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A Atuação do Fisioterapeuta na Assistência ao Parto como Facilitador do Parto Humanizado

A Atuação do Fisioterapeuta na Assistência ao Parto como Facilitador do Parto Humanizado

INTRODUÇÃO

O parto já foi considerado um evento feminino e familiar, onde os membros do grupo social da parturiente, como a mãe, familiares, vizinhas e a parteira a ajudavam. Esse modelo sofreu um processo de transformação com a influência biomédica masculina, a partir do século XVIII na Europa, criando uma nova percepção no contexto, sobretudo no ocidente1.

As mulheres de classe mais alta não aceitavam mais sentir a dor do parto e não desejavam correr mais riscos. De um evento feminino, doméstico e fisiológico, o parto passa a ser patológico dominado por uma prática médica, onde a mulher perdeu gradativamente seu direito de escolha2.

A transformação de um evento fisiológico normal em um procedimento médico/cirúrgico abre espaço para intervenções e limita o espaço e a liberdade da mulher de vivenciar em toda a sua magnitude, o nascimento de seu filho. No entanto tem-se buscado melhorar e aprimorar as práticas obstétricas para monitorizar, adequar, iniciar e acelerar o processo fisiológico do trabalho de parto3.

Na tentativa de resguardar o caráter fisiológico do nascimento, criou-se o conceito parto humanizado, que se define por um conjunto de condutas e procedimentos que tem por desígnio a promoção do parto, nascimentos saudáveis e prevenção da morbimortalidade materna e perinatal4.

A busca pela humanização do parto exige-se em primeiro lugar o seu entendimento como sendo um evento da vida sexual e reprodutiva; um processo fisiológico, que requer acompanhamento com o mínimo de intervenções, que necessita pessoal treinado e condições estruturais para identificação e prevenção precoce de complicações e situações de risco, permitindo atuação imediata, adequada e eficaz2.

O parto e nascimento estão relacionados à assistência ofertada por profissionais de saúde, tornando-se imprescindível compreender como os mesmos aplicam e inter-relacionam suas atividades na prática obstétrica, os nuances assistenciais e suas interfaces com o modelo de humanização nesse âmbito. Ao longo dos anos a Organização Mundial da Saúde (OMS) vem em um movimento constante para construção de um novo paradigma de atenção à saúde da mulher no ciclo gravídico puerperal, buscando um atendimento obstétrico integral permeado por uma assistência de qualidade, pautada em práticas assistenciais baseadas em evidências científicas e no direito das escolhas das mulheres5.

Integrando a equipe obstétrica, o fisioterapeuta tem como função, conscientizar a mulher sobre as mudanças físicas que ela sofrerá do início ao fim da gravidez e do puerpério, minimizando o estresse desse período e orientando sobre o posicionamento adequado no momento do parto, respiração lenta e relaxamento efetivo6.

As técnicas utilizadas para se obter estes objetivos fazem parte de um contexto de valorização do parto fisiológico3.

O acompanhamento do Fisioterapeuta durante o parto normal e o trabalho de parto não está estabelecido pelo Ministério da Saúde e nem pelo Conselho Federal de Fisioterapia. E mesmo tendo recursos variados, no Brasil, este profissional tem sido colocado apenas no período pré-natal, cuidando assim, somente na preparação para o parto. O fisioterapeuta inserido na equipe multiprofissional durante o trabalho de parto e o parto, geralmente ocorre
apenas em instituições privadas7.

Neste contexto, pode-se incluir desde modificações no emprego de novas práticas não medicamentosas de alívio à dor, e podem permitir maior sensação de controle no parto, a fim de proporcionar à parturiente o equilíbrio físico e psíquico, e a sensação de bem-estar. Além das mudanças nos ambientes de assistência ao parto que também contribui para o controle e liberdade de movimentos, sensação e promoção de calma que consequentemente reduz
intervenções médicas e aumenta a probabilidade de partos espontâneo8,9,10.

Desta forma este estudo traz como questão norteadora: como se caracterizam os benefícios da atuação das práticas fisioterapêuticas no suporte à parturiente. Para isso objetivou avaliar os benefícios terapêuticos da abordagem do Fisioterapeuta.

MATERIAIS E MÉTODOS

Trata-se de uma revisão integrativa, conforme Cooper11, que compreende cinco etapas consecutivas: formulação do problema, coleta de dados, avaliação dos dados, análise e interpretação dos dados e apresentação de resultados.

Para a coleta de dados utilizou se as seguintes bases de dados: Scientific Electronic Library Online (SciELO), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (Lilacs). A escolha das bases de dados deu-se pela acessibilidade, veracidade e criticidade científica das mesmas. Os descritores utilizados para a busca dos artigos foram os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) da BVS, que são: “Técnicas de Fisioterapia”, “Assistência ao
Parto” e “Trabalho de Parto”. Durante a coleta de dados foram usados os operadores booleanos “AND” e “OR”.

Os critérios de inclusão definidos para a seleção dos artigos foram: artigos publicados em português, que responderam à questão norteadora, na íntegra, de forma online e gratuita que retratassem a temática referente à revisão integrativa e artigos publicados e indexados nos referidos bancos de dados nos últimos dez anos.

Encontrou-se 16 artigos na Lilacs e 3 na Scielo totalizando 19 artigos. Depois de aplicados os critérios de exclusão, obteve-se a amostra final de 5 artigos.

RESULTADOS

Tabela1. Características dos artigos selecionados neste estudo

Referência Recursos
fisioterapêuticos
Descrição Benefícios
Castro et al12,
2011
1) Cinesioterapia
2) Massoterapia
3) Técnicas
respiratórias e
relaxamento
4) Estimulação
elétrica nervosa
transcutânea (TENS)
1) Exercícios com
bola e bastão,
básculas pélvicas,
exercícios ativos para
membros superiores,
deambulação
associada a
exercícios de
membros superiores
e respiratórios;
2) Deslizamento
superficial;
3) Incursões
inspiratório e
expiratório
prolongada,
propriocepção
programada;
4) Técnica tetrapolar
cruzada região
lombar com
parâmetros para dor
Não houve aumento
da dor uma hora após
a intervenção, a
abordagem
fisioterapêutica no
pré parto interfere
positivamente sobre a
dor e o desconforto
materno .
Abreu et al13,
2013
1) Exercícios na bola
2) Massoterapia
3) Exercícios
respiratórios
4) Orientação
postural
Utilização dessas
técnicas para alívio
da dor em
parturientes,
orientadas por
Fisioterapeutas.
Manutenção
orientada da
respiração redução do
quadro álgico; a
orientação de
posturas adequadas
favoreceu uma
melhor evolução da
dilatação e diminuiu
a duração da fase
ativa do trabalho de
parto e parto, menor
índice de dor, maior
conforto e satisfação.
Canesin et al14,
2010
1) Intervenção
Fisioterapêutica
Posturas verticais,
movimentos articulares
gerais,mobilidade pélvica, relaxamento do
períneo, coordenação
do diafragma e
estímulo da
propriocepção;
técnicas de
relaxamento e
respiração
Os estudos sugerem
que atuação do
fisioterapeuta pode favorecer a
diminuição do tempo
de trabalho de parto
Bavaresco et al15,
2011
1) Deambulação e
posturas verticais;
2) exercícios
respiratórios e de
relaxamento;
3) eletroestimulação
(TENS)
4) Massagens;
5) banhos quentes e
crioterapia
1) Liberdade de
movimentação;
2) respiração
espontânea,
diafragmática, natural
e leve;
3) um par de
eletrodos deve ser
colocado sobre a
região paravertebral
entre T8 a L1 e o
segundo par na
região sacral S1/ S4;
4) massagem leve e
suave realizada com
as mãos abertas na
região do baixo
ventre; massagem
através de batidas
leves com os dedos
no baixo ventre;
deslizamento da
região sacrococcígea
até as cristas ilíacas;
massagem profunda
sobre a região sacral
e sobre as
articulações
sacroilíacas, no
sentido longitudinal
do occipital até o
cóccix, paralelamente
à coluna vertebral
5) chuveiro com água
morna
1) facilita a
“adaptação” e o
encaixe do bebê à
pelve materna e ao
canal de Parto,
redução do tempo
expulsivo,
diminuição do índice
de partos
instrumentalizados.
2) promove o
relaxamento,
concentração,
diminui riscos de
trauma perineal no
momento expulsivo e
melhorar a
oxigenação
sanguínea da mãe e
do feto.
3) Analgesia através
da ativação de
receptores sensoriais
periféricos, atuando
através do fenômeno
das comportas de
dor, aumentando a
produção de
endorfinas
4) tranquiliza a
parturiente, aliviando
a dor e a ansiedade, e
conduzindo de
maneira satisfatória o
trabalho de parto;
5) redução da
sensibilidade
dolorosa com redução da atividade
simpática
Angelo et al16,
2016
1) Banho de imersão
2) Mobilidade
3) Exercícios na bola
4) Estimulação
elétrica
5) Acupuntura
6) massagem
7) Técnicas de
respiração
8) Técnicas
combinadas
1) Temperatura
ajustada para cada
parturiente, mas a
temperatura não
excedia 38 graus
Celsius;
2) posturas verticais,
movimento articular
geral, mobilidade
pélvica, relaxamento
do períneo,
coordenação do
diafragma e estímulo
à propriocepção
3) programa de
exercícios na bola em
diferentes posições,
em domicílio por
pelo menos 20
minutos, três vezes
por semana, por um
período de 6 a 8
semanas.
4) Eletrodos de
superfície na região
sacral, dos modelos
Silver Spike Point
(SSP) e placa.
5) 34 pontos
específicos podiam
ser usados e a
duração poderia varia
de 30 min à 2 horas
6) Massagens firmes
e rítmicas, com
deslizamento ombro,
abdominal e costas e
pressão na região
sacral. Por 30minutos
de massagens;
7) O protocolo
proposto era diferente
de acordo com as
fases do trabalho de
parto. A técnica de relaxamento consistia
na liberação de toda a
musculatura corporal
associada à
respiração total, nos
intervalos das
contrações uterinas;
8) Foram aplicados
estratégias em
conjunto (exercícios
respiratórios,
relaxamento
muscular e massagem
lombossacra) e
isoladas
(deambulação e
banho de chuveiro).
1) Alternativa para o
alívio da dor durante
o parto;
2) Menor uso de
analgésico
farmacológico;
3) Diminuição da dor
na fase latente
4) Houve diferença
no grupo de SSP aos
10 e 30 minutos e do
grupo de eletrodos
tipo placa aos 10
minutos em
comparação ao GC
5) Não houve
diferença
estatisticamente
significativa em
relação à dor,
entretanto a maioria
das mulheres tiveram
algum alívio da dor.
6) Menor estado de
dor e de ansiedade
7) Relaxamento no
alívio da dor e
ansiedade, porém
seus resultados não
houve diferenças
significativas entre os
grupos na fase
latente, ativa e de
transição.
8) quando aplicadas
exercícios
respiratórios,
relaxamento
muscular e massagem
lombossacra houve
diferença
significativa no alívio
da dor nos três
momentos de
dilatação cervical.

DISCUSSÃO

A sensação dolorosa, durante o trabalho de parto, é uma resposta fisiológica, complexa, individual e multidimensional aos estímulos sensoriais gerados, principalmente, pela contração do útero9,17.

As contrações uterinas são dolorosas por hipóteses não totalmente colocadas, como hipóxia causada pela contração do miométrio, compressão de gânglios nervosos na cérvix e na parte inferior do útero pela contração dos feixes musculares, dilatação cervical e estiramento do peritônio, junto ao fundo uterino18.

Contudo é importante que a sensação da contração uterina seja uma resposta de informação sensorial para estruturar e apontar a mobilidade da parturiente e organizar o controle voluntário da musculatura estriada. Por isso, é possível atuar com parturientes, mesmo não tendo sido acompanhadas durante o pré-natal; as contrações uterinas e as sensações daí decorrentes são recursos de sensibilização para tornar a ação motora funcional para o trabalho de parto19.

O emprego de recursos alternativos para a condução do trabalho de parto como asbolas de fisioterapia, massagens, banhos de chuveiro ou banheira e mesmo a adoção de posições como a de cócoras durante o trabalho de parto, foram inicialmente ditas como pouco científicas e inapropriadas. Também a assistência ao parto em posições verticalizadas,
diferentes das usualmente utilizadas, foi motivo de controvérsia entre os profissionais20.

Uso de recursos não farmacológicos no alívio da dor durante o trabalho de parto tem os benefícios de reduzir e/ou postergar a utilização de fármacos no controle álgico, proporcionando condições para a condução ativa da mulher e contribuindo para maior participação do acompanhante18.

A massagem na região lombar durante os momentos de contração uterina produz os efeitos antálgicos a partir da estimulação mecânica nos tecidos, por meio de pressão e deslizamento ritmicamente aplicados, que irão produzir efeitos mecânicos, fisiológicos e psicológicos21.

Outra técnica, a TENS, já está amplamente divulgada. Alguns estudos demonstram que é um recurso capaz de aliviar as tensões musculares e diminuir a dor por quebra do ciclo dor/espasmo/dor, e pode ser utilizado tanto no pré quanto no pós-parto 22,23,24.

Existem fracas evidências científicas para o uso continuado do TENS no tratamento da dor obstétrica, segundo pesquisadores da área, porém não há sentido em descartar seu uso, até que as discordâncias entre a experiência clínica, o relato subjetivo das pacientes e as evidências científicas sejam esclarecidas e alinhadas, visto que na prática clínica os resultados são positivos25.

Segundo Michel e col.26, as posturas verticais (ex.: cócoras e de joelhos), mostraram que os comprimentos pélvicos se expandem significativamente, indicando vantagens para o trabalho de parto e parto. Essas informações apontam aos profissionais que assistem ao parto que há confirmação da mobilidade pélvica e de que a dimensão da pelve se altera de acordo com a posição adotada.

Estimular e facilitar a mobilidade corporal da mulher durante o trabalho de parto, além de ser prática e comprovadamente benéfica, faz parte das diretrizes dos procedimentos para humanização do parto, garantindo a legitimidade da participação e autonomia da parturiente27.

Assim a participação do Fisioterapeuta no trabalho de parto tem função de promover os recursos corporais da parturiente e oferecer técnicas e procedimentos terapêuticos que melhoram a apropriação de si mesma e do processo de parir.

A atuação do fisioterapeuta na assistência ao parto deve levar em consideração a queixa da paciente, respeitando seu limiar doloroso e a aceitação da intervenção proposta, com isso a deambulação deve ser sempre estimulada, pois favorece a descida fetal e antecipa o trabalho de parto28.

O fisioterapeuta, é exímio conhecedor de todos os movimentos das articulações do corpo humano e o seu funcionamento muscular, é um dos profissionais capacitados a contribuir no atendimento à parturiente, pois trabalha otimizando a fisiologia humana5,6, etem como objetivo diminuir o uso de medicamentos e como meios dispendiosos aos serviços saúde, e estreitar o tempo de trabalho de parto29,30.

Este estudo aponta que a assistência Fisioterapêutica durante o trabalho de parto tem relevante importância. A atuação respaldada do Fisioterapeuta especializado em obstetrícia poderá tornar o trabalho de parto normal mais simples, minimizar o seu tempo, reduzir a queixa de dor e o desconforto da parturiente, fazendo com que seja uma experiência positiva e menos traumática para mãe e para o bebê.

Embora a atuação da Fisioterapia seja bastante ampla, o profissional especializado em fisioterapia obstétrica ainda é pouco conhecido pelos profissionais de saúde dessa mesma área. Importante destacar que o Fisioterapeuta Obstétrico atua não só em sala de parto, como trouxe esse estudo, mas também na assistência ao pré-natal. Cabem ainda mais estudos e pesquisas na área.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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7 Silva H C F et al. Contribuição da Fisioterapia no Parto Humanizado. Alumni-Revista, 2015 v. 3, n. 6, p. 25-32.

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12 Castro A S et al. Abordagem fisioterapêutica no pré-parto: proposta de protocolo e avaliação da dor. 2011.

13 Abreu N de S et al. Atenção Fisioterapêutica no trabalho de parto e parto. Revista Interdisciplinar de Estudos Experimentais, 2013. v. 5, n. único, p. 7-15.

14 Canesin K F et al. Atuação fisioterapêutica para diminuição do tempo do trabalho de parto: revisão de literatura. 2010. FEMINA. Vol 38, nº 8.

15 Bavaresco G Z et al. O fisioterapeuta como profissional de suporte à parturiente. 2011. Ciência & Saúde Coletiva, 16(7):3259-3266.

16 Angelo P H M et al.Recursos não farmacológicos: atuação da fisioterapia no trabalho de parto, uma revisão sistemática. 2016. Fisioterapia Brasil 2016;17(3):285-292

17 Lowe N K. The nature of labor pain. Am J Obstet Gynecol. 2002; 186(5 Suppl Nature):S16-24.

18 Silva F M B et al. O efeito do banho de imersão na duração do trabalho de parto. Rev Esc Enf USP. 2006;40(1):57-63.

19 Bio E et al. Influência da mobilidade materna na duração da fase ativa do trabalho de parto. Rev. Ginecol Obstet. 2006; 28 (11): 671-9

20 Baracho E. Fisioterapia Aplicada à Obstetrícia. Disponível em:
<http://paginas.terra.com.br/saude/elzabaracho/gineco/index.htm>. Acessado em: 29 jul. de 2008.

21 Domenico D et al. Técnicas de massagem de Beard. 4.ed. São Paulo: Manole; 1998. p. 48- 52.

22 Knobel R et al. Utilização de estimulação elétrica transcutânea para alívio da dor no trabalho de parto: um modo possível para o cuidado à parturiente. Texto Contexto – Enferm. 2005;14(2):229-36.

23 Orange F A et al. Uso da eletroestimulação transcutânea para alívio da dor durante o trabalho de parto em uma maternidade-escola: ensaio clínico controlado. Rev Bras Ginecol Obstet. 2003;25(1):45-52.

24 Telles E R et al. Estimulação elétrica transcutânea (TENS) em ginecologia e obstetrícia: alternativa nas síndromes dolorosas. Femina. 2007; 35(11):697-702.

25 Kitchen S. Eletroterapia Baseada em Evidências. 11ª ed. São Paulo: Manole; 2003.

26 Michel S C et al. MR obstetric pelvimetry: effect of birthing position on pelvic bony dimensions. AJR Am J Roentgenol. 2002; 179(4): 1063-7

27 Diniz C S G. Humanização da assistência ao parto no Brasil: os muitos sentidos de um movimento. Ciên Saúde Coletiva. 2005; 10(3): 627-37

28 Porto A M F et al. Assistência ao primeiro período do trabalho de parto baseada em evidências: [revisão]. Femina. 2010; 38(10)527-37.

29 Zamataro V O. O papel da fisioterapia no preparo para o parto de cócoras. Fisioter mov. 1996; 8(2):48-53.

30 Nakano M A S et al. O cuidado no resguardo: as vivências de crenças e tabus por um grupo de puérperas. Rev Bras Enf. 2003; 56(3):242-7.



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