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A Importância da Estimulação Precoce em Bebês Portadores de Síndrome de Down: Revisão Bibliográfica

A Importância da Estimulação Precoce em Bebês Portadores de Síndrome de Down: Revisão Bibliográfica

INTRODUÇÃO

A Síndrome de Down (SD) é a alteração genética de maior ocorrência em todo o mundo, caracterizada pela presença de um cromossomo extra no par 21. (PORTO, 2007). É caracterizada como condição genética, que leva seu portador a apresentar uma série de características físicas e mentais específicas (HENN; PICCININI; GARCIAS; 2008) A síndrome pode ser diagnosticada logo após o nascimento devido à manifestação dos seus caracteres exteriores iguais, como: hipotonia muscular generalizada, occipital achatado, pescoço curto e grosso, prega única na palma das mãos e alteração no comprimento dos membros (Barbosa, 2011).

Mais tarde além das características físicas a criança com SD pode apresentar diversas irregularidades estruturais e funcionais no sistema nervoso, que podem ser evidenciadas pelo atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, alterações da linguagem e memória são acentuadas e acabam dificultando a aprendizagem (Freire, 2014).

Um portador de síndrome de Down, pode estar presente em qualquer família independentemente de sua nacionalidade, raça, classe social e gênero da criança. Estas crianças tem o direito de desenvolver as suas potencialidades em todos os aspectos da vida através de uma educação adequada. A educação ajuda a promover a sua integração na sociedade e promove a independência e o controle de suas vidas.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Desenvolvimento motor e sua evolução na criança com Síndrome de Down

Segundo Silva MFMC, 2006, existe um consenso atual da sociedade científica de que não há graus da Síndrome de Down e que as diferenças de desenvolvimento procedem das características pessoais decorrentes de herança genética, estimulação, educação, meio ambiente, problemas clínicos, entre outros. Presente em 100% dos casos dos recém- natos com SD, a hipotonia muscular faz com que o desenvolvimento inicial seja precário, demorando mais para sorrir, balbuciar, falar, sustentar a cabeça, segurar objetos, rolar, sentar, arrastar, engatinhar, andar e correr. Sendo assim, a exploração que a criança faz do meio, nos primeiros anos de vida e que vai estimular seu desenvolvimento, torna-se afetada e ineficaz (Silva MFMC, 2006 e Ariani C, Penasso P. 2005).

Já segundo os autores Araújo AGS, Scartezini CM, 2007 e Correa FI, Silva FP, Gesualdo T , 2005, a hipotonia ocorre devido à carência de impulsos descendentes que demandam o conjunto dos neurônios motores da medula espinhal. De modo geral, comprovam-se padrões atípicos para o controle postural, locomoção e até mesmo para manipulação de objetos. O andar é comum nos portadores de Síndrome de Down, no entanto o fazem com a base alargada e com maior oscilação do tronco e cabeça, não conseguindo conservar os membros inferiores em extensão completa quando na posição bípede e apresentando um considerável grau de flexão em nível de quadris, dos joelhos e do tronco (Araújo AGS, Scartezini CM, 2007). Normalmente, crianças com SD aprendem a andar com atraso de um ano em relação a crianças típicas (Ariani C, Penasso P, 2205).

As alterações observadas nas crianças com SD podem ser relacionadas com as alterações encefálicas observadas nas crianças com esta síndrome (Silva MFMC, Klheinhans ACS, 2006 e Ariani C, Penasso P, 2205). A criança nasce frequentemente com hipoplasia nos lóbulos frontais e occipitais, redução no lóbulo temporal em até 50% dos casos, que pode ser unilateral ou bilateral. Em alguns cérebros, observa-se redução do corpo caloso, da linha de junção anterior e do hipocampo (Silva MFMC, Klheinhans ACS, 2006).

Também, o cerebelo encontra-se desproporcionalmente menor que o cerebelo de indivíduos típicos (Ariani C, Penasso P, 2205). Pesquisas revelam que as destrezas motoras do bebê com SD são deficientes em razão da frouxidão ligamentar e da redução ou perda do tonos muscular (Silva MFMC, Klheinhans ACS, 2006). Contudo estes problemas também podem estar relacionados com deficiência dos mecanismos responsáveis pelo controle de equilíbrio. Ou seja, a origem da disfunção das habilidades motoras pode estar relacionada à disfunção cerebelar (Ariani C, Penasso P, 2205). Há também outros estudos que explicam essa disfunção do cerebelo, onde a excitabilidade dos neurônios motores encontra-se dentro dos limites normais durante os primeiros meses de vida. A causa pode ser então o atraso motor relacionado ao atraso de maturação do cerebelo e das vias corticais durante o processo de maturação neurológica normal que ocorre gradualmente a partir do nascimento (Araújo AGS, Scartezini CM, 2007).

De maneira geral, o desenvolvimento encefálico da criança com SD ocorre por um caminho diferente do desenvolvimento típico. No final da infância, o cérebro poderá ter 1/3 do peso normal devido à redução dos lobos frontal e occipital, do tronco cerebral e do cerebelo. Porém, a característica mais acentuada é o giro temporal superior que está estreitado e apontado de maneira perpendicular. Ocorre também uma diminuição no número de células diferenciadas logo que a criança vai crescendo. Em consequência disso a maturação do seu sistema nervoso, assim como suas camadas, são pouco definidas, podendo gerar alterações espaciais e de função. Os dendritos sofrem uma interrupção no seu desenvolvimento e consequentemente atrofiam. Há alterações sinápticas devido à diminuição da densidade no córtex sensório-motor, o que influenciará na deficiência mental e na motricidade Marins RS, 2001 e Bissoto ML, 2005).

Também, muitos dos neurônios formados apresentam-se comprometidos desde a forma como se organizam em várias áreas do sistema nervoso como também nos processos funcionais da comunicação de um com o outro (Silva MFMC, Klheinhans ACS, 2006). Segundo os mesmos autores citados, a criança com a síndrome pode ter dificuldades para fixar o olhar devido à lentidão do tônus muscular, precisando do meio para desenvolver a capacidade de atenção. Porém, dificilmente a criança com SD esquece o que aprendeu. A memória visual desenvolve-se mais rápido que a auditiva pela maior quantidade de estímulos e, assim, adquire uma memória sensorial adequada, permitindo reconhecer e buscar estímulos. Pesquisas comprovaram existir uma lesão difusa, seguida de um funcionamento elétrico peculiar no desenvolvimento cognitivo da SD, ocasionando uma diminuição nas capacidades de análise, síntese e comprometimento da fala (Silva MFMC, Klheinhans ACS, 2006 e Bissoto ML, 2005).

Estimulação precoce

A estimulação precoce proporcionará experiências sensório-motoras que vão intervir na maturação da criança. São condições necessárias para conseguir uma reação dinâmica com o meio em que vive, ensinando à criança posturas e movimentos mais próximos do padrão de normalidade favorecendo assim, o desenvolvimento e a aquisição de habilidades funcionais. (URZEDA et al., 2009; WILLRICH, AZEVEDO, FERNANDES, 2009; RIBEIRO et al., 2007; FORMIGA, 2003; MATTOS e BELLANI, 2010; HALLAL, MARQUES, BRACHIALLI, 2008).

A atuação conjunta dos profissionais, que compõe a equipe que realiza a estimulação precoce, está direcionada para o estabelecimento da independência e inserção social da criança, e torna-se indispensável para minimizar o atraso no desenvolvimento neuropsicomotor. É muito importante que a equipe seja uma equipe de estimulação precoce multidisciplinar (ROMÃO, CAETANO, 2009) a qual geralmente é formada por Médicos, Enfermeiros, Fisioterapeutas, Fonoaudiólogos, Psicólogos e Terapeutas Ocupacionais (MATTOS & BELLANI, 2010).

Os profissionais da área de saúde têm o papel importante de orientar todos os membros da família de criança com SD, assim como estimular vínculo com esta criança. Quanto mais afeto e carinho essa criança receber mais positiva será a resposta ao tratamento (MATTOS & BELLANI, 2010). As atividades propostas, oferecidas em quantidade e oportunidades adequadas e em um contexto de situações de variada complexidade despertarão o interesse da criança (URZÊDA et al., 2009). Hallal e seus colaboradores, (2008) orientam que o início da estimulação precoce seja preferencialmente antes dos 3 anos de idade, pois é nessa fase que ocorre maior plasticidade cerebral, ou seja, o sistema nervoso central possui uma capacidade para modificar sua organização estrutural e funcional, de acordo com os estímulos dados de forma repetida. (SILVA e KLEINHANS, 2006). A estimulação precoce baseia – se nas fases do desenvolvimento neuropsicomotor normal, de forma a reduzir os atrasos já existentes e os que poderão surgir, aproximando ao máximo do desenvolvimento normal, tornando essas crianças independentes e fornecendo melhor qualidade de vida (MATTOS & BELLANI, 2010). As crianças com SD adquirem o sentar independente por volta dos 10 meses de idade, e um trabalho de estimulação precoce onde utiliza o balanço como forma de tratamento lúdico, permitiu que três crianças com idade entre 6 e 7 meses, que não possuíam o controle de tronco adquirisse o sentar de forma independente ao final do tratamento (GODZICKI, SILVA e BLUME, 2010).

Fisioterapia na estimulação precoce

Os programas de reabilitação infantil no Brasil iniciaram nas décadas de 50 e 60, com a fundação da Associação de Pais e Amigos Excepcionais (APAE), mas só em 1975 foi criado o setor de estimulação precoce, para o início do tratamento de crianças portadoras de algum atraso ou retardo mental. Hoje a instituição é referência de reabilitação para pessoas com Síndrome de Down no município do Rio de Janeiro (RIBEIRO et al., 2007).

A estimulação que o bebê recebe nos seus primeiros anos de vida, constitui a base do seu desenvolvimento futuro. É importante ressaltar que cada criança tem seu próprio ritmo de desenvolvimento, que deve ser percebido e respeitado e cada criança apresentará o desenvolvimento neuropsicomotor de forma individual. O que importa é respeitar a individualidade da criança e determinar a linha de tratamento a partir disso (MATTOS & BELLANI, 2010). O objetivo da fisioterapia não é tentar igualar o desenvolvimento neuropsicomotor da criança com síndrome de Down ao de uma criança comum, nem exigir da criança além do que ela é capaz, mas auxiliá-la a alcançar as etapas desse desenvolvimento da forma mais adequada possível, buscando a funcionalidade na realização das atividades diárias e na resolução de problemas (MATTOS & BELLANI, 2010).

A estimulação precoce não é puramente uma técnica fisioterapêutica, entretanto a fisioterapia é indispensável nas patologias em que o acometimento é motor, como no caso da Síndrome de Down (RIBEIRO et al., 2007). A fisioterapia motora visa diminuir os atrasos da motricidade grossa e fina, estimulando e facilitando assim as reações posturais necessárias para o desempenho das etapas de desenvolvimento normal, e a prevenção das instabilidades articulares e deformidades ósseas (RIBEIRO et al., 2007). Bebês com Síndrome de Down novatos na habilidade de sentar apresentam comportamento diferente das crianças com desenvolvimento comum, já aqueles bebês que possuem essa habilidade há mais tempo, são comparados com crianças que têm o desenvolvimento normal (CARVALHO e ALMEIDA, 2008).

As atividades motoras são de extrema importância para o desenvolvimento global da criança com essa síndrome, pois é descobrindo e experimentando o mundo através de seu corpo que ela desenvolve seus potenciais motores e cognitivos (RIBEIRO et al., 2007). É necessário respeitar o tempo, as experiências pregressas, aptidões físicas e intelectuais e as limitações de cada criança, pois assim se torne cada vez mais segura e disposta para novos aprendizados (MATTOS & BELLANI, 2010).

A fisioterapia, como integrante da equipe de estimulação precoce, é de grande relevância. A utilização de técnicas do conceito neuroevolutivo como o Bobath pois esta técnica influencia o tônus, que através de pontos chaves de controle, o mesmo pode ser alterado e isto irá influenciar o controle postural e o desempenho das atividades funcionais. Esse trabalho pode ser realizado promovendo o dinamismo dentro da mesma posição, auxiliando no controle postural e demonstrando para as crianças diferentes possibilidades funcionais (PERES, RUEDELL e DIAMANTE, 2009).

A intervenção fisioterapêutica deve ser potencializada nos primeiros quatro meses de idade do bebê, como forma de obter respostas motoras próximas do padrão de normalidade, e aumentar a interação da criança com ambiente. A falta de estímulos poderá resultar em dificuldade de adaptação sensorial e atraso no desenvolvimento motor (MATTOS & BELLANI, 2010). É importante que a criança com Síndrome de Down realize a fisioterapia com uma equipe multidisciplinar desde o nascimento até a vida adulta, onde a equipe multidisciplinar irão proporcionar estímulos voltados à produção e ao trabalho (SANTOS, WEISS, ALMEIDA, 2010).

Segundo Ribeiro et al., 2007 outro fator de grande importância é a participação dos pais durante o tratamento fisioterapêutico, além do acompanhamento individualizado da criança. Estes são apontados como fatores primordiais para o sucesso da terapêutica. A intervenção fisioterapêutica incluída com o apoio dos pais gera resultados mais favoráveis no desenvolvimento motor. A família deverá ajudar na decisão do contexto em que as experiências de aprendizagem irão ocorrer, para que promovam, ao máximo, o desenvolvimento da criança com necessidades educativas especiais (PIMENTEL, 2004). Assim deve haver um trabalho em conjunto com os pais, famílias e profissionais (WILLRICH, AZEVEDO, FERNANDES, 2009).

A estimulação precoce, por meio da fisioterapia, é essencial para o desenvolvimento no âmbito social, familiar, e profissional da criança com Síndrome de Down (FERREIRA et al., 2009). Um estudo realizado por Pereira (2008), visa a caracterização e identificação do ritmo das habilidades motoras grossas de lactantes com Síndrome de Down dos 3 aos 12 meses de vida sendo 16 nascidos a termo e 3 pré-termo e 25 lactantes típicos. Os bebês foram avaliados nas posturas pronas e supinas, sentado e de pé na escala AIMS (Alberta Infant Motor Scale) onde avalia as habilidades motoras grossas de lactantes nos primeiros 18 meses de vida até a marcha independente, constituída por 58 itens divididos quatro subescalas: em habilidades prono (21 itens), supino (9 itens), sentado (12 itens) e de pé (16 itens). O escore total é dado pela somatória dos pontos. (ALMEIDA et al., 2008).

O escore das escalas foi conferido mês a mês. O grupo controle apresentou desempenho superior ao experimental em todas as posturas, o ritmo das habilidades das crianças com SD foi considerado lento e crescente, nas mesmas posturas todos lactentes realizavam intervenção fisioterapêutica convencional ou baseada no método neuroevolutivo Bobath e terapia de Integração Sensorial. Seis lactantes faziam terapia ocupacional e três faziam fonoaudiologia. (PEREIRA, 2008).

CONCLUSÃO

Foi compreendido que é de extrema importância a estimulação precoce da criança portadora de Síndrome de Down, o qual o acompanhamento da fisioterapia e suas técnicas empregadas e a equipe multidisciplinar se tem resultados positivos em seu desenvolvimento global. As informações obtidas com esse trabalho evidenciam a concordância entre os autores com relação à importância da intervenção precoce nos primeiros anos de vida. Vale ressaltar ainda, a importância da participação e compromisso dos cuidadores durante todo o processo, devendo, portanto, haver uma boa interação entre terapeuta e os pais para que os primeiros possam orientar quanto ao manuseio, posturas e posicionamentos adequados, visto que a prática das atividades tem influência decisiva sobre a evolução da criança. Novos estudos devem ser realizados para fortalecer as evidências científicas.

REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS

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Artigo Publicado em: 04/08/2023



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