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Avaliação Ergonômica da Caixa de Assistência dos Empregados do BANEB – CASSEB

Avaliação Ergonômica da Caixa de Assistência dos Empregados do BANEB – CASSEB

O índice de doenças músculo-esqueléticas relacionadas ao trabalho, vem crescendo exageradamente nos últimos anos, tendo como principais causas fatores biomecânicos, organizacionais no trabalho e psicossociais. Os esforços repetitivos, trabalho estático e posturas inadequadas estão presentes na maioria das atividades profissionais. Estas condições de trabalho são causas para o aparecimento ou agravamento de lesões, principalmente no sistema músculo-esquelético, conhecidas como LER (lesões por esforços repetitivos) ou DORT (doenças ocupacionais relacionadas ao trabalho). As Lesões por Esforços Repetitivos ou Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (LER/DORT) são as doenças de maior prevalência entre as relacionadas ao trabalho em nosso país. De acordo com o INSS são a segunda causa de afastamento de trabalho no Brasil. Individualmente causam muito sofrimento, incapacidade e longos períodos de afastamento. Estudos apontam que as empresas brasileiras gastam anualmente R$ 24 bilhões com funcionários temporariamente afastados por doenças ocupacionais, em média, a despesa do empregador é de R$ 89 mil, por trabalhador/ano; entre encargos sociais, complementação salarial e pagamento ao funcionário temporário que irá suprir o funcionário durante sua licença.

Devido a esta realidade se faz cada vez mais necessário assegurar a energia e o compromisso das pessoas com novas formas de trabalho e de comportamento. Estimuladas por um ambiente de trabalho agradável, recompensador e envolvente, um componente importante desta estratégia é incentivar as pessoas a uma nova cultura de hábitos saudáveis, tornando-as capazes de condicionarem-se e permanecerem fisicamente capazes para realização de sua atividade laborativa, na sua vida diária (profissional, familiar e no lazer) e ter ainda reservas suficientes de energia para eventuais necessidades físicas extras. A preocupação com a saúde dos funcionários, considerados pelas filosofias administrativas mais modernas como parceiros internos da empresa, já é uma realidade de muitos setores produtivos, que comprovaram ser possível oferecer qualidade de vida aos funcionários ao mesmo tempo em que são gerados benefícios reais para a empresa.

Este trabalho tem como objetivo geral : Promover a qualidade de vida no trabalho através do bem-estar físico e mental dos funcionários da CASSEB. Objetivos específicos : Levantar o perfil dos funcionários; realizar um levantamento das principais posturas adotadas durante o expediente; analisar a postura e movimentos dos funcionários em seu posto de trabalho; identificar desajustes na organização do trabalho; planejamento da remodelação e melhoria dos setores analisados.

A CASSEB- Caixa de Assistência dos empregados do Baneb é uma entidade civil sem fins lucrativos criada pelos funcionários do Baneb em 1967, sendo regida por estatuto aprovado em Assembléia de Associados, que tem objetivo principal prestar serviços médicos-assistênciais de qualquer natureza aos associados e dependentes econômicos e outras pessoas com as quais mantiver contrato de adesão. Funciona como modelo de auto-gestão organizando e administrando o programa de assistência à saúde dos credenciados.

É composta por 80 colaboradores divididos em 40 funcionários, 23 estagiários, 17 prestadores de serviços. Os colaboradores estão distribuídos nos setores: Centro Fisioterapêutico, Serviços Gerais, Faturamento, Medicina Preventiva, Raio-X, Manutenção, Credenciamento, Serviço Social, Centro Cirúrgico, Recepções, CPD, Portaria, Secretaria, Diretoria, Pagamento, Arquivo, Gerência, Perícia Médica. O horário de funcionamento para os credenciados e afins é das 7:00 às 17:00 horas. Atende os credenciados do estado da Bahia.

O trabalho executado consiste no atendimento ao associado, consultas médicas, exames, microcirurgias, curativos, bem como toda a parte burocrática responsável pela liberação para procedimentos, internações, perícia médica, pagamento, faturamento, credenciamento.

O local para a realização do trabalho foi na sede da CASSEB situada em Salvador, Bahia.

A avaliação ergonômica foi realizada através da coleta de dados mediante 1. a utilização de um questionário, 2. observação da atividade real no posto de trabalho, 3. tiragem de fotos.

O questionário continha 23 questões fechadas referentes a: idade, sexo, peso, altura, turno, horas extras, satisfação da atividade desenvolvida, satisfação com o ambiente de trabalho em relação à mobília, equipamentos, iluminação, ruídos, temperatura, presença de dor (parestesia e sensação de peso), absenteísmo, orientações posturais e prática de atividade física.

Aliado ao questionário foi utilizado a observação do local de trabalho e da postura adotada pelos funcionários.

Realizou-se uma análise das posturas mantida pelo profissional na posição de trabalho – posição sentada; as compensações, posição dos braços, cotovelos, mãos, coluna, pernas e pés. E a sua relação com o meio.

•  Postura: posição estática com apoio da cadeira, rotação de tronco, repetitividade dos movimentos, pausa durante a jornada, sustentação de membros superiores acima de 90 0 de flexão de ombros, posição dos punhos, das pernas e pés.

•  Ambiente: ruídos, iluminação, temperatura, distribuição de funcionários em relação ao ambiente, cadeira regulável e giratória, altura do monitor, apoio para pés e punho, reflexos em tela, espaço para pernas, decoração e humanização.

ANÁLISE ERGONÔMICA DO POSTO DE TRABALHO:

1 –  EM RELAÇÃO À ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO:

Apesar do quadro de colaboradores (funcionários, estagiários e prestadores de serviços) ser composto por 80 pessoas; foram avaliadas o total de 65 colaboradores equivalente à 81% do quadro geral, em virtude de férias, atestado no período e a não entrega do questionário no prazo estipulado.

Os prestadores de serviços médicos não foram avaliados.

Pausas

Os colaboradores que trabalham diretamente com computadores (CPD, Faturamento, Pagamento) referem o não estabelecimento de qualquer período de pausa durante a jornada de trabalho .

Horas extras

Em relação as horas trabalhadas excedidas os avaliados informam:

3% referem ganho de horas extras sendo estes prestadores de serviço,1,5% recebe folga, 43% relataram que não ultrapassam seu horário de trabalho

25% compensam e dezessete, 27% quando ultrapassam o horário do expediente não são compensados.

Sobrecarga de trabalho

Quando questionados sobre presença de cansaço (entendendo-se também excesso de trabalho, monotonia, repetitividade, desestimulação) durante suas atividades observa-se que: 12% sentem-se cansados, 42% responderam que se sentem pouco cansado e para 46% não há queixa de cansaço.

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2 – EM RELAÇÃO AO AMBIENTE FÍSICO

Iluminação:

Presença de reflexo em todas as telas dos monitores, ausência de protetores de tela, posicionamento inadequado dos computadores em relação às janelas e luminárias; o que determina a necessidade de reavaliação e distribuição adequada da iluminação.

Ruídos:

Dentre os colaboradores 28% relatam que o barulho interno: conversa e principalmente o ruído do ar condicionado prejudica o entendimento das solicitações, bem como, a sua concentração.

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Temperatura:

88 por cento acreditam que a temperatura é agradável, contudo 6%sentem frio e 4% sentem calor.

Humanização:

Necessária atenção especial nos setores: CPD, Faturamento e Pagamento, os quais são considerados os mais preocupantes por determinados motivos: uso constante e direto do computador, carteiras bastante próximas umas das outras impedindo por vezes o alongamento dos membros inferiores, ausência de humanização (decoração, plantas, quadro de mensagem…). Esses aspectos contribuem no surgimento de estresse, cansaço, irritabilidade, desmotivação.

3. EM RELAÇÃO AO MOBILIÁRIO

– Mobiliário não ergonômico, presença de mesa e cadeiras não reguláveis e não adequadas ao sistema de informação. Os mobiliários que possuem regulagens, estão mal adaptados por falta de orientação, desta forma, favorecendo posturas inadequadas e incompatíveis com a Qualidade de Vida no Trabalho.

– Presença em alguns setores de cadeiras que possuem um dispositivo que força a contração contínua da musculatura paravertebral proporcionando o surgimento de fadiga muscular e dores intensas na região da coluna.

– Na central de processamento de dados (CPD) os computadores estão sobre bancadas fixas e as cadeiras não são reguláveis forçando o operador, mesmo se bem orientado, adquira posição errônea dos membros em relação à máquina.

– Monitores situados em nível visual inferior ao recomendado interferindo tanto na fadiga visual como na utilização indesejada de grupos musculares.

– Ausência de apoio para punho facilitando a flexão e extensão além do recomendado e desvio ulnar favorecendo o aparecimento das síndromes do túnel do carpo e D’Quervain, comuns em digitadores.

– Espaço interno das mesas estreito, insuficiente para a movimentação das pernas.

– Ausência de apoio para os pés. O mau posicionamento dos membros inferiores propiciam sensação de peso, formigamento e dor além de também ser responsável por insuficiência valvular e varizes.

– Ausência de suporte de texto nos computadores onde são realizadas consideráveis quantidades de digitação de texto , estimulando a rotação indesejada do tronco (postura considerada como grande vilã das dores nas costas), tensão em ombros e região cervical.

– Cadeira do elevador excessivamente baixa para a função exercida pelas ascensoristas forçando-as a manter os membros superiores e ombros elevados, postura altamente maléfica.

4.  Em relação desequilíbrios posturais

Apesar de 58% dos avaliados informarem já terem sido orientados sobre a correta postura a ser adotada no posto de trabalho, foi constatado a ausência de consciência postural de forma unânime, com sobrecarga de grupos musculares, desvios posturais e manutenção errônea de membros em todos os avaliados durante a execução de suas atividades. Tal atitude reforça a opinião que apenas orientação sobre a postura adequada não é o bastante; é necessário um acompanhamento contínuo de suas atividades associado à campanhas periódicas de sensibilização e educação.

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Dentre as posturas inadequadas pode-se citar: anteriorização de cabeça, de coluna cervical e torácica alta favorecendo o aumento da cifose e surgimento de dores, elevação acima de 90 0 e anteriorização dos ombros, flexão do cotovelo menor que 90 0 dos cotovelos, flexão e rotação do tronco, anteversão da pelve com aumento da lordose, desvio ulnar e flexão de punhos, elevação de pés, desalinhamento das pernas e pés. ( vide anexo – tomada de fotos)

A conseqüência dos desajustes ergonômicos e posturais não poderia ser diferente da realidade observada: 92% dos avaliados referem dor em inúmeros locais do corpo, podendo ser conferida no gráfico a seguir.

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Pode-se observar alto percentual de queixa de dor em inúmeras partes do corpo sendo encabeçado pela dor na coluna cervical e lombar referida por 64% e 52%, respectivamente. A região referida como menor percentual de dor foi a dos ombros, com 18%; porém se avaliarmos que teoricamente as tarefas exercidas não exigem movimentos de elevação de ombro (exceto a ascensoristas) no universo de 65 avaliados, esse percentual é elevado.

Outro fato alarmante é que as dores intensas foram responsáveis pelo absenteísmo em 10% dos funcionários por aproximadamente 3 dias/ano. Essa informação seguramente, se fosse investigada junto ao arquivo do médico do trabalho, seria bem mais preocupante.

27% dos Colaboradores apresentam além das queixas dolorosas, sintomatologia de DORT/LER como sensação de formigamento e peso no membro.

RECOMENDAÇÕES ERGONÔMICAS:

Da Organização do Trabalho:

–  Sobrecarga de trabalho

Realizar uma pesquisa/investigação sobre quais os fatores que contribuem para esse cansaço e/ou insatisfação, com uma posterior extinção de tal fatores. A desmotivação e cansaço afetam diretamente o desempenho funcional, bem como, aumenta a possibilidade do desenvolvimento de doenças ocupacionais, estresse e insatisfação.

–  Pausas

Estabelecer pausas de 10 minutos a cada 50 trabalhados nos setores de pagamento e faturamento, ou estimular micropausas. É preconizado pelo Ministério do Trabalho através da Norma regulamentadora 17, 10 minutos de pausa a cada 50 minutos trabalhados. A inexistência da pausas, isto é, o não cumprimento das pausas previstas em lei é um fator estressante e motivador do desencadeamento de doenças ocupacionais.

–  Horas extras

Eliminar horas extras por acreditar ser pratica nociva à Qualidade de Vida no Trabalho. Evitar a ultrapassagem da carga horária estabelecida.

Das Condições do Ambiente Físico:

–  Iluminação:

Viabilizar projeto de iluminação adequado para melhoria do nível de luminosidade e extinção dos reflexos de tela.

Deve-se levar em consideração a disposição da janela, das mesas e luminárias, a intensidade de radiação, bem como ao próprio equipamento. A iluminação adequada do ambiente é um fator fundamental para reduzir a incidência de fadiga visual (dores de cabeça, irritação nos olhos, lacrimejamento e mal estar), principalmente no que diz respeito a evitar reflexos na tela do monitor.

–  Ruídos:

Manutenção dos equipamentos de ar condicionado com extinção do ruído provocado pelos mesmos. O nível de ruído interfere na compreensão da solicitação do cliente, irritação, distração e conseqüentemente queda na qualidade do atendimento, podendo até ser responsável por déficit na audição.

– Temperatura:

Projetos de controle térmico com uniformidade e adequação da temperatura. Ambientes quentes provocam sonolência, aumento da fadiga, posturas depressivas e prostrações, tornando o trabalho menos produtivo e expondo o trabalhador a uma maior possibilidade de errar. Temperatura baixa diminui a concentração e maior propensão a inflamações e espasmos musculares.

– Humanização:

Reformulação no “Layout” do setor Faturamento e CPD, favorecendo o espaço adequado entre carteiras e abaixo das mesas importante para permitir mudança de postura e alongamento dos membros inferiores. Recomenda-se que a largura da mesa deve ser de 60 cm , no mínimo. A profundidade deve ser de pelo menos 40 cm na parte superior e 100 cm na parte inferior, junto aos pés.

Humanização do ambiente de trabalho. Sempre que possível o ambiente deve ser humanizado com plantas, quadros, painéis para mensagens etc, contribuindo para o bem estar do colaborador.

Do Mobiliário:

– Aquisição de mobiliário “ergonômico” : mesas e cadeiras reguláveis.

– Aquisição de cadeira apropriada para ascensoristas.

– Reestruturação dos arquivos visando diminuição do peso e favorecendo a redução de cervicalgias e lombalgias no referido setor.

– Aquisição de equipamentos para elevação dos monitores. Posição de monitores fora do nível recomendado de visão interfere tanto na fadiga visual como na utilização indesejada de grupos musculares, o que propicia dores em pescoço, ombros e coluna.

– Suporte para documentos. É recomendado que as informações escritas fiquem no nível da visão impedindo a elevação da cabeça, elevação dos ombros e rotação do tronco, posturas que influenciam o aparecimento de doenças ocupacionais.

– Apoio para o punho. Para evitar a flexão e extensão do punho além do recomendado e evitar o desvio ulnar favorecendo o aparecimento das síndromes do túnel do carpo e D’Quervain, comuns em digitadores.

– Apoio para os pés que tem como objetivo facilitar a posição adequada dos membros inferiores e favorecer melhora da circulação.

Das Posturas:

– Desenvolver um programa de reeducação postural através de conceitos básicos da boa postura e da conscientização dos colaboradores sobre a postura adequada e os reflexos em sua saúde.

– Implantar programa de “Escola de Postura” em vista do número excessivo de portadores de lombalgia que poderá ser extensivo para os associados. Trata-se de um método terapêutico-pedagógico onde os participantes terão noções básicas de anatomia, fisiologia da dor, relaxamento, alongamento, posturas ideais nas suas atividades diárias com o objetivo de tornar o indivíduo agente ativo na prevenção das dores.

– Realização de tratamento específico e direcionado aos portadores de algias mais intensas na coluna e portadores de graves desequilíbrios posturais e/ou dolorosos.

– Implantar programa de exercícios laborais. O programa de exercício laboral é caracterizado por uma atividade desenvolvida no ambiente de trabalho, durante a jornada laborativa atuando de forma preventiva e terapêutica, através de exercícios educativos de alongamento, respiração, reeducação postural, controle e percepção corporal que vão compensar as estruturas envolvidas nas tarefas ocupacionais e fortalecer as estruturas não trabalhadas.

– Aquisição de mobiliário segundo critérios ergonômicos. O êxito de um programa de prevenção de doenças ocupacionais só é possível através da conscientização da sua real importância tanto por parte dos colaboradores quanto dos empresários. Para que a postura ideal e correta possa ser mantida é fundamental e inquestionável que o mobiliário seja ergonômico, isto é, adaptado as características físicas de cada pessoa.

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Pode-se observar nos últimos anos a redução na incidência dos acidentes de trabalho visto a preocupação dos empresários em relação aos equipamentos de segurança pessoal. Contrapondo-se a essa realidade as pesquisas mostram um aumento extraordinário nos casos de doenças oriundas do ambiente de trabalho, as famosas DORT (Doenças Osteomusculares Relacionadas ao Ambiente de Trabalho) comumente conhecidas como LER (Lesões por Esforços repetitivos). Este fato se dá principalmente devido a visão imediatista e mercantilista da empresas brasileiras, onde se preocupam especialmente com as questões que interferem visivelmente no seu rendimento. É um erro substimar o valor gasto com um trabalhador acometido por doença ocupacional (gastos com consultas médicas, exames, medicação, absenteísmo, redução na produtividade e qualidade dos serviços, problemas psicológicos). O valor gasto por um trabalhador que sofre acidente de trabalho é equiparado e muitas vezes até menor que um portador de doença ocupacional. Através desse estudo pode-se constar à necessidade imediata da implantação de um Programa de Qualidade de Vida no Trabalho na CASSEB no intuito de prevenir futuros e maiores transtornos a curto e médio prazo. Essa conclusão pode ser constatada através do alto índice de profissionais com 1) utilização de sobrecarga muscular e queixas de dor 2) ambiente ergonomicamente inapropriado 3) posturas incorretas 4) índice de absenteísmo, 5) presença sintomatologia de DORT/LER, 5) aumento das consultas médicas e tratamento fisioterapêutico.

Campanhas de sensibilização e orientação postural não são suficientes para eliminar os fatores de risco e vícios posturais adquiridos durante anos. Esses vícios posturais só poderão ser modificados através de treinamento para substituir antigos hábitos e tornando as posturas corretas um reflexo condicionado.

Sendo assim, a implantação de um Programa de Qualidade de Vida no Trabalho baseada nos princípios ergonômicos é a forma mais eficaz de prevenção e melhoria na satisfação dos colaboradores e consequentemente maior eficiência na execução dos serviços prestados.

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