclusão de artigos relevantes para o estudo. Artigos de acesso restrito foram excluídos do trabalho. O fluxo de seleção de pesquisas e levantamento dos dados encontra-se a seguir. Após esse levantamento, foram selecionados para o estudo 17 (dezessete) artigos, a imagem 1 ilustra a estratégia de busca para o estudo.
Imagem 1 – Fluxograma da busca dos artigos

Resultados e discussão
Os achados corroboram a ideia de que a Quiropraxia é importante para tratar a dor de lesões da coluna cervical. Para reforçar a ideia de que a manipulação Quiroprática é eficaz na redução da dor, as técnicas que utilizam a flexibilidade ao redor dos membros são preferidas para reduzir os espasmos musculares e, consequentemente, a dor. A seguir, segue tabela elaborada em ordem cronológica com as principais informações dos artigos selecionados nos últimos dez anos para a revisão sistemática do estudo da plataforma digital PubMed.

O objetivo do tratamento é produzir o movimento da área articular e a tarefa de reduzir a dor. Segundo Pereira, et al. (2016), em seu estudo, confirmaram as concentrações plasmáticas de proteína C-reativa em pacientes com dor no pescoço antes, durante e após o tratamento Quiroprático em indivíduos não sintomáticos, tratamento incluído 6 vezes, VAS apresentado em uma pontuação inicial de 3,67 ± 2,16, e finalmente 1 ± 0,89. Os resultados mostram a eficácia da Quiropraxia na redução da dor, e que há uma tendência de aumento da concentração plasmática de proteína C reativa após o tratamento Quiroprático.
De acordo com Gregoletto e Martínez, (2013) em seu estudo sobre Quiropraxia e dor cervical, em 10 intervalos de tratamento, uma redução significativa da dor foi confirmada em uma escala VAS, a média inicial foi de 6,33, terminando com 1. 55. Houve uma diminuição na gravidade da dor sentida pelos pacientes e um
aumento na ADM cervical.
Segundo Perteson, et al (2012), notou-se que uma semana após o início do tratamento, 77,8% dos pacientes críticos e 37,6% dos pacientes crônicos relataram “melhora significativa”. Em 1 mês, 86,6% dos pacientes críticos e 62,4% dos pacientes crônicos relataram melhora, e em 3 meses, 84,3% dos pacientes críticos e 70,1% dos pacientes crônicos “melhoraram”.
O dano real foi relatado a menos de 4% dos pacientes críticos e menos de 9% dos pacientes crônicos a qualquer momento. Ambos os grupos relataram melhorias significativas em todos os períodos de coleta de dados, mas foram significativamente maiores em pacientes graves. Cerca de 75% de todos os eventos relatados foram dores musculoesqueléticas ou relacionadas, enquanto eventos raros incluíram fadiga, tontura, náusea ou zumbido nos ouvidos. De acordo com dados da literatura, Ephraim W Church, et al. (2016) ressalta que a manipulação da região
cervical é uma característica independente do risco de derrame vertebrobasilar em pacientes, pois a má circulação pode causar sintomas temporários como tontura, perda de equilíbrio e em casos graves pode levar à síndrome de Wallenberg ou mesmo à morte.
A Quiropraxia demonstrou ter um efeito positivo no alívio da dor, transmitindo melhorias significativas durante o período do estudo, mas nenhum autor jamais mencionou a duração dos resultados bem-sucedidos encontrados no alívio dos sintomas após o término das sessões de tratamento. De acordo com estudos, houve um efeito imediato na intensidade da dor cervical, com apenas uma sessão foi observada melhora significativa na redução da dor em ambos os grupos, tanto em pacientes crônicos quanto agudos, mas isso geralmente é durante o tratamento um grupo de pacientes agudos sai por cima com resultados eficazes.
Segundo os dados achados no recente estudo de Kathryn J Golden, Ryan M Diana (2022) o procedimento melhora não só na redução da dor, mas também nas queixas relacionadas à tontura, cefaleia, dores excruciantes, ganho de amplitude de movimento na região afetada, maior produção de enzimas antioxidantes, melhora da postura e consequentemente da qualidade de vida. Ressalta-se que foi realizada uma média de 6 vezes, período em que é importante ressaltar que vai depender muito de cada paciente, se dor crônica ou de curta duração e como será a resposta cada pessoa apresentará, pois, cada corpo está sujeito à introdução tanto do desenvolvimento quanto da degeneração, confirmou-se que a sessão mínima foi uma e dez, ambas apresentando resultados positivos no desenvolvimento da dor, mas isso não está no estudo sem dor.
Conclusão
A partir da revisão da literatura, pode-se concluir que a Quiropraxia é eficaz na redução da cervicalgia, observando-se que pacientes na fase aguda apresentam resultados imediatos. Mais pesquisas são necessárias para confirmar seus
resultados reais, no momento do resultado após alcançar um resultado significativo. A dor cervical geralmente é causada por alterações mecânicas posturais.
Dentre as diversas terapias utilizadas pelos Fisioterapeutas, a Quiropraxia é comum no Brasil. O uso da Quiropraxia no tratamento da cervicalgia tem apresentado resultados satisfatórios. Com o tratamento usando um procedimento Quiroprático, houve um aumento na amplitude de movimento da coluna cervical. Com a manipulação dos tecidos moles, foi alcançada uma redução significativa dos sintomas dolorosos na região cervical com uma sessão de tratamento. Sugere-se a realização de estudos adicionais, com grande número de ensaios clínicos controlados e randomizados envolvendo a Quiropraxia e uma análise concomitante da amplitude de movimento em outras regiões como torácicas para confirmar efetivamente os benefícios do tratamento Quiroprático em pacientes com problemas na cervical, bem como o uso de métodos diagnósticos confiáveis, para comprovar seus verdadeiros efeitos no tratamento da cervicalgia .O cuidado da avaliação se faz impressindível principalmente para descartar as red flags como fraturas por exemplo.
Não se pode deixar de falar que as várias técnicas associadas a manipulação Quiropráticas são fundamentais para um bom resultado ,assim como a quantidade de intervenções de acordo com a lesão .
Com o objetivo de se posicionar como pesquisa moderna, foram trazidos à discussão os autores que conseguem manter a uniformidade em seus estudos, com ideias que podem romper a questão do tempo e se manterem atuais para que no futuro possa servir de inspiração para novos pesquisadores que queiram usar estas pesquisas como um referencial teórico para suas novas pesquisas .
Por fim, espera-se que a obra cumpra seu papel e apresente ao leitor um tema classificado e discutido na sociedade da época. Depois disso, pretende-se trazer essas ideias para a discussão com a ajuda de periódicos da área que
realizam pesquisas detalhadas e científicas.
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ARTIGO PUBLICADO EM 15/05/2025
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