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Exercício Aeróbico em Pacientes com Insuficiência Renal Crônica Durante Hemodiálise

Exercício Aeróbico em Pacientes com Insuficiência Renal Crônica Durante Hemodiálise

INTRODUÇÃO

A doença renal crônica (DRC), é a perda progressiva da função renal que resulta em múltiplos sinais e sintomas devido a incapacidade do rim em manter a homeostase1;2;3, elevando concentrações plasmáticas de todos catabólitos, que ocorre por uma variedade de nefropatias. Estando associada a doenças como diabetes mellitus, hipertensão arterial, infecções urinárias, obstruções das vias urinárias e histórico familiar de insuficiência renal4;5;6.

Atualmente, a DRC tem se tornado um grande problema de saúde pública10. Os dados de acordo com Coelho, Ribeiro, Soares (2008)4 mostra que mais de 90% dos atendimentos dialíticos são efetuados em unidades vinculadas ao serviço público, gerando gastos anuais em torno de um bilhão de reais para o Sistema Único de Saúde (SUS)1;15.

Realizado geralmente três vezes por semana13, a hemodiálise (HD) é o tratamento mais utilizado para substituição da função renal, onde o sangue é filtrado através de uma máquina, retirando resíduos prejudiciais à saúde9;16. Esta intervenção dura três a quatro horas1. Cada vez mais a HD tem sofrido mudanças tecnológicas, aumentando substancialmente a sobre vida dos pacientes13;14;15, entretanto, estudos demonstram que as pessoas submetidas a este procedimento sofre um declínio na sua qualidade de vida6;10, apresentando: fraqueza muscular10, anemia, cardiopatias11, depressão, hipertensão arterial, alterações metabólicas, hormonais e respiratórias4;5;6;7.

Em virtude dessas manifestações, tem sido recomendado a inclusão de atividades físicas, que contribuam para uma melhora na capacidade física e mental desses indivíduos2;8;9;12. O presente estudo tem por objetivo revisar a literatura sobre os benefícios do exercício aeróbico em pacientes com insuficiência renal crônica durante a hemodiálise.

METODOLOGIA

Foi realizada uma revisão bibliográfica, no período entre os meses de março a junho de 2019, acerca dos benefícios do exercício aeróbico durante a hemodiálise em pacientes com insuficiência renal crônica.

A pesquisa abrangeu a leitura, análise e interpretação de artigos científicos além de várias pesquisas em revistas e sites. Para o levantamento de artigos foram utilizadas as bases de dados das publicações Médicas (Pubmed), Scientific Electronic Library Online (Scielo), Google Acadêmico, Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (Lilacs), Medline e Bireme.

A opção por estes bancos de dados se fundamenta por serem conhecidos e muito utilizados por acadêmicos e profissionais da área de saúde e pela precisão na classificação de seus periódicos. Realizou-se, inicialmente, uma busca simples de pesquisas sobre a categoria principal deste estudo, sendo selecionado o descritor ‘Insuficiência Renal Crônica’. Posteriormente, foi feito o cruzamento da categoria principal com subcategorias do estudo através da inserção dos termos ‘Hemodiálise’, ‘Exercício aeróbico’ e ‘Fisioterapia’.

Foram encontrados 160 artigos, analisados e selecionados de acordo com o tema da presente pesquisa, com produção e publicação de 2010 a 2019, nas línguas inglesa e portuguesa. Foram excluídos artigos que não abordassem o exercício aeróbico durante a hemodiálise, bem como àqueles que disponibilizavam apenas o resumo e que fossem estudos de revisão bibliográfica. Após a seleção dos artigos, foi realizada a interpretação de 6 destes, a fim de construir os resultados e a discussão desta revisão.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Na Tabela 1 são apresentados os artigos selecionados, evidenciando-se os autores, ano de publicação, população estudada, tipo de intervenção e resultados obtidos.

Tabela 1. CEM = cicloergômetro; BE = bicicleta ergométrica FCR = frequência cardíaca de reserva; FCM =
frequência cardíaca máxima; HD = hemodiálise; PA = pressão arterial; FM = força muscular; CF = capacidade
funcional; QV = qualidade de vida; DL = dados laboratoriais; N = não; NA = não avaliado; S = sim; EL = exames
laboratoriais; ECO = ecocardiograma; SF-36 = questionário de qualidade de vida; 6MWT = teste de caminhada de 6
minutos.

Foram selecionados seis artigos, aonde os mesmos possuíam uma amostragem que varia entre 14 a 34 participantes envolvidos nas pesquisas realizadas.

Nos estudos realizados por Dantas; Figueirôa; (2014), Henrique et al. (2010), foi utilizada a intervenção da Bicicleta ergométrica (BE), já nos estudos de Reboredo et al. (2010), Reboredo et al. (2011), Guio et al. (2016), Böhm et al. (2017) usou-se a intervenção do Cicloergômetro (CEM).

Guio et al. (2016), dividiu o treinamento em três fases. I fase: ocorreu num total de 60 dias. Os pacientes continuavam em hemodiálise e eram submetidos a exames laboratoriais, ecorcardiografia, teste de caminhada de seis minutos e respondiam ao SF-36. Na fase II, iniciava a utilização do CEM nos membros inferiores (MMII), que durou 120 dias. A fase III repetia todo o procedimento da primeira fase. Böhm et al. (2017) também realizou exames laboratoriais antes e após o exercício. No estudo de Dantas; Figueirôa; (2014) foi aplicado uma avaliação de  agilidade/equilíbrio dinâmico e logo após a verificação da pressão arterial, iniciava-se o treinamento com a BE. Já nos demais estudos, realizavam aquecimento com alongamentos, condicionamento que era o treino aeróbico (CEM ou BE), e por fim, resfriamento com a diminuição de velocidade no CEM ou BE e depois alongamento.

O período de durabilidade da pesquisa, também variou de acordo com cada autor, sendo 3 estudos com a duração de 12 semanas, 1 no decorrer de 8 semanas, 1 em 8 meses e por fim, mais 1 em 15 meses.

Os participantes em análise, contavam com um período de tempo (medidos em minutos/horas) para a realização da atividade, que variavam entre 20 minutos a em média 1 hora de exercício, dependendo de cada método e autor  mencionado na pesquisa; e também com uma frequência de vezes/semana, que de acordo com cada um, era de 3 vezes/semana, com exceção de Reboredo et al. (2011), pois não relata em seu artigo.

Dantas; Figueirôa (2014), Reboredo et al. (2010) e Bohm et al. (2017) distribuíram os pacientes envolvidos de forma aleatória em dois grupos: de controle e experimental. Nos demais artigos o grupo experimental e de controle foram feitos com os mesmos sujeitos. Para participar dos estudos foram adotados critérios de inclusão e exclusão. Foi visto que em todas as intervenções os participantes deveriam estar em inatividade física há pelo menos seis meses e ter mais que 18 anos.

No estudo de Dantas; Figueirôa; (2014) e Guio et al. (2016), foi acrescentado como critérios, ter a liberação médica para realização da atividade física e não ter nenhuma doença do sistema muscular, articular e ósseo, que o impedissem de realizar a atividade, pois sendo identificada, o paciente era excluído de imediato do estudo.

Na pesquisa de Henrique et al. (2010), os critérios de inclusão corroboram com os de Dantas; Figueirôa; (2014), porém em seu critério de exclusão acrescentam-se a cardiopatia e pneumopatia aguda, quadros infecciosos agudos, hemoglobina < 10g/dl e hematócrito < 30%, glicemia > 300 mg/dl, deficiência física ou mental, neoplasia e gravidez. Nos demais estudos eram excluídos quem apresentasse osteodistrofia renal grave8, diabetes mellitus, hipertensão arterial descontrolada11;19.

Quanto a intensidade do treinamento três autores utilizaram a Escala de Percepção Subjetiva de Esforço de Borg11;8;12.de forma individualizada. A carga foi prescrita de acordo com a tolerância do paciente, onde variava entre 11/138;12 e 4/6 (escala modificada)11. 2 usaram de acordo com 50% a 80% da frequência cardíaca de reserva mais a Escala de Borg Modificada. Essa escala era utilizada entre 5 e 10 minutos2;18. Apenas Bohm et al. (2017) aplicou a intensidade do exercício com 60% a 70% da frequência cardíaca máxima.

No tocante aos desfechos esperados, três estudos demonstram diminuição da pressão arterial2;12;8, dois não houve melhora significativa10;18 e um não avaliou essa categoria19. Em relação a capacidade funcional dos indivíduos o exercício aeróbico foi bastante benéfico2;12;8;18, pelo fato de o grupo experimental cumprir as tarefas que continham equilíbrio dinâmico e agilidade, num tempo menor em relação ao outro grupo2. Apenas a pesquisa de Reboredo et al. (2010) contradiz este resultado.

Guio et al. (2016) após a aplicação do questionário SF-36, revelou resultados vantajosos na qualidade de vida de seus investigados. Onde três domínios do questionário como: dor corporal, funcionamento físico e vitalidade obtiveram melhora. O estudo de Reboredo et al. (2011) corrobora com este resultado. Os demais autores não investigaram esse domínio2;10;12;19.

Oito semanas de protocolo foram o bastante para Bohm et al. (2017) observar em seus dados laboratoriais que a atividade aeróbica durante a hemodiálise reverte agudamente a hipoxemia e eleva níveis séricos de fósforos. Contudo não houve remoção de solutos e nem alterações no equilíbrio ácido-base. Henrique et al. (2010) também encontrou dados positivos, houve o aumento da hemoglobina e das triglicérides, além da redução da creatina. Dantas; Figueirôa (2014) acrescenta que este exercício proporciona uma melhora nos níveis séricos da ureia. Contradizendo estes resultados Reboredo et al. e Guio et al. (2016) afirmam que durante o período de treinamento não foi possível observar melhoras significativas.

Os problemas cardíacos têm se tornado uma das principais causas de mortes em pacientes que possuem a insuficiência renal crônica, e que são submetidos ao tratamento da hemodiálise1;8, sendo a maioria destes portadores de hipertensão arterial.

Ela é tida como uma doença que em sua fase crônica, em sua fisiopatologia, o paciente fica com retenção de líquido e de sódio, sendo esses um dos principais fatores que alteram os valores pressóricos1.

O exercício aeróbico foi aplicado nas pesquisas, como um método prático que pôde-se obter resultados satisfatórios e um melhor controle da pressão arterial. Dantas; Figueirôa; (2014), em sua pesquisa com 34 pacientes, divididos em grupos de controle e experimental, observaram que a pressão arterial do grupo experimental apresentou menores valores, quando comparado ao outro grupo, após a intervenção aeróbica. Confirmando esses achados, Henrique et al. (2010) avaliaram os indivíduos com a monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA). Onde 85% dos
pacientes obtiveram uma importante diminuição em seus valores pressóricos. Reboredo et al.(2011) em seu relato de cinco anos de experiência, mostrou que uma intervenção num período de três meses é o suficiente para se ter um melhor controle da pressão arterial.

Por outro lado, Reboredo et al. (2010) e Guio et al. (2016) em suas práticas experimentais não relataram nenhuma alteração que fosse suficiente para registrar uma melhoria de maneira satisfatória nos pacientes estudados.

A diminuição da capacidade funcional (CF) em portadores da DRC, está associada a diversas causas, dentre as quais ressaltam-se: a inatividade física, anemia, fraqueza muscular, problemas cardíacos, disfunções hormonais e metabólicas1;18. Pesquisadores têm demonstrado grande interesse em avaliar a CF desta população, utilizando testes como o de sentar e levantar e o teste de caminhada de seis minutos (TC6M), sendo eles de suma importância para verificar os benefícios do treinamento.

Em um treinamento feito num Serviço de Nefrologia do Hospital da UFJF, após 12 semanas de intervenção, foi aplicado TC6M, constataram um aumento expressivo na distância percorrida. Correspondendo a um incremento de 10%12. Corroborando com estes resultados, uma pesquisa envolvendo 14 participantes, também foram avaliados com o TC6M após o exercício, do mesmo modo, houve um aumento significativo na distância percorrida18. Dantas; Figueirôa (2014) e Reboredo et al. (2011), da mesma maneira, encontram resultados positivos em suas pesquisas. E
afirma que o exercício aeróbico se demonstrou altamente benéfico em pacientes dialisados.

Os indivíduos acometidos com a DRC e que estão em tratamento hemodialítico, tem a sua qualidade de vida afetada, pois tem as suas capacidades físicas e cardiorrespiratórias bastante limitadas, prejudicando o seu desempenho em atividades do dia a dia como trabalho, lazer e convivência social8;18;1. O estimulo a prática de exercícios físicos reduz eventos cardiovasculares e melhoram a qualidade de vida8.

Num protocolo de reabilitação cardiopulmonar intradialítica com 14 pacientes, os resultados mostraram grandes benefícios na qualidade de vida, pois, três domínios do questionário SF-36 foram bem positivos. Onde especulam-se um novo sentimento de bem-estar após o progresso alcançado no condicionamento físico e na melhora da função cardíaca.

CONCLUSÃO

Por meio dos artigos revisados, conclui-se que a atividade física aeróbica durante a hemodiálise, possui efeitos positivos e incrementa a capacidade funcional, reverte intensamente a hipoxemia, reduz ansiedade e fadiga muscular, além de contribuir na remoção de solutos e diminuição da pressão arterial.

Observou-se também uma grande variedade na forma de avaliar os pacientes antes e depois dos exercícios. Os protocolos foram bem semelhantes quanto a intensidade, duração e frequência. Os estudos também demonstram a importância do exercício para uma melhora na qualidade de vida, tornando-se indispensáveis a realização de pesquisas que apresentem alternativas de tratamento que proporcionem melhora no quadro clinico, atenuando a presença de comorbidades e a taxa de mortalidade. Contudo, é fundamental que haja mais pesquisas, afim de confirmar esses achados.

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Artigo Publicado em: 18/03/2021



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