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A Importância da Inclusão do Fisioterapeuta no Atendimento Educacional Especializado

A Importância da Inclusão do Fisioterapeuta no Atendimento Educacional Especializado

O Atendimento Educacional Especializado (AEE) é um serviço da Educação Especial que identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas. Ele deve ser articulado com a proposta da escola regular, embora suas atividades se diferenciem das realizadas em salas de aula de ensino comum (BRASIL, 2009).

A educação inclusiva deve ser entendida na perspectiva de atender às dificuldades de aprendizagem de qualquer aluno no sistema educacional e como um meio de assegurar que os alunos que apresentam algum tipo de deficiência tenham os mesmos direitos que os outros alunos com participação plena na sociedade. Para tanto, faz-se necessário esforço conjunto de toda comunidade escolar – professores e funcionários da escola, alunos, pais, familiares e outros profissionais – para que este processo seja efetivado com sucesso (SÁNCHEZ, 2005; SASSAKI, 2000).

É importante que os professores tomem ciência do diagnóstico e do prognóstico do aluno com necessidades educativas especiais, entrevistem pais ou responsáveis para conhecer todo o histórico de vida desse aluno, peçam orientações e procurem profissionais – como psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos – que estejam atendendo ou que já atenderam esses alunos, solicitando relatórios e avaliações, e pesquisem várias técnicas, métodos e estratégias de ensino, em que variáveis como o desenvolvimento da linguagem, o desenvolvimento físico e, sobretudo as experiências sociais estejam presentes (MACIEL, 2000).

O termo inclusão é entendido neste trabalho como um processo norteador da ampliação da participação social, de modo que a convivência entre as pessoas pode ser considerada a base da vida social. A inclusão escolar implica na convivência e no respeito pelas diferenças (MAZZOTTA, 2002).

A atuação da fisioterapia no processo de reabilitação de pessoas com deficiência tem o objetivo de desenvolver suas potencialidades das mesmas, a fim de proporcionar-lhes uma melhoria do bem estar físico, psíquico, social e educacional . Em relação às crianças, deve-se ressaltar que o tratamento reabilitador deve abordá-las em todos os seus aspectos, não apenas o aspecto motor, mas também os aspectos sensoriais e emocionais e, além disso, facilitar a inclusão social da pessoa com deficiência (GRACIANO; FIGUEIRA, 2000; GUSMAN; TORRE, 2001; SANTOS, 2002).

Cabe ao fisioterapeuta instruir o professor sobre o posicionamento adequado para determinada deficiência física, assim como orientá-lo na seleção e uso de equipamentos, mobiliários, dispositivos de suporte, adaptações e facilitação dos padrões posturais, bem como condições de funcionalidade do aluno, tanto no ambiente em sala de aula como em atividades extraclasse, como passeios, jogos recreacionais, enfim, em qualquer atividade (MORAES, 2004).

É importante estar ciente de que a atuação do fisioterapeuta dentro da perspectiva da inclusão escolar não é terapêutica, mas de coadjuvante, no sentido de buscar as adaptações necessárias para favorecer uma maior independência e autonomia do aluno com deficiência física visando oportunizar um melhor aprendizado e uma melhor socialização no contexto escolar (ALPINO, 2008; PERRIN, 2002).

Dessa forma, a reabilitação tem como objetivo não somente capacitar as crianças com deficiência para se adequarem ao seu ambiente escolar, mas também procura intervir na comunidade, família e sociedade, para facilitar também sua inclusão social (GOMES; BARBOSA, 2006).

Assim, justifica-se a realização de uma pesquisa para avaliar a opinião dos professores de escolas municipais sobre a importância da inclusão do fisioterapeuta na equipe interdisciplinar do AEE, visando oportunizar um melhor aprendizado à criança portadora de deficiência.

METODOLOGIA

Trata-se de uma pesquisa transversal, realizada no período de Fevereiro a Maio de 2015, nas escolas municipais de Igarassu, localizado na Região Metropolitana do Recife, em Pernambuco.

A amostra foi composta por 20 professores de escolas municipais participantes do atendimento educacional especializado, de ambos os gêneros e sem restrição de idade. A coleta de dados teve início após a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa e Saúde da UNINASSAU e assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido por parte dos participantes da pesquisa.

Foi então aplicado um questionário de autoria própria, baseado no questionário validado sobre a satisfação dos pacientes com Fisioterapia, desenvolvido por Mendonça e Guerra, com os professores selecionados, constituído por 14 questões objetivas e subjetivas, previamente elaboradas pelos pesquisadores, abordando os seguintes itens: dados pessoais e profissionais (nome, idade, sexo, nacionalidade, estado civil, graduação, tempo de docência); atuação na educação especial (tempo de docência no AEE; tipos de deficiências; formação para educação especial, dificuldades relacionadas às deficiências dos alunos); atendimento multiprofissional (assistências prestadas às crianças fora da escola; informações e orientações sobre as deficiências apresentadas pelas crianças; conhecimento do papel do fisioterapeuta no AEE; opinião sobre a atuação fisioterapêutica visando à inclusão escolar) (APÊNDICE 1).

Os professores preencheram o questionário na presença da pesquisadora, a fim de garantir a compreensão das questões abordadas e esclarecimento de possíveis dúvidas, realizando-se o menor número de intervenções possível e sem induzir as respostas dos participantes.

As respostas subjetivas do questionário foram agrupadas em categorias de acordo com o conteúdo de cada resposta, e analisadas juntamente com as respostas objetivas, através de tratamento quantitativo, utilizando-se um banco de dados elaborado na planilha eletrônica Excel, apresentado por meio de percentuais, médias e desvios padrões em tabelas e figuras.

RESULTADOS

A caracterização da amostra evidenciou que todos os professores avaliados são do gênero feminino, na faixa etária de 35 a 56 anos, com idade média de 45,1±9,23 anos.

Os dados pessoais e profissionais das professoras podem ser observados na Tabela 1.

Característica Valor
Idade (anos)

Faixa Etária

 

35-56

Gênero

Feminino

Masculino

 

100,0%

Estado Civil

Solteiro

Casado

Divorciado

Viúvo

 

15,0%

65,0%

10,0%

10,0%

Graduação

Pedagogia

Psicologia

Outra

 

75,0%

15,0%

10,0%

Tabela 1 – Caracterização pessoal e profissional dos professores entrevistados.

Com relação à atuação na educação especial, verificou-se que o tempo médio de docência no AEE foi de 6,42±8,35 anos, que a maior parte das professoras teve alguma disciplina na graduação voltada para a educação especial e que todas fizeram formação especializada para a educação especial.

Além disso, quase metade das professoras referiu ter dificuldade para distinguir as características patológicas dos seus alunos, mesmo porque 60,0% delas destacaram que alguns dos seus alunos não possuem diagnóstico fechado.

Vale salientar que atualmente as professoras atuantes no AEE do município de Igarassu estão acompanhando crianças e adolescentes com deficiências intelectuais, visuais, auditivas e físicas, com destaque para os seguintes diagnósticos: Paralisia Cerebral, Síndrome de Down e Autismo.

Atuação no AEE Valor
Tempo de Docência no AEE

Até 4 anos

De 5 a 10 anos

A mais de 10 anos

 

60,0%

20,0%

20,0%

Disciplina voltada para AEE na graduação

Sim

Não

 

75,0%

25,0%

Formação especializada na área de Educação Especial

Sim

Não

Tipo de Formação

Pós-graduação em Psicopedagogia

Pós-graduação em AEE

Ambas

 

100,0%

 

45,0%

45,0%

10,0%

Dificuldade para distinguir as características patológicas

Sim

Não

 

45,0%

55,0%

Tabela 2 – Atuação dos professores entrevistados no atendimento educacional especializado.

*p<0.05

Sobre a existência de um atendimento especializado fora do ambiente escolar, de caráter multiprofissional e interdisciplinar, a maior parte das professoras entrevistadas referiram que as crianças e os adolescentes recebem algum tipo de atendimento, principalmente acompanhamento psicológico e fonoaudiológico no Centro de Reabilitação de Igarassu (CREI), informação esta repassada pelas famílias, já que a quase totalidade das professoras relatou que não há qualquer tipo de contato ou interação com estes profissionais que atuam fora do AEE.

Todas destacaram a importância de receber informações destes profissionais sobre as deficiências dos alunos para melhor atender as necessidades de cada um deles e referiram como principais dificuldades no atendimento a estas crianças e adolescentes a falta de espaço apropriado, recursos e materiais e de apoio familiar.

Atendimento Multiprofissional Valor
Atendimento especializado fora da escola

Sim, todos

Alguns

Não, nenhum

 

30,0%

55,0%

15,0%

Profissionais que realizam este atendimento

Psicólogo

Fonoaudiólogo

Assistente Social

Terapeuta Ocupacional

Fisioterapeuta

 

85,0%

50,0%

15,0%

15,0%

10,0%

Há contato entre os profissionais que acompanham os alunos

Sim

Não

Há necessidade de receber informações destes profissionais

Sim

Não

 

15,0%

85,0%

 

100,0%

Motivo desta necessidade

Melhor atender cada tipo de deficiência

Adquirir mais conhecimentos

Dificuldades no atendimento aos alunos

Faltam espaço apropriado, recursos e materiais

Falta de apoio familiar

Necessidade de laudo médico esclarecedor

Necessidade de equipe multiprofissional

 

75,0%

25,0%

 

35,0%

30,0%

20,0%

15,0%

Tabela 3 – Atendimento multiprofissional às crianças e aos adolescentes portadores de deficiências segundo os professores entrevistados.

*p<0.05

Todas as professoras entrevistadas consideraram a atuação da fisioterapia no acompanhamento das crianças e adolescentes portadores de deficiência importante, com diferença estatística significante (p=0.003), conforme a figura 1.

Figura 1 – Papel da fisioterapia no atendimento aos alunos portadores de deficiência segundo os professores entrevistados.

Sobre o papel do fisioterapeuta junto à escola, visando a inclusão das crianças e adolescentes portadoras de deficiência física, as professoras relataram a importância deste profissional na reabilitação motora dos alunos, na orientação e mobilidade deles, além da adequação postural e acessibilidade espacial, melhora do potencial motor e melhora da independência a autonomia das crianças e adolescentes (Figura 2).

Figura 2 – Papel do fisioterapeuta na inclusão escolar dos alunos portadores de deficiência física segundo os professores entrevistados.

DISCUSSÃO

A proposta da inclusão escolar de alunos com deficiência tem sido um tema muito discutido e explorado, no intuito de melhor compreender e viabilizar uma educação efetiva, de qualidade a todos os educandos, de acordo com suas singularidades e individualidades.

Com relação ao perfil dos docentes participantes da pesquisa, a totalidade deles foi do sexo feminino, a maior parte casada, com idade média de 45,5 anos, formadas em pedagogia, com especialização concluída e muito tempo de docência, corroborando com os achados de Reginato (2009), Teles, Mendes e Teles (2011) e Ruppel et al. (2012).

Apesar de todas as professoras participantes desta pesquisa ter formação específica em educação especial, quase metade delas referiu dificuldade em distinguir as características patológicas de seus alunos, o que pode influenciar diretamente a qualidade do acompanhamento despendido aos mesmos.

Maciel (2000) ressalta a importância do conhecimento da patologia apresentada pelo aluno com necessidades educativas especiais por parte dos professores, bem como da interação com os responsáveis para melhor conhecer a história da doença desse aluno, a fim de traçar estratégias conjuntas de estimulação família-escola.

No processo de inclusão escolar é de grande valia a união de saberes entre profissionais de diferentes formações, em especial das áreas de saúde e educação, para que, em ações conjuntas, possam compreender as necessidades do aluno e da equipe escolar em todas as suas totalidades.

No entanto, esta interdisciplinaridade não foi observada no contexto avaliado na presente pesquisa visto que apesar do fato de a maior parte das crianças e adolescentes ser acompanhados por profissionais de saúde fora do âmbito escolar, a maioria das professoras não relatou interação com estes profissionais.

Giacon (2002) destaca a importância da interdisciplinaridade no processo de inclusão escolar de alunos com deficiências, sendo esta compreendida não somente como um método, mas sim como uma atitude diante do trabalho em equipe.

Kafrouni e Pan (2001), Gonçalves e Vasconcelos (2005) e Jorqueira e Blascovi-Assis (2006) salientam que cada profissional especializado em sua área específica, sendo ele o fisioterapeuta, o terapeuta ocupacional, o fonoaudiólogo, o psicólogo, entre outros, desempenharão os serviços de apoio juntamente com o corpo docente da escola, unindo de maneira complementar as áreas da saúde e da educação, objetivando o bem estar de todos os envolvidos.

Maciel (2000) também ressalta a importância da interação entre os professores e os profissionais de saúde que atendem os alunos com deficiências, solicitando relatórios e avaliações, bem como trocando informações e requerendo orientações sobre as patologias, sintomas apresentados e necessidades específicas de cada aluno.

Todas as professoras participantes deste estudo referiram necessidade de receber informações por parte dos profissionais de saúde que acompanham os alunos com deficiências fora do âmbito escolar, tanto para melhor atender cada tipo de deficiência como para adquirir mais conhecimentos sobre as patologias apresentadas pelos alunos.

Reginato (2009) em sua pesquisa sobre a inclusão escolar de crianças com deficiência física aponta a necessidade de maior capacitação de professores para uma melhor educação e inclusão dos alunos, além da falta de conhecimento sobre as patologias que acometem esses alunos, salientando o papel fundamental da interdisciplinaridade educação-saúde para oferta de um atendimento qualificado para estes alunos, favorecendo o processo de inclusão escolar.

Além da ausência de uma equipe interdisciplinar atuando no processo de inclusão escolar dos alunos com deficiências, as professoras também destacaram a falta de espaço apropriado, recursos e materiais e de apoio familiar como principais dificuldades enfrentadas no atendimento educacional especializado, corroborando com os estudos de Martins (2002), Jorqueira e Graça (2003), Silva et al (2004) e Alpino et al (2005).

Tessaro et al. (2005) acrescentam a discriminação social e a falta de aceitação da inclusão como fatores que dificultam o processo de atendimento educacional especializado. Reginato (2009) completa que a aceitação das diferenças individuais, a valorização de cada pessoa, a convivência dentro da diversidade humana, a aprendizagem através da cooperação são princípios básicos fundamentais para a inclusão social das crianças e adolescentes com deficiências.

Especificamente sobre a atuação fisioterapêutica, todas as professoras participantes da pesquisa consideraram que a fisioterapia tem papel importante no acompanhamento das crianças e adolescentes portadores de deficiências.

São restritos os estudos que abordam a atuação do fisioterapeuta no ambiente escolar, com destaque para as pesquisas de Jorqueira et al. (2004), Silva et al. (2004), Gonçalves e Vasconcelos (2005) e Ruppel et al. (2012), os quais consideram importante a atuação do fisioterapeuta como membro integrante de um grupo de apoio à escola que realiza a inclusão de alunos com deficiências, proporcionando aos mesmos uma maior possibilidade de aprendizado e nenhuma desvantagem em relação ao aluno não deficiente.

As professoras participantes desta pesquisa relataram a importância deste profissional na reabilitação motora dos alunos, na orientação e mobilidade, além da adequação postural e acessibilidade espacial, melhora do potencial motor e melhora da independência a autonomia das crianças e adolescentes.

Alpino et al. (2005), Effgen (2006) e Jorqueira e Blascov-Assis (2006) ressaltam a contribuição do fisioterapeuta na adequação do ambiente escolar, equipamentos, mobiliários, dispositivos de suporte e posicionamentos, detalhes que facilitam a participação social das pessoas com deficiência na escola.

Ruppel et al. (2012) em pesquisa realizada com 34 professores atuantes no município de Ponta Grossa (PR), verificaram que 82,3% dos docentes acreditam na importância do fisioterapeuta para o processo de inclusão escolar devido a sua capacidade de transporte, manuseio, posicionamento e adaptações para alunos portadores de deficiências físicas.

Jorqueira e Blascovi-Assis (2009) referem que o fisioterapeuta também pode contribuir com o processo de inclusão escolar de alunos com deficiências promovendo a socialização destes alunos, informando quanto aos diagnósticos, quadros clínicos e características necessárias que a equipe escolar necessita saber sobre os alunos com deficiência, adaptando o espaço físico da escola às necessidades de todos, auxiliando o aluno a se movimentar no ambiente escolar e adequando o mobiliário do aluno.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A atuação fisioterapêutica no processo de inclusão escolar de alunos com deficiências desponta para um desafio profissional que requer exploração em um campo de atividade pouco conhecido pelo fisioterapeuta e que aponta para a necessidade de ampliação do horizonte de conhecimentos sobre um segmento da sociedade que tem sido descriminada na escola.

Os achados desta pesquisa sugerem que o fisioterapeuta apresenta papel importante no contexto da inclusão escolar, contribuindo para a melhora da qualidade do atendimento especializado aos alunos com deficiência através da interação com os professores que acompanham estas crianças, da atuação ergonômica escolar e reabilitação motora em longo prazo nesta população estudada.

Acredita-se que as dificuldades que permeiam a inclusão escolar de alunos com deficiências devem ser vistas como desafios e não como obstáculos. A capacitação dos educadores, o aprimoramento dos demais profissionais da escola, o investimento em infraestrutura escolar voltada para as necessidades específicas destes alunos e a formação de equipes interdisciplinares constituídas por profissionais da educação e da saúde são os pontos fundamentais para a efetivação do processo inclusivo nas escolas.

A realização de estudos que abordam a temática contextualizada contribui para a ampliação da discussão e dos conhecimentos por parte dos profissionais participantes do processo de inclusão escolar, bem como da sociedade, de forma mais abrangente, o que favorece a desmistificação das deficiências como característica impeditiva da inclusão social das crianças e adolescentes portadoras de deficiências, reduzindo, assim, as desigualdades de oportunidades para este grupo social.

REFERÊNCIAS

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APÊNDICE I

QUESTIONÁRIO APLICADO AOS PROFESSORES ATUANTES DO AEE DO MUNICÍPIO DE IGARASSU – PE SOBRE A IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA NA INCLUSÃO ESCOLAR

Nome:

Data de Nascimento:                                                 Nacionalidade:

Estado Civil:                                                             Profissão:

Endereço:

Telefone:                                                                   E-mail:

Graduação:                                                                Pós-Graduação:

 

  • Há quanto tempo atua como professor do AEE ?

(   ) Até 4 anos

(   ) De 5 a 10 anos

(   ) A mais de 10 anos

  • Durante a graduação teve alguma disciplina voltada para Educação Especial ?

(     ) Sim    (      )  Não    Não lembro (    )

  • Possui alguma Especialização para atender crianças portadoras de deficiências?

(     ) Sim    (      )  Não    Se sim, qual ? _________________________________________

  • Você tem dificuldade em distinguir as características patológicas dos seus alunos?

(     ) Sim    (      )  Não

  • Em meio as diversas patologias encontradas, você encontra dificuldades em lhe dá com esses alunos ?

(     ) Sim    (      )  Não

  • Você considera importante a necessidade de receber orientação sobre as deficiências motoras dessas crianças?

(     ) Sim    (      )  Não

  • Você sabe qual a deficiência dessas crianças? Como obteve essas informações?

(   ) Não     (   ) Algumas      (   ) Sim ___________________________________________

  • Você tem conhecimento sobre as deficiências destas crianças? Como obteve estes conhecimentos?

(   ) Não     (   ) Sim _______________________________________________________

  • Essas crianças recebem algum atendimento fora da escola? Por qual profissional? Quem repassou a informação sobre a criança receber algum atendimento?

(   ) Não     (   ) Sim   Profissional_____________________________________________

Informação ____________________________________________________________

  • Se recebem atendimento fora do centro de Educação Especial, os profissionais que fazem os atendimentos a estas crianças já entraram em contato a fim de repassar alguma informação ou orientação?

(   ) Não   (   ) Sim

  • Você vê necessidade de receber orientações sobre essas as crianças? Porque?

(   ) Não   (   ) Sim  _______________________________________________________

  • Qual a sua maior dificuldade com essas crianças?

_________________________________________________________________________________________________________________________________________________

  • Como você considera o papel da Fisioterapia?

(   ) muito importante

(   ) importante

(   ) indiferente

(    ) sem importância

  • Como você avalia o papel do fisioterapeuta junto à escola visando à inclusão de alunos com deficiência física?

____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 

 



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