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Lesões em Praticantes Amadores de Corrida de Rua

Lesões em Praticantes Amadores de Corrida de Rua

INTRODUÇÃO

Correr é uma modalidade com um grande número de praticantes, tanto pela facilidade de prática como pelos benefícios para a saúde e baixo custo envolvido. Tornou-se popular por estas e outras razões, no entanto, os indivíduos que a praticam no campo de competição ou de lazer, estão expostos a riscos associados ocasionais, especialmente se o movimento ou não apropriado.

As lesões osteomusculares mais comuns na corrida ocorrem nos membros inferiores. Uma recente meta-análise revelou que a incidência de lesões em praticantes de corrida varia de 19,4% a 79,3%, sendo a articulação do joelho mais mencionada o mecanismo de lesão relacionado à corrida que respeita um padrão comum a todas as lesões nos diferentes esportes e deriva da sobreposição de muitos fatores (FERREIRA, et.al., 2012).

Esses fatores podem ser divididos em extrínsecos ou intrínsecos. Os fatores extrínsecos são aqueles que direta ou indiretamente estão ligados à preparação ou prática em execução e no planejamento e desempenho do treinamento, tipos de treinamento superfície, tipo de itinerário, hábitos alimentares e prática associada a outras modalidades esportivas (HINO, et.al,.2012).

Os fatores intrínsecos são aqueles ligados ao corpo e incluem biomecânica e anormalidades anatômicas, flexibilidade, história de lesão, antropometria características, densidade óssea, composição corporal e condicionamento cardiovascular (FERREIRA, et.al., 2012).

O objetivo deste estudo é avaliar a prevalência de lesões músculo esqueléticas e analisar os fatores associados à corredores de rua amadores.

MATERIAIS E MÉTODOS

Pesquisa Bibliográfica elaborada a partir da análise e interpretação do conteúdo de materiais como livros, artigos de periódicos e textos da Internet, levando ao pesquisador buscar idéias relevantes ao estudo, com registro confiável de fontes. A pesquisa bibliográfica aplicada neste estudo tem por objetivo comprovar o pressuposto inicial ao tema em trabalhos publicados nos últimos cinco anos por meio dos descritores: Lesões. Atletas de corrida de rua. Traumas. Características.

DISCUSSÃO

Existem 3 fases de marcha – postura, balanço e flutuação. À medida que a velocidade de corrida aumenta, menos tempo é gasto na fase de apoio. A marcha normal de corrida começa com o golpe lateral, seguido da pronação do pé durante o meio da posição e da supinação do pé durante o impulso, absorver o impacto de golpear o chão; pronação ou supinação insuficiente ou excessiva altera a dissipação de força na cadeia cinética (músculos, ligamentos, tendões e ossos). Nos países desenvolvidos, a maioria dos indivíduos usa tênis de corrida e aterrissam em seus calcanhares. O padrão de corrida de impacto no pé traseiro é facilitado por saltos elevados e almofadados de tênis modernos  durante os quais as forças de reação do solo atingem 1,5 a 3 vezes o peso corporal (FERREIRA, et.al., 2012).

Três recomendações comuns incluem (1) sapato de controle de movimento para arcos baixos, (2) sapato de treinamento almofadado para arcos elevados e calçados de estabilidade para arcos normais. Embora essas modificações tenham ganhado popularidade dentro da comunidade de corredores no combate a lesões, atualmente há dados limitados para sugerir que essas medidas, baseadas no tipo de arco ou na forma do pé, podem reduzir as taxas de lesões (MCGINNIS, 2012).

A dor nas pernas é uma queixa comum entre os atletas recreativos e profissionais que competem na prática de esportes. A avaliação do indivíduo com dor nas pernas intermitente ou constante deve ser bem organizada e inclusiva.

Segundo Pileggi et.al., (2010) a duração da dor, sua relação com a lesão, intensidade da dor e seu padrão são fatores importantes. Além disso, mudanças no regime de treinamento, seu nível, intensidade ou duração ou na natureza da rotina, são componentes críticos da avaliação.

O exame físico pode ajudar a diferenciar as etiologias ósseas das partes moles. Os estudos são ditados pelo diagnóstico diferencial, mas incluem radiografias em quase todos os pacientes e uso selecionado de outras modalidades. Estes incluem imagens ósseas e ressonância magnética para a síndrome do estresse tibial medial e fraturas por estresse e medições de pressão intracompartimental para síndrome compartimental crônica (SIMÕES, 2012).

O tratamento geralmente requer repouso ou mudança no regime de treinamento. Cirurgia para condições como síndrome compartimental crônica frequentemente permite um retorno às atividades pré-lesão (MCGINNIS, 2012).

Embora a corrida seja uma maneira eficaz de obter muitos benefícios à saúde, ela está associada a um alto risco de lesão; anualmente, até a metade dos corredores relatam uma lesão. Embora algumas lesões sejam traumáticas, a maioria é causada pelo uso excessivo (FERREIRA, et.al., 2012).

Apesar da popularidade da corrida e da prevalência de lesões relacionadas, poucos estudos identificaram com sucesso os fatores individuais mais responsáveis, sugerindo que muitas lesões de corrida são multifatoriais. Uma história de lesão prévia é uma das poucas variáveis que mostraram consistentemente aumentar o risco de incorrer em uma lesão subsequente.

Portanto, todos os corredores feridos que procuram atendimento médico devem ser questionados sobre lesões anteriores, incluindo tratamentos. A reabilitação incompleta e a falha em abordar os fatores de risco potenciais
associados a uma lesão prévia aumentam a probabilidade de recorrência. Maior quilometragem é outro fator que está consistentemente associado ao aumento do risco de lesões. A obesidade está associada a um risco aumentado (SAFRAN, 2011).

Segundo Pereira (2010) múltiplos fatores de risco provavelmente contribuem para a execução de lesões. Estes podem ser estratificados em fatores de risco intrínsecos (por exemplo, variáveis anatômicas e outras variáveis individuais, incluindo sexo e IMC) e fatores de risco extrínsecos (por exemplo, variáveis e equipamentos de treinamento).

Anatomia – As lesões de corrida foram atribuídas a diversas variáveis anatômicas, mas a literatura não suporta muitas dessas crenças comuns. Um bom exemplo é a dor patelofemoral, uma causa comum de dor no joelho em corredores. O alinhamento dos membros inferiores, que resulta em um maior ângulo Q no joelho (comum em mulheres), tem sido frequentemente citado como causa de dor patelofemoral, mas a grande maioria dos estudos refuta essa afirmação (PEREIRA, 2010).

O tipo de pé é outro fator de risco, mas a maioria dos estudos com corredores não encontrou relações consistentes entre a estrutura do pé e lesões específicas. Uma exceção notável é o pé cavo (arco alto), que está associado a uma miríade de lesões. Lesões específicas implicadas em um ou mais estudos incluem fraturas de estresse tibial, dor patelofemoral, e tendinopatia de Aquiles (SAFRAN, 2011).

Alguns pesquisadores propuseram que a assimetria do membro (ou seja, a discrepância no comprimento das pernas) pode aumentar o risco de lesões, incluindo a fratura por estresse, mas nem todos os estudos apóiam essa conclusão.
Estes resultados conflitantes sugerem que a anatomia por si só não é suficiente para explicar o alto risco de lesão entre os corredores. Muitos médicos experientes em medicina esportiva acreditam que a questão importante é se a diferença no comprimento da perna afeta a marcha e não se algum limite de medida é atingido (FERREIRA, et.al., 2012).

Mcginnis (2012, p.55-56) apresenta alguns estudos realizados com diferentes pessoas adeptas da corrida de rua:

Gênero e idade – Gênero e idade podem ter um papel em algumas lesões, mas a literatura é conflitante a esse respeito:

Um estudo prospectivo de 844 corredores do sexo masculino e feminino após um programa de treinamento em preparação para uma corrida de 10 km relatou um aumento do risco de lesão entre mulheres de 50 anos ou mais e um risco menor entre os 30 ou mais jovens.

● Um estudo prospectivo de 532 participantes novatos que participaram de um programa de treinamento de 13 semanas observou que um IMC mais alto era um fator de risco para corredores masculinos, mas não femininos (razão de risco; IC95%, 1,05-1,26). Por outro lado, a queda navicular foi associada com lesão em mulheres, mas não em homens (HR 0,85; 95% CI, 0,75-0,97).

● Um estudo longitudinal de ex-corredores do ensino médio durante um período de 15 anos relatou que as meninas tiveram taxas de lesões significativamente maiores do que os meninos (16,7 contra 10,9 lesões por 1000 exposições esportivas).

Estudos relatam consistentemente uma associação entre sexo feminino e risco de fratura por estresse, particularmente entre mulheres com menor densidade óssea, distúrbios menstruais e deficiências nutricionais, como visto na tríade atleta feminina. Os fatores de risco para fratura por estresse são discutidos separadamente (SIMÕES, 2012).

Embora não tenha sido consistentemente identificada como um fator de risco para lesões em curso, a idade tem sido associada a várias lesões em vários estudos observacionais. Em contraste com o estudo prospectivo, um estudo retrospectivo de mais de 2.000 corredores descobriu que a idade abaixo de 34 estava associada a um risco aumentado de dor femoropatelar tanto em homens quanto em mulheres e um risco aumentado de síndrome da banda iliotibial, tendinopatia patelar e síndrome do estresse tibial entre homens. Essas descobertas podem refletir que os corredores-mestres (> 40 anos) são principalmente aqueles com baixas taxas de lesões, enquanto os corredores que sofrem múltiplas lesões são mais propensos a desistir do esporte (FERREIRA, et.al., 2012).

Não se sabe se o peso, independentemente do sexo é um fator de risco independente para lesão. Um estudo de coorte prospectivo com 300 corredores seguidos por dois anos descobriu que a rigidez do joelho, associado a um peso
superior a 80 kg, estava associada a um maior risco de lesão (SIMÕES, 2012).

De acordo com Vendrusculo (2010, p. 36) há fatores pessoais e inerentes ao treino que podem influenciar no aparecimento de lesões em praticantes da corrida de rua. Os fatores pessoais relacionam se a gênero, idade, experiência nessa modalidade esportiva, peso ou altura, fatores psicológicos e lesões anteriores. Os fatores relacionados ao treinamento são a distância semanal de corrida, atividades e superfície de corrida, alongamento, frequência semanal e o ritmo da corrida.

De acordo com Oliveira (2009, p. 17) no seu estudo sobre as lesões mais comuns no joelho de atletas, “lembram que essas lesões raramente ocorrem isoladas e sim combinadas. Portanto, qualquer força significativa o suficiente para
produzir dano em um tecido, provavelmente lesará outro e essas lesões sutis concomitantes devem ser procuradas”.

Já outro autor e colaboradores, localizaram a região da coxa como a mais comum em apresentar lesões quando se trata de fundistas brasileiros, nesse caso. E essa incidência foi de 55% (OLIVEIRA, 2009, p. 17).

Segundo Feitosa e Martins Junior (2011) “os principais tipos de lesões desportivas mais frequentes podem ser divididas em grupos, de acordo com a área do corpo atingida”. As contusões ou lesão fechada são decorrentes de um
traumatismo em qualquer ponto do organismo, sem que ocorra rompimento do tecido cutâneo, do músculo ou do osso.

Em outro estudo feito por Oliveira (2009, p. 17), “de 5 a 21% de todas as lesões em atletas envolvem o quadril e a pelve e quase sempre estão associadas ao uso excessivo, independente do nível de competição”.

As lesões musculares, segundo Feitosa; Martins Júnior, (2012, p. 140), geralmente afetam os músculos e as fibras de tecido conectivo, podendo, em alguns casos, produzir uma ruptura total. Nesse caso, o hematoma pode se acumular no interior do músculo, originando o chamado “hematoma”.

Em outro estudo realizado com competidores de ultramaratona, foi encontrado que 90% das lesões envolviam os membros inferiores, dos quais 31,3% eram na região do joelho, 28,1% no tornozelo, 6% no dorso, 1,5%nos membros
superiores e 1,5% no tórax e os seguintes diagnósticos foram dados: Síndrome de dor retropatelar, tendinite do tendão de Aquiles, síndrome do estresse tibial medial. Já nas ultramaratonas, uma lesão considerada típica (totalizou 19% de todas as lesões) foi a peritendinite/tendinite dos tendões do retináculo extensor do joelho, que é infrequente em outros esportes. Foi reclamado também pelos participantes do estudo a incidência de rigidez muscular excessiva, cãibras ocasionais, dores nos membros inferiores e formação de bolhas nos pés, além de edema em mãos e tornozelos (OLIVEIRA, 2009, p. 18).

A incidência de lesões em adeptos da corrida tem muita variação em estudos nacionais (Pazin, et al. 2014; Hino, et al. 2009; Ferreira, et al. 2012), entre 25% e 40% na incidência de lesões enquanto no estudo de Van Gent (2007) essa
variação foi ainda maior entre 19,4% e 92,4%, principalmente em lesões de membros inferiores, neste estudo a incidência foi de 43,2%, semelhantes aos estudos nacionais, não apenas nos últimos 6 meses como no estudo de Hino et al. (2009). Portanto, pode-se inferir que há correlação entre o tempo de prática e distância percorrida com o aumento na incidência de lesão, indicando a relevância dos métodos de treinamento, devido o número de adeptos a prática de corrida de rua crescer a cada ano (Salgado, 2010), e um campo de trabalho em ascensão.

Os critérios escolhidos para estabelecer a lesão, foi o de Lun et al. (2014), que descreve como qualquer dor ou agravo que tenha limitado ou afastado o atleta de treinos ou competições por um ou mais dias, não estabelecendo a gravidade a lesão, no entanto identifica a localização e natureza da mesma. Os dados deste estudo são corroborados com outros estudos revisados por Wen (2014) e Tonoli et al. (2010), que também verificaram uma maior incidência de lesões na região dos joelhos, não havendo ainda consenso dos fatores que desencadeiam estas lesões.

Compreendendo que a prática de corrida de rua deveria significar promoção de saúde e um estilo de vida mais saudável (Hino, et al. 2009), foram encontrados dados conflitantes neste e em outros estudos, com uma incidência alta de lesões em corredores de rua, fato que aparentemente não tem interferido no aumento de praticantes. No entanto, se faz necessário repensar o quanto a difusão do conhecimento sobre a importância de fazer exercício físico “corrida” e lesões, ou seja, podem ser decorrentes de volumes e intensidade de treinos prescritos ou executados de maneira equivocada, não respeitando condicionamento físico atual e a individualidade biológica. Estes resultados demonstram a necessidade e importância de novas investigações que relacionem a progressão de treinamento,
lesão e prevenção.

O desequilíbrio muscular dos membros inferiores pode predispor os atletas a lesões e diminuição do desempenho na corrida (SARAGIOTTO et al., 2016). Como exemplo pode ser citado o estudo realizado por Martins e Mazon (2015) com 16 atletas, onde as lesões mais comuns foram distensão muscular (6 atletas) e contratura muscular (5 atletas) sendo a maioria na região posterior da coxa. Sendo que 82% das lesões aconteceram durante os treinamentos. Existe forte indício de que, em atletas de elite do atletismo brasileiro, as lesões esportivas estão associadas à intensidade e ao volume de treinamento (HINO et al., 2009).

Embora o corpo do atleta tenha a capacidade de se adaptar ao estresse colocado sobre ele nos treinos, se o estresse continua se repetindo acima dos limites suportados, ao longo dos treinos, pode acarretar um aumento do risco de
lesão de esforço no corredor. Isto foi identificado no estudo de Canedo e Gardenghi (2014) o qual concluiu que aproximadamente 69% das lesões crônicas nos corredores estão relacionadas à alta quilometragem do treinamento, ao aumento rápido da distância, da intensidade, a treinamento de superfícies irregulares, à instabilidade de terreno de treino.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Conclui-se que atletas de corrida estão sujeitos a muitas lesões principalmente de membro inferior, onde destaca-se o joelho como região anatômica mais acometida. Outro agravante é a repetição dos gestos desportivos nos treinos,
tendendo a ocasionar microtraumas que levam a lesões muitas vezes crônicas. Portanto um treinamento adequado que respeite os limites fisiológicos do atleta é necessário para a prevenção de lesões que possam comprometer o seu rendimento.

A alta incidência de doenças que acometem o homem atualmente está relacionada à inatividade física imposta pelas facilidades advindas do avanço tecnológico. Assim, obesidade, hipertensão, estresse e outros males são problemas
que os indivíduos tentam, cada vez mais, evitar ou tratar, nesse último caso quando a doença já está instalada.

Uma forma que as pessoas encontram de solucionar grande parte desses problemas é a prática de atividade física, tornando a componente essencial em seu cotidiano desde que os benefícios inerentes a mesma têm sido amplamente
divulgados, relatados e indicados.

Uma modalidade esportiva cujo surgimento ainda apresenta controvérsias na literatura e que tem sido amplamente divulgada e praticada é a corrida de rua.

Os eventos relacionados à mesma cresceram de maneira gradual em diversos locais em todo o mundo, e hoje muitos indivíduos (atletas e amadores) participam das diferentes provas dessa modalidade.

Assim como em outros esportes, a prática da corrida trás consigo inúmeros benefícios à saúde do indivíduo nos seus diversos aspectos (físicos, psicológicos, sociais ou fisiológicos) ao mesmo tempo em que aqueles que dessa participam estão expostos a problemas também relacionados à prática esportiva.

Um desses problemas são as lesões, que de acordo com a literatura são de ordem multifatorial e sua ocorrência apresenta as mais diversas causas que vão desde desordens metabólicas até riscos extrínsecos ao praticante da modalidade. Diferentes autores tratam de forma distinta essa questão das lesões, apresentando se assim, diversas definições a respeito de nomenclaturas, conceitos, classificações e causas.

REFERÊNCIAS

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Artigo publicado em: 28/01/2021



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