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Crioterapia Associada a Mobilização Tecidual Assistida por Instrumento no Tratamento da Fascite Plantar: Um Estudo de Caso

Crioterapia Associada a Mobilização Tecidual Assistida por Instrumento no Tratamento da Fascite Plantar: Um Estudo de Caso

Introdução

O pé é um componente extremamente vital do corpo humano, responsável diretamente pela marcha e pelo suporte de todo o corpo, ele resiste a diversas forças fisiológicas impostas, preservando o equilíbrio e distribuindo o peso. Algumas alterações na funcionalidade do pé e na capacidade de executar seu total desempenho, podem ocasionar diversas complicações e até mesmo patologias incapacitantes.

A fascite plantar é trivialmente caracterizada como uma dor na região medial do calcanhar, ou seja, é uma
patologia que não é letal, contudo, ela pode acabar tornando o paciente inapto de exercer seu trabalho, realizar atividades físicas e lazer. A fascite plantar é referida por ser uma síndrome degenerativa, na qual é originado um processo inflamatório diretamente na fáscia plantar, que se torna recorrente através de pequenos microtraumatismos de repetição, situados na tuberosidade medial do calcâneo.

A epidemiologia mostra que a maior incidência da doença se dá entre as mulheres, em sua grande maioria obesa e na
faixa etária do climatério. Em homens, a prevalência é maior nos praticantes de esportes, especialmente os que abrangem corridas.

Atualmente, a crioterapia tem sido um recurso terapêutico aceito e muito utilizado popularmente, por ser, no geral, de baixo custo, fácil acesso e simples aplicação. A crioterapia consiste na aplicação de frio em determinado local, ou
seja, um método desenvolvido para diminuir a temperatura tecidual da pele ou subcutânea (resfriamento tecidual). Este recurso terapêutico tem como finalidades a redução da taxa metabólica, redução na velocidade de condução nervosa, analgesia, diminuição da espasticidade e do espasmo muscular.

Há pouco tempo, a mobilização de tecidos moles assistida por instrumento (IASTM) recebeu muita atenção. O IASTM é uma técnica que envolve a utilização de instrumentos que detectam e tratam restrições da fáscia, localizam e abordam de maneira eficaz, as regiões que apresentam fibrose de tecidos moles, inflamações crônicas ou degenerações, referidas como patologias músculoesqueléticas.

Atualmente foram encontradas diversos tipos de abordagens distintas para o IASTM, cada uma das quais proporcionam suas próprias ferramentas, certificação ou programas detreinamento, como a técnica Graston®, Técnica Gavilán®,Adhesion Breakers®, Functional and Kinetic Treatment and Rehab (FKTR)®, Hawk Grips® e Fascial Abrasion Technique®.

Desta forma, o IASTM tem sido preconizado como um tipo de intervenção para patologias, como fibrose crônica,
epicondilite lateral, síndrome do túnel do carpo, dedo em gatilho, fascite plantar e pontos-gatilhos miofasciais (PGM) na coluna cervical.

O objetivo do presente estudo é demonstrar através de um relato de caso, como a fisioterapia através da crioterapia e
a mobilização de tecidos moles assistida por instrumento (IASTM) podem diminuir o edema, rigidez e a dor.

Metodologia

A pesquisa é caracterizada como um estudo de caso, descrevendo os achados sobre uma paciente. Esse estudo foi realizado no consultório de fisioterapia da Dra. Carla Porto Lourenço, localizado no município de Niterói. Participou deste estudo 1 voluntária do sexo feminino, com idade de 54 anos e diagnóstico de fascite plantar. A paciente apresentava 1,67 de altura e pesava 61 Kg. A voluntária concordou e assinou um termo de consentimento da pesquisa, sendo informada da finalidade do estúdio.

Nesta pesquisa proposta foi incluído como fonte de dados uma paciente com quadro de dor crônica na parte interna do calcanhar, ao executar os primeiros passos.

O procedimento que foi aplicado na voluntária, foi a realização da análise da eficácia da Crioterapia, associada à técnica de mobilização tecidual assistida por instrumento (IASTM). Inicialmente a paciente foi submetida a uma anamnese, medidas antropométricas (peso e altura) em seguida foi verificado o grau de dor através da Escala Analógica Visual de dor (EVA).Essa escala é utilizada para quantificar a dor do paciente, ou seja, ela consiste em uma linha reta numerada, de dez centímetros, denotada em uma folha em branco, na qual zero significa ausência de
dor e dez significa uma dor insuportável. Foi relatada pela paciente o grau de dor 8, mediante a Escala (EVA).

O protocolo de tratamento foi composto por uma abordagem aguda, devido a pandemia. O tratamento foi iniciado no dia 11 de fevereiro de 2020 e foi encerrado no dia 22 de maio 2020. O protocolo de terapia estipulado foi realizado duas vezes por semana durante 15 semanas, com duração de 30 minutos por sessão, totalizando 30 sessões. O protocolo foi composto de 20 minutos de crioterapia e 10 minutos dedicados a liberação miofascial assistida por instrumento (IASTM).

Descrevendo o protocolo de uma maneira mais esclarecedora, ele foi dividido em 9 etapas, com diferentes tipos de
manobras executadas. O procedimento aplicado foi:

1: Paciente deitada em decúbito ventral;

2: Paciente deve colocar os pés pra fora da maca. Uma toalha dobrada é colocada na região distal anterior da tíbia
para maior conforto da paciente. Logo é iniciada uma liberação do tendão calcâneo através do instrumento de mobilização tecidual (soco inglês);

3: Com o pé da paciente em dorsiflexão, é realizada a raspagem sobre o tendão (É aplicado óleo mineral na pele da paciente para permitir um melhor deslizamento sobre o tecido, tornando a manobra mais confortável para a paciente) dividindo-o em duas linhas (superior e inferior);

4: O instrumento (IASTM) deve ser utilizado no ângulo de 45° graus. O objetivo da raspagem é promover a dessensibilização do tecido;

5: Prontamente é iniciado a raspagem na fáscia plantar. Inicialmente superficial, em seguida uma raspagem mais profunda da fáscia plantar. Também preservando o ângulo de 45° graus;

6: Liberação pele-tendínea, através do instrumento na porção medial e lateral, com o tendão devidamente estabilizado;

7: Liberação na musculatura da panturrilha em toda extensão (tríceps sural);

8: Paciente sentado;

9: Ele irá estender uma toalha sobre o chão, em seguida esse paciente deve pegar uma garrafa plástica de 2L congelada, em seguida ele irá realizar o movimento de deslizamento com os pés sobre a garrafa, para trás e para frente por aproximadamente 20 minutos. Permanecendo por mais tempo com a garrafa na região do calcâneo;

Resultados

Os resultados obtidos referentes à variável dor, exibem uma considerável redução ao final do tratamento, de grau 8 para o grau 2, como pode ser observado na figura 1.

Após a 14° sessão, foram analisados e apresentados os resultados quanto à diminuição do edema e rigidez articular, e
uma significativa melhora no quadro de dor.

Discussão

A fascite plantar é uma condição usual em pacientes que apresentam disfunções ortopédicas e é descrita por ser uma afecção degenerativa da aponeurose plantar proximal, circundando frequentemente a região da tuberosidade medial do calcâneo. Neste estudo embasado na aplicamento da cinesioterapia em paralelo com a crioterapia como protocolos de tratamento, a paciente denotou resultados convincentes, tanto na melhora do quadro álgico quanto no restabelecimento da funcionalidade do membro em questão. A liberação miofascial é imprescindível no tratamento da fascite plantar por propiciar uma acentuada redução do quadro álgico e melhora da amplitude de movimento impactando diretamente no restabelecimento da função motora. A fascite plantar demonstra uma etiologia multifatorial, melhor dizendo, qualquer fator que sobrecarregue a fáscia plantar pode ser considerado um fator de risco para o surgimento dessa patologia. Tais motivadores conseguem ser divididos em intrínsecos e extrínsecos e encontram-se relacionados ao início do processo inflamatório agudo e consequente degeneração da fáscia plantar.

A crioterapia foi empregada nesse estudo com o intuito de aumentar o limiar de dor do paciente, entretanto, não se pode deduzir que foi responsável diretamente pela redução do quadro de dor, uma vez que foi associada à
técnica de mobilização tecidual assistida por instrumento. São conhecidos inúmeros métodos terapêuticos efetivos para a recuperação de tecidos lesados em fase aguda, utiliza-se o resfriamento local ou crioterapia, visto que os
efeitos fisiológicos do frio o tornam consideravelmente superior ao calor, como por xemplo, para as dores agudas de condições inflamatórias, para o período instantaneamente após o trauma do tecido e para tratar o espasmo muscular e tônus anormal.

A crioterapia por meio do resfriamento local acaba gerando uma diminuição na frequência de transmissão do
impulso e uma decorrente redução da sensibilidade dolorosa para o sistema nervoso central.  O principal objetivo da utilização da terapêutica é o de minimizar sequelas adversas que estão relacionadas ao processo de lesão
(dor, edema, hemorragia, espasmo muscular) e, principalmente, reduzir a área de lesão secundária 16, 17,18. Sendo assim, a crioterapia local pode favorecer a recuperação de determinadas lesões, sendo que a vasoconstrição impelida pelo frio, acabam por reduzir a formação de edemas, assim como a intensidade do dano celular local, por meio da
diminuição do quadro hemorrágico e das demandas metabólicas no tecido lesado, fazendo com que o tecido lesionado retorne as suas condições normais mais rapidamente.

A mobilização de tecidos moles assistida por instrumento (IASTM) é baseada no método de fricção cruzada desenvolvido por James Cyriax. 21Ao oposto da Abordagem Cyria na qual éutilizada uma fricção cruzada digital, o
IASTM é aplicado utilizando instrumentos diretamente sobre a pele em ângulos de 30° e 60°para identificar irregularidades nos tecidos moles por meio da ondulação das ferramentas que são especialmente projetadas para gerar um efeito mobilizador sobre tecido mole (tecido cicatricial, adesão miofascial), assim permitindo uma melhora da sensação de dor e da amplitude de movimento.

Atualmente são conhecidas várias abordagens diferentes para o IASTM, cada uma das quais estabelecem suas próprias ferramentas, certificação ou programas de treinamento, como a técnica Graston®, Técnica Gavilán®, Hawk Grips®, Functional and Kinetic Treatment and Rehab (FKTR)®, Adhesion Breakers® e Fascial Abrasion Technique®. A utilização dos instrumentos, em oposição à0s mãos do Fisioterapeuta, é recomendado para propiciar uma vantagem mecânica ao clínico, possibilitando uma penetração mais intensa e possivelmente aumentando a especificidade da aplicação do tratamento.

Apesar de existirem variações na forma ou tamanho da ferramenta, o objetivo geral do IASTM é melhorar a mobilidade localizada do tecido miofascial, minimizando efeitos indesejáveis, como desconforto do paciente durante o tratamento ou hematomas pós-tratamento.

Assim, o IASTM tem sido sugerido como uma intervenção para patologias, como fibrose crônica, epicondilite lateral, síndrome do túnel do carpo, dedo em gatilho, fascite plantar e pontos-gatilhos miofasciais (PGM) na coluna cervical.

O maior objetivo do IASTM é remover os tecidos da cicatriz e viabilizar um retorno à função normal após a regeneração dos tecidos. Quando a cicatriz do tecido é removida pelo IASTM, a normalização funcional ao redor do
tecido mole pode ser alcançada, podendo desencadear hemorragia microvascular e capilar, juntamente com inflamação localizada, podem ocorrer como resultado do uso do IASTM para aplicar pressão e cisalhamento adequados e força ao tecido mole. Essa inflamação reinicia a cura do processo, removendo o tecido cicatricial e liberando aderências, enquanto há também um considerável aumento do aporte sanguíneo e nutrientes para a área lesada e migração de fibroblastos. Por fim, o novo colágeno é sintetizado e realinhado, o que possibilita a renovação e regeneração do tecido danificado.

Conclusão

Após o término deste estudo, conclui-se que o protocolo fisioterapêutico fundamentado na utilização da crioterapia, associado a técnica de mobilização tecidual assistida por instrumento para o tratamento da fascite plantar revelou-se eficaz e indicou benefícios no tratamento da dor a curto e a longo prazo, como por exemplo: A diminuição da intensidade da dor ao executar os primeiros passos, diminuição do inchaço(edema) e rigidez articular.

Em vista disso, o instrumento de mobilização tecidual assistida por instrumento (IASTM) associado à crioterapia pode beneficiar condições crônicas e agudas para diversos tipos de patologias. Vale ressaltar, porém, que o estudo foi realizado a partir de uma abordagem aguda, devido a pandemia. Onde o estudo teve como duração um curto
período de 4 meses, e obteve-se resultados satisfatórios. Dessa maneira, a ampliação do presente estudo deve ser considerada, tendo em vista a possibilidade de resultados mais contundentes.

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ARTIGO PUBLICADO EM: 22/02/24



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