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Saúde do Homem em Campos dos Goytacazes: O Perfil dos Atendimentos Urológicos e o Conhecimento da Importância da Fisioterapia Pélvica entre os Médicos.

Saúde do Homem em Campos dos Goytacazes: O Perfil dos Atendimentos Urológicos e o Conhecimento da Importância da Fisioterapia Pélvica entre os Médicos.

Introdução

O Sistema Único de Saúde (SUS), ao longo de sua história, desenvolve políticas que subsidiam ações de saúde para grupos específicos. Impulsionada, em grande parte, pela Sociedade Brasileira de Urologia, instituída em 2009, a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH) tem como objetivo promover a melhoria das condições de saúde da população masculina brasileira, com vistas a nortear as ações de saúde estimulando, o autocuidado destes sujeitos, visto que os homens da faixa etária dos 20 aos 59 anos estão sujeitos a alta prevalência de internação e de morte devido a causas externas, e sobretudo, em reconhecer a saúde como um direito social básico e de cidadania de todos os homens brasileiros.

Quase um terço (31%) dos homens brasileiros não tem o hábito de ir aos serviços de saúde para acompanhar seu estado de saúde e buscar auxílio na prevenção de doenças e na qualidade de vida. Pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde aponta que barreiras socioculturais interferem na prevenção à saúde. Em muitos casos, os homens pensam que não ficam doentes ou têm medo de descobrir doença, além de sentirem que esse cuidado pode interferir na sua imagem de cuidado com a família.

No estado do Rio de Janeiro, a terceira etapa da pesquisa Saúde do Homem, Paternidade e Cuidado, realizada pelo Ministério da Saúde, indica que 74% dos pais ou cuidadores entrevistados participaram das consultas de pré-natal com suas parceiras. Desse total, 79% afirmaram que esse envolvimento os motivaram a cuidar melhor da sua saúde. Os dados demonstram que a paternidade é a principal porta de entrada do homem na unidade de saúde para que ele também se cuide.

O município de Campos dos Goytacazes, que está localizado na região Norte do Estado do Rio de Janeiro, é o maior município do interior fluminense. Um dos municípios com maior ganho de participação no PIB do país entre 2017 e 2018, com população estimada em 2020 de 511.168 pessoas. De acordo com as estimativas de 2017, a população do município era composta, em sua maioria, por mulheres e negros. A população total por sexo no município em 2017 era de: mulher 254.243 (51,86%), homem 236.045 (48,14%). Segundo as informações do Censo Demográfico, a estrutura etária da população entre 15 a 64 anos em 2010 era de 68,72%. A proporção de idosos entre 2000 a 2010 era de 6,86% para 8,11% 9 demonstrando um aumento da população adulta e idosa, o que revela um avanço do processo de envelhecimento populacional no município.

O sistema de saúde municipal começa a apresentar problemas em função do crescimento populacional, tanto na rede pública quanto na privada. É visível o aumento da demanda por serviços médicos, tanto em ambulatórios quanto em serviços de emergências (que, muitas vezes, fazem as vezes dos ambulatórios), internações e exames. A partir dos dados do IBGE, relativos a 2010, a rede de saúde é constituída por 88 estabelecimentos privados, 87 municipais, 1 estadual e nenhum federal. Já o departamento de Fisioterapia da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), que conta com 69 profissionais de fisioterapia, encerrou o ano de 2018 com mais de 286 mil procedimentos realizados pelos profissionais dentro de 55 mil sessões em 6,6 mil pacientes. Em cada sessão, vários procedimentos diferentes podem ser realizados para ajudar o paciente. Provavelmente esses números já foram alterados, no entanto, não sofreram atualizações oficiais. Logo, sem a intenção de invisibilizar outros agravos à saúde masculina que podem ser percebidos como parte do que se denomina saúde do homem, este estudo está diretamente relacionado aos aspectos urológicos masculinos.

Fisioterapeutas são profissionais qualificados para tratar disfunções musculares do assoalho pélvico usando técnicas de gestão conservadoras. Essas incluem terapia comportamental, treinamento dos músculos do assoalho pélvico (TMAP), TMAP assistido por biofeedback e estimulação elétrica neuromuscular. A terapia não invasiva por ondas de baixa intensidade, tem se tornado gradualmente uma opção terapêutica por médicos em tratamento de disfunção
erétil. O treinamento da bexiga, na bexiga hiperativa e os exercícios do assoalho pélvico na incontinência urinária de esforço também demonstraram ser eficazes. Portanto, os objetivos deste estudo é descrever o perfil sociodemográfico de homens adultos que buscam por atendimento urológico no município de Campos dos Goytacazes (RJ); verificar, através das repostas dos médicos, as maiores queixas, enfermidades, quantidade de indivíduos atendidos – em faixa etária a partir dos 20 anos; e investigar sobre o conhecimento da fisioterapia pélvica e a quantidade de encaminhamentos para a mesma.

Materiais e Métodos

Participantes

Trata-se de um estudo transversal descritivo realizado com médicos urologistas que trabalham em clínicas particulares, consultórios particulares, hospitais públicos e particulares do município de Campos dos Goytacazes (RJ).

Procedimentos

A pesquisa iniciou em janeiro de 2021 e, como instrumento de avaliação, foi utilizado um misto criado pelo autor abordando ao médico: o conhecimento do perfil de atendimento na saúde urológica do homem, o acompanhamento do prognóstico desse paciente, a quantidade de indicação e a importância da atuação da fisioterapia pélvica. O questionário foi composto por 5 perguntas fechadas e 4 abertas e sua aplicação ocorreu no local de trabalho de cada médico, com horário combinado e pré-estabelecido. Durante a aplicação do questionário, os médicos respondiam a cada pergunta sem nenhum tempo estabelecido e só tiveram acesso ao questionário, em mãos, após responderem todas as perguntas, onde assim confirmavam, assinavam e carimbavam suas respostas. Ao total, foram visitados 23 ambulatórios vinculados ao município, sendo 7 Clínicas Particulares, 3 consultórios, 1 Hospital Particular e 5 Hospitais Públicos. Portanto, 16 médicos urologistas foram convidados, sendo que 7 destes médicos atuavam em dois ambulatórios distintos. Apenas um médico e uma clínica particular não aceitaram participar da pesquisa. Dessa forma, a pesquisa finalizou com 22 ambulatórios participantes e 15 médicos, com uma amostragem por conveniência da pandemia e disponibilidade de horários. Os dados foram coletados a partir das respostas dos médicos a cada pergunta feita no questionário e foram inseridos em planilha eletrônica Microsoft Excel 2010. Como controle
de dados, houve conferência das fichas com as informações digitadas. Por se tratar de um estudo descritivo e exploratório, os resultados serão apresentados por estatística descritiva simples.

Resultados

Durante o levantamento dos dados, nos últimos 2 anos, 85,71% dos médicos entrevistados não mudaram sua carga horária de trabalho. De acordo com a média das respostas dos médicos, incontinência urinária e impotência sexual somam 68,62% das queixas mais comuns dos pacientes, sendo rotina de próstata com 14,70% e ejaculação precoce 2,94%.

Quando questionado aos médicos sobre a quantidade de pacientes que fazem fisioterapia pélvica, 33,33% responderam que não sabem dizer, e acompanham a evolução desses pacientes com a revisão da consulta.

23,81% dos médicos responderam que 1 paciente faz fisioterapia e apenas 6,66% dos médicos responderam que acompanham a evolução do paciente com o feedback do fisioterapeuta.

Discussão

Os resultados apresentados mostram que ainda há uma pequena procura por atendimentos urológicos entre os homens na cidade de Campos dos Goytacazes, o que não é justificada pelo período pandêmico, pois a maioria dos médicos nos últimos 2 anos não modificou a sua carga horária, atendendo o mesmo fluxo de pacientes.

Estudos mostram que os homens mais velhos usam os serviços de saúde com menos frequência do que as mulheres. Esta não procura, pode ser reflexo do papel social construído para o homem em que a masculinidade está atrelada a valores ou atributos como fortaleza, agressividade e competitividade que foram socialmente construídos, contribuindo para determinar, por exemplo, o perfil de morbimortalidade destes sujeitos.

A faixa etária de atendimento dos homens em Campos dos Goytacazes, se assemelha com a média brasileira, entre 40 a 59 anos são os que mais procuram atendimentos na Atenção Primária, representando um aumento de 50% no número de atendimentos individuais desde 2018. Dados de janeiro a agosto de 2020 mostram que, mesmo durante a pandemia da Covid19, 11.066.879 homens dessa faixa etária procuraram auxílio no SUS – um número maior do
que o mesmo período do ano anterior, quando foram registrados 11.027.281 atendimentos individuais do sexo masculino.

Mesmo em 2021, sendo estimados mais de 65 mil novos casos de câncer de próstata, a incontinência urinária é comum, afetando milhões de pessoas e a sua prevalência aumenta com a idade e afeta a qualidade de vida de homens e mulheres. Nos homens, os problemas de próstata, que levam à incontinência por transbordamento, e seus tratamentos, como cirurgia de próstata, que levam à incontinência urinária de esforço (IUE), são as causas mais comuns.

Conforme definido pela International Continence Society, o estresse da IUE é o vazamento involuntário de urina com esforço, incluindo espirros e tosse. É uma das complicações mais temidas de uma prostatectomia.20 Apesar do que muitos pacientes acreditam, a incontinência urinária não é um resultado normal do envelhecimento. É uma condição patológica que afeta a qualidade de vida. Pacientes com incontinência têm maior probabilidade de apresentar depressão, função social e sexual limitada, e dependência de cuidadores.21 A reabilitação da incontinência urinária pós-prostatectomia concentra-se tradicionalmente nos exercícios de fortalecimento do assoalho pélvico. É considerado benéfico, porque normaliza função do músculo pélvico e ensina o paciente a compensar para a perda de pressão e de fechamento uretral, que resulta depois da cirurgia.

Segundo as respostas dos médicos entrevistados, foi visto que a maior média de casos frequentes que buscaram por atendimento era sobre disfunção sexual, impotência, disfunção erétil. Muitos estudos realizados em todo o mundo mostraram uma alta taxa de prevalência de disfunção erétil, especialmente no sexo masculino, população com mais de 40-50 anos, a faixa etária mais frequentemente estudada. A maioria das pesquisas descobriu que menos de 30% dos homens reclamando de disfunção erétil procurou ajuda médica para tratar este distúrbio. O contexto sociocultural influencia também a forma como o paciente descreve sua reclamação sexual e quais sintomas ele irá relatar. Fatores socioculturais a serem considerados na avaliação incluem crenças religiosas como possíveis contribuintes para a disfunção sexual.

O maior desafio considerado para o sistema de saúde foi a nova pandemia de coronavírus. Embora o distanciamento social e as quarentenas tenham sido necessárias como estratégias de saúde pública, podem contribuir a problemas psicológicos e mentais. Há evidências que a comunicação interpessoal reduzida pode aumentar a incidência de depressão e ansiedade e exacerbar condições pré-existentes. Na verdade, solidão, negação, ansiedade, depressão,
insônia e desespero foram relatados entre os casos suspeitos de doença coronavírus (COVID19). Ansiedade e depressão são comumente vistas em homens com distúrbios sexuais, como disfunção erétil e ejaculação precoce. A disfunção erétil, portanto, pode resultar de qualquer processo que prejudique as vias neurais ou vasculares que contribuem para a ereção.

Muitas condições de disfunção pélvica e sexual podem ser tratadas com sucesso por meio da fisioterapia do assoalho pélvico (FAP) por meio de várias técnicas de terapia manual, reeducação neuromuscular e modificações comportamentais.  A reabilitação perineal pode ser um tratamento eficaz para a disfunção erétil. O campo da reabilitação pélvica, incluindo a saúde sexual, continua avançando para modificar essas técnicas de acordo com um modelo biopsicossocial. É importante para o médico saber quando referir-se da FAP. Portanto, uma abordagem biopsicossocial envolvendo uma equipe multidisciplinar é importante no fornecimento de tratamento ideal para indivíduos que experimentam vários tipos de disfunção sexual.

Dentre os objetivos do estudo também está o de analisar, entre os médicos do município, sobre a importância da fisioterapia pélvica e a quantidade de indicação para a fisioterapia. Mesmo sendo de conhecimento dos médicos, a importância da fisioterapia nas disfunções do assoalho pélvico, a quantidade de indicação para fisioterapia é muito baixa, principalmente para os pacientes homens, sabendo da incapacidade dos mesmos de reconhecer suas próprias
necessidades de fisioterapia, precisando de um médico que recomende este curso de ação. A busca por esse tipo de serviço pode ser considerada sinônimo de fraqueza, realidade que vai de encontro com os preceitos da hegemonia masculina, na qual os homens são educados para não demonstrar qualquer traço de fragilidade. Some-se isso ao fato das unidades de saúde serem compostas por muitos profissionais do sexo feminino e serem frequentadas, sobretudo, por mulheres, provocam uma sensação de não pertencimento a tais espaços.

A maioria dos médicos, dentre aqueles que encaminharam pacientes para fisioterapia, afirmou que entre 5 a 10 pacientes homens consultados, apenas 1 faz fisioterapia, o que dá praticamente o valor da média de indicação. Se alguns médicos no município não encaminham esses pacientes para atendimento fisioterapêutico, tornam-se contraditórias suas respostas sobre a importância da fisioterapia pélvica e fortalece ainda mais o desconhecimento pelo paciente de que há outras vias de tratamento não farmacológicas e não invasivas para tratar as suas disfunções miccionais e sexuais.

Neste estudo foi visto que apenas 1 médico, dos 15 entrevistados, respondeu que acompanha a evolução dos seus pacientes com a devolutiva do fisioterapeuta. À medida que o conhecimento sobre fisioterapia do assoalho pélvico avança significativamente, é cada vez mais importante entender que a abordagem multidisciplinar para disfunção do assoalho pélvico é o melhor tratamento e é recomendado por todas as principais sociedades internacionais.

Os músculos do assoalho pélvico desempenham um papel significativo na função sexual em homens e mulheres, e assim, fisioterapeutas especializados em avaliação e tratamento dos músculos do assoalho pélvico podem ser membros importantes de uma equipe interdisciplinar que atende homens e mulheres. Nas últimas 2 décadas, e em particular, durante os últimos anos, esta abordagem teve resultados positivos produzidos. A reabilitação do assoalho
pélvico representa uma terapia razoavelmente barata sem o risco de efeitos colaterais farmacológicos. Os profissionais de saúde devem reconhecer quando a fisioterapia é indicada no tratamento da disfunção sexual.

Em um mundo onde os profissionais de saúde contam com a medicina baseada em evidências para apoiar suas práticas clínicas, é importante saber a origem de tais evidências, que muitas vezes vêm de artigos clássicos. Sabe-se também que há uma necessidade da importância dos profissionais de saúde conhecerem bem as características da sua população adscrita. Sem essa informação, fica difícil se planejar o trabalho a ser desenvolvido.

Conclusão

Finalmente este estudo demonstrou que, de acordo com os médicos, a quantidade de indivíduos homens que procuraram atendimentos urológicos sofre de impotência sexual e incontinência urinária como queixas e enfermidades mais frequentes. Uma quantidade ínfima desses pacientes faz e é indicado para fisioterapia pélvica. Apesar dos médicos demonstrarem que sabem da importância da fisioterapia nas disfunções do assoalho pélvico, há necessidade de ressaltar a aproximação entre ambos os profissionais.

Destaca-se que a pandemia pelo novo coronavírus impossibilitou que um maior número de ambulatórios médicos fosse visitado, e assim mais médicos poderiam ter participado da pesquisa. Enfatizo a necessidade de continuação dessa pesquisa no futuro pós pandemia, ou um levantamento do número de atendimentos antes da pandemia e buscar o conhecimento sobre o perfil da população geral masculina de Campos, para que assim sejam melhor estruturadas as ações de prevenção e promoção da saúde urológica nos homens do município pelos médicos e fisioterapeutas.

a) Agradecimentos

Agradeço a todos os médicos que participaram dessa pesquisa. Ao amigo, professor e doutorando, Luã Guimarães Monteiro pelo auxílio quanto a apresentação e formulação estatística dos dados coletados. Agradeço também a minha amada esposa, Glícia, pelo incentivo e assistência, e a minha mãe, professora de inglês e português, Ana Lúcia, pela revisão deste estudo.

b) Referências Bibliográficas

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ARTIGO PUBLICADO EM: 26/10/2023



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