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Abordagem Fisioterapêutica na Prevenção da Lombalgia Ocupacional

Abordagem Fisioterapêutica na Prevenção da Lombalgia Ocupacional

A lombalgia constitui uma das maiores causas de afastamento do trabalho, os altos índices de dor na coluna lombar relacionado a ocupação laboral é um sintoma que interfere nas atividades diárias, causando limitações e até invalidez temporária, dependendo do grau de acometimento. (RAG et al, 2008).

A patologia é a segunda dor mais frequente no homem, logo depois da cefaleia, é uma das principais causa de incapacidade para o trabalho. Estima que 80% das pessoas sofrerão de algum episódio de dor lombar. Essa dor é inespecífica em 85% – 90%, ou seja, não consegue identificar sua causa com exatidão. (MACEDO, 2011).

A classificação internacional de comprometimento, incapacidades e deficiências da organização mundial de saúde, reconhece a lombalgia como comprometimento que leva perda e anormalidade das estruturas da coluna lombar. (H JUNIOR et al, 2010).

A dor de qualquer etiologia pode ser considerada como uma sensação desagradável que serve como alerta de proteção do organismo. (MAZIERE et al, 2007).

Posturas incorretas provocam fadigas e sintomatologia dolorosas. Trabalhadores inseridos num sistema de automação do trabalho que o força a realizar movimento repetitivo além das características da idade, equipamentos inadequados e as condições dos postos de trabalho contribuem para a perda da amplitude de alguns movimentos (CHOU, et al, 2007).

A lombalgia pode ser dividida em aguda, subaguda e crônica. Esta divisão pode parecer superficial, mas ela divide em dois grandes grupos, a lombalgia aguda, geralmente com boa evolução e a lombalgia crônica, representando um verdadeiro problema de saúde pública (MORAES, 2011).

A dor na coluna lombar é a principal causa de afastamento de trabalhadores do seu ambiente de trabalho e está relacionado a atividades laborais que exigem sustentação prolongada de tronco com sobrecarga. (GUMOES, et al, 2007).

Entre 10% – 20% dos casos de dor lombar evoluem para o quadro crônico, os quais são responsáveis pela maior parte dos custos associados as doenças ocupacionais. (ABREU, et al, 2008).

Estima-se que os fatores psicológicos são de relevância na evolução da patologia aguda para a crônica e posterior incapacidade funcional, portanto deve-se considerar o perfil do indivíduo com dor lombar, já que o equilíbrio entre os fatores psíquicos dos aspectos culturais e econômicos se traduzem pela boa resposta terapêutica. (BRIGANO, et al, 2009).

No período intrauterino, a coluna apresenta uma única curva de concavidade anterior após o nascimento, com controle de pescoço e cabeça, desenvolve-se uma curvatura cervical de convexidade anterior, quando a criança começa a desenvolver controle de tronco com atividade de sentar e engatinhar desenvolve uma curvatura na região lombar de convexidade anterior. Ao nível torácico fica mais evidente a curvatura inicial se completando com a inclinação da pelve, em oposição ortostática ou a deambular, formando assim a cifose sacrococcígea. As curvas fisiológicas tem maior flexibilidade por conta de substratos anatômicos, que vão fazer com quer aumente a capacidade da coluna vertebral contra choque, mantendo sua estabilidade estrutural e protegendo a medula espinal e deformidade e movimento bruscos. (MOREIRA; FUENTES; CORREA, 2010).

As queixas mais frequentes relacionados ao problema da coluna vertebral, principalmente a região lombar, constitui o motivo de consultas cotidianas de frequentes de indivíduos dos consultórios médicos. (NEUBARTH, 2008).

Aproximadamente 75% – 80% dos adultos sofrerão de dores lombares em algum momento de suas vidas. (CHOU et al, 2007; AMERICAN SOCIETY OF AEROSPACE MEDIGAE ESPECIALISTS, 2010).

Na posição Ortostática com apoio bipodal simétrico dos membros inferiores, observa-se uma curvatura fisiológica anteriorizada da coluna cervical e lombar, e uma curvatura fisiológica posteriorizada das colunas dorsal e sacral. Já no apoio do bipodal assimétrico, a coluna lombar apresenta em decorrência da báscula da Pélvis, aumento da concavidade para o lado do apoio e de forma compensatória, a coluna dorsal assume um comportamento oposto e adota uma concavidade aumentada para o membro sem carga, em seguida a coluna cervical adota uma curvatura para o lado do membro sem carga, curvatura lombar, isto é, de concavidade para o lado de apoio. (FERNANDES et al, 2009).

O tratamento está baseado em terapia medicamentosa, fisioterapia e a reeducação do paciente, através da postura, pois a postura é um dos vilões que leva a essas disfunções. Sendo esses os alicerces para o tratamento da dor lombar ocupacional (JUNIOR, H. et al, 2010).

O objetivo é relatar a abordagem fisioterapêutica na prevenção da lombalgia ocupacional através de uma revisão bibliográfica.

MATERIAIS E MÉTODOS

Para atingir tal objetivo o trabalho foi desenvolvido a partir de artigos indexados, coletados em bibliotecas virtuais (BIREME / MEALINE, LILACS/SCIELO), Google Acadêmico e Revistas Científicas publicadas no período de 2007 a 2011. Desses, encontrou-se 98 artigos indexados, no entanto, foram trabalhados apenas 30 artigos. Para identificar os artigos foram empregados os descritores lombalgia ocupacional, ergonomia, prevenção nas palavras chaves de registros publicados.

DISCUSSÕES

Afecções da Coluna no Ambiente de Trabalho

A dor lombossacra é uma das principais sintomatologias mais comuns entre trabalhadores, estima-se que a síndrome dolorosa lombar atinge mais da metade desta população em alguma época de sua vida laboral. Estudos têm demonstrado que existe um maior risco de prevalência das lombalgias quando o esforço físico ou a manutenção de uma postura inadequada estão associados a altas exigências de trabalho (NORIEGA-ELÍO et al, 2007).

Diversos fatores podem influenciar no surgimento das afecções lombares, nas atividades ocupacionais destacam-se as sobrecargas na coluna lombar, geradas por levantamento de peso, longos períodos numa única posição, estímulos vibratórios, além de posturas inadequadas no posto de trabalho. Estudos mostram que quando o indivíduo realiza suas funções laborais na posição sentada, favorece a flexão lombar reduzindo a lordose dessa região, dessa forma, aumentando a carga estática nos tecidos osteomioarticulares da coluna, tornando-se um fator desencadeante da dor lombar. Associado a isto, os portadores desta síndrome estão mais predispostos a apresentarem transtornos psicossociais como depressão, descontentamento, desmotivação, com o trabalho, entre outros sintomas (MARQUES et al,2010).

Portanto, indivíduos de diversos ramos laborais podem ser considerados como um grupo suscetível para os riscos de dor lombar ocupacional, devido à precariedade das condições de trabalho, que exigem posturas viciosas e a realização de movimentos repetitivos realizados de forma inadequada, acarretando na sobrecarga, coluna vertebral, mais especificamente da região lombar (PINTO et al,2010).

Estima-se que em média 10% a 15% dos trabalhadores são acometidos por lombalgia crônica, o que corresponde a cerca de 7% da procura por atendimento médico por ano. Nos Estados Unidos, o número de indivíduos acometidos pela lombalgia está entre 5,4 milhões, acarretando 250 milhões de dias de trabalho perdidos, metade dos gastos das compensações trabalhistas e um consumo de U$ 16 bilhões por ano, relacionados à doença ou suas complicações. Por isso, a lombalgia crônica é uma das principais fontes de incapacidade, estando entre as doenças físicas relacionadas ao trabalho (TOBO etal, 2010).

Pelo fato da lombalgia ocupacional ser multifatorial, apresentando várias causas que abrangem aspectos sócio-demográficos, biomecânicos e comportamentais, torna-se necessário sua prevenção e tratamento. A prevenção da dor lombar envolve medidas físicas, organizacionais e cognitivas, que devem abordar aspectos do próprio ambiente de trabalho, da organização de tarefas como também dos processos psicológicos do trabalho. Além disso, também é importante a realização de um programa de exercícios e palestras educativas com o objetivo de minimizar a dor e prevenir sua recorrência (JUNIOR et al,2010; MARTINS et al, 2010; TOBO et al, 2010).

Antropometria e intervenções ergonômicas

Atualmente as doenças osteomioarticulares relacionadas ao trabalho são consideradas um problema significativo a nível mundial, cuja solução está diretamente ligada aos aspectos médicos, de reabilitação e dos custos gerados pelas despesas trabalhistas. Porém, é necessária a adoção de estratégias com o objetivo de prevenir e localizar as causas destes transtornos no ambiente laboral q e possam estar atuando como possíveis fatores de risco (AGUIRRE et al, 2007).

Dentre os fatores de riscos profissionais que ocasionam dor lombar estão as posturas incorretas e movimentação inadequada, decorrentes das inadequações do ambiente, das más condições dos equipamentos disponíveis, além das formas de execução e organização laboral. Muitos projetos de mobiliários e ferramentas de trabalho não consideram a relação com o corpo do trabalhador, desta forma favorecendo a tensão e fadiga muscular (AGUIRRE et al, 2007, JUNIOR et al, 2010).

A utilização de suportes lombares, cadeiras com regulagem de altura, liberdade de movimentos, inclinação do encosto entre outras medidas ergonômicas são importantes redutores da sobrecarga do sistema musculoesquelético, elevando o conforto dos indivíduos que executam suas tarefas na posição sentada. Portanto, a antropometria é um fator importante na elaboração de postos de trabalho, estudos recentes revelam que há incompatibilidade entre as medidas antropométricas e os mobiliários encontrados em ambientes ocupacionais, o que sugere a utilização de mecanismos ajustáveis (MARQUES, HALLAL, GONÇALVES et al., 2010).

Por sua vez, o estudo ergonômico oferece dados sobre as capacidades e habilidades do homem para o trabalho, como também sobre suas limitações físicas e psíquicas. Esses dados irão orientar o planejamento e a execução de medidas preventivas de acidentes e doenças ocupacionais. Desse modo, a ergonomia atua na adaptação do trabalho e do meio ambiente em relação às pessoas, como também contribui na adaptação do próprio trabalhador (RADOVANOVIC, ALEXANDRE, 2007).

Portanto, no que diz respeito às ações preventivas, a ergonomia e a fisioterapia atuam na otimização da relação homem-trabalho. O fisioterapeuta fornece condições de conforto e segurança aos empregados, melhorando assim a consciência corporal e postural, gerando um bem estar físico e emocional no ambiente de trabalho (FERREIRA, SHIMANO, FONSECA, 2009).

Fisioterapia preventiva nas algias lombares

Assim como a antropometria e as intervenções ergonômicas produzem resultados rápidos e eficientes na promoção à saúde, a prevenção se torna uma ferramenta auxiliar em programas multidisciplinares na saúde do trabalhador (MURTA e TROCCOLI, 2007).

Anualmente bilhões de reais são gastos com acidentes e doença relacionados com o ambiente laboral, tal custo mostra à necessidade da implantação de um protocolo de prevenção às doenças ocupacionais, visando o replanejamento do trabalho para promoção da saúde, a prevenção, diminuição do absenteísmo, melhora na qualidade de vida e produtividade (SATO, 2007; MURTA et al, 2007).

A prevenção dos problemas de saúde causados pelo complexo contexto laboral, onde o indivíduo tem que lidar com o tempo, espaço e equipamentos muitas vezes ergonomicamente incorretos, denota de um maior grau de resolução e organização do processo de trabalho, melhorando assim o desempenho desses trabalhadores (SATO, 2007).

Com o avanço e mudanças tecnológicas na revolução industrial, ocorreu um impacto no processo produtivo nos níveis econômicos e sociais, com isso surgiram as transformações na organização do trabalho, deixando evidente um novo caminho para a análise da relação homem-trabalho e suas consequências, surgindo assim necessidade fisioterapia tanto reabilitadora quanto preventiva (FERREIRA, SHIMANO e FONSECA, 2009).

Quanto à prevenção da lombalgia é preciso uma avaliação da coluna lombar analisando o relacionamento da dor quanto a atividades que exigem algum tipo de esforço físico, postural, movimento, tensão emocional (LENCAR, 2010).

As estruturas que compõem o segmento lombar possuem inervação nociceptiva, com exceção do núcleo pulposo e algumas fibras do anel fibroso. O eixo de sustentação e movimentação da coluna está ligados aos componentes musculoarticulares, a falta ou excesso de esforço físico nessa região pode acarretar danos à coluna vertebral (TOSCANO e EGYPTO, 2007).

A queixa dolorosa pode se agravar progressivamente e evoluir para perda de função, desse modo a adoção de medidas para controle e prevenção é essencial, tanto na questão social como econômica. Dentre tais medidas, pode-se destacar os programas de exercícios no ambiente ocupacional, com objetivo de aumentar a força muscular, melhorar a flexibilidade e o condicionamento, através destes programas promove-se melhora da saúde, da capacidade laboral e da qualidade de vida dos trabalhadores (COURY, MOREIRA, DIAS, 2009).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Além do atendimento fisioterapêutico as pessoas devem ter o espaço de trabalho de livre para o movimento dos joelhos, pernas, pés, cotovelos e cabeça para prevenir a lombalgia. Objetos manipulados com frequência devem ser posicionados o mais próximo do corpo, objetos pesados e largos devem estar a frente. O espaço deve permitir mudanças periódicas da postura sentada para de pé, evitando o estresse para o corpo.
Desse forma, As incidências estão mais presentes quando o trabalhador está exposto a atividades que exigem uma maior sobrecarga dos seguimentos corporais, indivíduos de diversos ramos laborais podem ser considerados como grupos suscetíveis para os riscos de dor lombar ocupacional sendo a prevenção o principal objetivo do fisioterapeuta nas atividades laboral desse trabalhador.

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