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O Método Pilates na Prevenção de Quedas nos Idosos Saudáveis: Uma Revisão Integrativa

O Método Pilates na Prevenção de Quedas nos Idosos Saudáveis: Uma Revisão Integrativa

Introdução:

A expectativa de vida sofreu um aumento mundial nos últimos anos, tendo um acréscimo da população idosa, embora possa ser considerado um desenvolvimento positivo há vários problemas de saúde graves que podem se desenvolver nos idosos. O envelhecimento é um processo involuntário e inevitável que provoca alterações morfológicas, funcionais e bioquímicas que limitam progressivamente o idoso, comprometendo a independência e a qualidade de vida.

Um dos sinalizadores do prejuízo da capacidade funcional pode ser a queda, sendo um problema comum e muitas vezes devastador entre os idosos. Levando a hospitalização, institucionalização e representando um ônus financeiro significativo para os serviços de saúde e assistência social.

Segundo Patti, as quedas são a principal causa de mortalidade e morbidade relacionada a lesões em idosos. Além disso, a recuperação da lesão por queda é muitas vezes retardada em idosos, o que, por sua vez, aumenta o risco de quedas subsequentes por meio do descondicionamento. Outra complicação é a síndrome de ansiedade pós-queda e o medo de cair (FOF – fear of falling), podendo ter um efeito psicológico, que aumenta ainda mais o risco de queda. Contribuindo para um maior descondicionamento, fraqueza e marcha anormal e, a longo prazo, pode realmente aumentar o risco de quedas, causando um ciclo vicioso que torna os indivíduos mais dependentes, deprimidos e isolados. A presença de FOF pode reduzir sua capacidade de realizar atividades diárias, o que reduz ainda mais seus níveis de mobilidade e, portanto, a qualidade de vida. Para Rubenstein, os mais importantes desses fatores de risco são fraqueza muscular e problemas de marcha e equilíbrio.

De acordo com os autores Costa e Bird, programas de exercícios que envolvem treino de força e equilíbrio são considerados responsáveis pela manutenção da capacidade funcional dos idosos, além de ser uma intervenção preventiva para reduzir o risco de quedas nessa população. Assim como Patti, que descreve a atividade física como um papel fundamental na prevenção de quedas e no estímulo do controle postural, resultando num gasto energético superior aos valores de repouso.

Há estudos que demonstram risco aumentado de quedas e fraturas entre indivíduos com disfunções musculares e de marcha. Entre as estratégias de redução de fatores de risco mais difundidas estão os exercícios regulares para melhorar a força, a marcha e o equilíbrio.

Hyun mencionou que a diminuição da capacidade de equilíbrio decorrente do envelhecimento desencadeia deficiências motoras e de marcha, o foco principal dos programas de exercícios para idosos deve ser a prevenção de quedas. Conforme Pucci, idosos que realizam exercícios físicos reduzem a incidência de quedas e o risco de fraturas, têm menor risco de desenvolver depressão e demência e melhoram a aptidão física.

Dentre as várias possibilidades de atividade física, o Método Pilates tornou-se uma modalidade popular nos últimos anos, proporcionando benefícios como aumento da densidade óssea, mudanças positivas na composição corporal, melhora na força e resistência muscular, coordenação, equilíbrio e flexibilidade. Como é uma prática individualizada, diminui assim o risco de possíveis lesões, com isso o Pilates tem sido bastante indicado para idosos.

Logo este estudo propõe como intervenção, o Método Pilates, que foi criado em 1920 durante a Primeira Guerra Mundial por Joseph Hubertus Pilates, que se baseou na “Contrologia”, que visava o equilíbrio entre o corpo e a mente, apresentando seis princípios básicos: centralização, concentração, precisão, controle, respiração e fluidez. Sendo descrito como um método único de condicionamento físico que utiliza uma combinação de fortalecimento muscular, alongamento e respiração para desenvolver os músculos do tronco e restaurar o equilíbrio muscular.

Conforme Joseph Pilates, o corpo e a mente precisam estar coordenados para se atingir o máximo de resultado com o menor gasto de energia mental e física, para podermos viver um tempo maior com uma boa saúde e desfrutando dos benefícios de uma vida proveitosa. Para Patti, o Pilates tem um efeito maior sobre essas habilidades físicas do que um programa geral de atividade física. Fernández-Rodríguez menciona que o método não tem limitação de idade, então fisioterapeutas e geriatras frequentemente o recomendam como um exercício físico útil para pessoas idosas.

De acordo com Oliveira é uma técnica em que a resistência tanto pode ser fornecida pelo próprio peso corporal em exercícios realizados no solo como por resistência de molas presas aos equipamentos especializados empregados na prática incluindo Reformer, Cadillac, Ladder Barrel e Wunda Chair. Na visão de Fernández -Rodriguez o Pilates é eficaz por melhorar o desempenho físico e diminuir o risco de quedas, porque muitos exercícios desafiam o equilíbrio e fortalecem tanto os músculos centrais quanto os músculos envolvidos no alinhamento postural. Corroborando com Melo que menciona que o método como prática regular beneficia o idoso por contribuir com o aumento da capacidade funcional, qualidade de vida e aptidão física, diminuindo a ocorrência de quedas nessa população. Em concordância com Moreno-Segura que conclui que o Pilates pode reduzir quedas entre os idosos, embora para ele a literatura ainda seja escassa para concluir definitivamente os efeitos sobre esse desfecho.

O objetivo deste trabalho é realizar uma revisão integrativa para identificar se os benefícios da prática do Pilates são suficientes para prevenir quedas nessa população, sem haver a necessidade de um outro tipo de intervenção de exercício físico em paralelo.

Materiais e Métodos:

Este é um trabalho de revisão integrativa sobre a prática do método Pilates para a prevenção de quedas nos idosos. Sendo identificado o tema para a seleção da pesquisa, estabelecido critérios para eleger os estudos, análise do resultado, discussão e por último apresentação da revisão. A realização da revisão teve início com um levantamento
bibliográfico de artigos científicos, com publicações nas bases de dados indexadas da Pubmed/Medline, Lilacs, Scielo e PEDro, utilizando os seguintes descritores, em português e inglês: pilates, idoso, acidentes por quedas, equilíbrio / exercise movement techniques, pilates elderly, aged, accidental falls, balance.

Foram selecionados artigos que utilizaram como grupo experimental, os que praticavam o método Pilates com o objetivo de melhoria do equilíbrio, força muscular, coordenação e desempenho funcional, propiciando assim uma prevenção de quedas em idosos saudáveis, comparado com um grupo com ou sem intervenção de outra atividade física. Como é um tema ainda escasso de artigos científicos, foram utilizados para o desenvolvimento do trabalho, estudos feitos a partir de 2006 para que acrescentassem mais conhecimentos sobre Pilates na prevenção de quedas.

A análise, categorização e síntese dos temas foi realizada com o objetivo de alcançar a melhor descrição e classificação dos resultados. A coleta de dados se deu através de uma busca avançada promovida junto aos descritores sendo representada através do Fluxograma abaixo.

Resultados:

Foram destacados 10 artigos científicos para a discussão que são baseados em estudo clínico randomizado, que utilizaram o Método Pilates como a intervenção no grupo experimental. Na maior parte dos artigos, a idéia principal se fundamenta em analisar, verificar e avaliar os resultados da metodologia em idosos, visto que os efeitos mais observados foram o ganho de equilíbrio estático e dinâmico, aumento de força e mobilidade funcional proporcionando uma diminuição do risco de quedas.

Na tabela I, apresentam-se os estudos selecionados, de forma generalizada, destacando a amostragem dos grupos, a idade média e o sexo dos participantes, as medidas empregadas e os resultados elencados.


Discussão:

Constatou-se que os estudos foram compostos predominantemente pelo sexo feminino. Os autores Irez, Oliveira, Hyun, Dlugosz-Bòs, Aibar-Almazán e Vieira utilizaram como amostra somente mulheres idosas. Já os demais artigos apresentaram um número maior de mulheres comparado com o de homens. Corroborando com Roh que mencionou que a expectativa de vida média maior das mulheres sugere que elas sejam mais saudáveis do que os homens e que estejam mais preocupadas em cuidar da sua saúde.

Hyun e Dlugosz-Bòs, mencionaram que as quedas de mulheres idosas ocorrem com maior frequência do que em homens idosos. As mulheres chegam a cair três vezes mais que os homens e são hospitalizadas cinco vezes mais devido a quedas. Relatando que o método Pilates é uma forma segura de movimento para idosos, proporcionando assim uma maior adesão por esse público.

Todos os estudos selecionados usaram como critério de inclusão que os indivíduos tivessem a partir de 60 anos. Contudo Oliveira, delimitou a faixa etária da amostra entre 60 e 65 anos, sendo considerados idosos mais jovens.

Os autores Patti, Oliveira, Hyun, Dlugosz-Bòs, Roller e Josephs e seus colaboradores, especificaram os exercícios realizados pelo grupo que praticou Pilates, tanto no solo como nos equipamentos. Já Josephs recomendou e especificou também os exercícios que deveriam ser continuados em casa após o término do estudo para que a manutenção do equilíbrio em pacientes com risco de quedas perdurasse a um prazo maior.

Alguns artigos realizaram o estudo com um grupo controle com intervenção de outras atividades físicas que foram comparadas com o Pilates. Como no de Patti o grupo realizou um programa inespecífico de atividade física, no de Oliveira foi alongamento estático, Hyun estabeleceu exercícios de superfície de suporte instável e Josephs utilizou exercícios tradicionais. Nesses estudos, o grupo Pilates apresentou mais vantagens que o grupo controle das atividades citadas.

A maioria dos artigos utilizou a prática do método Pilates no solo com ou sem acessórios. No do Oliveira, os que participaram da intervenção do Pilates realizaram fortalecimento e alongamento nos aparelhos, dando mais ênfase em membros inferiores, Roller, o grupo experimental realizou exercícios no Reformer, resultando numa melhora no equilíbrio estático e dinâmico, na amplitude ativa do quadril e tornozelo e na redução do risco de quedas e Josephs usou os aparelhos de Pilates em seu estudo, principalmente o Reformer, apresentando uma melhora na confiança no equilíbrio, medida pela escala ABC.

O uso de calendários mensais de quedas foi utilizado por Irez e Josephs e foi perguntado o número de quedas no ano anterior na avaliação pré teste. Roller solicitou que completassem um questionário de triagem na avaliação inicial, para determinar a natureza, frequência e número de quedas no ano anterior e para avaliar a natureza do problema de equilíbrio. Porém Gabizon e Roller, somente solicitaram aos participantes que recordassem o número de quedas desde o pré teste, arriscando um erro de recordação, não sendo orientados a documentar o número de quedas durante a intervenção em um calendário. Josephs orientou o calendário para registrar quedas durante o acompanhamento de 1 ano após a alta. Para Barker, esse calendário para registrar as informações de queda é o método padrão-ouro para a coleta de dados desses eventos em ensaios clínicos.

Dlugosz-Bòs foi o único a mencionar o uso de terapia musical como efeito calmante, auxiliando na concentração e na indução de sensações positivas e no uso de espelhos nas salas de prática para auto correção durante as sessões.

Os estudos de Irez, Gabizon, Oliveira, Hyun, Wells, Dlugosz-Bòs, Vieira e Josephs apresentaram o mesmo período de intervenção, que foram 12 semanas, porém o número de aulas por semana (1, 2 ou 3 por semanas) e a duração das sessões foram variados. Goedert avaliou que a frequência da sessão por semana deve ser considerada, não apresentando efeito quando realizada uma vez por semana. Entretanto Roller concluiu que uma sessão de Pilates por semana já resultaria em uma redução do risco de queda e melhorias no equilíbrio.

Os autores Oliveira, Dlugosz-Bòs, Roller e Josephs especificaram o número de repetições de cada exercício no Grupo Pilates, sendo 10 repetições para cada um. Os demais só citaram a frequência, período e duração das aulas.

Os estudos não mantiveram um acompanhamento a longo prazo para saber se os resultados positivos do Pilates ainda eram evidentes alguns meses após o término da prática.

Somente Roller e Josephssugeriram um programa de continuidade para documentar melhorias duradouras nas medidas de risco de queda. Segundo Josephs, estudos têm mostrado que os benefícios do exercício diminuem rapidamente uma vez que o programa é finalizado.

Josephs também mencionou que todos os exercícios para ambos os grupos (Pilates e exercícios tradicionais) foram realizados de forma desafiadora e sem dor. Orientou também os participantes a realizarem os exercícios nos dias sem programa e após a alta. E foi o único estudo que mensurou o nível de esforço dos participantes, utilizando a Escala de Esforço de Borg.

Entretanto para Roller e Josephs, um critério de inclusão para os estudos foi os indivíduos apresentarem duas ou mais quedas no ano anterior. Em discordância com Hyun, que não poderia ter tido queda no último ano.

Todos os estudos utilizaram como medida de avaliação, o sistema de equilíbrio seja através do teste de Romberg com olhos abertos e/ou fechados, Escala de Equilíbrio de Berg, TUG, OLS (teste de apoio unipodal) FAB, dentre outros. Conforme Hyun o treino de equilíbrio reduz mais o risco de queda do que o treinamento de força muscular. Todavia
Gabizon e colaboradores após 12 semanas de Pilates, não encontraram melhora nessa medida, pois os autores relataram que não realizaram nenhum exercício específico de equilíbrio durante a intervenção, logo o método Pilates não desafia o sistema de controle de equilíbrio. No estudo de Barker os exercícios foram realizados em pé para proporcionar um desafio maior ao equilíbrio. Sendo para ele, uma das práticas para prevenir quedas. Corroborando com o achado de Gabizon10 de que uma intervenção de exercícios precisa desafiar o sistema de equilíbrio.

Aibar-Almazán foi o único que utilizou como medida de avaliação a escala FES-I, que está correlacionada com medidas de equilíbrio e marcha e prevê futuras quedas e declínio da capacidade funcional, tendo excelente confiabilidade.

Já os autores Dlugosz-Bós e Vieira, não encontraram melhora nas medidas de TOG e OLST no grupo experimental. Além disso, os resultados do TUG pioraram no grupo controle, que não teve intervenção, após os três meses como mencionado por Dlugosz-Bòs.

Confirmando a importância da atividade física regular na forma de treinamento de Pilates para idosos como medida preventiva de quedas.

Todavia para Vieira a má qualidade de ensaios controlados randomizados envolvendo o método Pilates e a variedade de metodologias que têm sido usadas nos estudos, principalmente quanto ao período de intervenção, frequência e tipos de exercícios utilizados na prática, tornam difíceis fazer comparações significativas.

Os artigos citados neste estudo utilizaram uma pequena amostra do público-alvo. Existe ainda, a necessidade de mais estudos que contenham uma maior adesão para se estender a uma população idosa maior. A grande maioria dos idosos usados nas pesquisas vivia em comunidade, limitando assim o resultado numa abrangência pequena após a intervenção. E a média de idade utilizada na maioria dos artigos referenciados era de idosos mais jovens, devendo assim, ter mais pesquisas com os grupos mais longevos, para que o resultado positivo da prática do Pilates em quedas fosse mais significativo.

O Pilates é uma atividade em ascensão, portanto, estudos que investigaram os efeitos do Pilates em idosos são recentes e as evidências são limitadas.

Conclusão:

As intervenções com o Método Pilates apresentadas nos artigos citados foram realizadas num curto prazo, mesmo assim a maioria dos estudos apresentou resultados satisfatórios para o problema em questão, a prevenção de quedas. Sendo necessárias mais análises com uma prática a médio e a longo prazo, visto que a atividade física deve ser continuada para evitar uma progressão acentuada das alterações fisiológicas e patológicas do envelhecimento. E nos artigos incluídos, uma grande variedade de medidas de testes envolvidos foram fontes de heterogeneidade, o que precisa ser analisado em estudos futuros.

Contudo, pode-se concluir que o Método Pilates é eficaz na prevenção de quedas em idosos saudáveis, devendo ser recomendado para idosos com histórico ou não de quedas, além de ser uma técnica segura de ser realizada por essa população.

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ARTIGO PUBLICADO EM 13/06/2024



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