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A Importância da Fisioterapia Neurofuncional no Tratamento de Pacientes com Doença de Alzheimer na Atualidade

A Importância da Fisioterapia Neurofuncional no Tratamento de Pacientes com Doença de Alzheimer na Atualidade

INTRODUÇÃO
No passado, o envelhecimento estava associado apenas à perda biológica e cognitiva do comportamento e ao vício social. Estudos recentes têm observado que o processo de envelhecimento é influenciado por fatores genéticos, ambientais, históricos, culturais e pela frequência de patologias adquiridas (NERI, 2000; YASSUDA, 2004).

O crescimento da população idosa é evidente e confirmado a cada ano, o que afeta diretamente o sistema de saúde. Uma das consequências desse fenômeno é o aumento da prevalência de demências, principalmente DA (CHARCHAT-FICHMAN et al., 2005).

A demência é uma deterioração progressiva e global da função cognitiva que afeta diretamente a memória e fatores como pensamento abstrato, julgamento, linguagem e personalidade (SCHULTE et al, 2010).

A DA também é progressiva, neurológica, degenerativa, irreversível e lenta, com duração média de 8 anos, variando de 2 a 20 anos, podendo surgir tarde por volta dos 60 anos ou precoce por volta dos 40 anos, principalmente nos casos de recaídas familiares (SMIT, 1999).

A DA é a principal causa de demência em idosos e em países desenvolvidos afeta pelo menos 1,5% das pessoas com mais de 65 anos e até 30% das pessoas com mais de 80 anos (APRAHAMIAN et al., 2009).

De acordo com Schulte et al. (2010), em 2050, 13,2 milhões de americanos poderiam sofrer de DA se a cura não fosse encontrada, e essa tendência continua, com 50% dos adultos com mais de 85 anos apresentando alguma forma de demência. No Brasil, esses números são semelhantes aos do índice global.

Em estudo realizado na cidade de Catanduva, interior de São Paulo, 25% dos idosos e 7,1% dos casos de demência (118 residentes) foram estimados em 1.656 pessoas com mais de 65 anos. Entre as demências detectadas, a mais frequente foi a pressão arterial – 55,1% de casos (APRAHAMIAN et al., 2009).

Para Rahal et al. (2007), a prática de exercícios físicos, mentais, individuais e em grupo é um fator importante para o envelhecimento saudável. A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que a atividade física regular pode prevenir, minimizar ou mesmo reverter os problemas associados ao processo de envelhecimento (OMS, 1998).

Willians e Lord (1997) realizaram um estudo com um grupo de idosos submetidos a um programa de treinamento aeróbio e encontraram melhorias na função cognitiva, aumento do tempo de reação e otimização da memória.

Dessa forma, destaca-se a importância do uso da atividade física para o tratamento da DA, onde estudos mostram que há uma melhora na circulação cerebral e alterações na síntese e degradação de neurotransmissores que afetarão diretamente as funções cognitivas dessas pessoas (MARTELLI , 2013).

A fisioterapia é baseada nos sinais, sintomas e limitações do paciente, portanto o tratamento fisioterapêutico para DA é de grande importância e visa retardar a progressão da doença, prevenir encurtamentos e deformidades e tentar promover maior independência do paciente. individual (MELO, 2006).

Assim, o objetivo deste trabalho será descrever os efeitos da fisioterapia, descritos na literatura moderna, como tratamento paliativo para melhorar a cognição: atenção, linguagem, memória, percepção, funções executivas, conceituação e abstração, bem como habilidades construtivas dos idosos com DA.

DESENVOLVIMENTO

1.1ENVELHECIMENTO

É inegável que o envelhecimento ocorre, algo de que o ser humano não pode escapar, no entanto, este fenômeno é complexo e varia de indivíduo para indivíduo, dependendo de fatores como genética, estilo de vida e doenças adquiridas durante a vida. Estes e outros fatores vão, invariavelmente, mudar a forma com que cada ser humano atinge a velhice.

Cada vez mais, a expectativa de vida aumenta e a população anseia por prolongar a vida, no entanto, delongar a vida só é produtivo se for um processo de qualidade. Assim sendo, ao longo de toda a vida se deve ter a preocupação com a saúde, em suas mais variadas formas.

Está claro que o passar do tempo vai reduzindo a capacidade vital, mas a medicina e outras áreas da ciência vêm avançando a passos largos e proporcionando diversas melhorias nesse tocante, mas, por óbvio que envelhecer
dependente de medicamentos não é a definição de um envelhecimento com qualidade.

O envelhecimento traz consigo mais dificuldades para realizar tarefas mais simples, seja pela diminuição da força física, equilíbrio ou coordenação motora ou outros fatores.

No entanto, da diminuição da força é um dos fatores mais comuns dentre os que advém da velhice. De acordo com Carvalho e Soares a perda da força muscular se torna mais visível a partir dos 60 anos, atingindo principalmente as
mulheres.

Aufere-se uma perda de aproximadamente 15% da força por década vivida, entre os 50 e os 70 anos. Após, para cada década há uma perda muscular de 30%. Dessa forma, tem-se que o envelhecimento possui diversas características que dificultam a vida do idoso.

DOENÇA DE ALZHEIMER

Para Teixeira (2010), AD é a presença de demência com perda de pelo menos duas áreas cognitivas como linguagem, memória, planejamento, progressiva, 40 a 90 anos, e a ausência de outras condições sistêmicas que poderiam ser a causa. Diferentes áreas do cérebro têm diferentes funções.

Na DA, as células em algumas dessas áreas começam a morrer e a formar cicatrizes chamadas de placas senis. Quando a formação dessas placas ocorre em grande número, elas interferem no funcionamento normal das regiões
responsáveis pela memória, concentração e raciocínio, dando origem ao estado característico da doença.

A causa dessas degenerações ainda é desconhecida, mas a presença do alelo E-4 do gene da apolipoproteína E 19 parece ser um fator de risco para o seu desenvolvimento (AVERSI-FERREIRA, 2008).

Em 1906, o Dr. Alois Alzheimer, um neurologista alemão, observou mudanças no tecido cerebral de uma mulher que morreu de complicações causadas por uma rara doença mental que agora é conhecida como característica da DA, daí o nome.

Dentre essas alterações, estão os depósitos ou placas de proteína betaamilóide, emaranhado de células nervosas, atrofia cerebral e a presença de células mortas, muitas das quais só podem ser constatadas em autópsia, dificultando o diagnóstico e principalmente baseado em a clínica. sinais (CAYTON 2000).

Vários fatores de risco são conhecidos por estarem associados ao aparecimento da doença, como idade (≥ 65 anos), sexo feminino, doenças cardiovasculares (hipertensão, acidente vascular cerebral e dislipidemia), diabetes, desnutrição, baixo nível educacional, ambiente hostil e histórico familiar (fator genético) (GIORDANO, 2007).

Os sintomas da DA são divididos em estágios conforme a doença progride. No estágio inicial, geralmente são encontrados os seguintes: perda recente de memória, dificuldade em adquirir novas habilidades e perda de julgamento, cálculo e funções de raciocínio.

No estágio intermediário, afasia e apraxia, e no estágio terminal, ocorrem alterações no ciclo vigília-sono, sintomas psicóticos, irritabilidade, agressividade e incapacidade de andar, falar e realizar atividades básicas diárias (ABVD).

Os sintomas da fase inicial da doença são os que mais causam frustração no paciente devido aos déficits de memória e dificuldade em realizar tarefas que afetam o ABVD e a qualidade de vida dos pacientes. (CARRETA, 2012; MOLARI, 2011).

Para Molari (2011), os sintomas são divididos em três classes: cognitivos, não cognitivos e funcionais. Fatores cognitivos estão associados a perda de memória, apraxia, agnosia, desorientação (dificuldade de percepção temporal e incapacidade de reconhecer pessoas famosas) e déficits nas funções executivas.

Os não cognitivos estão associados à depressão, sintomas psicóticos e distúrbios comportamentais (hiperatividade motora, agressão verbal e física). Os funcionários estão associados à incapacidade de participar de atividades de
cuidados pessoais, como vestir-se, higiene e comer por conta própria.

Estudos clínicos, laboratoriais e de imagem são necessários para diagnosticar DA, além de descartar outras possíveis demências. O exame clínico deve levar em consideração a história prévia do paciente (doença preexistente, lesão, cirurgia, consumo de álcool).

O exame físico deve revelar distúrbios neurológicos, como paralisia ou parestesia, alterações na marcha, lentidão, tremores e outras alterações consistentes com os diagnósticos diferenciais mais comuns de demência de Alzheimer.

Para avaliação cognitiva, testes de triagem como o Exame Breve de Saúde Mental (MMSE), o Teste do Desenho do Relógio, o Teste de Fluência da Fala e a Escala de Demência Abençoada devem ser usados.

Em termos de exames laboratoriais, temos exames para medir os níveis de hormônio estimulador da tireoide (TSH) e vitamina B12 no soro. A tomografia computadorizada (TC) e a ressonância magnética (MRI) são os estudos de neuroimagem mais amplamente utilizados.

Se a ressonância magnética de alta resolução for usada nos estágios iniciais, pode ser observada atrofia do hipocampo, especialmente do córtex entorrinal (APRAHAMIAN, 2009).

Ainda não há um tratamento definitivo ou reversão da degeneração cognitiva induzida pela DA, mas o tratamento medicamentoso com anticolinesterases e memantina tem sido usado para reduzir a função cognitiva e problemas comportamentais.

O tratamento não farmacológico com programas de estimulação cognitiva e atividade física regular sob supervisão e uso de especialista especializado também apresenta resultados satisfatórios. (COELHO, 2009).

FISIOTERAPIA NO CASO DE ALZHEIMER

A atividade intelectual não apenas mantém o cérebro ativo, a pesquisa mostra que a atividade física é uma ferramenta importante para proteger e mitigar os efeitos do processo demencial. Da mesma forma, a inação desempenha um papel importante no desenvolvimento de alguns tipos de demência, principalmente de origem vascular. A pesquisa já mostrou que o exercício regular está associado à demência de início tardio e DA (CARRETA, 2012).

Conhecendo todos os distúrbios presentes na DA desde a fase inicial até os estágios posteriores, e a importância da atividade física, a fisioterapia tem como objetivo desacelerar o processo, mantendo as funções motoras mais próximas do normal, evitar encurtamentos e deformidades e estimular o paciente. independência, além de oferecer, em conjunto com outros profissionais de saúde, aconselhamento e orientação à família (ZAION, 2012; MELO, 2006).

A terapia será adaptada aos sinais, sintomas e limitações do paciente, portanto, julgamento individual é necessário e parâmetros como amplitude de movimento (ADM), força muscular, desvio de postura e capacidade respiratória serão avaliados nos estágios iniciais. observável.

Elementos relacionados à atividade psicomotora, como coordenação, equilíbrio, imagem corporal e funções da vida diária, devem ser tratados com maior cautela.

Em estágios posteriores, a deterioração é mais pronunciada, por isso a mobilidade é frequentemente avaliada por movimentos passivos e a avaliação dos pulmões torna-se mais crítica (MELO, 2006; CARVALHO et al., 2008).

Entre os vários métodos disponíveis, a cinesioterapia é um método usado para manter ou melhorar a ADM e a força muscular. Nos estágios iniciais da doença, alongamento, exercícios e exercícios aeróbicos podem ajudar a prevenir problemas ósseos, articulares e cardiovasculares.

A cinesioterapia associada à hidroterapia e ao padrão respiratório é importante porque a capacidade funcional de fala, respiração, expansão torácica e função venosa em pacientes com DA diminui gradativamente (MENDONÇA, 2011; CARVALHO et al., 2008; ELY, 2008).

A principal causa dos problemas de movimento e incapacidade do paciente decorre de alterações no aspecto cognitivo e do grau de deterioração, portanto uma abordagem terapêutica não invasiva neste contexto é de extrema importância, o que pode auxiliar na prevenção e no tratamento (ZAIONS, 2012 ).

Impacto da fisioterapia na cognição:

Boff (2000) argumenta que a cognição está associada a todos os processos envolvidos, desde a captura de estímulos externos por meio de vias sensoriais e vias de transformação, contração, processamento, armazenamento, recuperação, até o uso desses estímulos.

Para a formação do processo cognitivo seis propriedades cognitivas são necessárias: atenção (a capacidade de focar em diferentes situações e objetos), julgamento (responsável pelo ato de consciência), raciocínio (o desenvolvimento correto do pensamento combinado com a capacidade de chegar a um consenso de conclusão), Discurso (capacidade de comunicar, organizar o pensamento lógico), Memória (imagens, situações, conhecimentos adquiridos durante a vida e armazenados) e Imaginação (desenvolvimento mental, constituído por memórias e percepções gravadas) (ADAMMI, 2010).

Segundo Carrete (2012), há relatos de que idosos que permanecem cognitivamente ativos têm menor risco de desenvolver demência, e mesmo aqueles que desenvolvem sinais e sintomas tardiamente, isso se deve à chamada “reserva cognitiva”.

A neurobiologia explica que a reserva cerebral se refere ao acúmulo de conexões entre os interneurônios presentes na substância cinzenta do cérebro. Melhore a velocidade da memória, o raciocínio e o processamento mental através do treinamento cognitivo.

Um estudo foi conduzido para testar o efeito de um programa de exercícios de fisioterapia na retenção de memória e funcionalidade em um paciente com DA. O protocolo de treinamento incluía exercícios ativos de ADM, alongamento, fortalecimento muscular, exercícios aeróbicos, treinamento de equilíbrio e exercícios de memória que incluíam tudo, desde a contagem de linhas até jogos de memória e palavras cruzadas.

Após a aplicação, houve uma melhora em todos os fatores aplicados e, em particular, um aumento percentual (3,33%) no MEEM, onde foi avaliada a função cognitiva, o que sugere que a prática de exercícios pode contribuir para a manutenção ou mesmo pequena realização cognitiva (ZAIONS, 2012).

Feiteira (2007) analisou estudos que analisaram os efeitos do exercício, principalmente aeróbio, na melhora da função cerebral e do desempenho cognitivo, e os resultados foram positivos.

Isso tem sido associado a vários mecanismos fisiológicos, como melhora do fluxo sanguíneo cerebral, aumento da demanda metabólica e fatores de maturação do hipocampo e menor perda de tecido cerebral durante o envelhecimento. Esses efeitos também ajudam a reduzir o comportamento inadequado, a agressão, a depressão e a melhorar a participação social e a comunicação.

Maior estimulação, como treinamento cognitivo e atividade intelectual, está diretamente associada a um menor risco de déficits cognitivos e ao desenvolvimento de DA.

Alguns exemplos de atividades que podem ser usadas durante a terapia são ler livros ou jornais, escrever textos, fazer palavras cruzadas, jogos de tabuleiro ou cartas, participar de discussões sobre tópicos específicos e até tocar instrumentos musicais para ajudar na reserva cerebral.

Assim, a intervenção cognitiva é uma terapia que auxilia na prevenção e no tratamento da DA, mas ainda são necessárias mais pesquisas, principalmente utilizando técnicas de neuroimagem para estudar mais detalhadamente seus efeitos (CARRETA, 2012).

CONCLUSÃO

Conforme mostrado na figura, a DA é a demência mais comum entre os idosos, possui características crônicas e progressivas, levando à perda da função cognitiva e consequente perda da função motora. Sabendo que o exercício físico é uma das principais ferramentas para reduzir os efeitos do processo demencial, a fisioterapia desempenha um papel vital na tentativa de retardar o processo da doença.

Além disso, sabe-se que a discinesia e a incapacidade dos pacientes em estágio posterior são causadas pela alteração da função cognitiva, sendo a alteração da função cognitiva até mesmo a principal característica do início da doença. Portanto, a intervenção terapêutica envolvendo essas duas condições é necessária para a prevenção e terapia adjuvante.

Também enfatizou a importância de mais pesquisas direcionadas sobre o impacto da fisioterapia como tratamento paliativo na cognição de idosos com DA.

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ARTIGO PUBLICADO EM : 25/01/24



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