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Benefícios do Laser de baixa intensidade no processo de cicatrização de úlceras de pressão

Benefícios do Laser de baixa intensidade no processo de cicatrização de úlceras de pressão

INTRODUÇÃO

Úlcera de pressão ou lesão por pressão pode ser definida como uma lesão tecidual devido a uma pressão excessiva em um determinado local por um tempo prolongado podendo resultar em uma interrupção do suprimento sanguíneo causando lesão ou morte tecidual. (ANDRADE et al., 2018). Desenvolvem-se nas superfícies de sustentação do corpo, sobre proeminências ósseas, gerando uma necrose isquêmica tecidual e podem ser atribuídas a fatores intrínsecos e extrínsecos, tais como á condição física e clínica do paciente relacionando-se à desnutrição, alterações vasculares, anemia, imobilismo no leito, condições neurológicas, perdas sensitivas, duração e direção da pressão aplicada sobre o tecido. (SILVESTRE & HOLSBACH, 2012).

Conforme a classificação recomendada pela European Pressure Ulcer Advisory Panel (EPUAP) as úlceras de pressão são classificadas em estágios, de acordo com a profundidade do acometimento e da divisa dos tecidos lesados de como no quadro abaixo:

Fonte: European Pressure Ulcer Advisory Panel and National pressure Ulcer Advisory Panel. Prevention and treatment of pressure ulcers; quick reference guide.Washington DC: National Pressure Ulcer Advisory Panel; 2009.

Os locais com mais incidência de acometimento por úlceras de pressão são as regiões: isquiática (24%), que pode chegar aos índices próximos de 50%, sacrococcígea (23%), trocantérica (15%), calcânea (8%), maléolos laterais (7%), cotovelos (3%), região occipital e escapular correspondem a 1%. A prevalência de úlceras de pressão varia de 2,7% ao máximo de 29,5% no ambiente hospitalar, que é consideravelmente alta. Em pacientes tetraplégicos (60%) e idosos com fraturas de colo de fêmur (66 %) atingindo altas taxas de complicações, acompanhando também as taxas de pacientes criticamente doentes (33%). De modo geral, aproximadamente 40% dos pacientes com lesões medulares que terminam o tratamento desenvolvem úlcera de pressão (COSTA et al., 2005; SILVESTRE & HOLSBACH, 2012).
A etiologia da úlcera de pressão (UP) é conhecida por uma pressão mantida constante sobre a pele por um tempo prolongado que induz o acontecimento isquêmico associado à deficiência de nutrientes e, levando necrose tecidual. Os estudos de COSTA (2005), descrevem que as pressões entre 60 e 580 mmHg no período de 1 a 6 horas pode causar uma úlcera. Estas úlceras de pressão podem se desenvolver em 24 horas ou levar até 5 dias para sua aparição. A função sensorial comprometida e a incapacidade de fazer mudanças apropriadas de decúbitos são outros fatores influentes. Se houver diminuição da pressão sobre os tecidos pode ocorrer recuperação em 24 horas. Segundo NASCIMENTO & MEJIA, 2012, caso isso não aconteça, irá ocasionar o aparecimento de um eritema com aspecto de palidez, em seguida ocorre à abrasão superficial, bolhas ou cratera rasa que indica o envolvimento da derme e com isso há também perda de toda a espessura da pele, se tornando aparente a úlcera com aspecto de uma cratera profunda. O sangramento é mínimo e os tecidos ficam rígidos e com a temperatura elevada. A formação de crosta assinala a perda de toda a espessura da pele. Geralmente, tem a presença de canalização ou escavação (COSTA et al., 2005; NASCIMENTO & MEJIA, 2012).

A prevenção para que não ocorram quadros de ulcerações é sem dúvida o aspecto de maior importância, pois uma vez desenvolvida a úlcera, o tratamento pode ser trabalhoso e custoso. A fisioterapia atua de diversas formas, promovendo mudanças de decúbito para que a pressão excessiva no tecido não oferece risco ao mesmo; exercícios ativos e passivos, pois a movimentação passiva dos membros melhora a circulação sanguínea aumentando a oferta de oxigênio aos tecidos; na observação do estado geral do paciente, bem como a integridade física da pele e deambulação precoce para prevenção de aparecimento de processos ulcerativos (COSTA et al., 2005; RAMIRES & MEJIA, 2012; SILVESTRE & HOLSBACH, 2012).

Uma vez instalado o quadro de ulceração, o primeiro passo é manter o alivio da pressão, em seguida manter a higiene da região afetada com água e sabão ou algum outro meio surfactante e deve-se estar atendo a dieta nutricional do paciente, pois isso é fator de interferência no processo de cicatrização (COSTA et al., 2005). Existem também recursos medicinais medicamentosos, para abolir o quadro inflamatório e estimular a reparação tecidual, porém mesmo tendo eficácia, são efeitos demorados e algumas úlceras podem se desenvolver em local de fácil contaminação e o tratamento local se dá por meio do desbridamento e em alguns casos é necessário procedimento cirúrgico (RAMIRES & MEJIA, 2012; SILVESTRE & HOLSBACH, 2012).

O papel da fisioterapia para o tratamento da úlcera de pressão será atuar com a finalidade da redução do período de cicatrização deste, com recursos como aplicações de ultrassom, microcorrente, radiação infravermelha, alta frequência, para melhora do trofismo da área atingida, diminuição do processo inflamatório e aceleração do processo de reparo, oferecendo aos indivíduos um retorno mais rápido às suas atividades sociais e de vida diária, trazendo uma melhora na qualidade de vida (GONÇALVES & PARIZOTTO, 1998). Proporciona também medidas preventivas, como por exemplo, a integridade da pele e a mudança de decúbito no leito, evitando assim as úlceras de pressão, outro recurso oferecido é o laser de baixa potência (Souza A. J.G, et al. apud ROCHA; MIRANDA e ANDRADE, 2006).

O tratamento com laser vem sendo proposto de forma a oferecer energia de modo pulsado ou contínuo e tendo comprimentos de ondas no espectro visível e invisível, deve-se medir o comprimento de ondas em nanômetros (nm). Existem vários tipos de laser. O tratamento proposto para a úlcera de decúbito utiliza o laser com potências variando entre 1 e 300 milliwatts (mW), classificados como laser de baixa intensidade (LBI) ou baixa potênci (CHAVANTES, 2008)

As características que tornam a luz deste laser uma fonte terapêutica são a monocromaticidade, coerência e colimação. O mercado traz vários tipos de LBI como, por exemplo, o Hélio-Neon (HeNe) 632,8 nm, Alumínio-Gálio-Índio-Fósforo (AlGaInP) 660 nm, Arseneto de Gálio (AsGa) 904 nm, e o Gálio-Alumínio-Arseneto (GaA1As) 620-830 nm. Estes podem ser utilizados para aplicação de forma pontual ou varredura (RAMIRES & MEJIA, 2012)

A aplicação pontual é realizada da seguinte forma, os pontos são marcados na área a ser tratada. Esta área ou a ponteira do laser devem ser cobertas com um filme de PVC (policloreto de vinila) para prevenção de possível contaminação tanto da ponteira quanto da lesão. A dose para cada ponto e o tempo é calculado pelo próprio equipamento. (RAMIRES & MEJIA, 2012; SILVESTRE & HOLSBACH, 2012).

O laser de baixa intensidade (LBI) tem se destacado no tratamento de úlceras de pressão, pois auxilia no processo de reparo tecidual, por causa das baixas densidades de energia utilizadas e comprimentos de ondas com capacidade de penetrar nos tecidos sem produzir calor, por isso não causam danos ás células e tecidos, sendo considerado como
moduladores de processos biológicos no tecido alvo (RAMIRES & MEJIA, 2012; SILVESTRE & HOLSBACH, 2012). O laser tem ação importante atuando de forma analgésica com a liberação de endorfinas, proporcionando ao organismo uma melhor resposta para combater a inflamação, tem ação bactericida promovendo a produção de leucócitos no leito da ferida degradando tecidos desvitalizados e atuando na formação de novos vasos, possui ainda uma reação fotoquímica que altera a permeabilidade da membrana celular e é utilizado para estímulo da cicatrização de feridas. (CHAVANTES, 2008).

O objetivo deste trabalho é verificar os efeitos do laser de baixa intensidade, no processo de cicatrização da úlcera de pressão.

MÉTODOS

Trata-se de um estudo de revisão bibliográfica em que foram analisados estudos de forma a investigar a eficácia do laser de baixa potência no tratamento fisioterápico em pacientes portadores de úlcera de pressão. A busca foi realizada nos bancos de dados: scielo, google acadêmico, medline e livros. As palavras chaves utilizadas foram: laser, úlcera de pressão, cicatrização e benefícios. Como critério de inclusão foi realizada a seleção de artigos cujo enfoque foi os benefícios de laser de baixa potência na cicatrização de úlceras de pressão.

Foram excluídos os artigos de laser de alta intensidade e outras técnicas para este tipo de tratamento.

RESULTADOS

A tabela abaixo expressa os resultados obtidos nos estudos sobre a eficácia da utilização do laser de baixa potência na cicatrização da UP.

DISCUSSÃO

Na busca de um processo de cicatrização rápido de úlcera de pressão, pode-se verificar em todos os artigos revisados a importância do laser de baixa potência. Um aspecto importante encontrado por Silvestre & Holsbach (2012) foi à diferença de graus de escaras e em diferentes regiões o qual levou a uma variação do comprimento de onda para cada tipo de grau, pois fisiologicamente os comprimentos de 660 nm e 632,8 nm são utilizados em escaras de graus mais leves como nos graus I e II, pois são mais superficiais já no caso de comprimentos de onda de 830 e 904 e utilizado em grau III por ser mais profundo. No entanto, o objetivo principal de autores como Lima (2013), Lopes (2010), dentre outros citados no decorrer desta revisão, foi mostrar a eficácia do laser de baixa potência, pois mesmo havendo variação de onda, todos utilizaram laser que se enquadram em uma escala de baixa potência. Relatando ter obtido os mesmos efeitos, aumento da proliferação de fibroblastos, aceleração da proliferação tecidual levando ao fechamento total da lesão em pouco tempo.

Para escolha do melhor comprimento de onda, Ramos (2014), levou em conta o grau da UP e avaliações para mensuração de tamanho e profundidade das mesmas, utilizando paquímetro para identificação do tamanho e um swab para profundidade. Quanto maior diâmetro e mais profunda a UP, maior deve ser o comprimento de onda para a cicatrização do tecido.

Goncalves & Parizotto (1998), estudaram o processo de cicatrização cutânea e viram que os tecidos vivos na presença de traumatismo tecidual, tiveram uma cascata de eventos complicados vasculares, celulares e bioquímicos. Com isso o laser teve por objetivo substituir as células mortas por células saudáveis, ocorrendo assim, um processo de reconstrução tecidual chamado de reparação. Foi visto ainda que o processo de reorganização celular, inclui a reconstrução tissular, observando-se os seguintes componentes para efetivação deste processo: coagulação, inflamação, fibloplasia, deposição matricial, angiogênese, epitelização e contração. Esta reparação é constituída de quatro fases hemostasia, inflamação, fase proliferativa e fase de remodelagem, os quais o laser de baixa intensidade, com sua luz terapêutica, tem a capacidade de acelerar estas fases, reduzindo o tempo de exposição destas feridas.

Jacinto et al. (2011) realizou estudos dos efeitos do laser em uma úlcera de pressão localizada na região sacral classificada como grau III, por isso a utilização da caneta laser AsGa 904 nm já que fisiologicamente a mesma atinge tecidos mais profundos com isso no final de 33 sessões de aplicação do laser de forma pontual o resultado obtido após o período de três meses de tratamento, foi de aumento da vascularização local, aceleração da proliferação tecidual e formação de um tecido de granulação mais organizado, favorecendo a rápida cicatrização conforme a  figura 1

Figura 1. Processo de cicatrização de uma ulcera sacral

Segundo Lima et al. (2013) em uma úlcera de pressão grau II na região de calcâneo utilizando uma caneta de GaAs 904 nm, observou-se que a partir da 6º sessão ocorreu um pico máximo de velocidade reparo tecidual e ao término de 14 sessões houve fechamento total da lesão, acreditando-se no efeito bioestimulador do laser agindo diretamente nas mitocôndrias levando a alterações químicas na membrana citoplasmática e no processo enzimático, tendo
atuação sobre a atividade mitótica, síntese de ATP e reparo tecidual.

Já Lopes (2011) obteve completa e rápida cicatrização de uma úlcera na região isquiática direita grau II utilizando uma caneta ALGaInP 660nm com uma duração de 12 sessões, concluindo efeitos bioquímicos e fisiológicos nos tecidos com indução da cicatrização da ferida.

Nascimento & Mejia (2012) diz que segundo estudos por eles revisados o laser de baixa potência tem sido de grande valia para a cicatrização, pois controla sinais e sintomas do processo inflamatório e aumenta a proliferação de fibroblastos. Em estudo, utilizou-se o laser AsAlGa de 830 nm para tratar uma úlcera na região de calcâneo grau III durante 10 sessões e ao término das mesmas houve cicatrização completa da úlcera em região de calcâneo.

Ramires & Mejia (2012) relataram um estudo de caso no qual a região lesionada foi o calcâneo esquerdo, de grau II. A aplicação do laser utilizado foi a caneta AsGa 632,8 nm, com modo de aplicação em varredura e no término de 16 sessões houve redução do quadro álgico e cicatrização total da lesão.

Os autores Silveira & Holdbach (2012), encontraram em seus estudos a constatação da eficácia do laser em acelerar o processo de cicatrização utilizando uma caneta AsGa de 904 nm em um período de 14 sessões em uma úlcera localizada no calcâneo de grau II.

Vitoreti & Nascimento (2004) também conseguiram resultados satisfatórios com o uso do laser de baixa potência, utilizaram uma caneta do laser HeNe de 632,8 na região de calcâneo e com 8 sessões foi obtido o fechamento total da úlcera de pressão.

CONCLUSÃO

De modo geral os autores citados nesta revisão chegaram a uma só conclusão que os efeitos da luz terapêutica do laser possuem muitos benefícios no processo de indução e aceleração da cicatrização da úlcera de pressão.

REFERÊNCIAS

ANDRADE, C.C.D.; RIBEIRO, A.C.; CARVALHO, C.A.S. et al. Ocorrência de úlcera por pressão e perfil epidemiológico e clínico dos pacientes internados em uma unidade hospitalar da Fundação Hospitalar de Minas Gerais. Rev Med Minas Gerais; 28 (Supl 5): e-S280520, 2018.

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CHAVANTES, M. C.; TOMIMURA, S. Classificação dos Lasers. In: Laser em Biomedicina: princípios e práticas. 1 ed. São Paulo: Atheneu, 2008. Cap. 5, p. 41-67.

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Artigo públicado em: 22/04/2021



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