Digite sua palavra-chave

post

Efeitos da Radiofrequência no Envelhecimento Cutâneo Facial: Uma Revisão

Efeitos da Radiofrequência no Envelhecimento Cutâneo Facial: Uma Revisão

O processo de envelhecimento da pele é um fenômeno biológico, complexo e contínuo, que se caracteriza por alterações celulares e moleculares, com diminuição progressiva da capacidade de homeostase do organismo, levando à senescência e morte celular programada (BAGATIN, 2009; SANTOS, 2011).

Pode ser classificado em dois componentes: envelhecimento intrínseco e extrínseco (FISHER; KANG; VARANI, 2002; TZAPHLIDOU, 2004; BAGATIN, 2009). Onde o primeiro ocorre devido à senescências geneticamente controladas, como, por exemplo, a idade do indivíduo. Enquanto que o segundo é devido a fatores ambientais superimpostos no envelhecimento intrínseco. São conhecidos como fatores na aceleração do envelhecimento extrínseco a exposição solar, tabagismo, agentes químicos e poluição ambiental (BRANDÃO, 2006; OLIVEIRA; ASSIS, 2011).

De acordo com Buchil (2002), Sadick (2002), assim como Oriá, Santana, Fernandes, Ferreira, Brito (2003), os tecidos passam gradualmente por mudanças de acordo com a idade, onde, na pele, essas alterações são mais suaves, lentas e facilmente reconhecidas, causando danos estéticos muito pequenos. No fotoenvelhecimento as mudanças são mais agressivas, onde foram observados ressecamento associado a rugas, atrofia, perda de firmeza (ptose tissular) e luminosidade, pigmentação desigual (hipercromias) e lesões proliferativas. Esses sinais são consequências do processo fisiológico de declínio das funções do tecido conjuntivo, no qual o colágeno vai tornando-se mais rígido, as fibras elásticas perdem força pela diminuição da elasticidade, há diminuição das glicosaminoglicanas, associada a uma redução da água que, por sua vez, diminui a adesão, migração, desenvolvimento e diferenciação celular.

Segundo Guirro e Guirro (2004), essa decadência do tecido conjuntivo impossibilita a manutenção de uma camada de gordura uniforme sobre a pele, e a degeneração das fibras elásticas, somada à menor velocidade de troca e oxigenação dos tecidos, leva a uma desidratação da pele, resultando em rugas.

Vários recursos dermatológicos despontam a cada dia como promessas de tratamento para reverter e retardar o envelhecimento cutâneo facial e a fisioterapia dermato funcional tem avançado muito nos últimos anos, estando cada vez mais em evidência. Os recursos da área citada, que podem ser utilizados para tratamento e prevenção dos sinais da senilidade, já são de uso rotineiro da fisioterapia, oferecendo muitas opções para melhorar a aparência das linhas de expressão e rugas (CRANE; HOOD, 2005; MILANI; JOÃO; FARAH, 2006).

Dentre as diversas técnicas no tratamento do rejuvenescimento cutâneo, destaca-se a radiofrequência, uma modalidade não invasiva, indolor e que tem por finalidade melhorar o aspecto de envelhecimento da pele, estimulando a formação do colágeno, irrigação sanguínea e melhorando a aparência do tecido cutâneo (SILVA; HANSEN; STURZENEGGER, 2012).

A radiofrequência, como já dito, é uma onda eletromagnética que gera calor por conversão, compreendida entre 30 KHz e 300 MHz, sendo a frequência terapêutica mais utilizada entre 0,5 e 1,5 MHz. As correntes que se encontram abaixo dos 3.000 Hertz (Hz) são empregadas na eletroestimulação e eletroanalgesia. A conversão se refere à passagem da radiofrequência com comprimento de onda métrica e centimétrica pelo tecido do indivíduo que se converte em outra radiação, o calor, cujo comprimento de onda está na ordem nanométrica (CAPPONI; RONZIO, 2007).

Para a sua aplicação, há uma enorme variedade de equipamentos no mercado. Cada marca possui especificações que irão variar de acordo com as técnicas utilizadas pelo especialista, devendo cada uma delas ser respeitada pelo profissional responsável (BORGES, 2010).

De acordo com Carvalho (2011) e Agne (2013), a energia gerada pelo aparelho de radiofrequência pode ser dividida em três formas: Capacitiva, Resistiva e Indutiva. O eletrodo considerado capacitivo e/ou resistivo possui a função básica de gerar e armazenar energia quando aplicado em contato direto com a pele, com isso essa energia será liberada promovendo a elevação da temperatura. O sistema indutivo, menos utilizado, é aplicado por uma manopla especial de vidro que separa o eletrodo gerador de energia da pele. O modo de emissão pode ser monopolar, bipolar, tripolar e multipolar. A manopla monopolar possui potência e densidade elevada, superior às demais manoplas, onde as outras (bipolar, tripolar e multipolar) não possuem eletrodo de retorno, mas sim mais de um polo elétrico e elétrons ativos, produzindo aquecimento uniforme e rápido para áreas mais amplas do corpo.

A aplicação da técnica desse aparelho ocorre através de dois eletrodos. Um deles, chamado eletrodo ativo, provoca grande densidade de corrente, levando a efeitos térmicos localizados nos tecidos, causando a estimulação tecidual, como a produção do colágeno, a retração dos septos fibrosos, o relaxamento muscular e a analgesia. O outro eletrodo, chamado de eletrodo passivo, consiste numa placa condutiva de grande contato, fechando o circuito da corrente, fazendo com que a energia retorne ao paciente. Algumas ações fisiológicas podem acontecer durante o tratamento, tendo como efeitos imediatos a vasodilatação arterial e capilar, o aumento do aporte de nutrientes e oxigênio, a aceleração e a eliminação de catabólitos, o aumento da atividade metabólica e enzimática, a diminuição da viscosidade dos líquidos intersticiais, sangue e linfa e, consequentemente, a contração das fibras de colágeno. Como efeitos tardios, podem ocorrer neocolagênese e neoelastogênese (AGNE, 2009; MEYER; RONZIO, 2010; RONZIO; PINO, 2013).

A energia térmica é gerada de forma segura dentro das camadas profundas de tecido, mantendo a superfície resfriada e protegida, favorecendo a formação de um novo colágeno, bem como a efetiva contração do mesmo, tornando-o mais eficiente na sustentação da pele. Esta energia é conduzida eletricamente, produzindo elevação da temperatura tecidual entre 38º e 40ºC, quando a impedância converte corrente elétrica em energia térmica (ALSTER; LUPTON, 2007; BLOOM; EMER; GOLDBERG, 2012).

A radiofrequência é indicada nos casos de melhora do contorno facial, para pacientes com flacidez cutânea de leve a moderada, sem uma ptose estrutural significativa, e também para áreas de flacidez corporal (CARVALHO, 2011). É contraindicado realizar o procedimento em peles sensibilizadas, apresentando couperose e telangiectasias, portadores de marca-passo cardíaco, neoplasia, gestantes, diabéticos, sobre a glândula da tireóide, sobre o globo ocular, em pacientes com trombose venosa aguda, lesões tuberculosas ativas, alteração da sensibilidade local, dispositivos eletrônicos implantados e febre (AGNE, 2013).

Este artigo tem como objetivo revisar, na literatura científica, os efeitos da radiofrequência no tratamento do envelhecimento cutâneo facial, a fim de, principalmente, oferecer aos profissionais da área alguns dos resultados a que o mesmo chegou, proporcionando-lhes um maior conhecimento de uma técnica de eficácia comprovada, fidedigna. Espera-se, também, a ampliação do debate quanto aos resultados aqui encontrados.

METODOLOGIA

O presente estudo constitui-se de uma revisão da literatura especializada, na qual realizou-se uma consulta a livros e periódicos selecionados através de busca no banco de dados nas bases científicas Scielo e Bireme (a partir das fontes Medline e Lilacs). A pesquisa dos artigos foi realizada de Março a Dezembro de 2014. As línguas escolhidas foram o português e o inglês. Os descritores utilizados foram: envelhecimento cutâneo, radiofrequência, flacidez e rugas.

Os critérios de inclusão dos artigos foram os que abordavam o tratamento do envelhecimento cutâneo facial através da radiofrequência, radiofrequência e envelhecimento facial. Para a avaliação da qualidade dos estudos foram estabelecidos critérios baseados nas características metodológicas; tais como boa seleção e caracterização da amostra, período de tratamento, parâmetros bem estabelecidos, bem como a avaliação dos resultados obtidos.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

O envelhecimento cutâneo é um processo complexo e multifatorial, resultando em alterações funcionais e estéticas da pele. Os avanços nas pesquisas, juntamente com a melhor compreensão do processo de envelhecimento, têm aumentado, levando ao desenvolvimento de diversos tratamentos e técnicas com a finalidade de retardar este mecanismo no maior órgão do corpo humano (SANTOS, 2011).

Dentre as inúmeras técnicas utilizadas, encontra-se a radiofrequência, que promove a desnaturação do colágeno, a imediata e efetiva contração de suas fibras e a ativação dos fibroblastos, estimulando a neocolagenização, levando a reorganização das fibras colágenas e subsequente remodelamento do tecido (AGNE, 2009).

Um estudo realizado por Busnardo e Azevedo (2012) analisou 16 mulheres na faixa etária de 50 a 60 anos. Estas foram divididas em 2 grupos, cada um contendo 8 mulheres, sendo o grupo A experimental e o B controle. Ambos foram avaliados no início e término do tratamento, através de uma ficha de avaliação facial (padrão da clínica de fisioterapia da Universidade Positivo-Curitiba) e por meio da fotogrametria.

As participantes do grupo A foram submetidas ao tratamento facial através da radiofrequência Spectra®, 645 KHz, temperatura entre 38 e 40ºC, gel condutor, utilizando a manopla facial de 3 cm², com periodicidade de uma vez por semana e com duração de 40 minutos cada sessão, com término de 8 semanas. Na avaliação pós-tratamento do número de rugas frontais, verificou-se uma redução de 20% no grupo A, enquanto que no B aumentou em 25%. Nas rugas orbiculares dos olhos houve redução de 27% no grupo A e aumento de 18% no grupo B. Nas rugas orbiculares da boca, o grupo A reduziu em 18% a sua incidência; já no grupo B, houve aumento de 34% nessa incidência.

Na comparação dos grupos, pôde-se verificar melhora significativa do grupo experimental em relação ao controle, deixando claro que a pele sem nenhum tratamento só tem a regredir ou continuar na mesma situação de envelhecimento. Este fato pode ser justificado devido à atuação profunda do calor da radiofrequência.

Este resultado está de acordo com os autores Nunes (2010) e Carvalho (2011), quando os mesmos afirmam que a radiofrequência é caracterizada por ser uma onda eletromagnética que gera calor por conversão, alcançando os tecidos mais profundos, gerando energia térmica e forte calor sobre as camadas mais profundas da pele, mantendo a superfície resfriada e protegida, promovendo importante incremento circulatório e estimulação de fibroblastos jovens, ocasionando a contração das fibras colágenas existentes e estimulando a formação de novas fibras, tornando-as mais eficientes na sustentação da pele, amenizando as rugas da face.

Em outro estudo, elaborado por Silva, Hansen e Sturzenegger (2012), foram avaliadas cinco voluntárias do gênero feminino, com idades entre 35 e 55 anos, sendo identificadas as características do envelhecimento de acordo com a escala de rugas de Fitzpatrick Modificada. A radiofrequência (3.000Hz, temperatura entre 37 e 40ºC, gel condutor) foi aplicada durante 3 minutos em cada região selecionada (Frontal, Glabela, Orbicular dos olhos, Nasolabial e Lateral da face), sendo realizado o tratamento semanalmente, com duração de 30 minutos cada sessão. A avaliação das participantes foi realizada na quinta semana, onde ficou comprovado que os resultados da radiofrequência são efetivos. Foi verificada, em todas as voluntárias, redução da profundidade das rugas, melhora significativa na flacidez e aspecto geral da pele; porém, em apenas uma delas houve melhora em todas as regiões tratadas – nas outras, a melhora variou entre duas e quatro regiões.

Segundo Giraldo (2007) e Carvalho (2011), a aplicação da radiofrequência ocorre modelando fibrilas de colágeno e amenizando as rugas da face. O aumento ou a manutenção, em maiores temperaturas (40ºC), durante todo o período de aplicação da técnica, diminui a extensibilidade e aumenta a densidade do colágeno, resultando, assim, na diminuição da flacidez da pele – Efeito lifting.

Em uma pesquisa realizada na clínica escola de fisioterapia da Universidade Estadual da Paraíba, foram selecionados 14 idosos, com idades entre 60 e 75 anos, que apresentavam rugas na região periorbicular dos olhos, sendo os mesmos distribuídos em dois grupos: Grupo Placebo (A) e Grupo Experimental (B), contando 7 voluntários em cada um. No primeiro grupo, a intensidade da radiofrequência foi 0 (zero) e a aplicação foi de 5 minutos; já no segundo, a intensidade da radiofrequência foi 20 amperes, com aplicação de 2 minutos e temperatura de 41ºC. Nos dois grupos, realizou-se 10 sessões, a avaliação foi através de registros fotográficos, para se observar o grau de rugas mediante a escala Carruthers, e o aparelho utilizado foi o bipolar, da marca Advice Master. Comparando a percepção das rugas, por critérios dos próprios voluntários do grupo B, em relação ao A, foi relatada insatisfação antes do tratamento, variando de moderado a muitíssimo insatisfeito e, após o tratamento, a reavaliação constatou que o grau de insatisfação foi reduzido, variando de pouca a moderada insatisfação. Quanto ao grau de satisfação dos voluntários com o tratamento, este variou de moderado a ótimo. Porém não houve resultados significativos com a aplicação da radiofrequência (PIMENTEL, 2013).

Vasconcelos (2009) realizou um estudo com 14 mulheres, que apresentavam idade entre 40 e 65 anos; nelas foram aplicadas 8 sessões de radiofrequência na face, sendo estas realizadas uma vez por semana, com duração de 30 minutos, atingindo uma temperatura de 40ºC. A análise estatística comprovou que 53,57% das participantes tiveram um aumento da medida entre o ângulo da boca ao trago, havendo, ainda, uma melhora quanto à flacidez da pele e a aparência das rugas de tipo estática e dinâmica.

Em outra pesquisa, composta por 6 mulheres com idades entre 47 e 60 anos, foram aplicadas 6 sessões de radiofrequência facial, com intervalo de duas semanas, totalizando três meses do tratamento. As voluntárias também apresentaram melhora clínica na flacidez e rugas, sendo esses resultados analisados através de registros fotográficos, antes e logo após a sessão, e, depois do tratamento, foi feita biópsia da pele facial (EL-DOMYATI; SALEH; BROWN; GASPARRO, 2002).

A flacidez é decorrente de atrofia do tecido, ficando este com aspecto frouxo, afetando em separados, pele ou músculos. Pode ser definida como uma disfunção da pele inerente ao processo natural ou do envelhecimento acelerado. Ocorre uma diminuição no metabolismo celular, decadência na produção do colágeno e biossíntese da elastina. O número de fibroblastos diminui e a derme perde o seu tropismo normal e a sua capacidade de renovação natural (MILANI; JOÃO; FARAH, 2006; GOMES; GABRIEL, 2006).

De acordo com Giraldo (2007) a radiofrequência provoca o recondicionamento da pele, melhorando a elasticidade da mesma e a força tensora dos tecidos compostos por colágeno, com produção de novas fibras, de melhor qualidade, gerando melhora da flacidez facial.

De acordo com os estudos selecionados, pôde-se analisar através dos resultados citados que a radiofrequência é aplicada com êxito em tratamentos de rejuvenescimento facial, atuando principalmente na melhora das rugas, flacidez, linhas de expressão, aspecto da pele e contorno facial, porém, mais estudos são necessários para avaliar os parâmetros adequados de utilização.

CONCLUSÃO

Através desta revisão, foi possível verificar alguns resultados satisfatórios quanto à abordagem facial, sendo que o mais importantes deles diz respeito ao fato de que a aplicação da radiofrequência é de suma importância nos tratamentos de disfunções estéticas decorrentes do processo natural de envelhecimento cutâneo, principalmente na melhora das rugas, da flacidez, da aparência e do contorno facial, por agir na derme, causando um aquecimento que leva a reações fisiológicas que irão promover contrações das fibras de colágeno e elastina, estimulando o aparecimento de novas fibras, com melhor qualidade, podendo ser considerado um procedimento seguro e eficaz.

Espera-se que este estudo possa colaborar com a base de conhecimentos já existente, ajudando na promoção de alguns esclarecimentos aos profissionais que trabalham na área de Fisioterapia Dermato Funcional, facilitando o desenvolvimento de projetos e protocolos preventivos que tratam o envelhecimento cutâneo facial em questão. Aqui não se deseja esgotar o tema em estudo, muito ao contrário. Deseja-se, assim, estimular o debate e que, dessa forma, novas pesquisas sejam realizadas a fim de ampliar os conhecimentos já existentes, uma vez que foram poucos os trabalhos encontrados abordando este assunto.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AGNE, J.E. Eletrotermofototerapia. 1º Santa Maria: o autor, 2013.

AGNE, J.E. Eu Sei Eletroterapia. Santa Maria: Pallotti, 2009.

ALSTER, T.S.; LUPTON, J.R. Remodelação Cutânea Não Ablativa Utilizando Dispositivos de Radiofreqüência. Clinics in Dermatology, 2007.

BAGATIN, E. Mecanismos do Envelhecimento Cutâneo e o Papel dos Cosmecêuticos. Revista Brasileira de Medicina, v.66, p.5-11, 2009.

BLOOM, B.S; EMER, J; GOLDBERG, D.J. Assessment of safety and efficacy of a bipolar fractionated radiofrequency device in the treatment of photodamagedskin. Journal Cosmet Laser Ther. 2012; v.14, n.5, p.208-11, 2012.

BORGES, F.S. Modalidades terapêuticas nas disfunções estéticas. São Paulo. Phortes, 2010.

BRANDÃO, A.R; BRANDÃO, T.C.R. Envelhecimento Cutâneo. In: FREITAS, Elizabeth Viana et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. p.1049-1055.

BUCHIL, L. Radicais Livres e Antioxidantes. Cosmetics e Toiletries, v.14, n.2, p.54-57, 2002.

BUSNARDO, V.L; AZEVEDO, M.F. Estudo dos efeitos da radiofrequência no tratamento facial em mulheres entre 50 e 60 anos de idade, 2012.

CAPPONI, R; RONZIO, O.A. Manual de Fisioterapia. Cap. XIV Argentina Maimónides, 2007 (In press).

CARVALHO, G.F; SILVA, R.M.V. Avaliação dos Efeitos da Radiofreqüência no Tecido Conjuntivo.Especial Dermatologia, v.3, n.68, p.10-25, 2011.

CRANE, J.S; HOOD, P.B. Treatment of Facial Rhytides with the 755-nm Alexandrite Laser. Cosmetic Dermatology, v.18, p.227-231, 2005.

EL-DOMYATI, A.S; SALEH, F; BROWN, D; GASPARRO. F. Intrinsic aging vs. photoaging: a comparative histopathological, im-munohistochemical, and ultrastructural study of skin.Experimental Dermatology, v.11,cap.5, p. 398-405, 2002.

FISHER, G.J; KANG, S; VARANI, J. Mechanisms of Photoaging and Cronological Skin Aging. Arch Dermatology, n.138, p.1462-70, 2002.

GIRALDO, J.C.S. Experiência personal em El manejo de La flaccidez corporal com radiofrequéncia.Anais do XVI Congresso Mundial de Medicina Estética. Argentina: Buenos Aires, Abril 11-14, 2007.

GOMES, R.K; GABRIEL, M. Cosmetologia:descomplicando os princípios ativos. 2ª edição. São Paulo: Livaria Médica Paulista, 2006.

GUIRRO, E; GUIRRO, R. Fisioterapia Dermato Funcional: fundamentos, recursos, patologias.Barueri, São Paulo: Manole, 2004.

MEYER, P.F; RONZIO, O.A. Radiofrequência. In: BORGES, F. S. Fisioterapia Dermato-Funcional: Modalidades Terapêuticas nas Disfunções Estéticas. São Paulo: Phorte, cap. 25, p.601-620, 2010.

MILANI, G.B; JOÃO, S.M.A; FARAH, E.A. Fundamentos da fisioterapia dermato-funcional: revisão de literatura. Revista fisioterapia e Pesquisa, v.13, n.1, p. 37-43, Maio, 2006.

NUNES, M.S.A. Medicina Estética Facial: onde a arte e a ciência se conjugam. 2010. 52f. Dissertação (Mestrado em Medicina)-Faculdade de Ciências da Saúde, Universidade da Beira Interior, Covilhã, 2010.

OLIVEIRA, A.M; ASSIS, T.M.N. Fatores que influenciam no envelhecimento cutâneo: Mulheres na faixa etária de 50 a 70 anos. Fenandópolis-São Paulo, 2011.

ORIÁ, R.B; SANTANA, E.N; FERNANDES, M.R; FERREIRA, F.V.A; BRITO, G.A.C; Estudo das Alterações Relacionadas com a Idade na Pele Humana, Utilizando Métodos de Histo-morfometria e Autofluorescência. Anais Brasileiros de Dermatologia. v.78, n.4, p. 25-434, 2003.

PIMENTEL, T.T.S. Radiofrequência aplicada em rugas periorbiculares: avaliação de um novo protocolo. Campina Grande-Paraíba, 2013.

RONZIO, O.A. Radiofrequency Hoy. Identidad Estética, Argentina, 2009.

RONZIO, O.A; PINO, D. Avaliação dos efeitos da radiofrequência no tecido conjuntivo. 2013.

SADICK, N.S. A Structural Approach to Nonablative Rejuvenation. Cosmetic Dermatology, v.15, n.12, p.39-43, 2002.

SANTOS, J.L.M. Novas Abordagens Terapêuticas no Combate ao Envelhecimento Cutâneo. Porto, 2011.

SILVA, M.V.R; HANSEN, D; STURZENEGGER, T.M. Radiofrequência no Rejuvenescimento Facial. Rio Grande do Sul, 2012.

TZAPHLIDOU, M. The Role of Collagen and Elastin in Aged Skin: an image processing approach.Elsevier, n.35, p.173-177, 2004.

VASCONCELOS, P.M. Os efeitos da radiofrequência na derme: em busca do rejuvenescimento facial. Belo Horizonte, 2009.



Conteúdo Relacionado

Sem comentários

Adicione seu comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado.

Open chat
Olá! Seja bem-vindo(a). Se tiver alguma dúvida, me procure. Estou a disposição para te ajudar.