Digite sua palavra-chave

post

Avaliação da Dor em Pacientes Acometidos pela Síndrome do Impacto do Ombro Através das Escalas Modified University Of California At Los Angeles (Modified-Ucla), e Escala Visual Analógica (EVA): Um Estudo Comparativo

Avaliação da Dor em Pacientes Acometidos pela Síndrome do Impacto do Ombro Através das Escalas Modified University Of California At Los Angeles (Modified-Ucla), e Escala Visual Analógica (EVA): Um Estudo Comparativo

INTRODUÇÃO

A articulação do ombro é a que permite maior mobilidade no corpo humano e apresenta alto grau de instabilidade, por essa razão, os escritores especializados a tratam como “complexo articular do ombro”. É formada por três ossos (úmero, clavícula e escápula), três articulações sinoviais (acromiocavicular, esternoclavicular, e glenoumeral) e uma articulação fisiológica (escapulotorácica).

A articulação glenoumeral é a mais importante do ponto de vista biomecânico, por apresentar maior amplitude de movimento. A parte óssea côncava, junto com lábio glenoidal, contribui para aprofundar a cavidade da parte convexa da cabeça do úmero que é relativamente grande para ser acomodada, fazendo com que haja pouco contato entre ambos, tornando a articulação instável. Sendo assim, as posições anatômicas dos ligamentos e do manguito rotador (MR) auxiliam na manutenção da estabilidade da articulação, e nas translações da cabeça umeral.

Alguns grupos musculares são importantes para o funcionamento do ombro, um deles é o MR, composto pelos tendões dos músculos supraespinhal, infraespinhal, redondo menor e subescapular que contribuem para estabilizar dinamicamente e equilibrar a cabeça do úmero em relação à cavidade glenoide.

As desordens do MR estão entre as mais frequêntes causas de dor no ombro. Lesões por excesso de uso ou por esforço repetitivo com o membro superior acima da cabeça, tem sido cada vez mais reconhecida como causadora de lesão dos tendões do MR, principalmente do supraespinhal. Esse complexo do ombro é uma região que apresenta suscetibilidade a traumatismos devido à integração de várias estruturas e a sua instabilidade.

A Síndrome do Impacto do Ombro (SIO) é uma patologia inflamatória e degenerativa que se caracteriza por compressão ou impactação do tendão do supraespinhal, tendão da cabeça longa do bíceps e bursasubacromial, que se localizam no espaço umerocoracoacromial. A sua etiologia pode ser decorrente da compressão mecânica do MR sob a porção antero-inferior do acrômio, sendo os tipos curvo e ganchoso os que propiciam maior impacto entre as estrutruras.

A SIO foi relatada pela primeira vez em 1972 por Neer, como um dos principais motivos de dor no ombro e redução da amplitude de movimento. É uma das principais causas que levam ao afastamento do trabalho e a prática de exercícios físicos. Existem várias condições que levam a SIO, as mais frequentes são o impacto repetido entre o arco coracoacromial e os músculos do MR, sendo o músculo supraespinhal o mais afetado. Aproximadamente 10 a 40% da população em geral sofre com essa patologia, esse percentual eleva-se de acordo com o aumento da idade. Com maior prevalência em indivíduos de idade entre 40 a 50 anos, porém, as atividades que levam ao uso excessivo do ombro em flexão anterior e abdução predeterminam o impacto, possibilitando que pessoas com idade inferior a 20 anos também sejam afetadas.

Quando estas lesões estão instaladas, a dor no ombro pode ser uma condição persistente e incapacitante, sendo responsável por prejuízos na função da articulação. Assim, são necessários instrumentos para avaliar as alterações ocorridas decorrentes das lesões.

Um dos instrumentos utilizados na literatura internacional para a avaliação do ombro é o University of California at Los Angeles (UCLA) Shoulder Rating Scale, que foi criada por Amstutz em 1981, para avaliar pacientes que se submetiam a artroplastia de ombro. Em 1986 foi modificada por Ellman, passando a ser conhecida como Modified-UCLA. A escala é composta pelos seguintes domínios: dor (10 pontos), função (10 pontos), amplitude de flexão anterior ativa (5 pontos), teste de força manual para flexão anterior (5 pontos) e satisfação do paciente (5 pontos), totalizando 35 pontos. A pontuação é classificada da seguinte forma: 34-35 pontos equivalem a resultados excelentes, 28-33 bons, 21-27 razoáveis e 0-20 ruins.

Outro recurso para avaliação da dor é a Escala Analógica Visual (EVA), que foi desenvolvida há setenta anos, e vem sendo a mais utilizada hoje em dia. Esta, possibilita uma medição eficiente, simples e minimamente invasiva, sendo usada amplamente na prática clínica e pesquisa, quando se tem a necessidade de um índice rápido da dor e que pode ser sinalizada por um valor numérico.

A EVA consiste de uma linha horizontal ou vertical de 10 centímetros (cm) com as extremidades demarcadas como “sem dor” e “dor máxima”. O entrevistado marca um ponto na linha ou entre os extremos, e o pesquisador mensura a distância do ponto inicial até o ponto respondido.

Diante do exposto, o presente estudo teve como objetivo avaliar a dor e comparar os resultados da Modified-UCLA, cujo resultado é dado de forma mais objetiva, com a EVA, que pode ser interpretada de forma subjetiva.

MATERIAIS E MÉTODOS

Estudo do tipo transversal descritivo com componente analítico, realizado no Centro de Reabilitação e Medicina Física Professor Ruy Neves Baptista, situado no Instituto de Medicina Integral de Pernambuco Professor Fernando Figueira (CRIMIP), no período de setembro a novembro de 2017. Aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa em Seres Humanos do IMIP (CAAE: 55812116.2.0000.5201).

Participaram da pesquisa indivíduos com síndrome do impacto do ombro, na lista de espera do setor de fisioterapia em traumato-ortopedia adulto do Centro de Reabilitação do IMIP. Os critérios de elegibilidade para participação foram: apresentar lesão no musculo supra-espinhoso; com idade entre 40-70 anos; e possuir um nível cognitivo que não impossibilitasse a aplicação das escalas. Como critérios de exclusão, estabelecemos a apresentação acometimentos em outras estruturas do complexo articular do ombro, como: capsulite adesiva, bursite, tendinite do bíceps, tendinite do subescapular, artrose glenoumeral, fraturas de úmero proximal e subluxação; e apresentar comprometimento cognitivo. Todo o processo de avaliação foi realizado por uma pessoa previamente treinada.

Inicialmente, foi realizada a avaliação no item da dor pela escala ModifiedUCLA contendo perguntas relacionadas à intensidade da dor, sua frequência e, se o avaliado faz uso de medicamentos para analgesia, compondo-se de um escore variando de 1 à 10, onde 1 é dor intensa e 10 sem dor.

Posteriormente, os mesmos indivíduos responderam à Escala Visual Analógica (EVA), que consiste em auxiliar na aferição da intensidade da dor em graus, constituindo-se por: dor leve (0-2 cm), dor moderada (3-7 cm) e dor intensa (8-10 cm). Após instruídos sobre o funcionamento da escala, os participantes marcaram com um risco ou traço de acordo com o sintoma sentido no momento que o teste foi realizado.

As respostas obtidas em cada escala foram submetidas à uma análise comparativa para avaliação da similaridade entre as mesmas, utilizando o teste de wilcoxon. Para a análise estatística foram utilizados os Softwares SPSS 13.0 para Windows e o Excel 2010; adotou-se um p-valor inferior a 5%. As diferenças entre as médias foram consideradas estatisticamente significantes quando p < 0,05, os resultados estão apresentados em forma de tabela com suas respectivas frequências absoluta e relativa e as variáveis numéricas estão representadas pelas médias e desvio-padrão

RESULTADOS

Foram avaliados 30 pacientes diagnosticados com síndrome do impacto do ombro. No item da dor, na Modified-UCLA, 7 dos avaliados (23,3%) disseram que a dor era presente todo tempo, insuportável, e faziam uso frequente de analgésicos fortes. 20 pacientes (66,6%) afirmaram que a dor era presente todo o tempo, suportável, uso ocasional de analgésicos fortes. Já 2 dos entrevistados (6,6%) disseram que a dor é fraca / ausente em repouso, presente em atividades leves e faziam uso frequente de salicilatos. 1 avaliado (3,3%) relatou que a dor era presente em atividades pesadas / específicas e este, fazia uso frequente de salicilatos (Tabela 1).

Na EVA, 4 dos avaliados (13,3%), disseram ter grau 6 cm de dor. Outros 7 (23,3%) afirmaram grau 7 cm. Já 3 pacientes (10,0%) declararam grau 8 cm. 10 avaliados (33,3%) informaram grau 9 cm de dor. E 6 (20%) disseram sentir dor grau 10 cm (Tabela 2).

A média obtida na Modified-UCLA referente à dor foi de 2,03 ± 1,03. Já na EVA a média foi de 8,23 ± 1,38 (Tabela 3).

DISCUSSÃO

O presente estudo teve como proposta avaliar a dor em pacientes acometidos pela síndrome do impacto do ombro, principal sintoma das pessoas portadora da patologia. Foi realizado uma comparação entre os resultados obtidos no item da dor na Modified-UCLA, principal instrumento de avaliação da SIO, e a escala analógica visual EVA.

Pessoas portadoras da SIO enfrentam grandes dificuldades nas atividades de vida diária devido à diminuição da mobilidade do membro acometido, por ser uma doença que acomete indivíduos adultos, além de déficits funcionais, existem também os problemas socioeconômicos que impossibilitam o retorno ao trabalho. A atuação da fisioterapia, nesses casos, é de imediato para a melhora da estabilidade muscular na região afetada, aumento da funcionalidade do ombro acometido, e principalmente diminuição das dores. Nesses casos a avaliação é de grande importância para determinar o estágio da doença e o procedimento a ser realizado.

Atualmente existem algumas formas de mensurar a dor, através de instrumentos rápidos e de fácil entendimento para os pacientes. Em estudo realizado por Jansen (2003) 23 afirma que as escalas de itens simples são adequadas para conceitos unidimensionais, como a dor e que podem ser aplicadas rapidamente, delimitando respostas rápidas para indivíduos ocupados ou doentes, e são mais fáceis de compreender.

De acordo com os resultados obtidos na pesquisa, foi observado um alto percentual nos níveis máximo de dor nas escalas. Dados que podem ser alterado pelo estado emocional, medo e humor. Confirmado no estudo realizado por Silva (2009)26 , o qual afirmou que a intensidade da dor é notada de formas diferentes para cada pessoa, podendo alterada pela personalidade, onde os estados de ansiedade, medo, humor potencializam a dor elevando sua percepção, ocasionando em uma maior tensão muscular que produz o ciclo “dor-tensão-dor”.

A EVA possibilita mensurar de uma forma simples, eficiente e subjetiva a intensidade da dor. Utilizada amplamente na prática clínica, quando se requer um índice rápido da dor podendo ser quantificado em um valor numérico.

No presente trabalho, além dos altos níveis de dor quando avaliados na Modified-UCLA, também foi observado que a dor era presente todo tempo, corroborando com estudo realizado por SILVA (2009)26, afirmando que a frequência da dor está correlacionada com a sua intensidade, uma vez que pessoas com dores diárias apresentam maiores chances de exacerbação do sintoma.

As médias obtidas na Modified-UCLA em comparação com a EVA, levando em consideração a significância da intensidade da dor, foram semelhantes. Onde a maior parte dos integrantes da pesquisa afirmou sentir fortes dores. Comprovando que a EVA mesmo sendo um instrumento de mensuração subjetiva, apresentou relevância conforme os resultados do presente trabalho, divergindo dos resultados de Rubbo (2010) 24, que critica as escalas de itens simples por seu baixo nível de confiabilidade, por sua estrutura ou conceito.

Existem diversas ferramentas para medição das diferentes qualidades de dor, alguns muito consolidados e outros que necessitam ainda ser verificados e aprimorados20, sendo preciso incrementar com o que já existe na atividade clínica e de pesquisa.

Referências bibliográficas

  1. Olivier ECC. Tratamento fisioterápico na síndrome do impacto: revisão bibliográfica [especialização]. Brasília (DF). Universidade Católica de Brasilia. Curso de Pós-Graduação em Fisioterapia Traumato-Ortopédica; 2010
  2. Greene, WB. Netter’s Orhtopaedics.1ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier Editora; 2007.
  3. Ejnisman B, et al. Ruptura do músculo peitoral maior em atletas. Rev Bras Ortop. 2008; 37(11/12):482-488.
  4. Metzker CAB. Tratamento conservador da síndrome do impacto no ombro. Fisioter Mov. 2010 jan/mar; 23(1):141-51.
  5. Santos EM, Neto LFM. A influência dos exercícios de codman na síndrome do impacto no ombro um estudo retrospectivo [especialização]. Vale do Paraíba (RJ). Universidade do Vale do Paraíba. Curso de Pós-Graduação em Fisioterapia TraumatoOrtopédica com ênfase em Terapia Manual. 2012.
  6. Adrian SBRA, Sodré WM, Nepomuceno VR. Incidência da instabilidade gloenoumeral em atletas de handbol, de ambos os sexos, no município de palmas-TO. [Acesso em 2016 dez 01]. Disponível em: .
  7. Lech O, Neto CV, Severo A. Tratamento conservador das lesões parciais e completas do manguito rotador. Acta Ortop Bras. 2000;8(3):144-156.
  8. Mendonça LM, et al. Articulação Muscular Isocinética da Articulação do Ombro em Atletas da Seleção Brasileira de Voleibol Sub-19 e Sub-21 Masculino. Rev Bras Med Esporte. 2010; 16(2): 107-111.
  9. Lázaro FTO, Bertolini GRF, Nakayma GK. Tratamento fisioterapêutico em pacientes acometidos por lesões e alterações cinésio-funcionais do manguito rotador. Arq Ciênc. 2004; 8(1):73-77.
  10. Moraes GFS, Gonçalves FM, Silva JD, Soares NS. Correlação entre posicionamento escapular, análise postural funcional e grau de incapacidade dos membros superiores (DASH Brasil) em médicos ultrassonografistas. Radiol Bras. 2009; 42(1):31-36.
  11. Giordano M, Giordano V, Giordano LHB, Giordano JN. Tratamento conservador da síndrome do impacto subacromial: estudo em 21 pacientes. Acta Fisiátr. 2000; 7(1): 13-19.
  12. Lima GCS, Barboza EM, Alfieri FM. Análise da funcionalidade e da dor de indivíduos portadores de síndrome do impacto, submetidos a intervenção fisioterapêutica. Fisi Mov. 2007; 20(1):61-69.
  13. França FO, Paiva AA, Almeida IAF. Síndrome do impacto do ombro. Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia. Projeto Diretrizes: AMB e CFM; 2011.
  14. Phadke V, Camargo PR, Ludewig PM. Scapular and rotator cuff muscle activity during arm elevation: A review of normal function and alterations whit shoulder impingement. Rev Bras Fisioter. 2009; 13(1):1-9.
  15. Castro BA. Síndrome do impacto do ombro. Diagnóstico e tratamento. Rev Dor. 2009; 10(2):174-179.
  16. Marcondes FB, et al. Força do manguito rotador em indivíduos com síndrome do impacto comparado ao lado assintomático. Acta Ortop Bras. 2011; 19(6):333-7.
  17. Pinheiro C, et al. Contribuição anatômica para o estudo morfométrico do acrômio. Persp Méd. 2010; 21(1):5-8.
  18. Giugni RL, Neto VM. Acupuntura x laser no alívio da dor e no ganho da amplitude de movimento na síndrome do impacto. XXIV Congresso Brasileiro de Engenharia Biomédica. 2014 out 13-17; Uberlândia, MG: SBEB; 2014.
  19. Jacoby M, et al. Análise da função e dor em pacientes com lesão de músculo supraespinhoso. Rev Dig. 2014; 18(189).
  20. Oku EC, et al. Tradução e adaptação cultural do modified-university of california at losangeles shoulder rating scale para a língua postuguesa. Rev Bras Reumatol. 2006; 46(4):246-252.
  21. Miyazaki AN, et al. Avaliação dos resultados do tratamento cirúrgico artroscopicos das lesões do manguito rotador em pacientes com 65 anos ou mais. Rev Bras Ortop. 2015; 50(3):305-311.
  22. Miyazaki AN, et al. Avaliação das reoperações de pacientes com lesões do manguiti rotador. Rev Bras Ortop. 2011; 46(1):45-50.
  23. Jensen MP, Chen C, Brugger AM. Interpretation of visual analog scale ratings and change scores: a reanalysis of two clinical trials of postoperative pain. J Pain. 2003; 4(1):407-14.
  24. Rubbo AB. Avaliação de dor pós-operatória em cirurgia bariátrica [tese]. São Paulo (SP): Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Curso de Pós-Graduação em Ciências da Saúde: 2010.
  25. Walther M, Werner A, Stahlschidt T, Woelfel R, Gohlke F. The subacromial impingement syndrome of via prospective, randomized study. J Shoulder Elbow Surg. 2004; 13(1):417-23.
  26. Silva FB, Deliberato PCP. Análise das escalas de dor: revisão de literatura. Rev Bras Cien Saúde. 2009; 7(19): 86-89.
  27. Sousa FAEF, Hortense P. Mensuração da dor. In: Chaves LD, Leão ER, orgs. Dor: 5º sinal vital: reflexões e intervenções de enfermagem. Curitiba: Ed. Maio; 2004.

ANEXOS

ESCALA VISUAL ANALÓGICA – EVA

A Escala Visual Analógica – EVA consiste em auxiliar na aferição da intensidade da dor no paciente, é um instrumento importante para verificarmos a evolução do paciente durante o tratamento e mesmo a cada atendimento, de maneira mais fidedigna. Também é útil para podermos analisar se o tratamento está sendo efetivo, quais procedimentos têm surtido melhores resultados, assim como se há alguma deficiência no tratamento, de acordo com o grau de melhora ou piora da dor.

A EVA pode ser utilizada no início e no final de cada atendimento, registrando o resultado sempre na evolução. Para utilizar a EVA o atendente deve questionar o paciente quanto ao seu grau de dor sendo que 0 significa ausência total de dor e 10 o nível de dor máxima suportável pelo paciente.

Dicas sobre como interrogar o paciente:

Você tem dor?

Como você classifica sua dor? (deixe ele falar livremente, faça observações na pasta sobre o que ele falar)

Questione-o:

a) Se não tiver dor, a classificação é zero.

b) Se a dor for moderada, seu nível de referência é cinco.

c) Se for intensa, seu nível de referência é dez.

OBS.: Procure estabelecer variações de melhora e piora na escala acima tomando cuidado para não sugestionar o paciente.



Conteúdo Relacionado

Sem comentários

Adicione seu comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado.

Open chat
Olá! Seja bem-vindo(a). Se tiver alguma dúvida, me procure. Estou a disposição para te ajudar.