Benefícios da Mobilização Precoce em Pacientes Crítico
INTRODUÇÃO
A unidade de terapia intensiva tem como sua característica mais marcante ser composta por pacientes críticos, onde possui uma taxa de mortalidade entre 5,4 a 33%. Desse mesmo local ainda é possível estimar que aproximadamente 30 e 60% desses pacientes apresentarão perda de 4 a 5% de força muscular por semana conseqüente de imobilidade.1
A manutenção desses pacientes em decúbito prolongado se dá a várias condições clínicas. Porém, mesmo com essas condições tem se observado que quanto maior o tempo de imobilização no leito maior as complicações que esse paciente poderá desenvolver nos diversos sistemas do organismo ao longo da internação.2-3
É comum observar nas UTI uma recorrência nos pacientes a evoluírem com fraqueza generalizada. Essa se dá por diversos fatores como: inflamação sistêmica, uso de determinados medicamentos (corticóides, sedativos, bloqueadores neuromusculares), descontrole glicêmico, desnutrição, hiperosmolaridade, nutrição pariental, duração da ventilação mecânica e imobilidade prolongada. Contribuindo assim com o aumento no tempo de desmame, no tempo de internação, no risco de contrair infecções e conseqüentemente aumento da morbimotalidade. 4-5
A fraqueza adquirida na unidade de terapia intensiva não se limita apenas aos músculos dos membros, mas também afeta aos músculos respiratórios.6 Acarretando desse modo perda funcional e de qualidade de vida que em contra partida levará a maior tempo de recuperação.7-8
A mobilização precoce é utilizada com o objetivo de interferir diretamente no tempo de imobilização do paciente9 que quando prolongada e associada a outras variáveis pode levar a polineuropatia do paciente critico e síndrome do imobilismo.2 Com isso, temos uma importante ferramenta nas mãos para combater os efeitos deletérios impostos por essa condição. Onde já podemos dar inicio a conduta imediatamente após a estabilização das alterações fisiológicas importantes e uma avaliação minuciosa. Visando o aumento e/ou a manutenção da força muscular e da função física.10
A mobilização é feita através de atividades terapêuticas progressivas como cinesioterapia motora no leito (passiva, ativa-assistida ou ativa), sedestação a beira do leito, transferência para a poltrona, ortoestatismo e deambulação.11-12-13
O efeitos da mobilização são inúmeros como: melhora da função respiratória, melhora do nível de consciência, redução dos efeitos deletérios da imobilidade, melhora do sistema cardiovascular, aumento da independência funcional, diminuição da duração do delirium e melhora do quadro psicológico,.10-14
MATERIAS E MÉTODOS
O presente estudo resultou de uma revisão de literatura, em que foi realizada uma pesquisa bibliográfica, através das bases de dados: PubMed, BVS (Biblioteca Virtual em Saúde) e Scielo (Scientific Eletronic Library Online). A coleta foi realizada através de uma busca eletrônica de estudos entre o período de 2009-2019. Os artigos foram obtidos através dos seguintes descritores: “mobilização precoce”, “early mobilization”, “critical”, “physiotherapy”. Foram selecionados estudos nas línguas portuguesa e inglesa, relacionados às palavras chave anteriormente citadas.
Após o levantamento bibliográfico, realizou-se uma leitura seletiva, utilizando como critério de inclusão aqueles que faziam referência, em seus dados, a aspectos relacionados aos descritores citados e que tinham relevância a cerca do tema em questão. Foram selecionados 8 artigos que discutiam sobre os efeitos da mobilização precoce no paciente crítico. Foram extraídas informações sobre a composição da amostra, metodologia usada, tipo de intervenção utilizada e resultados significativos de cada artigo em estudo, sendo agrupadas, posteriormente, em uma tabela para
apresentação dos resultados.
RESULTADOS
Resultou-se na pesquisa bibliográfica a obtenção de oito artigos completos que estavam dentro dos critérios de elegibilidade. Esses foram dispostos na Tabela 1 por ordem cronológica.
Tabela 1 – Estudos analisados
| Autor | Nº de Pacientes |
Metodologia | Tipo de Intervenção | Resultados |
| Schweickert WD et. al. 2009 |
104 | Estudo randomizado controlado Grupo Controle = 55 Grupo Intervenção = 49 |
No grupo intervenção iniciava-se com mobilização passiva para todos os membros. Uma vez que a interação com o paciente fosse alcançada iniciava-se mobilizações assitocontroladas e ativas na posição supina. Quando tolerados passava-se para transferencia para posição vertical até haver possibilidade de iniciar o treino de marcha. |
Os pacientes designados para intervenção tiveram menor duração do delírium e deixou o hospital com melhor status funcional |
| Bezbaruah, P et. at., 2012 |
15 | Estudo controlado e randomizadoGrupo controle = 7 Grupo MP = 8 |
O grupo controle passava por protocolos de rotina e o grupo mobilização precoce era feito mobilizações através de 4 fases que iam progredindo conforme ganho do paciente que ia de controle de tronco sentado a beira leito ate a marcha independente. |
O Grupo da mobilização precoce mostrou melhor resultado comparado ao grupo de fisioterapia de rotina na redução de tempo de internação na uti. |
| Dantas, CM et. al., 2012 |
59 | Ensaio clínico controlado e randomizado Grupo controle GFC n=33 Grupo intervenção GMP n=26 |
O grupo controle recebeu atendimento diário, cinco vezes por semana (com mobilização passiva nos quatro membros, sendo otimizado para exercícios ativoassistidos de acordo com a melhora e a colaboração do paciente) Já o grupo intervenção os pacientes receberam um protocolo de mobilização precoce sistematizado, duas vezes ao dia, todos os dias da semana. |
O grupo monilização precoce apresentou ganho de força inspiratória e força muscular periférica, o que não ocorreu no grupo controle. |
| Feliciano, VA et. al., 2012 |
28 | Ensaio clínico, controlado e randomizado Grupo Fisioterapia Convencional n=14 Grupo Mobilização Precoce n=14 |
O grupo fisioterapia convencional segui a rotina já adotada no hospital enquanto o grupo mobilização precoce seguiu um protocolo sistematizado em 5 fases. |
Os pacientes do protocolo de mobilização ficaram um tempo mais curto na UTI do que aqueles que não entraram no protocolo de mobilização, porém sem diferença significativa |
| Davis, JMD et. al., 2013 |
15 | Estudo de corte prospectivo |
Os pacientes realizaram um protocolo de mobilização precoce dividido em 4 fases |
Mostra que há viabilidade e segurança da implementação de um programada de mobilização precoce para pacientes idosos gravemente enfermos |
| Mah, JW et. al. 2013 |
59 | Estudo retrospectivo REMP = 28 Grupo Controle = 31 |
O REMP associou-se ao encaminhamento precoce e à mobilização de pacientes mais frágeis na UTI, e balanço sentado |
Mobilização precoce melhorou significativamente a sedestação e deambulação na alta da UTI para pacientes com baixo desempenho inicial do motor. |
| HODGSON, CL et. at. 2016 |
50 | Ensaio pilloto randomizado e controlado Grupo controle = 21 Grupo EGDM = 29 |
Grupo intervenção tinha atividades funcionais ativas incluindo andar ficar de pé, fazer exercício sentado e rolar em ate 1hora por dia. Grupo controle manteve o protocolo institucional de onde pacientes em ventilação mecânica são mobilizados passivamente entre 5 a 10 minutos por dia. |
Mostrou à viabilidade e segurança a prática da mobilização precoce quando estabelecido um objetivo. Onde se observou aumento nos marcos de mobilidade alcançados durante o Internação na UTI |
| Wright, SE, et. al., 2017 |
308 | Estudo cotrolado randomizado Tratamento Intensivo = 150 Tratamento padrão = 158 |
A terapia de reabilitação física fornecida no estudo incluiu treinamento funcional e programas de exercícios individualizados. O grupo de intervenção teve uma meta de entrega de 90 min de reabilitação física por dia (segunda a sextafeira), dividida entre pelo menos duas sessões. O grupo de cuidados padrão tinha como meta de 30 min de reabilitação física por dia (segunda a sexta-feira) |
Não foi encontrado diferença entre os dois grupos no desfecho. |
DISCUSSÃO
No ensaio clínico randomizado de Schweickert, 2009, foram investigados os efeitos da interrupção diária de sedação associada a exercícios físicos e terapia ocupacional com pacientes adultos ventilados mecanicamente. Ao final do estudo pode-se observar que o grupo intervenção (n=49) obteve menor tempo de duração do Delirium e um melhor
retorno para sua independência funcional sobre o grupo controle (n==55), todavia não houve diferença entre os grupos no tempo de permanência de UTI ou hospitalar.
Bezbaruah, 2012 selecionou 15 pacientes adultos ventilando mecanicamente para a produção de um estudo controlado randomizado com o objetivo de descobrir a eficácia da mobilização precoce, compará-la com a fisioterapia de rotina e verificar se haveria diferença sobre o tempo de internação entre os grupos. Foi dividido aleatoriamente dois grupo onde o grupo mobilização precoce graduada (n=8) era composto por 4 fases com
objetivos distintos. A primeira fase era fazer com que o paciente ficasse sentado a beira do leito sem apoio ou com o mínimo de auxilio. Na segunda fase o objetivo era começar a reeducação da marcha com o andador. Na terceira fase iniciava-se um treinamento de transferência independente com o andador. E quarta fase promovia-se a transferência
progressiva e independente de marcha. Já no grupo controle (n=7) se realizava exercícios de posicionamento, drenagem postural, percussão, vibração, aspiração e ADM passiva. Ao fim desse estudo os resultados mostram uma diferença significativa entre os grupos, tendo a mobilização precoce graduada menos tempo de internação na UTI.
Em um ensaio clínico, controlado e randomizado Dantas, 2012 cria uma amostra de indivíduos com o objetivo de avaliar os efeitos da mobilização precoce nos músculos periféricos e do sistema respiratório em pacientes críticos. Ela divide aleatoriamente os pacientes em dois grupos para comparação. O grupo que recebe fisioterapia convencional (GFC n=33) foi atendido cinco vezes por semana com mobilização passiva nos membros inferiores e superiores, evoluindo para ativo assistido de acordo com a melhora do quadro do paciente. Já no outro grupo (GMP n=26) os pacientes foram atendidos todos os dias recebendo um protocolo de mobilização precoce sistematizado duas vezes ao dia. Todos os dias ao final da sessão eram avaliado a força muscular periférica de todos os membros e a cada três dias a força muscular respiratória. O resultado de tal estudo foi que os pacientes submetidos a mobilização
precoce alcançaram um aumento significativo na Pimax e na força muscular periférica.
Feliciano, 2012 produziu um ensaio clínico quali-quantitativo prospectivo controlado randomizado com a intenção de avaliar a eficácia de um protocolo de mobilização precoce no tempo de internação na UTI. Para a realização do estudo foram recrutados 28 indivíduos de acordo com os critérios de inclusão. Em seguida, dividiram-se aleatoriamente em dois grupos: grupo mobilização precoce (GMP n=14) e o grupo fisioterapia convencional (GFC n=14). No GMP o protocolo era dividido em 5 estágios. O primeiro estágio era quando o paciente ainda se encontrava inconsciente, neles eram realizados alongamentos passivo de todos os membros, mobilização passiva e
posicionamento articular. O segundo estágio era pros pacientes que já se encontravam conscientes e cooperativos, nesses eram realizados exercícios ativo-assistidos e transferência de deitado para sentado, mantendo-se na posição por 20 minutos duas vezes ao dia, No terceiro estágio os pacientes já com melhora do grau de força muscular
executavam exercícios ativo-resistido em membros superiores primeiramente contra a gravidade e posteriormente com halter de ½ até 2kg e também realizava cicloergômetro em membros inferiores durante 3’, 5’ e 10’. No quarto estágio era praticada a transferência de sentado para a cadeira e postura ortostática, porém esse estágio só era
alcançado após os pacientes apresentarem um grau de força muscular em quadríceps igual ou maior a III (no score Medical Research Council). Por fim, no quarto estágio além de executar as atividades do estágio anterior adicionaram-se exercícios de equilíbrio em posição ortostática e transferência de peso para os lados e para frente e
para trás. Depois de concluído o ensaio pode-se analisar os resultados que mostraram que o GMP permaneceu menos tempo na UTI em relação ao GFC.
Em um estudo de corte prospectivo Davis, 2013 elegeu 15 pacientes internados na UTI, em uso de ventilação mecânica e com idade igual ou superior a 65 anos. Foi então aplicado um protocolo de mobilização precoce. Esse era divido em quatro fases onde em cada uma delas incluía diretrizes de posicionamento, exercícios terapêuticos, transferência e deambulação. Ao fim do estudo conclui-se que existe viabilidade e segurança para aplicação de mobilização precoce em pacientes idosos graves.
No estudo elaborado por Mah, 2013 com o objetivo de programar um sistema baseado em programa de mobilidade (REMP) podemos acompanhar 59 pacientes divididos em dois grupos para comparação entre o tratamento convencional de fisioterapia (n=31) e um novo programa de mobilidade (n=28). No grupo REMP foi utilizado um protocolo de atividades progressivo em 5 níveis, que iam desde mobilização passiva para pacientes inconscientes ate a deambulação sem assistência. Ao término do estudo foi constatado que ambos os grupos melhoraram ao chegarem a alta em relação a avaliação inicial. Contundo houve um aumento mais significativo no grupo intervenção em relação ao equilíbrio sentado. Concluindo assim que a mobilização precoce é eficiente, segura e favorável a pacientes em unidades de terapia intensiva.
No estudo piloto randomizado de Hodgson, 2018, foram selecionados 50 adultos criticamente doentes e ventilados mecanicamente por pelo menos 24 horas com o objetivo de investigar se a mobilização precoce poderia ser feita com aumento dos níveis máximos de atividades. Durante a realização dessa pesquisa foi-se dividido dois
grupos (Grupo controle com 21 pacientes e Grupo intervenção com 29 pacientes. O grupo intervenção realizava exercícios ativos que não precisavam ser feitos durante toda a sessão no nível mais alto, contudo tinha que ser uma hora por dia, podendo se dividir em outros turnos para completar essa hora. Em contra partida o grupo controle recebia de 5 a 10 minutos de cinesioterapia passiva. Ao fim do estudo obteve-se como resultado uma melhora da mobilidade durante a internação do grupo intervenção, mostrando que mesmo durante a ventilação mecânica é viável e seguro realizar com direcionamento mobilização ativa nesses pacientes.
Wright, 2017 produziu um estudo randomizado, com grupo paralelo, alocativo-oculto com o objetivo de observar se em longo prazo se pode colher benefícios da mobilização precoce. No presente estudo foram selecionados 308 pacientes por 34 meses de acompanhamento. Foram divididos em dois grupos onde 150 foram designados para o
grupo intervenção e 158 para o grupo controle. Sempre antes das sessões era-se avaliada a possibilidade de retirada ou diminuição da sedação para inicio do programa de exercícios individualizados. No grupo intervenção a meta era uma entrega de 90 minutos de reabilitação por dia (segunda a sexta). Após a alta na UTI os pacientes continuaram a receber atendimento na enfermaria para continuarem independentes na alta hospitalar. Depois de 3 e 6 meses os pacientes eram convidados a participarem de uma avaliação. Todavia não foi possível coletar os dados de todos os participantes, o que pode ter sido um dos fatores que levou como resultado ao fim do estudo concluir que em longo prazo a mobilização precoce não trouxe benefícios diferentes aos pacientes dos dois grupos.
Com base nos estudos expostos e analisados concluímos que a mobilização precoce quando realizada por um profissional comprometido e com objetivos traçados é segura e eficaz na melhora do paciente crítico. Melhorando não só o sistema músculo esquelético como também todo o sistema respiratório. Diminuindo assim os efeitos deletérios de uma internação prolongada que por vezes leva a fraqueza muscular adquira na unidade de terapia intensiva, reduzindo tempo de ventilação mecânica, diminuindo quadros de delirium e a mortalidade.
REFERÊNCIAS
1. SANTOS, Fernanda dos et al. Relação entre mobilização precoce e tempo de internação em uma unidade de terapia intensiva. Revista Eletrônica Gestão e Saúde, [S. l.], 1 jul. 2015. Disponível em: http://periodicos.unb.br/index.php/rgs/article/view/2955. Acesso em: 17 mar.2019.
2. SILVA, Isnanda Tarciara; OLIVEIRA, Alinne Alves. Efeitos da mobilização precoce em pacientes internados em UTI. Revista ciência e desenvolvimento,Vitória da Conquista, Jul/Dez 2015. Disponível em: http://srv02.fainor.com.br/revista/index.php/memorias/article/view/402/245. Acesso em: 12 mar. 2019.
3. SARTI, Tatiane Cristina; VECINA, Marion Vecina Arcuri; FERREIRA, Paulo Sérgio Nardelli. Mobilização precoce em pacientes críticos. Revista do Instituto de Ciências da Saúde, São Paulo, 30 set. 2016. Disponível em: https://www.unip.br/presencial/comunicacao/publicacoes/ics/edicoes/2016/03_jul-set/V34_n3_2016_p177a182.pdf. Acesso em: 13 abr. 2019.
4. SILVA, Ana Paula Pereira da ; MAYNARD, Kenia; CRUZ, Mônica Rodrigues da. Efeitos da fisioterapia motora em pacientes críticos: revisão de literatura. REVISTA BRASILEIRA TERAPIA INTENSIVA , [S. l.], 2010. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbti/v22n1/a14v22n1.pdf. Acesso em: 12 mar. 2019.
5. LIPSHUTZ, Angela, GROPPER, Michael. Acquired neuromuscular weakness and early mobilization in the intensive care unit. Anesthesiology, Schaumburg, 2013. Disponível em: http://anesthesiology.pubs.asahq.org/article.aspx?articleid=2034666. Acessado em: 13 abr. 2019.
6. – CABRAL, Julyana Costa. Efeitos da mobilização precoce nos sistemas respiratório e osteomioarticular. 2016.19f. Trabalho de Conclusão de Curso (Pós-graduação em Fisioterapia Cardiorrespiratória) – Programa de Pósgraduação
em Fisioterapia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016. Disponível em: https://monografias.ufrn.br/jspui/bitstream/123456789/2196/1/Efeitos%20da%20mobiliza%C3%A7%C3%A3o%20precoce%20nos%20sistemas%20respirat%C3%B3rio%20e%20osteomioarticular_2016_TCCEspecializa%C3%A7%C3%A3 o Acessado em: 12 mar. 2019
7. SOARES, Thiago Rios et al. Retirada do leito após a descontinuação da ventilação mecânica: há repercussão na mortalidade e no tempo de permanência na unidade de terapia intensiva?. Revista Brasileira de Terapia Intensiva,
Salvador, 15 mar. 2012. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-507X2010000100006. Acesso em: 16 abr. 2019.
8. PINHEIRO, Alessandra Rigo; CHRISTOFOLETTIII, GUSTAVO. Motor physical therapy in hospitalized patients in an intensive care unit: a systematic review. Revista Brasileira de Terapia Intensiva, 29 mar. 2012. Disponível em: http://www.rbti.org.br/artigo/detalhes/0103507X-24-2-16. Acesso em: 13 abr.2019.
9. MOREIRA, Rodrigo Cesar Maia. Mobilização precoce de pacientes criticamente doentes – ensaio clínico aleatorizado. 2012. 85f. Trabalho de Conclusão de Curso Programa de Mestrado em Ciências da Reabilitação dos Departamentos de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, UFMG, Belo Horizonte, 2012. Disponível em:
http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/bitstream/handle/1843/BUBD-928JSG/mobiliza__o_precoce_de_pacientes_criticamente_doentes___ensa.pdf?sequence=1. Acesso em: 16 mar. 2019
10. MOTA, Caroline Mascarenhas; SILVA, Vanessa Gonçalves da. A segurança da mobilização precoce em pacientes críticos: Uma revisão de literatura. Interfaces Científicas – Saúde e Ambiente , Aracajú, Outubro 2012. Disponível em: https://periodicos.set.edu.br/index.php/saude/article/view/181. Acesso em: 12 mar. 2019.
11. FELICIANO, Valéria de Araújo et al. A influência da mobilização precoce no tempo de internamento na Unidade de Terapia Intensiva. ASSOBRAFIR Ciência. Paraná, v.3, n.2, abr-jun. 2012. Disponível em: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/rebrafis/article/view/11702/11486. Acesso em: 16 mar. 2019
12. FEITOZA, Carla Lima et al. Eficácia da fisioterapia motora em unidades de terapia intensiva, com ênfase na mobilização precoce. Revista Eletrônica Saúde e Ciência, 3 abr. 2014. Disponível em: https://rescceafi.com.br/vol4/n1/artigo02paginas19a27.pdf. Acesso em: 13 abr. 2019.
13. NEEDHAM, Dale; TRUONG, Alex; FAN, Eddy. Technology to enhance physical rehabilitation of critically ill patients. Critical Care Medicine, Baltimore, 2009. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20046132. Acessado em: 13 abr. 2019.
14. CONCEIÇÃO, Thais Martins Albanaz da et al. Critérios de segurança para iniciar a mobilização precoce em unidades de terapia intensiva. Revisão sistemática. Revista Brasileira Terapia Intensiva, [S. l.], 24 abr. 2017.
Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbti/v29n4/0103-507X-rbti-29-04-0509.pdf. Acesso em: 13 abr. 2019.
15. SCHWEICKERT, William D et al. Early physical and occupational therapy in mechanically ventilated, critically ill patients: a randomised controlled trial. The Lancet, USA, 14 maio 2009. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19446324. Acesso em: 16 mar. 2019
16. BEZBARUAH, Priyakshi et al. Effect of graded early mobilization versus routine physiotherapy on the length of intensive care unit stay in mechanically ventilated patients: A randomized controlled study. International Journal of
Health & Allied Sciences. Jul-sep. 2012. Disponível em: http://www.ijhas.in/article.asp?issn=2278-344X;year=2012;volume=1;issue=3;spage=172;epage=177;aulast=Bezbaruah . Acesso em: 16 de mar. 2019
17. DANTAS, Camila Moura et al. Influência da mobilização precoce na força muscular periférica e respiratória em pacientes críticos. REVISTA BRASILEIRA TERAPIA INTENSIVA , São Paulo, 24 fev. 2012. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbti/v24n2/13.pdf. Acesso em: 16 mar. 2019.
18. DAVIS, Josaleen MD et al. Mobilization of Ventilated Older Adults. Journal of Geriatric Physical Therapy. V.36, n.4, oct-dec. 2013. Disponível em: https://journals.lww.com/jgpt/FullText/2013/10000/Mobilization_of_Ventilated_Older_Adults.2.aspx. Acesso em: 16 mar. 2019
19. MAH, John W et al. Resource-efficient mobilization programs in the intensivecare unit: who stands to win?. THE AMERICAN JOURNAL OF SURGERY, [S. l.], 25 jun. 2013. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=Resourceefficient+mobilization+programs+in+the+intensive+care+unit%3A+who+stands+to+win%3F. Acesso em: 16 mar. 2019.
20. HODGSON, L, Carol L. et al. A Binational Multicenter Pilot Feasibility Randomized Controlled Trial of Early Goal-Directed Mobilization in the ICU. Critical Care Medicine, [S. l.], Junho 2016. Disponível em:
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26968024. Acesso em: 16 mar. 2019.
21. WRIGHT, Stephen E, et al. Intensive versus standard physical rehabilitation therapy in the critically ill (EPICC): a multicentre, parallel-group, randomised controlled trial. THORAX, [S. l.], 28 mar. 2018. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5870467/. Acesso em: 16 mar.2019.
Sem comentários