Digite sua palavra-chave

post

A Interferência Visual e Auditiva no Controle Postural: Uma Revisão de Literatura

A Interferência Visual e Auditiva no Controle Postural: Uma Revisão de Literatura

INTRODUÇÃO                                                                                                                        

Controle Postural é por definição a habilidade de um indivíduo assumir e manter a posição desejada durante uma atividade estática ou dinâmica. ¹

O inicio do controle postural, visando a posição vertical, se dá por volta do primeiro ano de vida quando a criança descobre que pode ficar em pé independentemente de apoio. As primeiras tentativas são realizadas com movimentos simples e ainda desorganizados, mas que irão se aperfeiçoar no decorrer da vida ².  Para a manutenção da posição em pé são necessários ajustes corporais constantes e coerentes com objetivo de manter os segmentos corporais alinhados e orientados apropriadamente. Sendo que os adultos mantêm a posição bípede com desenvoltura e naturalidade, as crianças realizam um esforço considerável para solucionar a complexa tarefa de manter o corpo na posição vertical ³.

O controle postural está diretamente relacionado a uma das qualidades psicomotoras mais importantes para o desenvolvimento humano, sendo ele constituído de uma sucessão ascendente de desequilíbrios controlados pela musculatura tônica, onde a mesma realiza o controle dos desequilíbrios necessários e inevitáveis, do ponto de vista relacionado a tonicidade muscular, torna-se assim possível a  Postura Ortostática dos seres humanos em meio as pressões gravitacionais.

As forças que atuam no corpo, durante a posição ereta incluem forças resultantes da gravidade, da fricção e forças externas relacionadas à superfície de apoio. O ponto no qual toda a massa corporal é equilibrada é conhecido como centro de gravidade corporal, e também o ponto resultante das forças externas agindo sobre o corpo 4.

Estes mecanismos constituem-se de respostas motoras, através de três possíveis estratégias comportamentais, em busca da recuperação da estabilidade após alguma situação que gera alteração do equilíbrio. As estratégias podem ser do tornozelo, do quadril e do sobre passo.

A estratégia do tornozelo envolve ativação sequencial dos músculos do tornozelo, joelho e quadril, fazendo o corpo girar sobre a articulação do tornozelo com pequeno movimento do quadril e do joelho. Este mecanismo ocorre frente a situações com pequena alteração da base de suporte, nas quais o corpo oscila para frente e para trás em resposta a uma perturbação, em busca do realinhamento do centro de massa e da base de suporte. A estratégia do quadril caracteriza-se pela ativação dos músculos anteriores do tronco e da perna e pequena ativação dos músculos do tornozelo, que ocorre em situações com perturbações rápidas, de grande amplitude, onde há alteração maior da base de suporte. A estratégia do sobrepasso (ou passada) é utilizada para manutenção do tronco na posição vertical ou em situações de perturbações grandes e rápidas, quando o centro de massa é deslocado além dos limites da base de suporte. O sobrepasso é utilizado como forma de restabelecer o equilíbrio, em situações nas quais as duas formas anteriores não conseguiram obter a estabilidade postural adequada para a manutenção do equilíbrio.

As informações sobre a posição relativa dos segmentos corporais e sobre as forças internas e externas, que estão atuando nestes segmentos são fornecidas pelos sistemas sensoriais, oriundos de quadros de refêrencias, dependendo da tarefa e do ambiente. O quadro de referência pode ser visual, baseado nas dicas externas do ambiente ao redor; somatossensorial, baseado na informação do contato com objetos externos e segmentos corporais; ou vestibular, baseado nas forças gravitacionais 5 .

REVISÃO ANATÔMICA

O controle postural ou equilíbrio é o processo pelo qual o sistema nervoso central gera os padrões de atividade muscular necessários para coordenar a relação entre o centro da massa e a base de apoio, através de mecanismos aferentes ou sistemas sensoriais (visual, vestibular e proprioceptivo) e mecanismos eferentes ou sistemas motores (força muscular dos membros superiores e inferiores e flexibilidade articular). O sistema nervoso central recebe e organiza as informações sensoriais e as respostas motoras adequadas 6.

Quando um indivíduo adota e se mantém em uma postura, uma série de fenômenos ocorre no Córtex, sendo este a camada mais externa do cérebro humano, rico em neurônios e perfazendo a estrutura de Massa Cinzenta mais extensa e complexa do SNC. A Massa Cinzenta ou Substância Cinzenta é  composta de corpos celulares de neurônios, que incluem regiões do cérebro envolvidas no controle muscular, reações de Endireitamento, percepção sensorial, como visão e audição, funções proprioceptivas, emoções e fala. O Tálamo Cerebelar contribui servindo de estação, onde ocorre a reorganização dos estímulos vindos da periferia e do Tronco cerebral e também de alguns vindos de centros superiores. Sendo assim é possível se manter Ortostático, vencendo e se adaptando a gravidade.

SISTEMA VISUAL

Na anatomia sensorial, o sistema visual tem como função fornecer informações sobre a localização e a distância dos objetos no ambiente, o tipo de superfície onde se dá o movimento e a posição de uma parte corporal em relação à outra e ao ambiente.

Mesmo com o sistema de controle postural já desenvolvido em adultos quando a informação visual é retirada tanto crianças quanto adultos apresentam aumentos na oscilação corporal, concluindo que a visão é uma informação importante mesmo para indivíduos jovens, e normais praticantes de atividades físicas regulares. 7

O sistema visual é considerado, entre os sistemas sensoriais, o mais complexo 8.

Os componentes da visão compreendem: acuidade, sensibilidade ao contraste, visão periférica e percepção da profundidade. A acuidade refere-se às diferenças sutis nas formas e letras; a sensibilidade ao contraste consiste na capacidade de detectar as diferenças sutis no sombreamento; a visão periférica consiste na capacidade de ver objetos em posição lateral enquanto se olha para frente; a percepção de profundidade é a capacidade de diferenciar a distância 9.

Mesmo a anatomia sensorial sendo separada, e a mesma envolvida com o controle postural e degradação significativa das informações sensoriais, o corpo se adapta a diferença de superfícies macias ou móveis, e aos fatores gravitacionais.

O aparelho visual é composto por um conjunto sensorial constituído pelo globo ocular, via óptica centros visuais, e um conjunto não sensorial representado pelos vasos e nervos. A Órbita, Pálpebras, Conjuntiva e o aparelho lacrimal são responsáveis pela proteção do olho, enquanto que os músculos oculomotores asseguram sua mobilidade. O Globo Ocular é uma esfera que mede cerca de 24 mm a 25 mm de diâmetro ântero-posterior, localiza-se na parte anterior da órbita e é formado por três camadas: externa, média e interna. Funciona captando as imagens e as envia, por meio do nervo óptico, para a região posterior (occipital) do cérebro, onde os estímulos visuais são transformados nas imagens. É composta também pelas seguintes estruturas, a Conjuntiva, sendo esta uma fina membrana transparente que recobre toda a área visível (anterior) do olho, (exceto a córnea) e a região posterior das pálpebras. Possui vasos sanguíneos (artérias e veias) e nervos. Está separada da Esclera por uma camada de tecido fibroso chamado Tenon.

A Córnea forma a superfície exterior do olho localizada na frente da íris. Entre a córnea e a íris, é encontrada uma pequena câmara que contém um fluído aquoso, denominado de “Humor Aquoso”. A córnea é um tecido especializado, responsável pela maior parte do processo de direção da luz (chamado ‘refração’) que é necessário para o foco de imagens na parte posterior do olho, onde se localiza a Retina. A córnea é uma estrutura transparente e avascular, com função refrativa e protetora, através da qual passam os raios de luz em direção à retina, é constituídas por 5 camadas: O Epitélio, sendo este a camada mais externa e portanto, mais sujeita às agressões do meio, é ricamente inervada e possui grande poder de regeneração. Uma estrutura denominada Membrana de Bowman, muito resistente e que serve de barreira contra micro-organismos. O Estroma integrado por camadas de fibras colágenas é responsável por 90% da espessura da Córnea. A Membrana de Descemet é uma lâmina basal de cerca de 10µm de espessura que reveste a porção posterior do estroma e o separa do endotélio. A ultima camada é formada pelo Endotélio sendo este a camada que separa a córnea do humor aquoso contido na câmara anterior.

A Esclera é a camada fibrosa externa, protetora do olho, conhecida como “branco dos olhos”. Externamente é opaca e revestida por uma camada de tecido elástico, com fibras de colágeno e elastina, denominadas Episclera.  O Cristalino é a “lente” do olho, responsável pela projeção nítida da imagem na retina. É um Citosistema altamente organizado que se localiza entre a Íris e o Humor Vítreo. Ele atua na participação dos meios refrativos do olho, sendo capaz de aumentar o grau, para focalização das imagens de perto (acomodação). A estrutura do cristalino é biconvexa, avascular e incolor. Constituído por células organizadas longitudinalmente, como uma casca de cebola que perdem as suas organelas durante a formação. Desta forma é assumida a transparência de sua estrutura. Tem de 7 a 9 mm de comprimento no seu maior eixo e 2 a 4 mm de espessura. A íris é a parte mais visível e colorida do olho dos vertebrados. Fica localizado logo atrás de uma pequena porção que sobressai da superfície anterior do olho chamada “Córnea”. A Úvea, também denominada trato Uveal, é constituída por três estruturas: a Íris, o Corpo Ciliar e a Coróide. A íris, o anel colorido que circunda a pupila, abre-se e fecha-se como a abertura da lente de uma máquina fotográfica. O corpo ciliar é o conjunto de músculos que tornam o cristalino mais espesso para que o olho possa enfocar os objetos próximos e que o tornam mais fino para que o olho consiga enfocar os objetos distantes,e o Coróide ou Coróide é o revestimento interno do olho, que se estende desde a margem dos músculos Ciliares até o Nervo Óptico.

A Retina é uma camada nervosa, localizada na porção interna do olho, onde se encontram células Fotoreceptoras: Cones, responsáveis pela visão central e pelas cores e os Bastonetes, responsáveis pela visão periférica e noturna. Sua função é transformar os estímulos luminosos em estímulos nervosos. É como uma tela onde se projetam as imagens: retém as imagens e as traduz para o cérebro por meio de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico.  Desta forma o cérebro decodifica essa mensagem em visão.

O Humor Aquoso é um líquido incolor, constituído por 98% de água e 2% de sais dissolvidos, que preenche as câmaras oculares (cavidade do olho, entre a córnea e o cristalino). Sua principal função é a nutrição da córnea e do cristalino, além de regular a pressão interna do olho. Ele é produzido incessantemente, com valor médio de 3 ml por dia, no processo ciliar, uma região recoberta por uma camada de células epiteliais, que transportam ativamente o humor aquoso desses processos ciliares para a parte posterior da córnea e à parte anterior da íris. Para manter a pressão do globo ocular constante, é drenado da região trabecular para o um vaso chamado “Canal de Schlemm’s”, que circunda todo o olho, na qual está ligado à veia Episcleral pelo arqueduto venoso, e o Humor Vítreo Uma substância viscosa e transparente, que preenche a porção entr entre o cristalino e a retina.

A partir do Globo Ocular, a anatomia fisiológica do Sistema visual, também é constituída por estruturas denominadas Nervo Óptico, sendo este o segundo nervo craniano. É um grupo de fibras nervosas, de forma tubular, com algumas artérias, que conduz as imagens captadas pela retina e fóvea(região central da retina do olho humano), para o córtex cerebral. Seu ponto de ligação com a retina é o ponto cego do olho. Os nervos ópticos seguem uma rota inabitual desde os olhos até a parte posterior do cérebro. Cada nervo divide-se e metade das suas fibras cruza para o lado oposto numa zona que se denomina Quiasma óptico. Por causa dessa disposição, o cérebro recebe informações tanto do campo visual esquerdo quanto do direito  através de ambos os nervos ópticos. É formado também pela Fita Óptica, Corpo Geniculado Externo, Radiações Ópticas e o Córtex Visual.

 SISTEMA VESTIBULAR

O Sistema vestibular humano é constituído por três componentes: um sistema sensorial periférico, um processador central e um mecanismo de resposta motora.

O ouvido e os órgãos vestibulares são anatomicamente localizados próximos uns dos outros, compartilham a circulação sanguínea, são inervados pelo 8° nervo craniano, e têm mecanor­receptores sensoriais, os quais detectam o som, movimentos da cabeça e orientação espacial.

A anatomia do Sistema Vestibular periférico em relação a orelha interna, inclui os Labirintos Membranosos e Ósseos,  os sensores do movimento do Sistema Vestibular, e as células Ciliadas. O sistema Vestibular Periférico é margeado lateralmente pela orelha média (preenchida por ar) e medialmente pelo osso Temporal. O Labirinto Ósseo é constituído por três canais semicirculares ( canal semicircular posterior, Canal semicircular Lateral e canal semicircular inferior), a Cóclea e uma camada central denominada de vestíbulo, sendo preenchido por um fluido Perilinfático. Os receptores vestibulares nos canais semicir­culares e otólitos maculares são sensíveis à aceleração angular e linear da cabeça, respectivamente.

O Labirinto Membranoso está suspenso dentro do labirinto Ósseo, por um Fluido em seu interior denominado de Endolinfa e pelo tecido conjuntivo de suporte. Ele contem cinco órgãos sensoriais, as porções membranosas dos três canais semicirculares e os dois órgãos Otolíticos, o Utrículo e o Sáculo (contem a Máculo, local das células Ciliadas para o equilíbrio Estático).

As células Ciliadas das Ampolas localizam-se acima de um tufo de vasos sanguíneos, fibras nervosas e tecido de suporte, chamado de Crista Ampular.

O aparelho periférico consiste em um grupo de sensores ligados do movimento, pelo qual enviam informações ao sistema nervoso central especificamente ao Complexo Nuclear Vestibular e ao Cerebelo, sobre a velocidade angular da cabeça, a aceleração linear  e a orientação Cefálica em relação ao eixo gravitacional. O sistema nervoso central capta e processa esses sinais, e os combina com outras informações sensoriais, para estimar a orientação cefálica. A resposta do Sistema Vestibular Central é transmitida ao Músculo extra-Oculares, à medula espinhal para a preparação de dois reflexos de suma importância, o Reflexo vestíbulo ocular gera os movimentos oculares, estando a cabeça em movimento e o Reflexo vestíbulo encefálico que gera um movimento corpóreo de compensação, mantendo o controle postural e Cefálico, evitando assim o risco de quedas por desequilíbrio. Alterações tanto significativas quanto amenas destes sentidos, podem reduzir a capacidade de reação e comunicação, interferir no equilíbrio corporal e ocasionar problemas para os indivíduos afetados, portanto é de suma importância a realização e análise de estudos clínicos, visando aumentar a gama de conceitos e tratamento para as possíveis desordens envolvendo controle postural.

MATERIAIS E MÉTODOS

A pesquisa foi realizada através da análise de artigos publicados em plataformas científicas como BVS e Scielo, considerando artigos e referências bibliográficas com data de publicação a partir de 1997 até a data atual. A revisão da literatura foi baseada em abordagem de pesquisa qualitativa, sendo considerados artigos que tenham em seu conteúdo referencias de estudos contendo: controle postural, equilíbrio estático, sistema visual, sistema vestibular, informações sensoriais. Foram considerados apenas estudos feitos em seres humanos.

RESULTADOS

Essa revisão bibliográfica destacou a importância dos  siste­mas sensoriais visuais, vestibulares e somatossensitivo envolvidos no controle postural, através de estudos que analisaram essa relação complexa e dinâmica pela manipulação da informação sensorial proveniente de um ou mais canais sensoriais e sua influência no sistema de controle postural. Não há controle postural sem que haja integração das informações sensoriais, pois existe uma forte relação entre informação sensorial e ação motora. A entrada de informação sensorial influência a realização das ativi­dades motoras e ao mesmo tempo, a realização de uma ação motora influência o modo como a informação sensorial é obtida.

DISCUSSÃO

No corpo humano, é possível encontrar significativas alterações funcionais, relacionados ao Equilíbrio, controle postural, Sistema Nervoso Central e alterações Proprioceptivas, tais alterações, tornam-se um empecilho na realização das atividades de vida diária do ser humano, por isso algumas tarefas têm sido clinicamente estudadas, a fim de documentar objetivamente a função real do equilibrio.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  1. Cupps B. Postural control: a current review. Neuro Developmental Treatment 1997,1:3-8.
  2. Barella AJ, Polastri PF, Godoi D. Controle postural em crianças: oscilação corporal e freqüência de oscilação. Rev. Paul. de Educ. Fís. São Paulo, 14 (1): 55-64, jan/jun. 2000
  3. Gobbi LTB, Silva JJ, Paiva ACSP, Scabello PE. Comportamento locomotor de crianças e adultos jovens em ambiente doméstico simulado. Psicologia: Teoria e Pesquisa. Jul-set 2007, vol. 23 n. 3, pp. 273-278.
  4. Vuillerm N, Nafati G. How attentional focus on boddy sway affects postural control during quiet standing. Psychological Research (2007) 71: 192-200.
  5. Freitas- Junior P, Barella AJ. Alterações no funcionamento do sistema de controle postural de idosos: uso da informação visual. Rev. Port. Cien. Desp. Jan. 2006,vol. 6, nº 1, p.94-105. ISSN 1645-0523
  6. Paixão Júnior CM, Heckman MF. de. Distúrbios da postura, marcha e quedas. In: Freitas EV et al, organizadores. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 2ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
  7. Teixeira CS, Lopes LFD, Mota CB, Rossi AG. utilização da visão para manutenção do equilíbrio estático em jovens. The FIEP Bulletin. Volume: 77 ano de publicação: 2007 pagina: 636-639. Foz do Iguaçu/Paraná.
  8. .McCollum G, Shupert CL, Nashner LM. Organizing sensory information for postural control in altered sensory environments. J Theorical Biol, 1996;180:257-70. http://dx.doi.org/10.1006/jtbi.1996.0101
  9. Chandler, 2002. Fatores associados ao histórico de quedas de idosos assistidos pelo Programa de Saúde da Família. Saude soc. São Paulo Oct./Dec. 2010 vol.19 no.4 São Paulo
  10. Manson C, Kandel ER. Central Visual Pathways. In: Kandel ER, Schwortz JH, Jessell A. Principles of neuroscience. 3rd ed. New Yourk: Elsevier, 1991, p.420-39.
  11. Massion J, Woollacott MH. Posture Control. In: Bronstein AM, Brandt T, Woollacott MH. Clinical disorders of balance, posture and gait. London: Arnold, 1996, 480p.
  12. Streepey JW, Ângulo-Kinzler RM. The role of task difficulty in the con­trol of dynamic balance in children and adults. Human Movement Science, 2002;21:423-38.
  13. Lee DN, Lishman R. Visual proprioceptive control of stance. Journal of Movement Studies, 1: 87-95, 1975.
  14. Mallau S, Simoneau M. Aging reduces the ability to change grip force and balance control simultaneously. Neuroscience Letters 452 (2009) 23-27.
  15. Mochizuki L, Amadio AC. Aspectos biomecânicos da postura ereta: a relação entre centro de massa e o centro de pressão. Revista Portuguesa de Ciência do Desporto, 2003, vol. 3, [77-83]
  16. Morris A, Williams J, Atwater A, Wilmore J. Age and sex differences in motor performance of 3 through 6 year old children. Research Quarterly, London, v. 47, p. 246-59, 1982.
  17. Oliveira LF, Imbiriba LA, Garcia MAC. Índice de estabilidade para avaliação do equilíbrio postural. Revista Brasileira de Biomecânica. Ano 1, n. 1, nov 2000, 33-38.
  18. Oliveira TP, Santos AMC, Andrade MC, Avila AOV. Avaliação do equilíbrio postural de crianças praticantes e não praticantes de atividade física regular. Brasilian Journal of Biomechanics, São Paulo, v. 9, n. 16, p. 41-46, 2008.
  19. Rebellato JR, Castro APC, Sako FK, Aurichio TR. Equilíbrio estático e dinâmico em indivíduos senescentes e o índice de massa corporal. Fisioter. Mov. 2008 jul/set; 21 (3):69-75.
  20. Riach C, Hayes K. Maturation of postural sway in young children. Developmental Medicine and Child Neurology, London, v. 29, p. 650-8, 1987.
  21. Riach CL, Starkes JL. Stability limits of quiet standing postural control in children and adults. Gait & Posture, Amsterdam, v. 1, p. 105-111, 1993.
  22. Schimit JM, Regis DI, Riley MA. Dynamic patterns of postural sway in ballet dancers and track athletes. Exp Brain Res (2005) 163: 370-378.
  23. Schmidt A, Bankoff ADP, Beckdorf RG, Ciol P, Zamai CA. Estabilometria: estudo do equilibrio postural atraves da baropodometria eletrônica. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIENCIAS DO ESPORTE, 13, 2003, Caxambu. 25 anos de história: o percurso do CBCE na educação física brasileira. Anais. Caxambu: Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte, 2003.
  24. Shumway-Cook A, Woollacott M. The growth of stability: postural control from a developmental perspective. Journal of Motor Behavior, Washington, v.17, n.2, p.131-147, 1985.
  25. Soames RW, Atha J. The spectral characteristics of postural sway behavior. European Journal of Applied Physiology, Berlin, v. 49, p.169-177, 1982.
  26. Teixeira CS, Lopes LFD, Mota CB, Rossi AG. utilização da visão para manutenção do equilíbrio estático em jovens. The FIEP Bulletin. Volume: 77 ano de publicação: 2007 pagina: 636-639. Foz do Iguaçu/Paraná.
  27. Van Den Heuvel MRC, Balasubramaniamb R, Daffershofera A, Longtinc A, Beeka PJ. Delayed visual feedback reveals distinct time scales in balance control. Neuroscience Letters 452 (2009) 37-41.
  28. Van Der Fits IBM, Otten E, Klip AWJ, Van Eykern LA, Hadders-Algra M. The development os postural adjustments during reaching in in 6 to 18 month old infants evidence for two transitions. Experimental Brain Research. Groningen, v. 126, n. 4, p. 517-528, 1999.
  29. Vuillerm N, Pinsault N, Chenu O, Boisgontier M, Demongeot J, Payan Y. How a plantar pressure-based, tongue-placed tactile biofeedback modifies postural control mechanisms during quiet standing. Exp Brain Res (2007) 181:547-554.
  30. Vuillerm N, Nafati G. How attentional focus on boddy sway affects postural control during quiet standing. Psychological Research (2007) 71: 192-200.

 Artigo Publicado em: 25/03/2021



Conteúdo Relacionado

Sem comentários

Adicione seu comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado.

Open chat
Olá! Seja bem-vindo(a). Se tiver alguma dúvida, me procure. Estou a disposição para te ajudar.