Técnicas Utilizadas no Tratamento da Fascíte Plantar: Revisão de Literatura
INTRODUÇÃO
A fascite plantar é uma síndrome de degeneração da fáscia plantar, que afeta aproximadamente 10% da população pelo menos em algum momento da vida, sendo as mulheres obesas e no período da menopausa as mais afetadas. O uso indevido da biomecânica desse tecido leva a pequenas lesões e inflamação. Essa patologia é causada pela tração
repetida da fáscia plantar no local de inserção do calcâneo, que causa microtrauma recorrente na aponeurose medial do calcâneo durante o processo de suporte, e isso leva a um processo inflamatório, ocasionando à fibrose e degeneração1.
Os pés são a parte mais móvel do corpo, portanto, são facilmente lesionados, causando dores resultantes até mesmo de exercícios excessivos, portanto, o trauma nos pés na fáscia plantar se dá também pelo seu uso excessivo, ou problemas patológicos genéticos. Como a fascite plantar é uma inflamação da aponeurose plantar, há um encurtamento do tecido lesado2. Por ser uma das principais partes do corpo, um pé ferido causará muitas outras doenças no corpo humano, pois sem a função adequada do pé, o corpo não será capaz de se mover, resultando em obesidade ou falha do sistema metabólico do corpo3.
A dor se caracteriza com início gradual e insidioso, que pode se espalhar ao longo do trajeto da fáscia e ao longo da parte plantar do pé4. A hipersensibilidade à palpação pode ser encontrada na parte medial da tuberosidade do calcâneo, no arco medial e, às vezes, na inserção distal da fáscia sobre as cabeças dos metatarsos. A descoberta mais duradoura do nível da dor é o primeiro passo dado pela manhã, a força de sustentação de peso causa dor intensa. O fenômeno do “rastejamento fisiológico”, no qual os tecidos se contraem durante o período da noite sem sustentação do peso e, a seguir, são distendidos vigorosamente com a sustentação do peso no início da manhã, pode explicar essa queixa comum. Como o grande artelho é uma estrutura inelástica, sua dorsiflexão ativa ou passiva costuma desencadear os sintomas5.
Na grande maioria dos pacientes, o tratamento conservador sem cirurgia é suficiente para aliviar os sintomas. Na literatura, algumas séries de casos alcançam a taxa de sucesso do tratamento conservador da fascite plantar entre 73% a 89%.6 Este tipo de tratamento é voltado para diminuir processos inflamatórios, que de início é recomendado um período curto de repouso associado a medicamentos anti-inflamatórios não hormonais (AINH) pelo período aproximado entre quatro e seis semanas. Estudos recentes enfatizam que o início do tratamento conservador deve incluir sessões domiciliares incluindo exercícios de alongamento da fáscia plantar. Como protocolo são utilizados exercícios de alongamento e contração excêntrica do tendão de Aquiles, realizados sincronicamente com exercícios para o alongamento da fáscia plantar7.
Na grande maioria dos casos, o tratamento conservador é suficiente para aliviar os sintomas, na literatura, algumas séries de casos alcançaram taxa de sucesso de 73% a 89% com este tipo de tratamento, dentre as metodologias dentro deste tipo de tratamento encontrase: programa domiciliar com exercícios de alongamento da fáscia; além de utilização de palmilhas pré-fabricadas ou sob medida8. Outros tipos de tratamento são: crochetagem mioaponeurótica, bandagem funcional de imobilização e de contenção, eletroterapia, dentre outros, que possuem o mesmo objetivo.
Por se tratar de um tema de grande importância, buscou-se encontrar artigos recentes que especifiquem a técnica e a melhoria da dor dos pacientes acometidos pela fáscia plantar, assim como os resultados obtidos com a utilização da técnica, apresentando o período de tratamento e suas especificidades. Desta forma, a revisão sobre o tema tem o intuito de difundir a técnica, informando seus benefícios tanto para a sociedade quanto para os estudantes de fisioterapia.
O presente trabalho tem como objetivo realizar uma revisão de literatura sobre a contribuição de técnicas para a redução da dor dos pacientes com fascite plantar.
MATERIAIS E MÉTODOS
Os artigos para a confecção desta revisão foram obtidos através das buscas nos bancos de dados on line SCIELO, PUBMED, LILACS, Base PEDro, Google Acadêmicos, nos quais se optou na busca de palavras como: tratamento, fascite plantar, fisioterapia, redução da dor.
Como critério de inclusão foram adotados: artigos originais, que não estivessem repetidos das demais bases de dados, com amostra, e que apresentasse resultados. Como critério de exclusão adotou-se: revisão de literatura, artigos repetidos, sem amostras e resultados.
Não foi adotado corte temporal devido a dificuldade de encontrar artigos que abordassem e discutissem a metodologia para redução de dor da fascite plantar, dessa forma, encontrou-se artigos com os descritores separados, mas quando estes foram associados, houve grande redução de material para ser analisado.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
As buscas nos bancos de dados resultaram em 392 artigos, que foram inicialmente selecionados, e após aplicar os critérios de inclusão e exclusão, foram incluídos 139 artigos, mas apenas 8 estudos atenderam todos os critérios de elegibilidade, como pode ser observado na figura 1.

Dos oito artigos encontrados na presente revisão, a amostra dos participantes variou de 1 a 90 participantes, sendo a grande maioria do sexo feminino, e os tipos e métodos de tratamento foram diversos, como: ondas de choque, agulhamento e infiltração, cinesioterapia, crochetagem, meias impregnadas de biocerâmica, Dry Needling e Kinesio Taping, Plataforma vibratória e palmilha, como pode ser observado no Quadro 1.
| Autor | Amostra | Tratamento | Análise da dor | Resultado |
| Lorenzo et al.9 |
90 pacientes (36,6% homens, 63,3% mulheres) com média de idade de 52 anos com diagnóstico de Fascite Plantar |
Terapia por ondas de choque extracorpórea com suporte ecográfico e manutenção do efeito aos 3 e 6 meses. 3 sessões por 3 semanas. |
Utilização de escala visual analógica antes e após cada sessão e os 3 e 6 meses. |
Foram aplicados 2.000 pulsos por sessão, média intensidade de energia 0,45 mJ/mm2. Foi observada melhora estatisticamente significativa na Escala Visual Analógica, mantendo o resultado 6 meses pós-tratamento. |
| Imamura et al.10 |
29 pacientes (26 femininos e 3 masculinos) com idades entre 30 e 70 anos (média de 49 anos) portadores de fascite plantar. |
Agulhamento e infiltração de anestésicos locais, com uso de agentes físicos e cinesioterápicos, eletroterapia |
Escala visual analógica |
Houve redução estatisticamente significante da intensidade da dor em ambos os tratamentos. A inativação dos pontos-gatilhos miofasciais permite o alívio sintomático da dor e a recuperação funcional em menor tempo quando comparado ao uso de agentes físicos e cinesioterápicos isoladamente. |
| Carrozzino et al. 11 |
1 Paciente do sexo feminino, 53 anos, portadora de fascite plantar unilateral há cerca de dois anos. |
Crochetagem – 2 sessões semanais durante 5 semanas, totalizando 10 sessões. |
Escala numérica de graduação da dor |
Ao final das 10 sessões a paciente apresentou ausência de sintomatologia no pé esquerdo, em posição ortostática, e importante diminuição da dor à palpitação em tuberosidade medial do calcâneo no pé em tratamento. |
| Oliveira et al.12 |
20 indivíduos do gênero feminino, com o quadro de fascite plantar há mais de seis meses, com faixa etária de 25 a 65 anos. |
Meias impregnadas com biocerâmica por 30 minutos durante a noite |
Escala visual analógica de dor e Escala visual numérica de dor |
Houve diminuição significativa da dor, tendo uma melhora de 44,3%. |
| Bethrame et al. 13 |
14 voluntários com fascite plantar, na faixa etária entre 30 e 65 anos. |
Dry Needling® e Kinesio Taping®. 6 sessões, 4 de tratamento e 1 de avaliação e outra de reavaliação, sendo elas 1 vez por semana com duração de no máximo 20 minutos. |
Escala visual analógica de dor |
Ambas as técnicas são eficazes para diminuição da dor a curto prazo, podendo ser associados ao tratamento da fascite plantar. |
| Prigol et al. 14 |
2 indivíduos do sexo feminino com idade média de 63,5 anos, com diagnóstico médico de fascite plantar e pé plano flexível. |
Eletroterapia, exercícios convencionais de fisioterapia para tratamento da fascite plantar e exercícios de fortalecimento do complexo póstero lateral do quadril. Foram realizadas 2 sessões semanais totalizando 16 sessões de tratamento. |
Escala visual analógica de dor |
Obteve-se 100% na melhora da dor e um ganho médio de 6º na amplitude de movimento de dorsiflexão do tornozelo, porém não houve mudanças na altura dos arcos plantares para presente amostra. |
| Campos et al.15 |
1 indivíduo do sexo feminino, 53 anos, com diagnóstico clínico de fascite plantar há 18 anos. |
Plataforma vibratória – 10 sessões durante 10 minutos na frequência de 18Hz, com a paciente em sedestação em uma cadeira. |
Escala visual analógica de dor (EVA) |
Houve alteração na EVA, que obteve uma média de 7 no pré-sessão, entretanto, no póssessão a média encontrada foi de 4. |
| Funari16 | 10 indivíduos com diagnóstico de fascite plantar. |
Palmilha e Tratamento convencional (comparação) – Duração de 5 semanas |
Escala visual analógica de dor (EVA) |
Não houve relação entre a diminuição da descarga de peso estática, porém houve melhora do desempenho e o alívio da dor no grupo que utilizou palmilhas. |
No trabalho de Lorenzo et al.,9 aborda o tratamento com ondas de choque realizado em uma amostra de 90 indivíduos em três sessões durante três semanas. Para mensurar a dor dos pacientes, utilizou a Escala visual analógica de dor (EVA) que consiste num escore de aferição da intensidade de dor pelo paciente. Trata-se de uma escala em que 0 significa ausência total e 10 o nível de dor máxima suportável pelo paciente, que ao ser perguntado
deverá responder em que escala se encontra sua dor. Após as sessões, os autores relatam que os resultados obtidos em através do estudo, o SWT piezoelétrico focal aplicado em alta intensidade energética reduz a dor da fascite plantar desde a primeira sessão, melhorando e mantendo esse resultado mesmo 6 meses após o tratamento, demonstrando uma melhora significativa. De forma semelhante, o estudo de Imamura et al10., também utilizou
eletroterapia, com corrente farádica associada com alongamento dos músculos infiltrados.
Os autores utilizaram uma amostra de 29 pacientes com relatos de dor devido a fascite plantar, caracterizada como pontada, agulhada e latejamento, e que a maioria destes indivíduos já haviam realizado algum tipo de tratamento com anti-inflamatórios e que não houveram melhoras significativas. Os pesquisadores dividiram a amostra em 2 grupos, o primeiro grupo com 9 pacientes recebeu tratamento com estimulação farádica aplicada sobre os músculos da pantorrilha e na fáscia plantar, com sessões de ultra-som e alongamentos durante 15 segundos em 3 repetições consecutivas, 3 vezes por semana até que apresentassem melhora clínica. O segundo grupo, com 20 pacientes, recebeu a inativação dos pontos-gatilhos através da técnica de agulhamento e infiltração de lidocaína, semanalmente até a obtenção de melhorias, sem que ultrapassassem 10 aplicações. A termoterapia superficial com forno de Bier, a eletroterapia com corrente farádica e o alongamento dos músculos infiltrados foram realizados por 3 dias consecutivos após cada sessão de agulhamento e infiltração. Ao final, os resultados mostram redução percentual significante em ambos os grupos. Isto demonstra a efetividade dos dois métodos terapêuticos, porém a vantagem é observada quanto ao tempo no segundo grupo, dessa forma os autores sugerem a associação dos dois métodos.
Assim como os autores anteriores, Prigol et al.,14 também utilizou eletroterapia com a utilização de laser associada a exercícios, utilizando 2 sessões por 8 semanas com duração de aproximadamente 1 hora nas duas pacientes com quadro de fascite plantar. Para análise da dor, assim como todos os estudos abordados, se basearam na EVA, sendo utilizada antes e após cada sessão, as pacientes iniciaram as sessões com escala média de 4,5 e, assim como os estudos de Lorenzo et al.,9 e Imamura et al.,10 tiveram sucesso, terminando o tratamento sem dor alguma, o que comprova que é uma técnica eficaz para a redução da dor causada por fascite plantar.
Semelhante a técnica utilizada por Imamura et al.,10 Belthrame et al.,12 também utilizou técnica de agulhamento, chamada de Dry Needling® (DN), porém a fez em comparação com método de bandagem elástica com nomo comercial de Kinesio Taping® (KT) em 14 voluntários com diagnóstico de fascite plantar, divididos igualmente em dois grupos, o primeiro recebeu a técnica de agulhamento e o segundo de bandagem elástica. O primeiro grupo realizou um tratamento de 3 minutos de DN, sendo os primeiros 30 segundos imóvel, seguidos por manipulação das agulhas e posição, porém, 4 voluntários desistiram do tratamento, dando continuidade apenas 3 indivíduos. Já o tratamento KT durou 5 dias, tendo também desistência de 2 indivíduos pertencentes a esse grupo, dando continuidade apenas 5 pacientes. Ao final do tratamento, ambos os grupos obtiveram melhora, indicando uma
melhor qualidade de vida e funcionalidade para os voluntários do estudo, assim como os demais estudos aqui abordados.
A pesquisa de Carrozzino et al.,9 utilizou uma técnica diferente, a da crochetagem, na avaliação preliminar ao tratamento de sua amostra (1 mulher de 53 anos), a paciente quantificou sua dor em nível 8 na posição ortostática e nível 9 na palpação do pé esquerdo. Após dez sessões de tratamento, quantificou o nível 4 de postura em pé e o nível 4 de palpação do pé esquerdo. A paciente também relatou que suas atividades de vida diária melhoraram significativamente porque estavam limitadas pela dor.
Oliveira et al.,12 experimentou a utilização de meias impregnadas com biocerâmica em seu grupo de amostra, também dividindo-os em 2 grupos, com biocerâmica e placebo. Para a avaliação da dor, utilizou EVA associada a Escala Visual Numérica de Dor (EVN), aplicados no início do tratamento e após 60 dias. Na amostragem que usaram meias impregnadas de biocerâmica, o nível de dor foi reduzido, o que é um resultado positivo. Já para a amostra que
utilizou placebo, algumas melhoraram, algumas deterioraram e outras não tiveram mudança alguma em seu quadro. Sendo assim, os autores sugerem o método de meias impregnada com biocerâmica como coadjuvantes no tratamento para redução da dor causada pela fascite plantar.
Uma técnica diferente foi aborda por Campos et al.,15 que utilizou Plataforma Vibratória em amostragem de apenas uma paciente de 53 anos, assim como o estudo de Carrozzino et al., que utilizou o mesmo número de amostra, com a mesma idade e sexo, porém a técnica foi diferente, a da crochetagem. Na abordagem da Plataforma Vibratória, realizada em 10 sessões de 10 minutos cada com frequência de 18Hz a paciente apresentou ao final significativa melhora, uma vez que na escala EVA iniciou o tratamento com grau 7 e terminou com grau 4, isso foi devido a contração muscular ser ativada e aumentar a circulação sanguínea sem sobrecarregar a articulação. Dessa forma, foi possível comprovar a eficácia de outra metodologia no tratamento da dor da fascite plantar.
Por fim, o estudo de Funari 16 utilizou o tratamento de palmilha em 10 indivíduos, seu estudo teve como objetivo comparar esta técnica com a fisioterapia convencional, analisando ao final a escala EVA. De acordo com os autores, utilizou-se como intervenção: O programa de tratamento proposto foi realizado 2x na semana por 5 semanas, totalizando 10 atendimentos, mais um dia de avaliação e reavaliação. O tratamento foi baseado em terapia manual (mobilização na articulação subtalar de MID para ganho de supino, MIE para ganho de prono), exercícios de fortalecimento da musculatura intrínseca do pé e estabilizadora do tornozelo, alongamento da fáscia plantar e tríceps sural, juntamente com orientações para casa associado ao uso de palmilha sob molde, de acordo com análise plantar da paciente (FUNARI, 2019, p. 7).
O estudo indicou uma melhora considerável no plano proposto, porém, para confirmar sua eficácia, outros estudos precisam ser realizados para de fato comprovar sua colaboração ao tratamento da dor causada por fascite plantar.
Durante a análise do estudo, pode-se observar que a fascite plantar se refere à dor plantar, localizada no início da fáscia plantar, no nódulo medial do calcâneo. É uma inflamação causada por microtrauma recorrente na origem do tubérculo medial do calcâneo, ocorrendo com mais frequência em indivíduos obesos.
A fascite causa dor local e ao redor da base do calcâneo, que é uma das principais características do problema. Os motivos podem ser variados, desde distúrbios anatômicos até biomecânicos. Os tratamentos físico da fascite plantar envolvidos neste trabalho variaram bastante, porém três deles Lorenzo et al.,9 Imamura et al.,10 e Prigol et al.,14 utilizaram eletroterapia, e dois dos autores Imamura et al.,10 e Belthrame et al.,12, agulhamento, associados a outras diferentes técnicas.
Além dessas, a crochetagem de Carrozzino et al.,11 as meias impregnadas de biocerâmica de Oliveira et al.,12 as bandagens elásticas associadas de Belthrame et al.,12, a plataforma vibratória de Campos et al.,15 e a palmilha sob medida de Fumari16, embora sejam pouco conhecidas, auxiliaram sobremaneira no alívio de dor desses pacientes no tratamento da fascite plantar.
CONCLUSÃO
Com esta revisão de literatura foi possível conhecer um pouco mais sobre as diferentes técnicas e suas aplicações, cujas técnicas ainda não foram muito difundidas, visto pela quantidade limitada de artigos de estudo de caso encontrados.
Após o desenvolvimento deste estudo, ficou claro que as técnicas, principalmente quando associadas com outras metodologias trazem grandes benefícios e alívios para os pacientes que, conforme observado, já sofrem a algum tempo de fascite plantar.
Todavia, pode-se considerar que essas tecnologias necessitam de mais pesquisas para que possa ser utilizada em outras faixas etárias, e também na real causa da fasceíte, pois tende a afetar mais pessoas com o passar da idade.
Dessa forma, sugere-se que novas pesquisas com estudo de caso, relatando e comparando os resultados até mesmo para renovar a quantidade de artigos científicos, sejam realizados.
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11 CARROZZINO, A. A. G.; FRANÇA, D.; AMARAL, C. S.; CUNHA, F. G. Tratamento da fascite plantar unilateral pela técnica da crochetagem: um estudo de caso. Revista de trabalhos acadêmicos, n. 12, Anais – XIII Semana de Extensão – XV Jornada de Iniciação Científica, 2016.
12 OLIVEIRA, B. R.; FORTUNA, S. G.; BEGA, A. Uso de meias impregnadas com biocerâmica para o tratamento de fascite plantar. Revista Ibero-Americana de Podologia nov. 2019, 1(2): 65-68.
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14 PRIGOL, S.; COMERLATO, T. Efeitos do tratamento fisioterapêutico para fascite plantar, associado ao fortalecimento do complexo póstero lateral do quadril, em mulheres com fascite plantar e pé plano. Repositório Digital – URI Erechim. 2019.
15 CAMPOS, A. C. J.; OLIVEIRA, E. S. O.; SILVA, R. K.; WEIS, L. C. Utilização da plataforma vibratória na melhora da dor em fascite plantar: estudo de caso. Anais do V Salão de Ensino e de Extenção, 2014.
16 FUNARI, M. L. B Eficácia das palmilhas de total contato em comparação com o tratamento fisioterapêutico. Programa de Aprimoramento Profissional – Centro de Reabilitação USP – Ribeirão. Ribeirão Preto – SP, 2019.
Artigo Publicado em: 25/08/2022
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