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Prevalência do Uso de Recursos não Farmacológicos em Parturientes Assistidas em uma Maternidade SUS pelo Serviço de Fisioterapia

Prevalência do Uso de Recursos não Farmacológicos em Parturientes Assistidas em uma Maternidade SUS pelo Serviço de Fisioterapia

INTRODUÇÃO

Na história do parto, têm-se relatos que o mesmo era no domicílio assistido por parteira, sem intervenções. Era um evento natural, e familiar, porém muitos eventos aconteceram na história, principalmente na década de 40, quando a mudança de postura na assistência ao parto, provocou grandes transformações. Com o avanço da tecnologia este passou a ser um evento cheio de intervenções dentro de um estabelecimento de saúde, sendo acompanhada por vários profissionais, o que acabou descaracterizando-o como evento natural (MOURA et al, 2007).

Dentro deste processo de transição, mesmo sabendo que o parto normal é a forma mais aconselhada para o nascimento seguro de um bebê, muitas mulheres têm receio do mesmo, pois a descaracterização deste como algo natural, provocou nelas ojeriza pelo processo, principalmente no quesito enfrentamento da dor no trabalho de parto (TP). Entretanto, do mesmo modo que o parto evoluiu com intervenções, evoluiu também no que se refere à Humanização do Parto, com o uso de métodos farmacológicos e não farmacológicos, promovendo, assim, segurança e conforto as parturientes (RATTNER et al, 2005; BALASKAS, 2008).

A humanização do parto é um movimento que busca resgatar a individualidade da mulher, seu conceito é vasto e por isso tem vários sentidos, envolvem as informações, os costumes e as atitudes para prover partos e nascimentos saudáveis, os quais preservem a intimidade e a autonomia da mulher, e que lhe proporcionem procedimentos comprovadamente úteis, evitando intervenções dispensáveis (MAIA, 2010).

Em relação ao parto, podem-se identificar três modelos de assistência, o tecnocrático, modelo baseado apenas no conhecimento, autoridade e responsabilidade do profissional, centrado na supervalorização da assistência tecnológica, onde o paciente é visto como um objeto, e tratado de fora para dentro. O segundo é o modelo humanístico, onde a paciente é tratada como sujeito relacional, há um atrelamento e cuidado entre profissional e paciente, a decisão e responsabilidade são divididas entre profissionais e pacientes. E o terceiro e último, o holístico, um modelo com uso de baixa tecnologia e alto contato; assistência motivada pela cura; onde a gestante é vista completa em todo seu contexto de vida, o diagnóstico e tratamento são feitos de dentro para fora (MAIA, 2010).
O processo fisiológico do TP e parto inicia-se contrações dolorosas, os quais vão ficando cada vez mais regulares, podendo durar 12 horas ou mais. Sendo considerado trabalho de parto ativo, quando a dilatação chega entre 3 e 4 cm e possui as contrações ritmadas, alcançada a fase ativa, a dilatação passa a ser, aproximadamente, de um centímetro a cada hora ocorrendo a abertura do colo uterino (ODENT,1999).

Durante o trabalho de parto e parto, quatro hormônios interagem para estimular o processo fisiológico: a ocitocina chamada de “hormônio do amor” por Niles Newton; as prostaglandinas que atuam junto com a ocitocina; a adrenalina que tem um papel importante no período expulsivo; e a endorfina que da a sensação de bem-estar (BUCKLEY, 2015).

As grandes referências para os defensores da humanização do parto no Brasil foram as “Recomendações da OMS e o livro de Enkin”. Alguns desses temas viraram pontos políticos para campanhas no Brasil, como por exemplo, o direito á acompanhantes no SUS. Tornando assim lei em alguns municípios, estados e agora nacional (DINIZ, 2005).

Com relação ao uso de recursos não farmacológicos, o Ministério da Saúde recomenda, dentro dos 10 passos para humanização, no seu sexto passo: “deve-se orientar e oferecer métodos não farmacológicos e não invasivos de alívio da dor durante o trabalho de parto como massagem, banho morno e técnicas de relaxamento” (BRASIL, 2001).

Os recursos não farmacológicos que são usados para alívio da dor na parturiente em trabalho de parto ativo: banho de chuveiro morno ou banho de imersão, massagem, estimulação nervosa transcutânea, exercícios respiratório, técnicas de relaxamento (GALLO et al,
2011).
As técnicas de respiração bem aplicada consistem no relaxamento e alivio das dores uterinas promovendo conforto e maior oxigenação. Quando aplicada da forma correta chega a promover tranquilidade para a mesma (REBERTE; HOGA, 2005).

A bola suíça um dos recursos de trabalho do fisioterapeuta é de total importância durante o TP, onde a parturiente é orientada a utilizar nos exercícios durante a fase ativa, executante movimentos livres da pelve facilitando a descida do bebê (SILVA et al, 2011).

A massagem é aplicada na região onde relata sente mais dor, que na maioria das vezes é na região lombo-sacro. Um dos efeitos fisiológicos é o aumento da circulação sanguínea promovendo o relaxamento local. No local massageado ocorre a liberação de opióides endógenos onde a endorfina atua promovendo o alívio da dor no local (BARACHO, 2012).

O banho morno é uma técnica de baixo custo e de fácil aceitação para parturiente durante as contrações, diminui a ansiedade promovendo uma vasodilatação periférica e o relaxamento local, onde a mesma pode estar sentada na bola ou em uma banqueta de parto normal ou até em mesmo em pé (GALLO et al, 2011; SANTANA et al, 2013).

Outro recurso não farmacológico é a Neuroeletroestimulação transcutânea (TENS) que causa a analgesia local, método não invasivo que passa uma corrente onde causa alivio da dor naquela região. Não se sabe qual o parâmetro seja adequado o que se sabe é que usa uma alta frequência com baixa largura de pulso, os eletrodos são colocados onde a parturiente relata mais dor que na maioria das vezes é no lombo-sacro onde vai promover uma analgesia local (GALLO et al, 2011).

O objetivo da presente pesquisa foi avaliar a prevalência do uso de recursos não farmacológicos durante o trabalho de parto em parturientes atendidas pelo serviço de Fisioterapia em uma maternidade SUS.

MATERIAIS E MÉTODOS

Trata-se de uma pesquisa documental retrospectiva, realizada em um hospital da cidade de Maceió/AL, após consentimento do local. A qual obedeceu aos princípios éticos envolvendo seres humanos, conforme resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde do

Ministério da Saúde (CNS/MS), sendo aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Faculdade Estácio de Alagoas sob o protocolo 1.990.288.

A amostra foi definida por conveniência, onde os critérios de inclusão consistiram em todas as parturientes registradas nos mapas de atendimento do Serviço de Fisioterapia no ano de 2016. Não se aplicaram critérios de exclusão.

Houve dispensa do TCLE, por se tratar de um estudo de caráter retrospectivo, onde houve levantamento de dados junto aos mapas de atendimento do Serviço de Fisioterapia, sem contato direto com seres humanos. Todos os dados pessoais sãomantidos em sigilo, em conformidade com o que prevê os termos da Resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde (CNS/MS).

Foi realizada uma visita semanal ao hospital, respeitando o horário dos plantões da equipe de Fisioterapia (7h às 19h), no decorrer de um mês para levantamento dos dados, totalizando quatro visitas.

Os dados encontrados foram transferidos para ficha de coleta própria para análise. As variáveis estudadas foram idade, paridade, uso dos recursos para alívio da dor, e o tipo de Parto.

Na pesquisa foi utilizada a estatística descritiva, onde os dados foram resumidos e expostos em tabelas e gráficos no formato de pizza do programa ActionStat do Excel® 2010 for Windows10®.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Após análise dos dados verificou-se que em 2016, no hospital do estudo, 5344 mulheres foram internas para parto, sendo que 60,6% (n=3241) tiveram parto normal, e 39,4% (n=2103) cesárea (Gráfico 1).

Dados do DATASUS de 2013 evidenciam a capital alagoana, como com o terceiro maior percentual de realização de cesáreas entre as capitais do país, onde 63,6% das mulheres realizaram a cirurgia (DATASUS, 2013).

Pimentel (2017), em sua reportagem, em jornal e grande circulação, aponta dados do Ministério da Saúde, onde a taxa de cesarianas no Brasil apresentou uma diminuição de 1,5%, entretanto Alagoas não segue a mesma tendência, ao contrário, registrou uma alta de 1,2% em relação ao ano de 2016. Sendo evidenciados 54,1% de cesarianas no Estado. Nos hospitais particulares esta taxa é ainda maior, chegando até 90%.

Desta forma percebe-se que os dados encontrados na pesquisa não corroboram com a realidade do estado, sendo uma boa exceção em busca de melhores indicadores de parto.

Dentre todas as mulheres assistidas no hospital, foram incluídas, na pesquisa, 1331 (24,9% do total de partos do hospital), as quais foram às assistidas pelo serviço de Fisioterapia, e utilizaram métodos não farmacológicos para alívio da dor, contra 75,1% (n=4013) não fizeram uso (Gráfico 2).

É importante salientar, no presente estudo, que o serviço de Fisioterapia do hospital funciona das 7h às 19h, e que o fisioterapeuta plantonista não é exclusivo da sala de parto, tendo que atender também as puérperas internas no alojamento conjunto, o que pode justificar o baixo índice de assistência do serviço. Entretanto do total de partos assistidos pelo serviço de fisioterapia, 1331 mulheres, todas (100%) experimentaram alguma técnica de alívio da dor.

O uso de técnicas para o alívio da dor no trabalho de parto é uma das recomendações das boas práticas de assistência ao parto recomendada pelo MS/OMS, sendo também uma exigência da Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC), através de seus novos critérios descritos como Cuidados Amigo da Mulher (CAM), através da portaria nº 1153, de 22 de maio de 2014 (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2014).

Hoje em dia todos os hospitais amigos da criança devem a cumprir estas boas práticas afim de melhorar cada vez mais sua assistência.

O uso de recursos não farmacológicos para alívio da dor durante o trabalho de parto se faz muito importante, pois são técnicas de fácil aceitação, baixo custo, que promovem o relaxamento, diminuindo o estresse da parturiente. Mesmo sendo recomendado pelo Ministério da Saúde o uso desses recursos durante o trabalho de parto, a utilização destes na assistência obstétrica ainda não é rotina na grande maioria das maternidades. Pode-se ver que a atuação de um fisioterapeuta em uma sala de parto é uma prática pouco estabelecida nas maternidades públicas (GALLO et al, 2011).

Para caracterizar a pesquisa, as mesmas foram dividas por faixa etária, de acordo com o apresentado nos mapas do serviço de Fisioterapia.

Dentre elas 51,2% (n=682) estavam na faixa etária de 18 a 25 anos, 23,4% (n=312) de 26 a 35 anos, 22,5% (n=300) abaixo de 18 anos, e 2,9% (n=37) acima de 35 anos (Gráfico 3).

O IBGE (2016) divulgou que a taxa de fecundidade no país, em 2015, caiu 21,9%, e houve o aumento do número de mães que tem o primeiro filho acima dos 30 anos: os 22,5% de mulheres nessas condições registradas na ultima década subiu para 30%. O índice de mulheres com menos de 19 anos que se tornaram mães caiu de 23,5% para 19,3%. O que não corrobora com a presente pesquisa onde a maior faixa etária foi até os 18 aos 25 anos, ou seja mulheres cada vez mais jovens.

Em relação à paridade 59,7% (n=794) eram primíparas, 27,7% (n=369) paucípara, e 12,6% (n=201) multíparas (Gráfico 4). Não foram encontrados artigos que pudessem ser discutidos com relação à paridade com o presente artigo.

Dentre o total de partos assistidos pela Fisioterapia 86,3% (n=1148) evoluíram para parto normal, e 13,7% (n=183) para cesárea (Gráfico 5).

Quando se tem uma assistência fisioterapeuta durante o processo de parturição se torna mais ativo, natural e prazeroso para parturiente. O fisioterapeuta é um dos profissionais capacitados com conhecimentos e métodos não farmacológicos para alivio da dor durante o TP a serem utilizados de forma coerente e respeitosa, oferecendo suporte físico e emocional, transmitindo segurança em cada método oferecido (MAZZALI; NASCIMENTO; RONALDO, 2008).

Um estudo desenvolvido no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) mostra a diferença de comportamento das parturientes que eram atendidas na sala de pré-parto pela Fisioterapia e as que não tiveram atendimento interferiram no tempo de evolução para o parto. O estudo mostrou que sete das parturientes evoluíram para parto vaginal e três para cesariana. Todas fizeram indução com uso de ocitocina (CASTRO et al, 2012)

Todas as parturientes fizeram o uso dos recursos mais comuns registrados pelo serviço estava a massagem, o banho quente, o uso da bola suíça, técnicas respiratórias e a TENS. Assistidas pelo serviço de Fisioterapia, independente da via de parto que evoluíram, utilizaram recursos não farmacológicos.

Artigos mostram a importância do uso dos recursos não farmacológicos para alívio da dor durante o TP, pois são recursos de baixo custo e fácil aceitação que promove o relaxamento da parturiente. Em 2011 Gallo publicou uma revisão no qual mostra a importância dos recursos utilizados pela fisioterapia na sala de pré-parto (GALLO, 2011).

A massagem é uma técnica antiga que vem sendo utilizada para alívio da dor em parturientes em TP ativo, pois reduz o estresse e a ansiedade. Um ensaio clínico que envolveu 120 primíparas mostrou diminuição da dor e da ansiedade nas três fases do TP no grupo que recebeu a massagem (MORTAZAVI, 2012, e CHAMG et al, 2002).

Ainda na revisão publicada por Gallo (2011), mostra que o banho morno causa a vasodilatação periférica promovendo o relaxamento das musculaturas (GALLO, 2011). Outro estudo realizado no Centro de Referência da Saúde da Mulher de Ribeirão Preto-MATER no período de agosto de 2011 a julho de 2012, composto por 34 parturientes de baixo risco a partir das 37 semanas de gestação, de 4 e 5 cm de dilatação cervical, fizeram o uso do banho morno para alivio da dor em uma temperatura de 37º a 39º C vista pelo termômetro calibrado, com duração de 30 minutos. As parturientes eram avaliadas pela EVA antes de depois do banho de quente, comprovando que o banho quente reduz a dor das pacientes em trabalho de parto ativo (SANTANA et al, 2013).

Outro estudo realizado no mesmo ano do que foi citado anteriormente, composto por 40 parturientes divididas em grupo controle-GC (20) e grupo bola-GB (20), primigestas, gravidez de baixo risco a partir das 37 semanas entre 4 e 5 cm de dilatação. Eram avaliadas pela Escala Categórica Numérica (ECN), o GB foi submetido a exercícios de mobilização pélvica na bola de anteverão e retroversão pélvica, lateralização, circundação e propulsão; o GC foi submetido aos procedimentos da maternidade, e a liberdade de posição. Foi mostrado que o GC houve uma pequena diminuição da dor e o GB houve uma diminuição significativa, podendo concluir que a bola suíça é um recurso efetivo para alívio da dor das parturientes (SILVA et al, 2011).

Bõing et al (2007) realizaram um estudo com 40 primigestas que foram divididas em Grupo Controle e Experimental, o grupo experimental utilizou padrão respiratório diafragmático realizado de forma lenta e profunda, e através da escala intensidade de dor, pulsoxímetro e questionário, pode-se observar que este grupo apresentou redução da dor e aumento da saturação de oxigênio durante e no intervalo das contrações. Com isso os autores concluíram que os exercícios respiratórios durante TP, melhora o nível de saturação da materna.

A Neuroeletroestimulação transcutânea (TENS) emite uma corrente elétrica em forma de onda tipicamente bifásica, simétrica ou assimétrica. Algumas evidências disponíveis mostra que em 1997, foi realizada a primeira revisão sistemática sobre o mesmo para alívio da dor durante o TP, foram analisados 8 estudos mais não foi possível determinar a efetividade da TENS. Foi realizada em 2011 uma nova revisão sistemática, analisando 9 estudos mais não tiveram bons resultados. Apesar disso, não houve nenhuma recusa sobre o método utilizado e nem foi prejudicial a parturiente. O uso do método foi de boa satisfação para as parturientes (CAROL, 1997; MELLO, 2011).

A presente pesquisa mostra a importância do uso de recursos não farmacológicos para alívio da dor durante o trabalho de parto junto à atuação do fisioterapeuta em uma sala de pré-parto. Mostrando que o mesmo tem total domínio sobre cada técnica a ser aplicada, transmitindo segurança a parturiente.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A presente pesquisa se caracterizou por mulheres jovens, primíparas, as quais não foram assistidas em sua maioria pela equipe de Fisioterapia, ou seja, não utilizaram métodos não farmacológicos para alívio da dor, fato este que pode ser explicado pela escala restrita do serviço. Entretando todas aquelas assistidas pela equipe de Fisioterapia, utilizaram em 100% dos casos algum método farmacológico para alívio da dor.

A pesquisa demonstrou ainda que assistência da Fisioterapia durante o trabalho de parto parece estar diretamente relacionada à evolução das gestantes para o parto normal, visto que a maioria delas evoluiu para um parto fisiológico, quando atendidas pela equipe.

Percebe-se, assim, que o fisioterapeuta é um profissional importante na equipe obstétrica de uma maternidade, pois o mesmo é dotado do conhecimento para oferecer suporte físico eficaz, principalmente no que tange ao uso de recursos não farmacológicos. Os quais são de baixo custo, fácil aceitação e ajudam a parturiente durante o período de parturição promovendo bem-estar, favorecendo assim a diminuição do uso de fármacos durante o trabalho de parto.

Apesar de vários estudos já apontarem a real necessidade desse profissional no serviço obstétrico, não são todas as maternidades que dispõem de serviço de Fisioterapia fixo em sala de pré-parto, e parto, e quando possuem esse serviço não é 24h.

Desta forma, sugere-se que outros estudos, abordando a mesma temática, sejam feitos, para que se possa divulgar ainda mais no meio científico a importância da Fisioterapia Obstétrica.

REFERÊNCIAS

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