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Um olhar sobre a saúde do cuidador

Um olhar sobre a saúde do cuidador

O Brasil, desde a década de 1940, vem passando por um processo de inversão das curvas de mortalidade, observando-se um declínio de mortes por doenças infecciosas e um concomitante aumento por doenças crônicas não-transmissíveis e causas externas. Este processo é conhecido como fenômeno de transição epidemiológica, ocorrida em todos os países hoje desenvolvidos. (BOCCHI & ANGELO, 2005). A transição demográfica é também incontestável pois, atualmente os idosos representam cerca de 10% da população geral, e até o ano 2025, possivelmente ocuparemos o sexto lugar da população de idosos do planeta com 31,8 milhões de indivíduos com 60 anos ou mais. (CERQUEIRA, 2002 ; REZENDE, 2005).
Segundo Giacomin et al., (2005) o cuidado de uma população que envelhece representa um extraordinário desafio, especialmente pelo crescimento ainda mais acelerado da parcela idosa frágil e muito idosa da população e por esse grupo apresentar uma grande carga de doenças crônicas e incapacitantes, quando comparado a outros grupos etários. Disso resulta uma demanda crescente por serviços sociais e de saúde, mas é a família a instituição que cumpre o papel social de cuidar de idosos frágeis.

O cuidado humano ou cuidar de si representa a essência do viver humano; assim, exercer o autocuidado é uma condição humana. E ainda cuidar do outro sempre representa uma condição temporária e circunstancial, na medida em que o outro está impossibilitado de se cuidar. O cuidado acontece nos seres, a partir deles e através deles, coexistindo na natureza e por onde suas estruturas podem ser pensadas, pois estão presentes na organização da vida dos seres, nos seus domínios biológicos, antropológicos, psicológicos, sociológicos e outros (SOUZA et al., 2005)

O efeito da idade avançada é significativo somado a certas condições causadoras de dependência muito freqüentes entre idosos.(CALDAS, 2003) O envelhecimento humano geralmente vem acompanhado da fragilização da pessoa idosa nos níveis bio/psico/social; a saber demência, fraturas de quadril, acidentes vasculares cerebrais, doenças reumatológicas e deficiências visuais, dentre outras, levando a uma diminuição na capacidade adaptativa do idoso frente às novas vivências, às modificações sociais e familiares, e às realizações das atividades laborais a superar os desafios ambientais.(CALDAS,2003; ALMEIDA et al, 2006). É crescente o contingente de idosos dependentes, uma vez que a expectativa de vida vem aumentando. (CALDAS, 2003)
Atualmente, as políticas sociais e de saúde do idoso têm como uma das prioridades a manutenção do idoso no seu ambiente doméstico (RODRIGUES et al., 2006). Os programas de assistência domiciliária têm como base dos cuidados, os cuidadores familiares, que auxiliarão o idoso nas suas limitações para o desempenho do autocuidado e das atividades cotidianas. (SOUZA et al., 2005). De acordo com Saraiva et al., (2007) o cuidador necessita vencer possíveis resistências da pessoa doente, relacionadas aos valores e crenças que se vão estruturando em seu cotidiano. Dedicar-se ao cuidado não só demanda a execução de tarefas complexas, exige paciência e renúncia; uma necessidade, enfim, de mudança radiacal na vida de quem cuida. Geralmente,a função de cuidador é assumida por uma única pessoa,denominada cuidador principal,existindo uma tradição familiar para que esse cuidador seja  mulher,encontrando-se esta,na maioria das vezes,já  sobrecarregada por outras tarefas.Em muitos outros  casos,o cuidador é também uma pessoa frágil,já em idade de envelhecimento ou em vias de ficar doente. A  fragilidade pode estar presente também em função da ausência e conhecimento sobre a enfermidade.
Cuidador é a pessoa que oferece cuidados para suprir a incapacidade funcional, temporária ou definitiva, sendo informal ou formal (GIACOMIM, et.al.2005). Cuidar significa dedicar longos períodos de tempo ao paciente, somado ao desgaste físico, custos financeiros, sobrecarga emocional e exposição a riscos mentais e físicos (REZENDE, et al, 2005).
É possível dizer que existem três tipos de cuidadores: O cuidador institucional, que é o solicitado pela instituição em que o idoso se encontra internado, mas é contratado pela família; o cuidador domiciliar contratado também pela família por sugestão do médico que acompanha o idoso ou pela dificuldade da família em atender às necessidades dele, e o cuidador familiar, que são os cônjuges, filhos ou qualquer membro da família que, voluntariamente ou não, assume a tarefa de cuidar do idoso. Cada um destes tipos de cuidadores apresenta dificuldades implícitas em suas tarefas.(GONÇALVES,2002)
Cuidado significa o ato ou tarefa de zelar pelo bem estar de alguém, prestando lhe assistência, assumindo a responsabilidade e os encargos inerentes a esse ato. É importante saber que só faz sentido cuidar de alguém, quando este não consegue desempenhar mais suas atividades cotidianas, ou seja, for incapaz de cuidar de si próprio, ou não consegue desempenhar suas tarefas diárias sem ajuda de terceiros.( GONÇALVES, 2002)

Segundo Souza et al., (2007) a prática de cuidar iniciou-se, tradicionalmente, no âmbito privado do domicílio, uma vez que a estrutura familiar era multigeracional e possibilitava, assim, essa prática. Os familiares eram reconhecidos como a fonte de cuidado para as pessoas dependentes, sendo que a figura feminina era eleita responsável por esse cuidado.
É importante ressaltar que a família, além de ser a unidade de cuidado, também deve ser considerada como unidade a ser cuidada. As famílias e os cuidadores sobrecarregados, estressados, ou desgastados, têm a manutenção de sua saúde ou qualidade de vida ameaçada devido à responsabilidade de cuidar, apresentando, em muitas situações, sentimentos de impotência, preocupação, cansaço e irritabilidade (SOUZA et.al.,2007)
Quando o cuidador é um membro da família, a situação não é menos dificultada. É importante lembrar que a dependência psico-funcional do idoso modifica significativamente a rotina, a dinâmica familiar e as relações de troca entre seus membros. A inversão de papéis (do ser cuidado para cuidar) coloca uma série de demandas novas e inesperadas, que são atendidas de maneira angustiante por quem cuida, em virtude do envolvimento afetivo entre paciente e familiar( GONÇALVES,2002)

Ainda segundo Gonçalves (2002), é necessário destacar que o cuidador não isenta a família de sua responsabilidade, sendo um auxiliar que com sua cooperação ajuda a solucionar problemas imediatos antes que se agravem. Seu trabalho é, sobretudo, educativo e preventivo com um grande respeito à intimidade e organização da família. Mas, por sua vez, é um elemento estranho à dinâmica familiar. Com isso passa a ser visto como invasivo, alvo de toda angústia, culpa e medo da família. Nele são colocados todos os prejuízos da situação, já que assume sozinho a assistência, sem ter uma equipe para dividir a responsabilidade da tarefa, como acontece com o cuidador institucional. Geralmente ele reage a isso abandonando a tarefa ou realizando-a com descompromisso ou com agressividade.
Nakatani et al., (2003) destaca que existem dois tipos de cuidadores; cuidador formal que é um profissional preparado em uma instituição de ensino para prestar cuidados no domicílio,segundo as necessidades específicas do cliente. Já o cuidador informal, no entanto, é um membro da família ou da comunidade, que presta cuidado de forma parcial ou integral aos idosos com déficit de autocuidado.
Conforme Garrido e Menezes (2004), a grande maioria da população de cuidadores informais no Brasil ainda se encontra sem as informações e o suporte necessário de assistência ao envelhecimento. Se suporte formal não é provido há o risco de também o cuidador se tornar um paciente dentro do sistema. Dessa forma, são necessários estudos sobre cuidadores no Brasil, boa formação de profissionais de saúde especializados nessa área e implantação de programas de orientação e apoio ao cuidador que envolvam a família, a comunidade e o Estado.
É importante a atenção às necessidades de saúde destes cuidadores, sendo necessário a implementação de um programa de Assistência voltada para cuidadores idosos, que contemplassem, além de orientações sobre como cuidar do outro, um projeto de manutenção e promoção da própria condição de saúde (RODRIGUES,2006).
Por sua vez Karsch (2003), ressalta que, como os cuidadores familiares de idosos podem ser ou estar incapacitados, precisam ser alvo de orientação a respeito de como proceder nas situações mais difíceis, e receberem em casa, periódicas visitas de profissionais, médico, pessoal de enfermagem, de fisioterapia e outras modalidades de supervisão e capacitação.

Essa realidade exige reconhecimento por parte dos órgãos públicos de saúde, assistência social e esforços intersetoriais devem ser feitos para proporcionar um cuidado adequado a idosos dependentes e às pessoas que cuidam deles ( GIACOMIM et.al.,2005).
Embora a Constituição Federal  de 1988, a Política Nacional do Idoso de 1994 e a Política Nacional de Saúde do Idoso de  1999 apontem a família como responsável pelo o atendimento às necessidades do idoso, até agora o delineamento de um sistema de apoio às famílias e a definição das responsabilidades das instâncias de cuidados formais e informais, na prática, não aconteceram. O sistema de saúde, público ou privado, não está preparado para atender nem a demanda de idosos que cresce a cada dia, nem a de seus familiares. Por sua vez o sistema previdenciário, público ou privado, não prevê formas de financiamento para o estabelecimento de redes de apoio às necessidades de assistência aos idosos dependentes, com ou sem família (CALDAS, 2003).
Caldas (2003) ainda ressalta que a dependência deve ser destacada como um processo dinâmico. Sua evolução pode modificar-se ou até ser prevenida se houver ambiente e assistência adequados. Portanto, a solução do problema representado pelo envelhecimento com dependência inclui o delineamento de uma política que envolva todos os setores da sociedade, e não apenas o governo, e o estabelecimento de programas que atendam aos idosos independentes a fim de prevenir a dependência. E isso deve ser parte dos programas de promoção da saúde.
O objetivo do presente estudo é realizar uma revisão descritiva na literatura científica sobre o perfil do cuidador e  atenção a sua saúde.

METODOLOGIA

Foi realizada uma pesquisa eletrônica da literatura utilizando sites de base de dados científicos tais como: Scielo, Bireme, Google acadêmico dentre outros e uma pesquisa no acervo da biblioteca da Universidade Vale do Rio Doce. Utilizaram-se os seguintes termos de procura: Cuidadores, Idosos, Saúde Os critérios de inclusão foram publicações  preferencialmente entre os anos de 2002 a 2007, na língua portuguesa, trazendo informações relevantes sobre  o cuidador de idosos e sua saúde.

RESULTADO/DISCUSSÃO

O envelhecimento populacional acarreta profundas implicações sobre as políticas sociais e representa um dos maiores desafios da saúde pública contemporânea. As doenças dos idosos, em geral, são crônicas e múltiplas, perduram por vários anos, demandam mais serviços de saúde e exigem cuidados permanentes. Apesar disso, até hoje no Brasil, pouco se conhece do impacto, sobre o sistema de saúde, de idosos que estão dependentes e necessitam de um cuidador. Nos países desenvolvidos, o cuidador já é assimilado como um parceiro da equipe de saúde, mas ainda não tem seu papel reconhecido no sistema de saúde brasileiro.(GIACOMIN, et al.,2005)
Giacomin,et. al.(2005) realizou um estudo com o objetivo de determinar a prevalência e os fatores associados com a necessidade do cuidador entre idosos residentes na cidade de Bambuí, Minas Gerais, Brasil, com  idade maior que 60 anos. Foi constatado que a necessidade do cuidador em Bambuí estava associada a piores condições sócio-econômicas e de saúde. O cuidado dos idosos dependentes é um problema de saúde pública.

Gonçalves (2002), relata que a longevidade populacional avança rapidamente no Brasil e concorda que existem poucas referências sobre o papel do cuidador e as possíveis conseqüências danosas sobre a saúde física e mental deste, relacionados à assistência prestada a um idoso dependente. Sendo assim, realizou um estudo visando dentre outros fatores, determinar o perfil dos cuidadores e as atividades que desempenham; conhecer quais as dificuldades na realização dos cuidados com os idosos. Obteve-se como resultado o predomínio de cuidadores do sexo feminino, sendo a maioria destes esposas e com idade média de 57 anos, revelando ainda uma intensa carga de trabalho para a realização das tarefas direcionadas ao cuidar do idoso, sofrendo o cuidador sobrecargas físicas e psicológicas importantes com repercussão na sua própria saúde.
Num estudo realizado por Garrido e Menezes (2004) para avaliação dos cuidadores foi utilizado um formulário para registro dos dados sociodemográficos, informações a respeito da tarefa de cuidar como: grau de parentesco com o paciente, há quanto tempo é cuidador e quantas horas por dia despende na tarefa de cuidar. Foram encontrados como cuidadores principalmente mulheres, filhas ou esposas, com idade média de 51,3 anos, com oito ou mais anos de escolaridade. Mais da metade dos cuidadores passava mais de oito horas por dia com os pacientes e 36% cuidavam dos pacientes há menos de um ano.
Caldeira e Ribeiro (2004) realizaram um trabalho analisando os cuidados necessários aos idosos portadores de Alzheimer e verificaram o perfil e os fatores físicos e psicológicos que afetam estes cuidadores. Foi constatado que o gênero feminino foi unânime, a faixa etária variou entre 43 e 65 anos e que cursaram apenas o ensino fundamental.

Cuidadores responsáveis pelo cuidado de 50 vítimas de Trauma Craniencefálico (TCE) entre 30 e 60 anos foram estudados por Hora e Sousa (2005), cofirmando estudos anteriores, onde existe a prevalência de cuidadores do sexo feminino, com idade média de 44,9 anos e ensino fundamental incompleto.
Felício et. al.(2005) explana que pacientes neurológicos podem apresentar incapacidade funcional prejudicando a qualidade de vida sendo necessário a orientação adequada ao cuidador  que deve ser dado por toda equipe, incluindo o fisioterapeuta. Sendo assim,  avaliou através de um questionário  a diferença existente entre 31  cuidadores onde  16 eram orientados pela fisioterapia sobre os cuidados com as doenças neurológicas e 15 que não recebiam orientações e encontrou quanto ao grau de parentesco que a maioria eram filhos (38%), sendo predominante o sexo feminino (80%), e os pacientes onde os cuidadores recebiam orientações apresentavam um menor índice de ulcera de pressão, algias e parestesias.
Num estudo proposto por Trelha et. al. (2006), sabendo que em Londrina a tendência do envelhecimento populacional já é realidade e se faz  necessário o cuidador,  avaliou os idosos restritos ao leito e os cuidadores. Foi encontrado que a maioria dos cuidadores eram filhos (78,4%), todos possuíam segundo grau de escolaridade incompleto e 65% despendiam mais de 8 horas por dia aos idosos e dentre os cuidados prestados pelo cuidador ao idoso, destacaram-se o controle de medicamentos e o auxílio à movimentação, seguidos pelos cuidados com a higiene pessoal, realização de curativos e, por fim a alimentação. Nakatani et. al. (2003), concorda que o cuidador necessita de orientações adequadas de como proceder com os idosos que necessitam de cuidado. No entanto, realizou um estudo com nove cuidadores através de um questionário com nove itens e encontrou   um predomínio de cuidadoras informais sendo que 44% eram filhas  na faixa etária de 38 anos e 33% possuem segundo grau completo. Ressalta ainda que o conhecimento deste perfil favorece aos profissionais da área da saúde, planejar e implantar programas voltados à realidade do idoso e seus cuidadores.
Os dados acima vêm confirmar  o perfil dos cuidadores quanto às expectativas sociais e familiares referentes às mulheres, semelhante aos dados encontrados, em que a maioria das cuidadoras está na fase entre meia idade e idade da senescência.

CONCLUSÃO

Dessa forma, são necessários estudos sobre cuidadores no Brasil, boa formação de profissionais de saúde especializados nessa área e implantação de programas de orientação e apoio ao cuidador que envolvam a família, a comunidade e o Estado.
Neste sentido, torna-se pertinente discutir questões articuladas a maneira como os cuidadores vivem e o desenvolvimento da suas vidas fora dos cuidados, na perspectiva de se desenvolver políticas sociais de suporte aos cuidadores, no intuito destes indivíduos terem a possibilidade de alcançar equilíbrio entre as exigências do cuidar e as necessidades, tanto fisiológicas quanto psicológicas na perspectiva de um envelhecimento saudável e com qualidade de vida Afinal, quem cuida não pode ficar sem cuidados.

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