Digite sua palavra-chave

post

Atuação do Fisioterapeuta no Atendimento do Paciente Submetido ao Transplante de Medula Óssea

Atuação do Fisioterapeuta no Atendimento do Paciente Submetido ao Transplante de Medula Óssea

INTRODUÇÃO

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, no ano de 2030, estima-se que existam em torno de 21.4 milhões de casos novos de neoplasias e destes, 13.2 milhões irão a óbito no mundo. Dentre estas estimativas, a incidência de novos casos de doenças neoplásicas em hematologia, conforme a American Cancer Society gira em torno de 149.990 mil novos casos nos Estados Unidos, sendo 79.030 casos de Linfomas, 48.610 mil casos de Leucemias e 22.350 casos de Mielomas Multiplos. (BRASIL, 2014).

Conforme publicado pelo Instituto Nacional do Câncer, estima-se que surjam 5.940 casos de leucemias em homens e 4.860 novos casos em mulheres entre os anos de 2018 e 2019. (INCA, 2018).

O câncer configura-se como a segunda causa de morte por doença no Brasil (BONASSA, 2012). É uma doença que, além da gravidade aliada às crenças ao desconhecimento quanto ao seu prognóstico e tratamento, faz com que as pessoas a vejam como aterrorizadora e incurável. No passado o diagnóstico de câncer era sinônimo de morte na maioria dos casos e, ainda hoje apresenta este estigma e está associado a situações de sofrimento, medo, dor, incapacidade para trabalhar e até mesmo dificuldade de encontrar fontes de prazer, pois devido rompimentos no curso de sua vida pode vir apresentar uma sensação de impotência (MACHADO, 2009).

Os pacientes portadores de neoplasia hematológicas, geralmente, possuem uma medula óssea doente, causando distúrbios na produção de células sanguíneas. O que pré dispõe estes pacientes para o surgimento da neoplasia hematológica são os fatores físicos, químicos, idade e histórico familiar. A neoplasia maligna hematológica pode ser tratada através de quiomioterápicos ou, em alguns casos, a realização de Transplante de Medula Óssea (CABRAL, 2012).

O transplante de medula óssea, inicialmente utilizado como última medida terapêutica, hoje é considerado uma forma de terapia bem sucedida para determinadas doenças habitualmente fatais, que se assemelha a uma transfusão de sangue feita sob condições especiais. O paciente recebe por via intravenosa as células tronco hematopoiéticas, as quais foram retiradas de dentro da medula óssea ou do sangue periférico e que vão originar novas células sanguíneas. Existem três tipos de transplante de medula óssea: autogênico, singênico e alogênico. No transplante autogênico, o doador é o próprio receptor. Neste caso, a medula ou as células tronco hematopoiéticas são retiradas, congeladas e guardadas para serem transplantadas no próprio paciente (MACHADO, 2009).

Tendo em vista, o transplante de medula óssea como uma das últimas possibilidades terapêuticas para seu tratamento, com a falta de uma humanização, o medo da morte torna-se ponto forte para um tratamento eficaz.

A temática deste trabalho é relacionada a “atuação do fisioterapeuta no atendimento do paciente submetido ao transplante de medula óssea”.

O objeto estudado foi a “atuação do fisioterapeuta no atendimento do paciente submetido ao transplante de medula óssea” e tem como objetivo “identificar na literatura brasileira a atuação do fisioterapeuta no atendimento do paciente submetido ao transplante de medula óssea”.

 A importância do atendimento do fisioterapeuta no atendimento do paciente que será submetido ao transplante autólogo, é devido à exposição dos pacientes a diversos riscos para sua saúde, não só pela doença de base mais também por patologias infecciosas.

MATERIAIS E MÉTODOS

O estudo foi desenvolvido mediante pesquisa bibliográfica. A pesquisa bibliográfica foi iniciada em 2018, sendo consultados periódicos integrados ao BIREME E SCIELO. E para acessá-los, foi realizada a busca utilizando as palavras chave: fisioterapia, transplante de células tronco, atuação fisioterapêutica.

O TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA

  • O QUE É O CÂNCER?

O câncer é um processo patológico que começa quando uma célula anormal é transformada por mutação genética do DNA celular. Essa célula anormal forma um clone e começa a se proliferar de maneira anormal, ignorando os sinais de regulação do crescimento no ambiente que circunda a célula. Essas células adquirem características invasivas. As células cancerosas são descritas como neoplasias malignas. Elas demonstram crescimento celular desordenado que não segue a demanda fisiológica. Essas células infiltram nos tecidos vizinhos e ganham acesso aos vasos linfáticos e sanguíneos, que as transportam até outras áreas do corpo. Esse fenômeno é conhecido como metástase (SMELTZER; BARE, 2006).   Sendo assim o câncer não é uma doença única com uma causa única; ele é um grupo de doenças distintas com diferentes causas, manifestações, tratamento e prognóstico.

  • UM BREVE HISTÓRICO SOBRE O TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA

O histórico do TMO tem vários aspectos peculiares, desde os estudos iniciais até o seu reconhecimento em 1990, com o Prêmio Nobel de Medicina, oferecido ao Dr, E. Donnall Thomas. A medula óssea foi inicialmente utilizada para tratar doenças em 1981 por Brown-Sequard numa preparação oral para tratamento de leucemia (OKANE; MACHADO, 2009).

A primeira utilização intravenosa de medula óssea foi realizada por Osgood em 1939. Bernard, em 1944, injetou medula óssea alogênica dentro da cavidade medular. Após a Segunda Guerra Mundial, estimularam-se os estudos com a medula óssea conferindo radioproteção em animais irradiados. Estes estudos foram desencadeados principalmente após a observação dos efeitos sobre a hematopoese com as bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki (OKANE; MACHADO, 2009).

Os problemas iniciais foram grandes. No campo do transplante autólogo os desafios eram com a criopreservação da medula e no transplante alogênico, os problemas imunológicos com a rejeição. Em 1961, Friedman padronizou a cultura mista de linfócitos e somente com a caracterização dos antígenos leucocitários humanos (HLA), que o transplante alogênico ganhou maior impulso (OKANE; MACHADO, 2009).

No Brasil, os estudos iniciais foram realizados por Dr. Ricardo Pesquini e seu grupo do Paraná. Este grupo foi o pioneiro no Brasil e em 1979 realizou o primeiro transplante no país. Em 1987, Odone e Cols, realizaram o primeiro transplante autólogo de medula óssea em criança portadora de tumor sólido no Hospital Sirio-Libanês e neste mesmo ano o Dr. Drauzio Varella também realizou um transplante de medula óssea em um total de cinco implantes. Para a realização destes transplantes foi utilizado um quarto especial com filtro absoluto HEPA e formou-se uma equipe de enfermagem especifica para cuidar desses pacientes (OKANE; MACHADO, 2009).

Em 1993, Dr. Fredericon Dulley e Dr. Celso Massumoto, realizaram o primeiro transplante alogênico de medula óssea no Hospital Sirio-Libanês. Para esse fim utilizaram um quarto comum, sem filtro, devido a desativação do prédio para reformas. A enfermagem que cuidou desses paciente foi  a equipe da Unidade Semi-Intensiva com o apoio das enfermeiras da oncologia (OKANE; MACHADO, 2009).

  • O TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA

Com os avanços científicos e da tecnologia, foi observado que em todas as esferas do conhecimento humano têm trazido contribuições relevantes para a área da saúde no que diz respeito a tratamento do câncer. Nessa perspectiva, um exemplo a ser citado é o transplante de medula óssea (TMO) (OKANE; MACHADO, 2009).

Com o passar dos anos essa modalidade terapêutica foi utilizada em muitas doenças da infância, malignas ou não-malignas, por ser viável para a cura ou prolongamento da vida de muitos pacientes (ABRAMOVITZ, 1991).

Segundo FERREIRA (1999), medula óssea, histologicamente, é o tecido que preenche cavidades de osso esponjoso e o canal medular dos ossos longos; e medula óssea vermelha, histologicamente, é constituída por células formadoras de glóbulos sanguíneos.

A medula óssea é responsável por repor células destruídas, eliminadas ou substituídas, além de produzir as células do sangue: glóbulo vermelho (vida média de 120 dias), glóbulos brancos (vivem em média 1 semana), e as plaquetas (vivem em média 9 dias) (MACHADO, 2009).

Há três tipos de transplante de medula: o alogênico, o autólogo e o sinegênico.

  • Alogênico: as células-tronco hematopoiéticas são retiradas de um doador vivo compatível, selecionado por testes de histocompatibilidade, podendo ser identificado entre os familiares (transplante alogênico aparentado) ou em bancos de medula óssea (transplante alogênico não-aparentado).
  • Autólogo: as células provêm do próprio paciente, são retiradas, armazenadas e reinfundidas após o regime de condicionamento.
  • Sinegênico: é entre gêmeos univitelinos (OKANE; MACHADO, 2009).
  • Indicações para o Transplante de medula óssea

Identificar pacientes que podem se beneficiar do transplante de células hematopoiéticas é complexo e envolve múltiplos fatores. Algumas considerações são específicas no que se refere a um transplante autólogo ou alogênico. Pacientes que irão submeter-se a um transplante autólogo não devem ter doença presente no momento do procedimento. Para os pacientes que irão receber o transplante alogênico, o antígeno leucocitário humano (HLA) do doador deve ser compatível (CAVALLÉRO; PINHEIRO, 2009).

Os pacientes considerados ao transplante de células hematopoiéticas também requerem uma extensa avaliação pela equipe de transplante para:

  • Determinar a saúde do paciente e seu estado geral;
  • Determinar a situação atual da doença do paciente;
  • Orientar sobre o consentimento informado;
  • Identificar qualquer comportamento psiquiátrico ou social que possa excluí-lo dessa modalidade terapêutica (CAVALLÉRO; PINHEIRO, 2009).

No quadro 01 estão descritas as atuais indicações para o transplante de medula óssea autólogo e/ou alogênico.

3.4. ASSISTÊNCIA FISIOTERAPÊUTICA EM PACIENTES SUBMETIDOS A TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA

O fisioterapeuta é o profissional de extrema importância na equipe multidisciplinar e necessário para atender as necessidades complexas dos pacientes submetidos ao TMO (JAMES, 1987).

A assistência fisioterapêutica em pacientes submetidos a transplante de medula óssea segue ampliando sua área de atuação, principalmente relacionado aos pacientes que necessitem de cuidados respiratórios, tendo como objetivo a promoção e a preservação da oxigenação e da ventilação pulmonar. A fisioterapia, especificamente no transplante de células tronco, está indicada na prevenção das complicações provocadas pela incapacidade de manter a remoção de secreções brônquicas, incapacidade de manter o volume pulmonar adequado e a imobilidade no leito (KIKUTI, 2009).

Devido ao longo período de isolamento, que restringe drasticamente as atividades físicas do paciente, em associação a toxicidade dos quimioterápicos administrados na fase de condicionamento, podem ocasionar efeitos prejudiciais ao sistema cardiovascular e pulmonar DIMEO, et al, 1997).

No atendimento fisioterapêutico aos pacientes em pós-TMO, o fisioterapeuta deve avaliar todas as condições clinicas e físicas do paciente, principalmente a avaliação das condições respiratórias, tratando ou prevenindo possíveis complicações (ANDERS, et al, 2000).

É de suma importância não só a avaliação das condições clinicas e físicas do paciente, mas também exames de bioquímica, como hemograma, pois as baixas contagens de células sanguíneas é um fator comum em pacientes de pós-TMO e as sessões de fisioterapia devem ser baseadas de acordo com cada tipo de células diminuídas, como por exemplo, não é aconselhável a realização de fisioterapia em pacientes plaquetopênicos devido ao risco de sangramento. O fisioterapeuta deve estar atento a quaisquer alterações sanguíneas destes pacientes visto que a deficiências de células podem levar o paciente a fadiga oncológica.

De acordo com Wingard, após um ano do TMO, os pacientes citavam fadiga em 76% dos casos e 41% fraqueza como queixas principais. Os efeitos adversos provocados pela imobilização ou repouso prolongado no leito podem ser prevenidos ou reduzidos através do inicio da intervenção precoce da fisioterapia (DIMEO, et al ,1997).

Após a avaliação, o fisioterapeuta elaborará seu plano de tratamento, buscando a manutenção e a melhora da condição motora e respiratória de cada paciente. A fisioterapia motora tem como objetivo reduzir ou prevenir a atrofia muscular causada pelo desuso, mantendo a coordenação, equilíbrio, força muscular e amplitude de movimento. A fisioterapia respiratória tem como objetivo auxiliar no tratamento ou prevenção das complicações respiratórias ocasionadas pelo tratamento (ANDERS, et al, 2000).

Por conta da fadiga e fraqueza que o paciente apresenta durante o processo, os pacientes tendem a permanecer em repouso ou diminuir suas atividades de vida diária, que contribui para a inatividade e como consequência há o descondicionamento físico (THUNE, 1998).

Existem quatro tipos de reabilitação para pacientes com necessidade de TMO: paliativa, de suporte, restauradora e preventiva. Na fisioterapia paliativa, o objetivo do atendimento é diminuir a dependência na execução das atividades de vida diária proporcionando conforto emocional, podendo-se ser aplicado conforto emocional (THUNKEL, et al, 1998).

Na etapa de suporte, o objetivo da fisioterapia é tratar os déficits que acontecem a longo prazo para o paciente ter uma melhora a longo prazo. A reabilitação restauradora, tem como objetivo restituir a função que existia previamente ao tratamento que foi acometida a curto prazo (THUNKEL, et al, 1998).

Na enfermaria o suporte realizado ao paciente em TMO é iniciado apóss a realização da avaliação física e respiratória do paciente, de preferência antes do inicio do regime de condicionamento quimioterápico e de seus efeitos colaterais (THUNKEL, et al, 1998).

Para uma boa anamnese, o fisioterapeuta deve avaliar todos os resultados de exames pertinentes, tais como o ecocardiograma, o eletrocardiograma, a radiografia torácica, o hemograma  e a espirometria forçada. Esta avaliação visa  identificar limitações na amplitude de movimento, déficits de força muscular e alterações de coordenação e equilíbrio. Já na avaliação respiratória, é de suma importância a espirometria forçada para auxiliar no diagnóstico precoce e seguimento evolutivo das disfunções pulmonares que poderão surgir (TERRA, 1998).

É de extrema importância incentivar o paciente sair do leito, procurando realizar a cinesioterapia motora em pé com exercícios de alongamento e fortalecimento. Esta avaliação tem como objetivo evitar o surgimento de dores musculares decorrentes de uma postura inadequada . O paciente deve ser incentivado a permanecer sentado considerando os valores de plaquetas, hemograma e hematócrito (ANDERS, et al, 2000).

A cinesiologia tem como objetivo reduzir ou prevenir a atrofia muscular de desuso, mantendo a coordenação, o equilíbrio, força muscular e a amplitude de movimento.

Os músculos anti gravitacionais do tronco e membros inferiores são os primeiros a atrofiar. A hipotensão postural grave é um risco comum da prolongada inatividade do repouso.

É importante o incentivar o paciente a sair do leito, procurando realizar a fisioterapia conforme planejado. As orientações posturais devem ser reforçadas com o objetivo de evitar dores musculares e o paciente deve permanecer sentado a maior parte do tempo. Além do mais, antes de qualquer avaliação fisioterapêutica, é importante saber os valores da contagem de plaquetas, hemoglobina e hematócrito. Caso a contagem de plaquetas estiver entre 20.000 a 30.000/mm3, os pacientes podem ser submetidos a exercícios ativos leves sem resistência. Já os pacientes com plaquetas acima de 30.000/mm3, podem fazer exercícios ativos moderados sem resistência e com plaquetas acima de 50.000mm/3, podem ser realizados exercícios ativos com resistência. Quanto aos valores de hemoglobina e hematócrito se estiverem respectivamente  abaixo de 9g/dl, e  25%, podem ser realizados exercícios passivos e/ou atividades rotineiras da vida diária (ANDERS, et al, 2000).

3.5. FISIOTERAPIA NAS COMPLICAÇÕES DO TMO.

Durante o processo de condicionamento, transplante e pega do enxerto, existe a possibilidade do surgimento de várias complicações. No caso das náuseas e vômitos, a fisioterapia dever ser realizada somente no período no qual o paciente referir melhora dos sintomas (ANDERS, et al, 2000).

Nas mucosites, o paciente apresenta respiração superficializada e maior dificuldade na expectoração devido a dor na orofaringe. Desta forma devem ser realizados exercícios respiratórios com incentivo da inspiração profunda e orientado para que o paciente permaneça sentado pela maior dificuldade na expectoração. Para facilitar a eliminação da sialorréia, o paciente assume a posição de flexão (ANDERS, et al, 2000)..

Na doença veno-oclusiva hepática (VOD), a distensão abdominal e dor local tornam desconfortável a permanência em decúbito dorsal. É extremamente importante a elevação da cabeceira do leito e evitar atividades que forcem a musculatura abdominal. Se a VOD for leve, os exercícios ativos, com paciente sentado são bem tolerados. A febre, no período imediatamente após o TMO, é frequente acontecer e sempre que possível deve aguardar a redução da temperatura. Com o aumento da temperatura eleva-se a  frequência cardíaca e respiratória, bem como o  consumo de plaquetas, podendo interferir no processo de atendimento (ANDERS, et al, 2000).

A doença do enxerto-contra-hospedeiro (DECH) aguda ocorre de 1 a 2 meses após o TMO. Nesta fase, podem ocorrer diarréias, cólicas causadas pela DECH intestinal não contraindicando atividades leves em pé. Nos pacientes que apresentam ardor e prurido nas palmas das mãos e plantas dos pés, deve-se manter a cinesioterapia motora evitando atividades em que o paciente permaneça em pé por períodos prolongados. (BEREDJIKLIAN, et al, 1998).

O início da DECH crônica ocorrem a partir do 100º dia após o TMO. No pulmão, a DECH crônica pode ocorrer como bronquiolite obliterante, devendo ser reforçada a cinesioterapia respiratória. O sistema musculo-esquelético, pode ser afetado e envolver a pele, os músculos e a cápsula articular. Neste caso a fisioterapia auxilia, prevenindo deformidades que levam a perda funcional (ANDERS, et al, 2000).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

De posse dos artigos, mediante a revisão da literatura, consegui identificar passos para realizar a descrição da atuação do fisioterapeuta no atendimento do paciente que é submetido ao transplante de medula óssea, bem como mostrar a importância deste profissional na equipe multidisciplinar.

A fisioterapia tem um poder de auxiliar no tratamento de pacientes submetidos ao TMO, melhorando assim sua função física e auxiliando no tratamento dos sintomas apresentados.

O acompanhamento do fisioterapeuta traz efeitos benéficos aos pacientes acompanhados por este profissional durante sua internação. A queda da capacidade física interfere negativamente na realização das atividades da vida diária causando assim aumento do risco de complicações osteomusculares e cardiopulmonar.



Conteúdo Relacionado

Sem comentários

Adicione seu comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado.

Olá! Seja bem-vindo(a). Se tiver alguma dúvida, me procure. Estou a disposição para te ajudar.
Powered by