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A Importância da Atuação Fisioterapêutica em Pacientes Póscovid: Revisão Narrativa da Literatura

A Importância da Atuação Fisioterapêutica em Pacientes Póscovid: Revisão Narrativa da Literatura

INTRODUÇÃO

No final de 2019, era reportado pela imprensa mundial o surgimento de um novo vírus capaz de provocar uma infecção respiratória grave. O Sars-CoV-2, vírus causador da COVID19, se disseminou por todo território global, fazendo com que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarasse em 11 de março de 2020 que o mundo vive uma situação pandêmica. Somente no Brasil, até 05 de maio de 2022 foram registrados mais de 30 milhões de casos e 663.896 óbitos (KARSTEN et. al., 2020; BRASIL, 2022).

Tendo em vista as particularidades da COVID-19, o manejo com os infectados exigiu rápida incorporação e disseminação do conhecimento produzido pela ciência, treinamento de pessoal e cooperação entre os diferentes setores. Foi um desafio para toda comunidade científica, profissionais de saúde, e autoridades públicas em todo o mundo (GASTALDI, 2021).

A profissão do fisioterapeuta foi legalmente estabelecida em 1969, através do decretolei n. 938. Com o passar dos anos a profissão se solidificou como ciência aplicada, atuando no tratamento das disfunções do corpo humano, independente de sua complexidade, onde foram surgindo novas especialidades, considerando a complexidade de cada uma. A resolução COFFITO n. 199/1998 reconhece o especialista fisioterapeuta pneumofuncional, ou
fisioterapeuta respiratório, possuidor de habilidades específicas para tratar das disfunções respiratórias, sejam elas diretas ou indiretas (SARMENTO, 2009).

Desde 2011, através da Resolução 392 daquele mesmo ano, a especialidade Fisioterapia em Terapia Intensiva foi reconhecida como especialidade própria e exclusiva do profissional fisioterapeuta pelo Conselho federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO). Já a Resolução 402/2011 cita as competências deste profissional, como: manter as vias aéreas livres de secreções, a aferição de adequados volumes pulmonares, o gerenciamento da função dos músculos respiratórios e a preservação da mobilidade global dos pacientes, além de monitorar,
conduzir e promover a retirada da ventilação mecânica (VM) (CAVALCANTE et al., 2021; COFFITO, 2011ab).

Os sintomas mais frequentes da COVID-19 são: falta de ar, febre e tosse. Geralmente, o tempo entre o contágio e o início dos sintomas é de cinco dias, podendo variar entre dois a 14 dias. As estatísticas demonstram que cerca de 80% dos indivíduos diagnosticados pela doença não necessitam hospitalização. Dentre os hospitalizados, 15% necessitarão ser internados na unidade de terapia intensiva (UTI) (MELO et. al., 2020; GUIMARÃES, 2020).

A COVID-19 afeta cada paciente de uma forma diferente, sendo assim, alguns doentes precisam de internação hospitalar para correção da queda de oxigênio no sangue. O manejo e as intervenções terapêuticas para correção desta condição são geralmente realizadas nas UTI`s, com a participação do fisioterapeuta intensivista como integrante da equipe multiprofissional. Além da terapia medicamentosa, a oxigenoterapia e suporte ventilatório (geralmente invasivo) fazem parte do tratamento, podendo ainda haver necessidade de posicionamento em prona.
(KARSTEN et. al., 2020).

Dos indivíduos que necessitam internação em UTIs, grande parte apresentam comprometimentos multissistêmicos importantes e disfunções decorrentes da hospitalização, sendo imprescindível uma intervenção multiprofissional integrada. Com isso, o fisioterapeuta se destaca na atuação da linha de frente ao enfrentamento da COVID-19, seja na reabilitação ou prevenção dos agravos pulmonares, disfunções musculares adquiridas na internação, limitações das atividades de vida diária (AVDs), dentre outros. A intervenção fisioterapêutica não se limita a tratar a doença, mas por prevenir e reabilitar as disfunções respiratórias e limitações funcionais causadas pela COVID-19 (OLIVEIRA et al., 2021; DE OLIVEIRA, 2022).

A atuação do fisioterapeuta na UTI não se resume somente aos cuidados respiratórios, é preciso tratar a fraqueza muscular adquirida UTI, condição que está associada a piores desfechos e que pode levar à falência respiratória e ao desenvolvimento de síndrome do desconforto respiratório aguda (GASTALDI et al., 2021).

O sistema musculoesquelético é arquitetado para se manter em movimento, sendo que são necessários apenas sete dias de repouso no leito para reduzir a força muscular em 30%, levando a uma perda adicional de 20% da força restante a cada semana. O desenvolvimento de fraqueza generalizada relacionada ao paciente crítico é uma complicação significante e comum em muitos indivíduos admitidos em UTI’s, incidindo em 30 a 60% dos pacientes internados nestes locais. Para isto, múltiplos fatores podem contribuir, dentre eles destacam-se a permanência na VM e a imobilidade prolongada (SIBINELLI et al., 2012; LAUPLAND et al., 2006).

Além disso, o uso de sedação profunda e bloqueadores neuromusculares (comumente utilizados em doentes graves que evoluem para intubação orotraqueal), são vistos como fatores de risco que colaboram para o desenvolvimento da fraqueza muscular adquirida na UTI, o que pode provocar uma perda muscular de aproximadamente 20% na primeira semana de doença (MCWILLIAMS et al., 2021). Pissolato et al. (2018) explica que sintomas como a fraqueza muscular, hipotrofia, e o descondicionamento físico são vistos como condições obtidas por meio da imobilização prolongada no leito, por isso, que tais situações contribuem no tempo que o paciente permanecerá em VM, o que consequentemente pode dificultar o desmame e sua reabilitação funcional após alta hospitalar desse paciente.

A diminuição da capacidade cardiorrespiratória e a limitação musculoesquelética contribuem na má qualidade de vida dos pacientes pós COVID-19, pois acabam deixando-os incapazes funcionalmente de realizar sua rotina habitual, bem como podem gerar outras doenças psicossomáticas e dores multifocais (DE SOUZA et al., 2020).

O primeiro lote de vacinas contra a Covid-19 chegou ao Brasil em janeiro de 2021. Ainda que ocorram críticas quanto à demora da aquisição do imunizante, nesse período, os impasses sobre tomar ou não as doses recomendadas pela OMS e pelo Ministério da Saúde abriram um leque de questionamentos que variavam desde controvérsias sobre a eficácia do imunológico até possíveis efeitos colaterais diversos. Porém à medida em que foram aplicadas
as primeiras doses vacinais, e a comunidade percebeu não haver significativas adversidades, muitos se renderam a elas, sendo então consideradas como a forma mais segura na prevenção. (HOTT, 2022)

Com isso, este estudo objetiva recorrer a literatura científica para entender importância da atuação fisioterapêutica no paciente pós-covid, através de uma narrativa de literatura.

MÉTODOS

Trata-se de uma revisão narrativa de literatura, em que foi realizada uma busca ativa nas bases de dados da LILACS, SciELO, PubMED e PEDRO, no período definido entre 2020 a 2022, onde os estudos mais relevantes foram selecionados. Os descritores utilizados foram: “Importância”, “Fisioterapia” e “Pós Covid” e foram retirados do DECS (Descritores em Ciências da Saúde).

Foram descartados os estudos que não foram realizados em seres humanos, aqueles que restrigiam gênero ou condição específica da amostra, ou ainda aqueles que não correspondiam ao objetivo desta pesquisa e não se enquadravam nos critérios estipulados. Além disso, os estudos que já estavam dentro de artigos de revisão previamente selecionados também foram desconsiderados, por duplicidade.

Segundo Cordeiro et al. (2007), a revisão da literatura narrativa ou tradicional, quando comparada à revisão sistemática, apresenta uma temática mais aberta, não exigindo um protocolo rígido para sua elaboração. A busca das fontes geralmente não é pré-determinada e específica, sendo frequentemente menos abrangente. A seleção dos artigos é arbitrária, provendo o autor de informações sujeitas a viés de seleção, com grande interferência da percepção subjetiva.

Atallah e Castro (1998) discorrem que revisões narrativas são publicações amplas apropriadas para descrever e discutir o desenvolvimento ou o “estado da arte” de um determinado assunto, sob o ponto de vista teórico ou contextual. Constituem, basicamente, de análise da literatura publicada em livros, artigos de revistas impressas e ou eletrônicas, na interpretação e análise critica pessoal do autor. Essa categoria de artigos tem papel fundamental para a educação continuada, pois permitem ao leitor adquirir e atualizar o conhecimento sobre uma temática especifica em curto espaço de tempo.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Foram selecionados 6 artigos de acordo com os critérios predeterminados no desenho do estudo, e que são representados na tabela abaixo:

Em A01, os autores realizaram uma revisão de literatura do tipo integrativa utilizando as maiores bases de dados de saúde, onde 6 estudos foram selecionados de acordo com os critérios predefinidos em sua metodologia. Os autores enfatizaram a importância da fisioterapia desde o momento da admissão hospitalar, na UTI e pós alta hospitalar para restabelecer a funcionalidade do paciente.

No A02, foi realizado uma revisão bibliográfica exploratória qualitativa. Além de enfatizar a importância do manejo fisioterapêutico em pacientes acometidos pela COVID-19, o estudo mostrou que as condutas fisioterapêuticas como os treinamentos aeróbicos, de força muscular, inspiratório e neurofuncional, devem ser realizadas após, pelo menos, 72 horas sem quadro de febre e sem uso de antitérmico, estabilização da saturação de oxigênio, frequência respiratória e estabilidade clínica. E que em casos leves da doença o atendimento pode ser realizado através da telereabilitação.

Já A03, além das recomendações já citadas, o estudo reforça que o processo de reabilitação pode demandar acompanhamento de uma equipe multiprofissional, de acordo com as manifestações da doença em cada individuo, uma vez que a hospitalização prolongada pode levar a efeitos deletérios, como alterações pulmonares, cardiovasculares, musculares e cognitivas, além de ansiedade e depressão.

Em A03, através de uma revisão sistemática da literatura, os autores chegaram a conclusão que muitos sobreviventes da COVID-19 que necessitam de cuidados críticos podem desenvolver comprometimentos psicológicos, físicos e cognitivos, sendo muito importante a inserção do fisioterapeuta no processo de reabilitação, que deve iniciar já na admissão hospitalar e dar continuidade após a alta.

Os autores de A04 realizaram uma revisão bibliográfica do tipo narrativa, onde 6 estudos foram selecionados para compor o trabalho. Os autores enfatizaram a importância da inserção do profissional fisioterapeuta na reabilitação do doente, para que este possa retornar as suas AVD`s o mais precocemente o possível, minimizando danos físicos, emocionais, sociais e econômicos. Conclui-se através deste estudo que a reabilitação pulmonar deve ser realizada
durante todo o processo de gerenciamento de doenças, estando o indivíduo hospitalizado ou não. Além disso, as condutas fisioterapêuticas devem ser individualizadas com base na condição específica do paciente.

Em A05 foi realizado uma revisão bibliográfica do tipo narrativa que contou com 26 estudos selecionados para compor a revisão. Os autores constataram que a intervenção fisioterapêutica pós-covid tem muitos efeitos benéficos, como a melhora da função respiratória, ganho de força, resistência, e na reinserção do paciente na sociedade e nas suas AVD`s.

A06 trata-se de um estudo de quatro casos em diferentes graus de gravidade, em que foi aplicado um programa de reabilitação cardiopulmonar pós-COVID-19. Para avaliar o resultado, foi utilizado o teste de caminhada de 6 minutos, sendo este considerado como avaliador prognóstico e terapêutico. O protocolo utilizado pelos pesquisadores está descrito na imagem 1. Todos os quatro pacientes obtiveram melhoras significativas da capacidade funcional, mesmo com a variabilidade da gravidade dos casos de pós-COVID-19.

No ensaio de Moonen et al. (2021) procurou conhecer a recuperação física de sobreviventes de terapia intensiva de pneumossepsia por COVID‐19 em comparação com sobreviventes de terapia intensiva não‐COVID 19 de pneumosepsia durante hospitalização em terapia intensiva. Os dados da pesquisa revelaram que os pacientes após a saída da UTI COVID‐ 19 são vulneráveis à desenvolver fraqueza adquirida na unidade de terapia intensiva, contudo,
possuem uma melhora na reabilitação física do que sobreviventes da UTI com pneumosepsia não COVID durante o período de internação pós ‐ UTI.

Carvalho e Kundsin (2021), chamam a atenção para o fato de que a chegada da COVID19 levou à necessidade de os fisioterapeutas atuarem na linha de frente nos hospitais para tratamento dos pacientes acometidos, o que até então era desconsiderado como de extrema importância. Com isso, ressaltaram que a presença do fisioterapeuta é indispensável no setor de atendimento a pacientes com a COVID-19, especialmente nas unidades de terapia intensiva, sendo considerado de forma fundamental a sua atuação inerente a esse ambiente, apontando ainda que a assistência fisioterapêutica ininterrupta proporciona cuidados com mais qualidade ao paciente otimizando a manutenção e reabilitação da função motora e respiratória, reduzindo o tempo de internação e consequentemente a redução dos custos hospitalares.

Musumeci et al. (2021), ressaltam que o fisioterapeuta deve acompanhar o paciente acometido pelo COVID-19 durante todo o período de internação, utilizando de seus conhecimentos em fisioterapia respiratória intensiva, tal qual os recursos necessários para o tratamento fisioterapêutico, evidenciando, a importância desse profissional em todas as fases, seja pré ou pós intubação orotraqueal e na extubação. Ainda menciona, sobre a importância e necessidade de se utilizar os recursos técnicos disponíveis para avaliar o grau de comprometimento pulmonar e definir a maneira correta para atuar. A atuação do fisioterapeuta vai desde a promoção a recuperação da saúde, considerando a avaliação dos índices pulmonares. Neste sentido, este profissional apresenta grande importância mediante sua atuação junto às equipes multidisciplinares e no pós-covid quando o paciente vai para casa,
contribuindo com a sua reabilitação e a volta de suas atividades funcionais (CAVALCANTE et al., 2021).

No estudo de Castanheiro et al. (2021) identificou que 32% dos autores, reconhecem a importância da associação do programa de reabilitação pulmonar ao treinamento muscular, outros 24% enfatizam o treinamento de força e o treinamento físico, e 20% mencionam o exercício aeróbico aplicado em esteiras ergométricas, cicloergômetros, caminhadas, corridas e entre outros, executados de forma intervalada durante ao menos 30 minutos é eficaz na
reabilitação cardiorrespiratória em pacientes pós-COVID-19, pois geram impactos positivos sobre a capacidade funcional dos pacientes.

Em virtude das sequelas que podem se apresentar no paciente pós COVID-19, Paz et al. (2021), discutem que a atuação do fisioterapeuta junto à classe trabalhadora também é importante, pois as alterações causadas pela doença podem acometer a capacidade funcional do indivíduo, uma vez que afeta o sistema cardiorrespiratório, musculoesquelético, além do aspecto psicológico e cognitivo, interferindo no retorno dessas pessoas ao trabalho.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O presente estudo demonstrou que o profissional fisioterapeuta é imprescindível no manejo do paciente acometido com COVID-19, em todas as fases da doença, seja intrahospitalar, ou domiciliar, e na fase pós-covid se faz essencial para redução de danos ao doente. As sequelas da COVID-19 podem acontecer de diversas formas, e dependem de muitos fatores.

De modo geral, quanto maior o tempo de internação, e fatores como o tempo de VM, maiores serão os comprometimentos cardiopulmonares e musculares, interferindo diretamente na qualidade de vida do indivíduo, que passa a ficar dependente para realização de AVD`s, e pode não conseguir exercer o seu trabalho. Com isso, se faz necessário a inserção do fisioterapeuta na equipe multidisciplinar para reabilitação deste doente.

Grande parte dos estudos indicam condutas como treino aeróbico, treino de força e resistência da musculatura respiratória e periférica, exercícios respiratórios, manejo de secreção, dentre outras, como parte do tratamento fisioterapêutico em pacientes pós-covid. Destacam ainda a importância de uma avaliação minuciosa e individualizada para que especificidades de cada pacientes sejam levadas em consideração para a elaboração de um plano terapêutico adequado.

REFERÊNCIAS

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ARTIGO PUBLICADO EM: 08/02/24



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