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Atuação Fisioterapêutica na Síndrome do Ombro Doloroso: Revisão de Literatura

Atuação Fisioterapêutica na Síndrome do Ombro Doloroso: Revisão de Literatura

INTRODUÇÃO

A Síndrome do ombro doloroso refere-se as disfunções patológicas que causam deficiência na cintura escapular, onde devem ser citadas as causas que levam a essas disfunções, como por exemplo bursite, luxação e subluxação da articulação glenoumeral, tendinite da cabeça longa do bíceps, síndrome do impacto do ombro entre outras . A população acometida na maioria referem-se em atletas, como também pacientes acometidos de AVE e instrumentistas de violinos.[1]

Os impactos dessas patologias levam a disfunções biomecânicas dos movimentos fisiológicos, consequentemente a diminuição da amplitude articular, dor, atrofia muscular, perda gradual de força muscular, entre outras. [2]
Essa disfunção pode comprometer a funcionalidade e a qualidade de vida devido a diminuição da amplitude de movimentos, acometendo devido atividades laborais e esportivas.

A importância da fisioterapia na reabilitação apresenta a finalidade de diminuir a dor, através com programas de reabilitação contínua e individualizada, juntamente com de medidas analgésicas e anti-inflamatórias, e a reabilitação deve ser realizada com duração mínima de três a seis meses. [3]

A finalidade do tratamento fisioterapêutico consiste no alívio da dor, no ganho da são alívio do quadro álgico, ganho de amplitude de movimento e na melhora da força muscular, onde permite uma maior funcionalidade no membro acometido [4]

O tratamento fisioterapêutico na fase inicial apresenta a finalidade de reduzir a dor, como foi citado acima, como também, a diminuição do processo inflamatório [5] A importância da fisioterapia está diretamente ligada na prevenção de lesões, onde considera-se essencialmente que deve ser realizado em atletas, com a finalidade de fortalecer a musculatura da região previne uma série de problemas decorrentes a movimentos de flexão anterior e abdução do ombro.[6]

As propostas terapêuticas referentes ao tratamento conservador, considera a um o conjunto de procedimentos que passam por medidas analgésicas, anti-inflamatórias e fisioterapia, onde é considerada uma ferramenta essencial no processo de recuperação. [7] Os exercícios pliométricos apresentam como finalidade a elevação da excitabilidade do sistema nervoso , no intuito de obter melhoras na questão da capacidade reativa do sistema neuromuscular, onde os músculos, os tendões e os ligamentos são fortalecidos de maneira funcional. movimentos rápidos e explosivos (esticados e contraídos). [8]

A fisioterapia convencional refere-se ao atendimento com recursos básicos no atendimento ao paciente, como o Tens, Ultrassom e Ondas Curtas, entre outros. [9] O Método Kinesio Taping é considerado uma técnica de bandagem funcional com propriedades elásticas, sendo utilizada do uso de fita de Kinesio (Kinesio Tape), fabricada em algodão com até 140% de elasticidade, que dispõe de cola sem látex para fixar na pele (evitando obstruções), onde ocasiona estímulos mecânicos e sensoriais. [10]

O objetivo da presente revisão foi apresentar as principais condutas fisioterapêuticas utilizadas na recuperação funcional da síndrome do ombro doloroso.

MÉTODOS

O presente trabalho foi constituído por uma revisão de literatura sobre a atuação da fisioterapia na síndrome do ombro doloroso onde foram consultadas quatro bases de dados eletrônicas: Medline, Lilacs (Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências da Saúde), SciELO, (Scientific Eletronic Library Online), PEPSIC e google acadêmico adotando as seguintes palavras-chave: Fisioterapia. Síndrome do ombro doloroso. Tratamento. As palavras-chave foram utilizadas em português (Fisioterapia. Síndrome do ombro doloroso. Tratamento) e inglês (Physiotherapy. Painful shoulder syndrome. Treatment.). Foram pesquisados artigos entre os anos de 2000 a 2020, nos idiomas inglês e português. Essas palavras chaves utilizadas encontram-se registradas na Nathional Library of Medicines (MeSH) e nos descritores da Saúde (DoCS).

A seleção dos trabalhos foi realizada entre março e maio de 2021. Para a seleção dos artigos, os títulos e os resumos foram lidos sempre pelo mesmo avaliador, e aqueles cujos títulos e/ou resumos não eram suficientemente específicos, foi-se obtido os artigos completos para a análise e identificação de possibilidades de inclusão na presente revisão. E adicionando aos critérios de inclusão inseridos artigos originais que abordasse o tema.

RESULTADOS E DISCUSSÕES

Dos nove estudos encontrados a amostra foi de aproximadamente 318 participantes, sendo que a maioria foi conduzido no sexo masculino. A idade dos participantes variou de 17 a 40 anos. As principais condutas realizadas foram os exercício pliométrico no tratamento de dor na articulação glenoumeral, Crioterapia na região do ombro, Tratamento conservador, bandagem elástica da marca 3ns Tex Tape, modalidade terapêutica Dry Needling, Treinamento isocinético excêntrico bilateral a 60º/s para abdutores do ombro e fisioterapia convencional e a eletroestimulação, conforme observado no Quadro 1.

Quadro 1 : Estudos que apresentaram propostas fisioterapêutica no tratamento da síndrome do ombro doloroso.

Nome do autor
ano
Amostra Intervenção Principais resultados
Barros et al.
2010.[33]
Em um único grupo, composto por 10 atletas de voleibol foram realizados dois testes funcionais discriminativos autoaplicativos, para verificar a funcionalidade, dor, e condição da articulação glenoumeral: o questionário da University of Califórnia at Los Angles (UCLA), modificado, e o teste simples do ombro, também modificado. Depois de responderem os dois questionários pré- exercício, os atletas foram instruídos quanto ao modo de realizarem os exercícios com o uso do Bodyblade®, como flexão anterior, extensão, abdução, rotação interna e externa de ombro durante seis sessões. Após o último dia, foi aplicado o questionário pós-exercício. Exercícios pliométricos no tratamento de dor na articulação glenoumeral. Foram realizados por 2 sessões com frequências semanais, totalizando o número de 6 sessões. A redução da dor foi significativa (p-valor 0,034). Nos outros itens analisados, os atletas já apresentavam pontuação máxima. Não houve atletas que obtiveram resultados negativos de piora da dor após exercícios.
Camargo et al.
2012. [19]
Vinte indivíduos (sete mulheres, 34,2 com SI unilateral completaram o protocolo do estudo. Treinamento isocinético excêntrico bilateral a 60º/s para abdutores do ombro.
Realizou-se treinamento isocinético excêntrico bilateral a 60º/s para abdutores do ombro durante seis semanas consecutivas, duas vezes por semana, em dias alternados. Para cada dia de treinamento, foram realizadas três séries de dez repetições, com um período de descanso de 3 minutos entre as séries para cada lado. A amplitude de movimento treinada foi de 60° (de 80° a 20°). O questionário Disabilities of the Arm Shoulder and Hand (DASH) foi utilizado para avaliar a função e os sintomas dos membros superiores. O pico de torque, o trabalho total e o tempo de aceleração foram avaliados durante a abdução concêntrica e excêntrica do braço a 60º/s e 180º/s por meio de um dinamômetro isocinético.
As pontuações do DASH, o pico de torque, o trabalho total e o tempo de aceleração melhoraram (p < 0,05) após o período de intervenção.
Corrêa , et al
2009. [21]
Foram avaliados três pacientes tendo tido AVE há mais de um ano com subluxação do ombro confirmada por exame de radiografia Foram analisados, antes e após o tratamento, o grau de subluxação e amplitude de movimento (ADM) do ombro, função sensório-motora pela escala de Fugl-Meyer e dor em repouso e à movimentação passiva por meio de escala visual analógica. Fisioterapia convencional e EEF.
Todos os pacientes foram submetidos a tratamento com fisioterapia convencional e EEF no membro hemiplégico por dez sessões frequência de 2 vezes semanais com tempo médio de 60 minutos.
EEF- para este estudo, foram adotados os seguintes parâmetros: corrente pulsada bifásica assimétrica balanceada;
frequência de 30 pulsos por segundo; Tempo de duração de pulso, 300 Microssegundos; T-on de 15 segundos (s);
Tempo-off de 10 s; Rise de 2 s; Decay de 2 s; tempo de tratamento (timer) de 30 minutos e amplitude de acordo com a tolerância de cada indivíduo.
A análise dos resultados mostrou melhora em relação às medidas iniciais da ADM, da avaliação sensório-motora, dor e subluxação do ombro após o uso da EEF.
Lech, , et al
2000. [26]
Cerca de 180 pacientes foram tratados conservadoramente nos dois Serviços nos anos de 1996 e 1997. Este estudo avaliou os resultados do tratamento conservador em 26 pacientes com rupturas parcial e total do manguito rotador. Fisioterapia e exercícios de infiltração e terapia miofascial.
Este grupo recebeu uma ampla gama de tratamentos (apenas medicação, exercícios caseiros, infiltração, fisioterapia, etc.).
O protocolo consistiu de um programa com 6 meses de duração que incluiu terapia miofascial específica, exercícios ativos assistidos e de fortalecimento dos músculos do manguito rotador e da musculatura axioescapular.
Um programa de reabilitação com exercícios supervisionados é eficaz e pode ser considerado como a primeira opção em casos de pacientes com rupturas do MR..
O fator ocupação em pacientes com atividade profissional pode ser indicativo de mau prognóstico com tratamento conservador; A cirurgia pode ser indicada para os casos de dor intensa e que não responde ao programa de tratamento entre 03 a 06 meses. Seis meses após a alta, dezoito pacientes (69,22%) apresentavam resultado satisfatório, enquanto os demais 08 casos (30,78%) foram considerados insatisfatórios e tiveram indicação cirúrgica.
Lima, , et al.
2007. [30]
Participaram do estudo sete voluntárias com idade média de 48,9 ± 18,1 anos. O escore de dor avaliado pela Escala Visual Analógica foi reduzido em 27% ao final da primeira fase e em 47% ao final da segunda fase (p < 0,05). O escore final de intensidade da dor avaliado por meio dos critérios da UCLA diminuiu 163%. Todos os escores avaliados por meio dos critérios da UCLA melhoraram significantemente, exceto o de força muscular: função do ombro (50%), flexão anterior ativa (35%), força muscular (25%) e satisfação (500%) Os indivíduos foram submetidos crioterapia na região do ombro e à um programa de intervenção fisioterapêutica dividida em duas fases: a primeira fase foi composta por oito sessões e teve como objetivo combater a inflamação, a dor, restaurar a amplitude de movimento e a força muscular, e estimular o controle neuromotor, com sessões de 60 minutos realizadas 2 vezes por semana. A segunda fase foi composta por oito sessões e teve como objetivo promover o fortalecimento muscular. Com 8 sessões realizadas 3 vezes por semana com duração de 60 minutos cada
.
Os resultados permitem concluir que a intervenção fisioterapêutica proposta reduz a intensidade da dor e aumenta a funcionalidade do ombro de indivíduos portadores de síndrome do impacto.
Miyazaki, , et al.
2012. [18]
55 atletas avaliados no período de abril a junho de 2009. Programa de reabilitação com exercícios para alongamento da cápsula posterior e reforço dos músculos da cintura escapular, especialmente os rotadores laterais.
Foram realizadas 2 sessões por semana., no total de 48 sessões.
Na avaliação final, em comparação com a inicial, observamos: aumento em média da elevação de 10° (p = 0,001), de três níveis vertebrais da rotação medial (p < 0,001), aumento de 20° da rotação medial a 90° de abdução (p < 0,001) e um aumento de 26° do arco de rotação (p < 0,001). Com relação à força, foi evidente a melhora da força de elevação com aumento de 3kgf (p = 0,002) e da força de rotação lateral com aumento de 1kgf (p = 0,020). Dos 18 atletas estudados, a dor melhorou em 16, dois atletas permaneceram com dor e foram submetidos à ressonância magnética, na qual foram evidenciadas lesões de tratamento cirúrgico.
MOTA, , et al.
2020. [38]
Sete graduandos, instrumentistas de violino, de ambos os sexos, que se enquadraram nos critérios de inclusão que eram: ser universitários do Curso de Bacharelado e Licenciatura em Música, estarem regularmente matriculados na habilitação de violino ou cursando a disciplina de violino, que apresentassem TPs e/ou dor nas regiões de ombro, pescoço e cabeça, e que concordassem participar do estudo.
Destes, 14% eram mulheres e 86% homens. A média de idade foi de 26,9 anos (± 5,76), o peso foi em média 77,79 kg (±13,63), altura de 175 centímetros (± 6,87) e índice de massa corporal de 25,24 (± 3,81). Destes 7 estudantes de violino, 29% cursavam o primeiro
Foram utilizados como critérios de exclusão: violinistas que estiverem usando outras técnicas fisioterapêuticas para alívio da dor, aqueles que possuem diagnóstico de fibromialgia e contraindicações para a realização do Dry Needling as quais são: doenças como linfedema e lesões de pele na região de estudo, fobia de agulhas (aquimofobia) caracterizadas por históricos anormais de reação a injeções e agulhas, quadros infecciosos
Modalidade terapêutica Dry Needling. Foram realizadas 6 sessões, com frequência semanal de 2 sessões. Destes 7 estudantes de violino, 29% cursavam o primeiro semestre. Quanto ao lado dominante 71% tinham o lado direito como dominante, enquanto, 29% o lado esquerdo. Demonstraram aumento no limiar de dor à pressão em todos os Trigger Points avaliados, e redução da intensidade da dor nas regiões de pescoço, cabeça e ombros. Verificou-se que o limiar de dor à pressão do Trigger Point 1 foi estatisticamente significativo com p = 0,04, assim como, houve uma com redução da dor estatisticamente significativa na região pescoço com p = 0,02. Pode concluir que o Dry Needling é uma modalidade terapêutica capaz de reduzir a dor de origem miofascial nas regiões de cabeça, pescoço e ombros em violinistas
OLIVEIRA, , et al.
2013.[39]
Foram avaliados 15 atletas com SIO, sexo masculino, . Utilizou-se o Slide Scapular Lateral Test para avaliação da discinesia escapular e a escala visual numérica (EVN) para avaliação da dor no repouso, durante atividades e ao esforço. Após os testes foi feita a colocação do KT. Todas as avaliações foram realizadas antes e duas semanas após a aplicação do KT. Método Kinesio Taping.
Todos os voluntários utilizaram a Kinesio Taping por um período de 2 semanas.
Foram observadas diferenças significantes nos escores na EVN para dor no repouso (p = 0,03), nas atividades diárias (p = 0,001) e no esforço (p = 0,001) antes e após o uso do KT. Também foi observada diferença estatística na discinesia escapular na reavaliação (p = 0,001). Em relação à associação entre dor e discinesia não foi verificada associação estatisticamente significativa.
PEREIRA, et al.
2011. [40]
A amostra foi composta por 21 jogadoras do sexo feminino entre 17 e 40 anos. Para a coleta de dados utilizou-se o questionário da University of Califórnia at Los Angeles (UCLA) que avalia dor, flexão ativa, força de flexão anterior e função. O questionário da UCLA é um método que considera resultado excelente o valor entre 34-35; bom entre 28-33; regular entre 21-27; e ruim entre 00-20. Tratamento conservador
Bandagem elástica da marca 3ns Tex Tape.
Com 2 sessões semanais , totalizando 8 sessões.
A amostra foi composta por 21 atletas, sendo que 1 atleta não compareceu para a aplicação da técnica utilizada no trabalho. A média e o desvio padrão da idade das 20 atletas foram de 21,2 ± 16,5 anos do tempo de prática do esporte foi de 7,35 ± 5,41 anos e da satisfação do tratamento foi de 4,75 ± 1,18, segundo UCLA. De acordo com as médias obtidas houve uma melhora de 55% no score total do questionário, evoluindo de ruim para regular, segundo pontuação UCLA. Sendo que 58% obtiveram melhora no score da dor, e de 32% no score da função. Estão representados na Tabela I os dados da média e desvio padrão de cada parâmetro analisado.
ADM – Amplitude de movimentos, AVE – Acidente Vascular Encefálico, DASH – Disabilities of the arm, shoulder and hand), EEF – Estimulação elétrica funcional, EVN – Escala visual numérica , KT – Método Kinesio Taping., MR – Rupturas parcial e total do manguito rotador. , TPS – Transtorno de Processamento Sensorial, UCLA – University of California at Los Angles

 

O ombro é visto como uma conjuntura móvel, onde existe uma fossa glenóide rasa, com mínimo em suporte ósseo, sendo que a sua estabilidade da articulação depende dos tecidos moles como músculos, ligamentos e cápsula articular. [11]

A patologia do ombro doloroso pode surgir a partir de variadas etiologias, onde estão relacionadas com as estruturas da cintura escapular ou irradiadas de outras regiões, sendo que a cintura escapular e o ombro são formados por três articulações (esterno-clavicular, acrômio-clavicular e glenoumeral) e duas pseudoarticulações (escapulo-torácica e supraumeral). [12]

O complexo do ombro é formado por várias articulações: Articulação esternoclavicular; Articulação Glenoumeral; Articulação escapulotorácica; Articulação acromioclavicular e Articulação Supraumeral. [13]

A expressão síndrome identifica que variados são os fatores que faz surgir patologias, visto que, s Síndrome do ombro doloroso significam vários sintomas de determinados comprometimentos que através das disfunções que podem levar a essa síndrome. [14]

Os sintomas dessa síndrome são considerados a dor na região da articulação escápulo-umeral que se agrava através da movimentação do ombro, irradiação da dor para o pescoço e braços, limitação dos movimentos com dor extrema, hiperalgesia entre outros. [15]

Foram realizadas pesquisas com atletas de beisebol, onde foi mostrado uma relação que muito significativa entre dor e alteração na amplitude de movimento, entre tempo de prática da modalidade e situação de “ombro em risco”. Pode-se dizer que o “ombro em risco” foi referenciado por Burkhart e Morgan, no intuito de mostrar o déficit de RM (DRM) e o ganho de RL (GRL), juntamente com a questão do desequilíbrio das adaptações do ombro que levam ao surgimento de dor e lesões. [16]

Foi constatado que as lesões no ombro estão associadas a valores do AR, que constatarem inferiores a 180° e o déficit de RM for superior a 25°. Em uma avaliação foi observada que atletas com dor durante o arremesso tinham déficit de elevação e de RM e uma média de AR de 179°, e por essa questão foram encaminhados para tratamento fisioterapêutico com a finalidade de recuperação a RM. [17]

Se for considerada a questão da contratura da cápsula posterior como sendo a causa do déficit da RM e das lesões no ombro, importante ressaltar a eficácia de um alongamento da cápsula posterior e a correção deste déficit devem prevenir as lesões. [18]

Em um programa de reabilitação levou a uma melhora significativa da dor, devido a questão do ganho de RM, de RM90 e do AR de 26° em média, atingindo 205°, onde mostra que o ganho foi suficiente para a diminuição do risco de lesão do ombro, pois os atletas tiveram consideravelmente uma diminuição da dor. Variadas pesquisas afirmam que os programas de exercícios para atletas mostram um ganho de RM e de RM90, através dos exercícios de alongamento. [19] O programa afirma o benefício do ganho progressivo, onde pode ser perceber quer os atletas mantiveram ou aumentaram o ganho de movimento até o final da reabilitação.

O programa de reabilitação aplicado aos atletas foi benéfico, onde possibilitou o aumento da RM, da elevação, do AR, da força muscular de elevação e da RL, tendo uma significativa melhora da dor. [20]

Importante também ressaltar, que tratamentos conservadores são propostos para indivíduos, pois há o fortalecimento do manguito rotador e os músculos escapulares e o alongamento dos tecidos moles do ombro[21]

Mostra também, um excelente resultado clínico e treinamento excêntrico para os músculos supraespinhal e deltoide e para o manguito rotador em indivíduos com síndrome do ombro doloroso. Como também na questão dos diferentes tipos das tendinopatias. [22]

Ainda importante também citar que a dor no ombro é uma situação comum em indivíduos que sofreram AVE, onde na fase aguda da hemiplegia, a mecânica do complexo do ombro está afetada pela perda do controle motor e desenvolvimento de movimentos anormais do membro superior. [23]

Foi utilizado o estimulador elétrico FesMed (Carci), a partir dos parâmetros: corrente pulsada bifásica assimétrica balanceada; frequência de 30 pulsos por segundo; tempo de duração de pulso, 300 microssegundos; T-on de 15 segundos (s); tempo de relaxamento muscular (T-off, em que não há passagem de corrente elétrica), 10 s; subida (rise, em que a amplitude do pulso aumenta até atingir o valor máximo) de 2 s; descida (decay, em que a amplitude do pulso diminui gradualmente até cessar a contração) de 2 s; tempo de tratamento (timer) de 30 minutos e amplitude de acordo cada indivíduo. [24]

Mudanças secundárias, como alterações dos tecidos da articulação glenoumeral e a subluxação são considerados fatores que estão associados a questão da ocorrência da dor. A melhora da dor no ombro foram estudadas em diversas pesquisas pacientes hemiplégicos. Um programa de tratamento com a EEF tem um bom resultado em relação a questão da diminuição da dor no ombro dos pacientes, com maior eficácia em pacientes em fase crônica do AVE comparado com pacientes em fase aguda da doença [25]

Outra importante abordagem conservadora em pacientes com síndrome do impacto do ombro sendo considerada de grande valor terapêutico [26]. O tratamento conservador pode ser eficaz em pacientes sedentários e/ou idosos; onde importante salientar que a cirurgia do MR, é considerada a melhor conduta para pacientes ativos, como também, nos casos de dor e fraqueza muscular persistente e evolutiva.[27]

Indivíduos com ruptura completa do MR podem apresentar elevação ativa normal do braço, principalmente após um programa de reabilitação com fortalecimento dos músculos pivôs e propulsores da cintura escapular [28]

O tratamento consistiu da utilização de anti-inflamatório não-esteroide através de via oral, terapia miofascial específica (criocinética, compressão isquêmica e ultrassom nas miogeloses e nos pontos de gatilho). [29]

A articulação do ombro tem a função de permitir a mobilidade, sendo que está relacionada com o complexo articular do ombro, onde esse complexo refere-se a uma região de integração de várias articulações e à susceptibilidade a traumatismos.[30] Relacionado com questões de alterações musculoesqueléticas, a dor no ombro é muito comum, somente perdendo para as dores na região cervical e na região lombar da coluna vertebral [31]

A síndrome do impacto é muito frequentes em indivíduos que praticam atividades ocupacionais, que necessitam de realizar movimentos de lustrar, lixar e moer. Acrescentando, importante citar que atividades como natação, arremesso e tênis estão entre as causas mais comuns de síndrome do impacto.

A síndrome do impacto é comum indivíduos adultos, sendo responsável por prejuízos funcionais e socioeconômicos. A intervenção fisioterapêutica éum excelente tratamento, pois permite a melhora do equilíbrio muscular, consequentemente aumentando a funcionalidade do membro acometido e possibilitando retorno às atividades de vida diária, com diminuição das dores.

Além disso, existem indicações seguras de que o tratamento cirúrgico não difere significantemente da intervenção fisioterapêutica quanto à melhora da funcionalidade e quanto à redução da dor. Essas informações não encontram concordância generalizada. Segundo alguns autores, existem controvérsias quanto à superioridade de um tratamento sobre o outro. Alguns sugerem que a conduta mais conservadora é preferível ao tratamento cirúrgico, outros preferem adotar tratamento mais agressivo em função do fato de a doença ser de evolução contínua.

A intervenção fisioterapêutica como tratamento mais adequado, podendo esta relacionado também com a crioterapia, mobilização articular, reequilíbrio neuromuscular, exercícios de fortalecimento, eletroterapia e decoaptação articular [32]

A cinesioterapia é considerada um importante recursos utilizados pelos fisioterapeutas em seus programas elaborados, no intuito de melhorar ou restaurar a função de um indivíduo ou prevenir alguma disfunção no sistema músculo-esquelético. Os programas apresentam técnicas de alongamento, exercícios ativos, ativo resistido, pliometria e controle postural, entre outos. [33]

Dry Needling é considerada uma terapia de baixo custo, seguro, fácil de integrar na prática clínica, com a finalidade de redução de dor de origem miofascial, nas regiões de cabeça, pescoço e ombros dos indivíduos. [34]

Também associa-se a questão do alívio da dor, pois estimula as vias sensoriais do sistema nervoso central, onde aumenta o feedback aferente e reduzindo a pressão direta nos nociceptores subcutâneos [35]

Foi inserido a agulha na vertical a 90º para a eliminação do TP e a inserção inclinada de 60º à 30º com a finalidade de diminuição das bandas de tensão, sendo realizada um pistonamento, com o objetivo de produzir movimentos rápidos e rítmicos de dentro para fora do músculo, exceto, quando os violinistas apresentavam-se com TPs ativos. Na área muito sensibilizada utilizou a agulha in situ, não excedendo nenhuma manipulação extra na agulha, ou ainda somente por meio do giro da agulha no sentido horário. As agulhas da marca que foram Dong Bang, medindo 0,25 mm x 30 mm, sendo posteriormente descartas. [36]

A aplicação da bandagem foi realizada através de do uso de quatro fitas, onde a primeira teve ponto fixo na inserção do deltoide, as jogadoras fizeram uma flexão de ombro de 90º com rotação interna e a fita foi esticada com uma tensão leve até o terço médio da espinha da escapula, a segunda fita também teve sua base na inserção do deltoide, as jogadoras fizeram uma rotação externa com abdução a 90º e a fita também foi tensionada levemente e fixada no terço médio da clavícula, a terceira fita teve sua base no terço médio da borda medial da escapula, onde foi tensionada em direção ao tubérculo menor do úmero e, por último a quarta teve sua base no terço inferior da borda medial da escapula também com tensão leve em direção ao terço médio da clavícula. [37]

Os exercícios pliométricos são conceituados exercicios que apresentam a função de ativar o ciclo excêntrico-concêntrico do músculo esquelético, onde ocorre uma potenciação elástica, mecânica e reflexa [38].

O propósito dos exercícios de ciclo excêntrico-concêntrico é melhorar a capacidade de reação do sistema neuromuscular e armazenar energia elástica durante o pré-alongamento, para que ela seja utilizada durante a fase concêntrica do movimento[39]. Esses exercícios promovem a estimulação dos proprioceptores corporais, para facilitar o aumento do recrutamento muscular, numa mínima quantidade de tempo.

As lesões de ombro são incapacitantes, pois geram muita dor, principalmente em movimentos acima da angulação de 90º. A dor pode ser avaliada a partir de uma escala de 0 a 10, sendo 0 sem dor e 10 uma dor insuportável. Também podemos avaliar a dor, a funcionalidade e a amplitude de movimento (ADM) do ombro através do Sistema de pontuação para condições do ombro da UCLA. Pode-se avaliar o comprometimento da articulação através da dor ou força muscular. A funcionalidade também pode ser vista através do Teste simples do ombro modificado. [40]

E por fim, o tratamento Kinesio Taping (KT) sendo considerado uma proposta terapêutica na prevenção e nos sintomas de lesões esportivas que acometem o ombro. Essa técnica está associada a uma melhora da circulação e redução do edema local, como também, na questão da estimulação sensorial, onde oferece uma maior estabilidade e propriocepção durante a execução de movimentos.

A aplicação do KT na região do processo coracoide, sendo posicionado sobre a escápula com tensionamento na direção das fibras do músculo do trapézio inferior. Os efeitos do KT estão sendo estudados em relação a questão da dor em lesões musculoesqueléticas do ombro, onde os movimentos repetitivos dos membros superiores, principalmente movimentos acima da cabeça, resultam em um aumento do estresse nas estruturas da articulação e assim aumenta o índice de lesão.

A dor do ombro altera o rendimento do atleta e as atividades de vida diária (AVDs) dos que com ela convivem, além disso, pode tornar-se incapacitante com prejuízo funcional e emocional. Seus efeitos são de diversas ordens afetando principalmente a qualidade de vida e o rendimento esportivo O tratamento conservador na instabilidade do ombro é bem sucedido. A fisioterapia desportiva possui atuação preventiva e de reabilitação de lesões. Com um programa de fortalecimento muscular específico resultados satisfatórios são encontrados em 83% dos pacientes com instabilidade atraumática [41]

Para alívio da dor podemos aplicar técnicas de mobilização dos tecidos moles e articulações. Essas manobras são aplicadas de forma suave e em pequena amplitude. As trações de grau I e II são mais comuns de se usar para alívio de dor, já as mobilizações articulares de grau III restabelecem e mantêm o funcionamento normal e indolor em articulações com hipomobilidade reversível e, podem retardar a hipomobilidade articular progressiva [42]

As manobras utilizadas foram: mobilização escapular em todos os planos de movimento; mobilização clavícula sentido anteroposterior, cefalo-caudal e caudo-cefálico; mobilização da articulação glenoumeral; decoaptação da cápsula posterior; tração inferior do úmero; liberação miofascial de escápula, clavícula, trapézio cervical e dos músculos do complexo do ombro; stretching dos extensores cervicais; pompage cervical; alongamento dos escalenos e esternocleidomastoideo; alongamento de elevador da escápula; alongamento de peitoral maior e menor; alongamento de grande dorsal; alongamento de escalenos; alongamento do trapézio superior em flexão lateral; alongamento de músculos posteriores do pescoço; mobilização das vértebras dorsais e mobilização tronco-simpático e neural SLR. [43]

Entretanto, precisa ser levada em consideração a questão da faixa etária, como também, as características fisiológicas de cada indivíduo, bem como a técnica utilizada para o alívio da dor, como o aumento da amplitude dos movimentos.

CONCLUSÃO

Os resultados do presente estudo mostraram a importância da ação do fisioterapeuta no início do tratamento de forma precoce no processo de reabilitação, pois os pacientes com síndrome do impacto do ombro são beneficiados por programas de tratamento fisioterápico, no intuito de uma melhor qualidade de vida. Os achados reforçam que que indivíduos portadores de síndrome do impacto, com dor e limitações funcionais, apresentam melhorias a partir de programa de intervenção fisioterapêutica, onde apresenta como eficácia a diminuição da dor e o aumento da funcionalidade do membro afetado. Embora, tenha sido observado uma grande divergência entre as principais técnicas de fisioterapias utilizadas na literatura foi possível observar que os estudos vem apontando principalmente o uso de bandagens funcionais e Dry Needling que são consideradas intervenções de baixo custo, que apresentam resultados satisfatórios. Em relação a questão da dor a utilização de crioterapia foi benéfica na redução da dor e consequentemente oferecendo uma melhor mobilização passiva e ativa da articulação do ombro.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

[1] Lianza, S. Medicina de Reabilitação. (6a Ed) Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2018.

[2] Lippert, L.S. Cinesiologia Clínica e Anatomia. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2018.

[3] Lippert, L. S. Cinesiologia Clínica e Anatomia. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2018.

[4] Serra, M; Dias, J; Carril, M. Fisioterapia em traumatologia ortopedia e reumatologia. Rio de Janeiro: REVINTER, 2011.

[5] Serra, M; Dias, J; Carril, M. Fisioterapia em traumatologia ortopedia e reumatologia. Rio de Janeiro: REVINTER, 2011.

[6] Serra, M; Dias, J; Carril, M. Fisioterapia em traumatologia ortopedia e reumatologia. Rio de Janeiro: REVINTER, 2011.

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Artigo publicado em: 16/06/2023



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